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A
Prefeitura realizará nos dias 23 e 24 de junho, a partir das 20h a
tradicional festa junina, na Rua Marcelo Guedes (em frete a Dupin
Motos).
O evento contará com o concurso de quadrilhas, barracas com comidas e bebidas típicas, muito forró e animação.
- Dia 23, sábado, a partir das 20h – Tau Brasil e Banda Forró das Gerais.- Dia 24, domingo, a partir das 17h – Banda Forró das Gerais. |
Fique por Dentro dos acontecimentos na capital Mundial das pedras preciosas e em Outras cidade da Região, Alem das Noticias de Minas gerais, Você Fica por dentro do que acontece no Brasil e polemicas pelo Mundo...Aconteceu esta no Teófilo Otoni Noticias.....
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quinta-feira, 21 de junho de 2012
Festa Junina da prefeita contecerá neste fim
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terça-feira, 29 de março de 2011
Polícia investiga ligação de mulher com a morte de marido
Mistério de R$ 700 mil »
Polícia investiga ligação de mulher com a morte de marido em Teófilo Otoni Esposa teria armado a trama para receber dinheiro de seguro. Ela está presa, acusada de ligação com assalto
Thobias Almeida - Estado de Minas
Publicação: 29/03/2011 07:08 Atualização: 29/03/2011 07:35
Polícia investiga ligação de mulher com a morte de marido em Teófilo Otoni Esposa teria armado a trama para receber dinheiro de seguro. Ela está presa, acusada de ligação com assalto
Thobias Almeida - Estado de Minas
Publicação: 29/03/2011 07:08 Atualização: 29/03/2011 07:35
Uma nuvem de mistério paira sobre a morte de um homem em Teófilo Otoni, no Vale do Mucuri. Antônio Evaldo Rodrigues Freire, de 35 anos, desapareceu em 4 de janeiro e seu corpo foi encontrado 21 dias depois em um matagal da cidade, num suposto suicídio. O surgimento de indícios como uma apólice de seguro em nome da esposa, Marcela Souza Pimenta, de 29 anos, e o envolvimento dela com uma quadrilha de assaltantes causaram reviravolta na apuração. Marcela passou a ser considerada suspeita de ter encomendado a execução do companheiro. A mulher, proprietária de três lojas de roupas em Teófilo Otoni, está presa desde 17 de março, acusada de tramar assalto à casa de um vizinho. Ela nega envolvimento com a morte e os assaltos.
A delegada da Divisão de Crimes Contra a Vida, Iara de Fátima Gomes, confirma que em 27 de dezembro de 2010 Rodrigues contratou uma apólice de seguro de vida, cujo valor ultrapassa R$ 700 mil, colocando como beneficiária a esposa. “Eles já não viviam juntos, mas ainda assim continuavam se encontrando”, explica. A indenização não chegou a ser paga.
EXUMAÇÃO
Como foi a própria Marcela quem fez o reconhecimento do corpo, Iara Gomes requisitou a exumação do cadáver. O procedimento, que analisará a arcada dentária do morto, ocorreu no sábado, mas a delegada ainda não recebeu o resultado.
A empresária registrou Boletim de Ocorrência sobre o suposto desaparecimento do marido. A ossada de Rodrigues foi encontrada em 25 de janeiro, já em avançado estado de decomposição. Junto aos restos mortais repousava um revólver calibre 38 carregado, com um cartucho deflagrado, além de documentos e o celular da vítima. A perícia constatou que ele morreu com um tiro na boca, num suposto suicídio. Familiares e a esposa informaram à polícia que ele atuava no cadastro de famílias no programa Bolsa-Família. Há informações de que também trabalhava junto a prefeituras em processos licitatórios.
