quinta-feira, 30 de junho de 2022

Homem que matou ex-sogro em farmácia de Goiânia é preso | Primeiro Impacto (30/06/22)

Felipe Gabriel Jardins, que matou o ex-sogro, João Rosário Leão, de 63 anos, com um disparo na cabeça e outro no peito, em uma farmácia de Goiânia na última 2ª feira (27.jun), foi preso em casa de familiares https://www.youtube.com/watch?v=kxiE6nTrnXE

https://www.youtube.com/watch?v=kxiE6nTrnXE

                                                                   


 Vídeo. Vice-diretor é filmado socando jovem na porta de escola em SP

Profissional estaria defendendo aluno do 9º ano; caso aconteceu em escola estadual Olga Cury, em Santos, no litoral de SP

atualizado 29/06/2022 18:25

Vice diretor é filmado socando aluno na porta de escola em SP 4
Reprodução

Um vídeo que circula nas redes sociais mostra um vice-diretor de uma escola pública em Santos, litoral de São Paulo, socando um aluno na porta da unidade, na noite de terça-feira (28/6). O funcionário estaria defendendo um estudante do 9º ano. Veja:

Segundo o G1, o caso aconteceu na escola estadual Olga Cury, que fica na Rua Alexandre Fleming, em Aparecida. De acordo com o profissional, tudo começou quando ele foi defender um aluno do 9º ano do ensino fundamental que estava recebendo ameaças de um homem na saída da escola.

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No vídeo é possível ouvir o estudante fazendo provocações e empurrando o vice-diretor: “Tá metendo o louco, parceiro?’” Após o empurrão, o funcionário inicia as agressões.

Ele dá um soco no rosto do rapaz e em seguida, os dois caem no asfalto e começam a troca de socos.

No vídeo, estudantes ficam desesperados e tentam apartar a briga. “Gente, ele é de menor, não pode”, dizem alunas durante a gravação. A briga só acaba quando outros estudantes conseguem separar os dois.

“Após afastar o aluno, o educador se tornou o alvo do agressor que passou a abordá-lo com truculência e empurrões, chegando às vias de fato”, disse a Secretaria da Educação do Estado de São Paulo (Seduc-SP).

O vice-diretor registrou um boletim de ocorrência sobre o caso, que foi inserido na plataforma Conviva SP – Placon, que monitora o registro de ocorrências escolares na rede estadual de ensino

Em nota, a Seduc-SP diz que repudia qualquer forma de violência, dentro ou fora da escola. Eles explicam também que a unidade escolar e a Diretoria de Ensino estão à disposição dos responsáveis para esclarecimentos.

https://www.metropoles.com/brasil/video-vice-diretor-e-filmado-socando-jovem-na-porta-de-escola-em-sp                                       


Exclusivo: gravações mostram assédio moral de Pedro Guimarães na Caixa

 O agora ex-presidente da Caixa tinha acessos de fúria e usava termos de baixo calão em reuniões com subordinados

atualizado 30/06/2022 5:56

Presidente da Caixa, Pedro Guimarães concede entrevista ao Metrópoles
Igo Estrela/Metrópoles

Os depoimentos revelados com exclusividade pela coluna nos quais funcionárias da Caixa denunciam episódios de assédio sexual envolvendo Pedro Guimarães, que até esta quarta-feira comandava o banco público, trazem também uma série de relatos de assédio moral.

Os testemunhos incluem situações em que Guimarães, a partir do cargo de presidente da Caixa, submeteu subordinados a constrangimentos diversos.

Ao longo da apuração, a coluna falou ainda com outros empregados da Caixa e reuniu elementos que corroboram os relatos.

Tivemos acesso, também com exclusividade, a registros em áudio que dão a dimensão dos arroubos, que ocorriam inclusive em reuniões de diretoria.

Guimarães, que deixou o cargo nesta quarta em razão das denúncias, detestava ser contrariado.

Com frequência, ele elevava a voz e usava palavreado grosseiro e até chulo para reagir a decisões tomadas pelos subordinados que o desagradavam.

Eis algumas dessas situações:

A fúria por perder remuneração de conselhos

Em uma reunião no fim do ano passado, Pedro Guimarães estrilou com executivos da Caixa em razão de uma decisão que havia sido tomada pelo conselho do banco sem que ele tivesse sido informado.

A coluna apurou com fontes ligadas ao Ministério da Economia que a fúria tinha a ver com dinheiro: o conselho havia aprovado uma mudança nas normas internas que passou a estabelecer um limite à nomeação de Guimarães para conselhos da própria Caixa e de empresas nas quais o banco tem participação.

Após a decisão, ele só poderia ser remunerado pela atuação em, no máximo, dois conselhos. Na prática, a mudança representava menos dinheiro no bolso do então presidente.

