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quinta-feira, 20 de abril de 2023

Ipsemg abre concurso público para 280 vagas

 Edital traz detalhes sobre a seleção para profissionais de nível técnico e superior, de diversas especialidades; prazo para inscrições vai até 16 de maio.

Por g1 Vales de Minas Gerais

 

17/04/2023 18h22  Atualizado há 3 dias

  

O Instituto de Previdência dos Servidores do Estado de Minas Gerais (Ipsemg) abriu, nesta segunda-feira (17), inscrições para concurso público.

 

O edital prevê a contratação de 280 profissionais em nível técnico, superior e médicos em diversas especialidades para atuar da rede própria do instituto.

 

Os salários variam de R$1.186,24 até R$ 5.897,08. Clique aqui para acessar o edital.

 

As inscrições podem ser realizadas pelo site Legalle Concursos até às 23h59 do dia 16 de maio de 2023.

 

O valor da taxa de inscrição para os cargos de Analista de Seguridade Social e Técnico de Seguridade Social (I-A), é R$ 50; e para Médico da Área de Seguridade Social e Analista de Seguridade Social (III-A) é R$ 55.

 

A seleção dos profissionais conta com prova objetiva, de caráter eliminatório e classificatório e será realizada no dia 2 de julho de 2023.

 

Mais informações sobre o Concurso Público acesse o site do Ipsemg.


 Mais informações sobre o Concurso Público acesse o site do Ipsemg.

 

https://g1.globo.com/mg/vales-mg/noticia/2023/04/17/ipsemg-abre-concurso-publico-para-280-vagas.ghtml

sexta-feira, 14 de agosto de 2020

Servidores criticam cisão do Ipsemg; governo Zema diz que mudança não trará custos

 

Governo deseja criar nova autarquia para gerenciar benefícios como aposentadorias e pensões

Por conta da pandemia, a maioria dos parlamentares e participantes de audiências públicas têm feito suas intervenções por videoconferência

(foto: Luiz Santana/ALMG)
reforma da Previdência proposta pelo governador Romeu Zema (Novo) prevê a criação de nova autarquia — a MGPrev — para controlar temas que, atualmente, estão sob os cuidados do Instituto de Previdência dos Servidores do Estado de Minas Gerais (Ipsemg). Segundo o Executivo, a divisão é essencial para melhorar a gestão previdenciária estadual e não irá onerar os cofres públicos. Entidades de classe, contudo, contestam a ideia — que tornaria o Ipsemg órgão voltado exclusivamente a questões ligadas à saúde dos servidores públicos.

O assunto foi debatido nesta quarta-feira, na Assembleia Legislativa. Durante audiência pública promovida pela Comissão do Trabalho, da Previdência e da Assistência Social, parlamentares, representantes do funcionalismo e do governo divergiram sobre a necessidade de criação da MGPrev.

O secretário de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag), Otto Levy, alegou que o objetivo é “unir” funções espalhadas por entes da administração estadual.

“A MGPrev iria concentrar atividades que estão dispersas: parte está no Ipsemg, parte na Seplag e parte em diversas autarquias e fundações do estado. Todo esse processo seria
centralizado na MGPrev”, justificou.

A MGPrev foi chamada de “aberração” pela diretora de Relações Institucionais do Sindicato dos Servidores do Instituto de Previdência dos Servidores do Estado de Minas Gerais (Sindsep-MG), Antonieta Faria. Ela defendeu o fortalecimento do Ipsemg.

“Não deve se falar em criar nada. Tem que se falar em fortalecer, fazer concursos. Juntem os cargos da Previdência que estão espalhados e coloquem no Ipsemg”, pediu.

Segundo Otto Levy, o Ipsemg teve, no ano passado, orçamento próximo a R$ 1,2 bilhão. Ele disse que a gestão Zema ampliou a rede de unidades de saúde credenciadas ao instituto. Ainda conforme o chefe do Planejamento estadual, os repasses aos hospitais estão em dia.

Regras


A reforma prevê a adoção de alíquotas progressivas, cujos descontos variam, efetivamente, entre 13% e 18,38%. Há mudanças, também, na idade mínima para a aposentadoria e no tempo de contribuição necessário para pedir o benefício. Homens precisarão trabalhar por mais cinco anos. Mulheres, por mais sete.

As regras atuais preveem o desconto de 11% nos salários de todo o funcionalismo público. O texto sugere alíquotas distintas conforme a faixa de vencimentos. A ideia é que servidores que recebem até R$ 2 mil, por exemplo, contribuam, efetivamente, com 13%. O percentual é 0,67% maior no caso dos que ganham até R$ 6 mil. O índice cresce gradualmente, até os 18,38% — voltado ao que recebem acima de R$ 16 mil.

Os critérios do governo federal para as reformas estaduais determinam a adoção de alíquotas cuja média seja de, no mínimo, 14%.