As suspeitas com relação à empresária ganharam corpo quando familiares de Rodrigues foram ouvidos. A família questionou a versão do suicídio.
incriminada Um acontecimento crucial para encorpar as suspeitas sobre Marcela foi sua prisão pelo suposto planejamento do assalto à casa do empresário Antônio Juscinei Gomes, de 39 anos, vizinho e dono do prédio onde ambos viviam. Ela e Mitsunori Shinkawa de Oliveira são acusados de contratar três pessoas, entre elas um aluno da academia do 19º Batalhão da Polícia Militar, para roubar equipamentos eletrônicos armazenados na residência da vítima. Segundo o delegado João Augusto Ferraz, que preside o inquérito relativo ao assalto, cada um receberia R$ 1 mil. “Ela entrou no prédio com os homens em seu carro e subiu até o apartamento. Lá, eles esperaram a chegada do alvo”, relata. Ele acrescenta que Marcela forjou ter sido feita refém e deixou o local com os bandidos.
A polícia atribui ao grupo outras ações no município, como roubos em residências, lojas e postos de combustíveis. Em 15 de março, o aposentado Antenor Laube, de 86 anos foi surpreendido em casa, na zona rural de Teófilo Otoni, e acabou morrendo ao reagir e ser baleado, crime que os policiais acreditam estar ligado à quadrilha.
O delegado revelou ter chegado à empresária depois de prender um integrante do bando, que confessou a história. Ele diz que a mulher pode estar envolvida em outros roubos, mas isso não foi confirmado.
Em meio ao turbilhão de novos fatos, Marcela apresentou à polícia um documento, retirado da internet, que seria prova do envolvimento de Rodrigues num esquema de fraudes no Bolsa-Família. Os investigadores acreditam se tratar de uma tentativa de desviar o foco.
Um homem apontado como amante de Marcela e os acusados de envolvimento no assalto estão no rol de possíveis coautores do crime. A empresária não foi formalmente indiciada pelo homicídio, pois a polícia ainda trabalha na reunião de mais provas sobre o caso.
A delegada da Divisão de Crimes Contra a Vida, Iara de Fátima Gomes, confirma que em 27 de dezembro de 2010 Rodrigues contratou uma apólice de seguro de vida, cujo valor ultrapassa R$ 700 mil, colocando como beneficiária a esposa. “Eles já não viviam juntos, mas ainda assim continuavam se encontrando”, explica. A indenização não chegou a ser paga.
EXUMAÇÃO
Como foi a própria Marcela quem fez o reconhecimento do corpo, Iara Gomes requisitou a exumação do cadáver. O procedimento, que analisará a arcada dentária do morto, ocorreu no sábado, mas a delegada ainda não recebeu o resultado.
A empresária registrou Boletim de Ocorrência sobre o suposto desaparecimento do marido. A ossada de Rodrigues foi encontrada em 25 de janeiro, já em avançado estado de decomposição. Junto aos restos mortais repousava um revólver calibre 38 carregado, com um cartucho deflagrado, além de documentos e o celular da vítima. A perícia constatou que ele morreu com um tiro na boca, num suposto suicídio. Familiares e a esposa informaram à polícia que ele atuava no cadastro de famílias no programa Bolsa-Família. Há informações de que também trabalhava junto a prefeituras em processos licitatórios.
As suspeitas com relação à empresária ganharam corpo quando familiares de Rodrigues foram ouvidos. A família questionou a versão do suicídio.
incriminada Um acontecimento crucial para encorpar as suspeitas sobre Marcela foi sua prisão pelo suposto planejamento do assalto à casa do empresário Antônio Juscinei Gomes, de 39 anos, vizinho e dono do prédio onde ambos viviam. Ela e Mitsunori Shinkawa de Oliveira são acusados de contratar três pessoas, entre elas um aluno da academia do 19º Batalhão da Polícia Militar, para roubar equipamentos eletrônicos armazenados na residência da vítima. Segundo o delegado João Augusto Ferraz, que preside o inquérito relativo ao assalto, cada um receberia R$ 1 mil. “Ela entrou no prédio com os homens em seu carro e subiu até o apartamento. Lá, eles esperaram a chegada do alvo”, relata. Ele acrescenta que Marcela forjou ter sido feita refém e deixou o local com os bandidos.