A partir de um levantamento em documentos oficiais da Caixa, a coluna apurou que, desde que assumiu o comando do banco, no primeiro dia do governo Jair Bolsonaro, Guimarães integrou pelo menos 18 conselhos. Pela participação na maioria deles, recebia remuneração.

A soma dos jetons a que ele tinha direito nesses conselhos alcança a cifra de R$ 130 mil. Além desses valores, Pedro Guimarães recebia ainda o salário mensal de presidente da Caixa, de R$ 56 mil.

A partir da alteração nas normas internas, a remuneração “extra” diminuiu sensivelmente. Guimarães atribuiu a aprovação da nova regra a uma suposta sabotagem de seus subordinados, que teriam deixado passar a mudança para prejudicá-lo financeiramente.

A certa altura da teleconferência, claramente irritado, ele diz que os executivos do banco estariam trabalhando contra ele e contra o governo, e que eles mereciam “se f.” com um eventual retorno do ex-presidente Lula ao poder. Ouça:

Na mesma reunião, Pedro Guimarães pede a Celso Leonardo Derziê Barbosa, um amigo pessoal que ele alçou à posição de vice-presidente da Caixa, para anotar o CPF de todos os subordinados que estavam na conferência, para que fossem punidos com a perda dos cargos que ocupavam caso o teor da reunião vazasse.

Celso Leonardo, que chegou a ser cotado para suceder Guimarães na presidência da Caixa, é apontado como o diretor encarregado de promover a perseguição interna contra os funcionários que desagradavam ao amigo.

Neste momento da reunião, Guimarães diz que a tarefa tinha que ficar a cargo de Celso Leonardo porque Álvaro Pires, outro amigo dele levado para o banco e nomeado como assessor do gabinete da presidência, é “pau mole” e não teria coragem de adotar as providências. Pires é conhecido pelo apelido de Vreco. Ouça esse trecho da reunião:

Um presidente autoritário

O jeito grosseiro fica explícito em outros trechos das gravações às quais a coluna teve acesso.

Em uma das oportunidades, ao se queixar de decisões que haviam sido tomadas no banco sem passar pelo seu crivo, Guimarães diz não se importar com a opinião dos subordinados.

“Caguei para a opinião de vocês, porque eu que mando. Não estou perguntando. Isso aqui não é uma democracia, é a minha decisão”, afirma. Ouça:

O tom é semelhante neste outro áudio, em que ele claramente ameaça de demissão os funcionários que tomarem decisões sem consultá-lo:

Todos os poderes ao gabinete

Eram comuns as situações em que o caráter centralizador de Pedro Guimarães derivava para ataques e ameaças aos funcionários.

Nesta outra gravação, ele reclama de mais uma decisão dos executivos do banco que não havia passado pela aprovação da presidência.

E diz que, ainda que algum dos vice-presidentes da Caixa tivesse avalizado a decisão, o assunto deveria ter passado pelo crivo da chefe de gabinete da presidência, Rozana Alves Guimarães. “Manda todo mundo tomar no c.”, afirma.

Acareações entre funcionários

Os funcionários ouvidos pela coluna afirmam que era comum Pedro Guimarães fazer acareações entre eles quando percebia alguma divergência em respostas a seus questionamentos. Além disso, a ameaça de demitir muitas vezes era cumprida, o que explicaria a alta rotatividade nos cargos de chefia da Caixa.

“A gente tem 37 cargos de dirigentes e mais de 100 pessoas já passaram por esses cargos desde que ele (Guimarães) chegou”, afirma uma subordinada do gabinete.

Perder um cargo de confiança pode significar muito. Executivos do banco recebem salários a partir de R$ 30 mil. Quando são demitidos das funções de chefia, eles voltam a receber o salário original, até dez vezes menor. Por isso, dizem os funcionários, muitos cediam aos caprichos de Guimarães.

“Você chega no nível máximo e de repente despenca. Vira um técnico bancário”, diz a funcionária de carreira, que relata ter sido vítima de assédio moral do então presidente do banco.

“Faixa branca” e “Long Dong”

No dia a dia, dizem os funcionários, a relação de Guimarães com seus subordinados mais próximos era repleta de palavrões, termos pornográficos e expressões ácidas que mexiam com a auto-estima deles.

“‘Pau mole’, ‘júnior’, ‘faixa branca’… É assim que ele chama todo mundo”, afirma um dos empregados da Caixa ouvido pela coluna.

As expressões eram usadas quando Guimarães queria dizer que os subordinados estavam desempenhando suas tarefas como se fossem profissionais iniciantes, inexperientes.