A reforma propõe, também, a substituição do Fundo Financeiro de Previdência (Funfip), datado de 2004, pelo Fundo Financeiro de Previdência (FFP). Seria criado, também, como complemento, o Fundo Estadual de Previdência do Estado de Minas Gerais (Fepremg).

Por conta de portaria da União, o governo estadual teria, em tese, até 30 de julho para sancionar as alterações, sob pena de sanções financeiras. O prazo, contudo, foi 
prorrogado até 31 de setembro.

Histórico

O principal tema a ser analisado pelos deputados estaduais neste semestre será a reforma da Previdência estadual. O texto foi enviado do Executivo para o Legislativo em 19 de junho deste ano, e se imaginou que a matéria poderia ser aprovada até o recesso parlamentar. Isso, contudo, não ocorreu. Primeiro, em 3 de julho, as questões previdenciárias do texto enviado pelo governo de Minas Gerais foram separadas das administrativas, a fim de dar maior foco nos debates sobre a reforma.

Depois, a matéria (contida em dois documentos: uma Proposta de Emenda à Constituição – PEC – e um Projeto de Lei Complementar - PLC) “emperrou” nas comissões temáticas e não chegou a ser votada em plenário em primeiro turno. Alguns deputados e diversos servidores criticavam o Executivo e a base de governo no Legislativo acerca de uma possível falta de diálogo. Diante disso, a matéria foi debatida em seminários até o recesso.

A reforma da Previdência recebeu o aval da Comissão de Constituição e Justiça em 3 de julho, mas o PLC está estacionado na Comissão de Trabalho. A PEC, por seu turno, está sob o guarda-chuva de uma Comissão Especial.

Segundo o presidente do colegiado de Trabalho, Celinho Sintrocel (PCdoB), as audiências públicas sobre as propostas vão servir para nortear o relatório do colegiado sobre o projeto.
https://www.em.com.br/app/noticia/politica/2020/08/12/interna_politica,1175552/servidores-criticam-cisao-do-ipsemg-governo-garante-mudanca-sem-custo.shtml

terça-feira, 30 de julho de 2013

CONCURSO PÚBLICO DO IPSEMG 2013

CONCURSO PÚBLICO DO IPSEMG 2013




Publicado no Diário Oficial de Minas Gerais, 25 de julho de 2013, o edital do concurso público para provimento de 285 vagas para os cargos das carreiras de Analista de Seguridade Social (nível superior) e 507 para Técnico de Seguridade Social (nível médio) do Instituto de Previdência dos Servidores do Estado de Minas Gerais (IPSEMG).
Em breve será publicado o edital para o provimento do cargo  Médico para várias especialidades.
 
Vagas e Remuneração
Decreto 44.503 / 2007  regulamenta a concessão do Adicional de Desempenho - ADE, no âmbito da administração pública direta, autárquica e fundacional do Poder Executivo.


NOTÍCIAS  


quarta-feira, 22 de maio de 2013

Aécio Neves e a farra dos aluguéis


senador Aecio Neves e a farra dos alugueis no senado
Os gastos da verba indenizatória do senador Aécio Neves no primeiro semestre de 2011 custaram aos cofres públicos R$ 58.285,68.
Deste total, R$ 56.013,99 foram utilizados para pagar as despesas do seu escritório político em MG (uma vez que, desde abril deste ano, a Mesa Diretora do Senado só autoriza um escritório político por estado para cada senador).
O que causa espanto é que, enquanto Aécio Neves pagou com dinheiro público, em média, R$ 9.335,66 por mês com o aluguel e a manutenção do seu escritório, o prédio do IPSEMG (edifício de 12 andares e 12 mil metros quadrados de área construída) localizado na Praça da Liberdade – uma das regiões mais valorizadas de Belo Horizonte – será alugado pelo Governo de Minas para um grupo de empresários do setor hoteleiro pela bagatela de R$ 13.000,00.
O contrato, elaborado enquanto Aécio Neves ainda era governador de MG, foi firmado sob suspeita de fraude na licitação. O consórcio vencedor foi o Hotel Fasano, cujos sócios são Alexandre Accioly e Rogério Fasano, notórios amigos do ex-governador.
Quais as conclusões o cidadão mineiro pode chegar diante destes dados?
1. Ou o senador Aécio Neves está gastando de forma ineficaz o dinheiro público, pagando pelo aluguel de seu escritório político um valor acima do mercado; ou está gastando de forma imprópria, superfaturando o valor do aluguel.
2. Ou o Governo de Minas, sob a gestão de Aécio Neves e Antônio Anastasia, não soube administrar o patrimônio público, realizando um péssimo negócio com o grupo do Hotel Fasano; ou está cobrando um preço abaixo do valor de mercado pelo aluguel do prédio do IPSEMG para beneficiar os amigos do ex-governador.