A polícia atribui ao grupo outras ações no município, como roubos em residências, lojas e postos de combustíveis. Em 15 de março, o aposentado Antenor Laube, de 86 anos foi surpreendido em casa, na zona rural de Teófilo Otoni, e acabou morrendo ao reagir e ser baleado, crime que os policiais acreditam estar ligado à quadrilha.
O delegado revelou ter chegado à empresária depois de prender um integrante do bando, que confessou a história. Ele diz que a mulher pode estar envolvida em outros roubos, mas isso não foi confirmado.
Em meio ao turbilhão de novos fatos, Marcela apresentou à polícia um documento, retirado da internet, que seria prova do envolvimento de Rodrigues num esquema de fraudes no Bolsa-Família. Os investigadores acreditam se tratar de uma tentativa de desviar o foco.
Um homem apontado como amante de Marcela e os acusados de envolvimento no assalto estão no rol de possíveis coautores do crime. A empresária não foi formalmente indiciada pelo homicídio, pois a polícia ainda trabalha na reunião de mais provas sobre o caso.
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domingo, 25 de outubro de 2009
Polícia faz progresso com Operação....
Postado em 25/09/2009 às 22:38 hs
Polícia faz progresso com Operação Lei e Ordem
A Polícias de Teófilo Otoni se uniram ontem (24) para aplicar mais um duro golpe nas quadrilhas que ainda resistem em sustentar o tráfico de drogas e crimes violentos na cidade. Ainda na escuridão da madrugada, 114 policiais se reuniram num ponto escondido da periferia da cidade, para iniciar a Operação “Lei e Ordem”.
Após receber as ordens dos superiores, todos embarcaram e 30 viaturas para cumprir 31 Mandados de Busca, Apreensão e Prisão no município. Tudo o que era executado em terra pelos policiais, era acompanhado no céu por um helicóptero da Polícia Civil.
Quando houve dúvida sobre locais para esconderijo de droga, foi empregado um cão farejador vindo de Belo Horizonte. Equipes de policiais das cidades de Teófilo Otoni, Poté, Malacacheta, Padre Paraíso e Itambacuri, participaram das atividades contra o crime organizado.
Ao fim da operação, 14 adultos foram presos, uma garrucha foi apreendida, junto com R$ 15 mil reais de origem duvidosa, segundo a Polícia.
O chefe de Polícia Civil em Teófilo Otoni, delegado Isaías Pontes de Melo, espera que a prisão dos bandidos possa resultar em redução dos crimes violentos na cidade. “Não podemos deixar que os bandidos se organizem, façam comunidades inteiras reféns, temos que unir forças com o Judiciário para que os criminosos tenha vida curta aqui”, garantiu Pontes.
O comando das equipes da PM na operação esteve nas mãos do capitão Fábio Marinhos dos Santos, profundo conhecedor do submundo do crime em Teófilo Otoni. Ele também espera que a prisão de 14 bandidos possa reduzir o índice de homicídios e impedir a re-organização do tráfico de drogas em Teófilo Otoni a curto prazo.
“Essa operação vai dar mais tranqüilidade a população, vai reduzir os crimes violentos e permitir que os efeitos dos trabalhos preventivos nas escolas e comunidades mais carentes cresçam”, destacou o oficial.
A Operação Lei e Ordem é uma continuidade dos trabalhos da Operação Vida Longa, realizada também pela união das polícias no mês de agosto passado. O delegado de Tóxicos e Entorpecentes Jeferson Botelho Pereira , explica que tudo foi minuciosamente planejado.
“Foram oito meses de preparação, 31 pedidos de prisão preventiva de bandidos, elaboração de 4.500 páginas de inquéritos, organização de equipes das polícias para cercar casas sem atingir as pessoas de bem e garantir a Paz Social na cidade”, ressaltou o delegado Botelho
Os presos na ação policial já foram recolhidos ao Presídio de Teófilo Otoni em disposição da Justiça. Eles serão investigados agora com maior rigor pela Polícia Civil, que tem muitas situações de crime para resolver com os suspeitos. È o caso de Lorran Ferreira da Silva, que a polícia acredita ter envolvimento em cinco homicídios.