Quando não estava satisfeito com o resultado do trabalho de algum empregado, ele reagia irado. “Ele dizia: ‘Até meu filho faria isso melhor do que você’.”

Não eram incomuns as situações em que o assédio moral vinha acompanhado das expressões de cunho sexual, segundo o relato de uma funcionária que, assim como os demais colegas, pediu para não ser identificada nesta reportagem.

“Tem uma coisa que ele sempre fala que é assim: ‘Vai vir o Long Dong, vai entrar pelo c. e sair pela boca’. Fui até pesquisar por qual motivo ele falava tanto desse Long Dong. É um ator pornô. É muito assustador”, diz ela.

A neura com celulares

Segundo os depoimentos, por vezes Guimarães cismava que estava sendo gravado e, de repente, pegava os telefones dos subordinados para se certificar de que aplicativos de gravação não estavam acionados.

“Ele implantou na Caixa um ambiente de medo e de submissão, com o clima sempre tenso”, afirma uma funcionária.

A cultura do medo, diz ela, era um instrumento que ele entendia como necessário para uma gestão eficiente. “E ele fala que, se a sua equipe gosta de você, é porque você é um péssimo gestor. Funcionários, na visão dele, têm que te odiar o chefe. Diz que você tem que arregaçar todo mundo “, prossegue.

Surto ao vivo

Uma funcionária relata que Guimarães chegou a dar um murro na TV instalada em uma das salas usadas pela diretoria da Caixa por causa de um problema no som. Depois, mandou tirar o aparelho do local. A cena foi assistida por executivos do banco que, sob reserva, concordaram em falar à coluna.

Ainda de acordo com os relatos, Guimarães já danificou um computador da Caixa e arremessou um celular funcional contra a parede durante um dos acessos de raiva, na frente de funcionários.

Em uma live feita no canal da Caixa no YouTube para explicar o pagamento do auxílio emergencial durante a pandemia, ele ficou revoltado com um problema ocorrido na transmissão. “Ele estourou e falou no ar que era para mandar todo mundo embora”, conta uma funcionária.

Pimenta na comida

Um episódio relatado pelos funcionários que aceitaram falar para esta reportagem tem pitadas de sadismo, embora envolva uma prática à qual Pedro Guimarães procurava dar contornos de brincadeira.

Em jantares, especialmente durante viagens de trabalho, ele despejava pimenta nos pratos dos subordinados e os exortava a comer tudo até o fim, ainda que a contragosto.

A prática era entendida como mais uma das várias técnicas polêmicas usadas por Guimarães a pretexto de motivar as equipes sob seu comando – ele chegou a ser processado por obrigar empregados a fazer flexões em eventos públicos do banco e, quando decidia descer de escada os 21 andares do edifício-sede da Caixa, saía colhendo os funcionários que encontrava pelo caminho e os constrangia a acompanhá-lo.

No caso da pimenta, uma funcionária diz: “Quanto mais você chora e passa mal, mais ele ri. Ele é bem sádico. Em toda refeição de trabalho com ele tinha pimenta no prato de alguém”.

https://www.metropoles.com/colunas/rodrigo-rangel/exclusivo-gravacoes-mostram-assedio-moral-de-pedro-guimaraes-na-caixa

                                                         

                                         

Preso foragido que matou sogro à queima-roupa em farmácia de Goiânia


Foi conduzido à DIH, às 20h10 desta quarta-feira (29), Felipe Gabriel Jardim Gonçalves, foragido desde a última segunda-feira (27), pelo homicídio de João do Rosário Leão, seu sogro.

A vítima era um policial civil aposentado que fez uma denúncia contra o autor, que praticava violência doméstica no âmbito familiar contra sua namorada, filha de João. No mesmo dia em que foi lavrada a denúncia, Felipe foi à farmácia onde João trabalhava e atirou no sogro à queima-roupa. A vítima foi socorrida mas não resistiu aos ferimentos.

Toda a ação foi flagrada por câmeras de segurança. Foram 60h de buscas ininterruptas da equipe da Delegacia de Investigação de Homicídios, até chegar ao suspeito, que estava escondido na casa de familiares no setor setor Jardim Riviera, em Goiânia.

Junto a Felipe Gabriel, que é o autor, foram apreendidas a arma do crime, uma pistola calibre 9mm, e o carro utilizado para fugir do local.

O homem está preso na Delegacia de Capturas e será interrogado na tarde desta quinta-feira (30).

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https://www.policiacivil.go.gov.br/delegacias/especializadas/preso-foragido-que-matou-sogro-a-queima-roupa-em-farmacia-de-goiania.html#:~:text=Foi%20conduzido%20%C3%A0%20DIH%2C%20%C3%A0s,do%20Ros%C3%A1rio%20Le%C3%A3o%2C%20seu%20sogro