O resultado positivo das recentes ações conjuntas das polícias é fruto também da parceria com o Judiciário da Comarca. Dois juízes foram ao cenário da operação, verificar o andamento dos trabalhos e aferir a transparência das atitudes dos policiais.
As ordens de Busca, Apreensão e Prisão dos suspeitos foram assinadas pelo juiz criminal Flávio Prado Kretli. Ele comenta que o bom ambiente de trabalho entre as forças de segurança dá segurança para que ele emita ordens legais usadas nas operações.
Polícia faz progresso com Operação Lei e Ordem
A Polícias de Teófilo Otoni se uniram ontem (24) para aplicar mais um duro golpe nas quadrilhas que ainda resistem em sustentar o tráfico de drogas e crimes violentos na cidade. Ainda na escuridão da madrugada, 114 policiais se reuniram num ponto escondido da periferia da cidade, para iniciar a Operação “Lei e Ordem”.
Após receber as ordens dos superiores, todos embarcaram e 30 viaturas para cumprir 31 Mandados de Busca, Apreensão e Prisão no município. Tudo o que era executado em terra pelos policiais, era acompanhado no céu por um helicóptero da Polícia Civil.
Quando houve dúvida sobre locais para esconderijo de droga, foi empregado um cão farejador vindo de Belo Horizonte. Equipes de policiais das cidades de Teófilo Otoni, Poté, Malacacheta, Padre Paraíso e Itambacuri, participaram das atividades contra o crime organizado.
Ao fim da operação, 14 adultos foram presos, uma garrucha foi apreendida, junto com R$ 15 mil reais de origem duvidosa, segundo a Polícia.
O chefe de Polícia Civil em Teófilo Otoni, delegado Isaías Pontes de Melo, espera que a prisão dos bandidos possa resultar em redução dos crimes violentos na cidade. “Não podemos deixar que os bandidos se organizem, façam comunidades inteiras reféns, temos que unir forças com o Judiciário para que os criminosos tenha vida curta aqui”, garantiu Pontes.
O comando das equipes da PM na operação esteve nas mãos do capitão Fábio Marinhos dos Santos, profundo conhecedor do submundo do crime em Teófilo Otoni. Ele também espera que a prisão de 14 bandidos possa reduzir o índice de homicídios e impedir a re-organização do tráfico de drogas em Teófilo Otoni a curto prazo.
“Essa operação vai dar mais tranqüilidade a população, vai reduzir os crimes violentos e permitir que os efeitos dos trabalhos preventivos nas escolas e comunidades mais carentes cresçam”, destacou o oficial.
A Operação Lei e Ordem é uma continuidade dos trabalhos da Operação Vida Longa, realizada também pela união das polícias no mês de agosto passado. O delegado de Tóxicos e Entorpecentes Jeferson Botelho Pereira , explica que tudo foi minuciosamente planejado.
“Foram oito meses de preparação, 31 pedidos de prisão preventiva de bandidos, elaboração de 4.500 páginas de inquéritos, organização de equipes das polícias para cercar casas sem atingir as pessoas de bem e garantir a Paz Social na cidade”, ressaltou o delegado Botelho
Os presos na ação policial já foram recolhidos ao Presídio de Teófilo Otoni em disposição da Justiça. Eles serão investigados agora com maior rigor pela Polícia Civil, que tem muitas situações de crime para resolver com os suspeitos. È o caso de Lorran Ferreira da Silva, que a polícia acredita ter envolvimento em cinco homicídios.
O resultado positivo das recentes ações conjuntas das polícias é fruto também da parceria com o Judiciário da Comarca. Dois juízes foram ao cenário da operação, verificar o andamento dos trabalhos e aferir a transparência das atitudes dos policiais.
As ordens de Busca, Apreensão e Prisão dos suspeitos foram assinadas pelo juiz criminal Flávio Prado Kretli. Ele comenta que o bom ambiente de trabalho entre as forças de segurança dá segurança para que ele emita ordens legais usadas nas operações.
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