sábado, 30 de agosto de 2014

Polícia Civil apreende maconha e cocaína após operação em Ubá, MG


Combate ao tráfico foi feito após investigação da Delegacia Antidrogas.

Material era escondido em terrenos vagos; ninguém foi detido.

D G1 Zona da Mata

drogas uba (Foto: PM/Divulgação)Maconha e cocaína foram apreendidas
(Foto: PM/Divulgação)
Mais de três quilos de maconha foram apreendidas nesta sexta-feira (29) em Ubá, pela equipe da Delegacia Especializada de Investigação Antidrogas e Homicídios. A operação de combate ao tráfico aconteceu no Bairro Corte Grande após mais de um mês de investigação.
Segundo o delegado Rafael Gomes de Oliveira, policiais civis apuraram que adolescentes escondiam drogas enterradas em terrenos do bairro. Quando o usuário fazia o pagamento, os suspeitos entravam na mata e buscavam o material. Após as buscas, foram apreendidos cerca de três quilos de maconha, 100 gramas de cocaína, três balanças de precisão e quatro facas.
Ainda segundo a polícia, foram seis horas de buscas e os suspeitos ainda não foram detidos. “As investigações prosseguem para identificação e prisão do proprietário das drogas", informou o delegado.

Reitor da UFJF é denunciado por se recusar a atender requisições do MPF

Segundo MPF, diretor executivo da Fadepe também foi denunciado.

UFJF disse que fez entrega de documentos, mas que houve atraso.

Do G1 Zona da Mata

Coletiva UFJF (Foto: Rafaela Borges/G1)Reitor Henrique Duque (ao centro) é denunciado
pelo Ministério Público Federal
(Foto: Rafaela Borges/G1)
O Ministério Público Federal (MPF) denunciou o reitor da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), Henrique Duque de Miranda Chaves Filho, pelo crime previsto no artigo 10 da Lei 7.347 de 1985, que consiste em recusar, retardar ou omitir dados técnicos requisitados pelo órgão. A informação foi divulgada no site do MPF nesta sexta-feira (29). A UFJF informou que já fez a entrega dos documentos relativos aos procedimentos mencionados, inclusive perante à Justiça Federal.
Consta no site que também foi denunciado, pelo mesmo crime, o diretor executivo da Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão (Fadepe), André Luiz de Lima Cabral, que também deixou de atender pedidos de informações feitas pelo Ministério Público.
O crime é punido com pena de 1 a 3 anos e pagamento de multa. Se condenados, o reitor e o diretor da Fadepe estarão sujeitos às sanções previstas na Lei de Improbidade, entre elas, perda da função pública, suspensão dos direitos políticos, pagamento de multa e dever de ressarcir eventuais danos causados à Administração Pública.
De acordo com o MPF, a denúncia aponta que o atual reitor da UFJF deixou de atender a requisições feitas pelo Ministério Público para esclarecer fatos investigados em dois inquéritos civis públicos instaurados na Procuradoria da República em Juiz de Fora. Um dos procedimentos, segundo o MPF, investiga aparentes ilegalidades na transferência de recursos públicos da universidade para a Fadepe e outro apura a natureza do relacionamento entre a UFJF e o Centro Cultural Pró-Música da universidade.
No primeiro inquérito civil público, ao longo de mais de um ano, foram expedidos sete ofícios ao reitor e seis ao diretor executivo da fundação. Segundo o MPF, os ofícios ressaltavam que o não atendimento poderia vir a configurar ato de improbidade administrativa. Nenhuma requisição foi atendida, segundo o MPF.
No segundo inquérito, durante nove meses, o MPF expediu quatro ofícios ao reitor, novamente sem atendimento. Conforme explicou o MPF, em pelo menos duas ocasiões, os ofícios foram recebidos pessoalmente tanto pelo reitor quanto pelo diretor da Fadepe, que, no entanto, se mantiveram inertes.
O Ministério Público Federal divulgou ainda que a conduta do reitor também se repetiu em um terceiro inquérito civil público que apura supostas irregularidades em concurso público para provimento de cargo de professor do Departamento de Educação da UFJF. Nesse caso, o MPF requisitou a instauração de inquérito policial para apurar o crime de desobediência.
Busca e apreensão
A conduta dos denunciados acabou levando o MPF a ajuizar ação cautelar de busca e apreensão de documentos da universidade e da fundação, com o objetivo de obter as informações sobre os casos investigados no primeiro e terceiro inquéritos. O juiz da 2ª Vara Federal considerou legítima a pretensão do MPF e deferiu liminarmente o pedido de busca e apreensão.
Ao decidir, o magistrado lembrou que a investigação se dava em razão de fundadas suspeitas de má administração de recursos públicos, o que reforçava a legalidade das requisições, segundo o MPF. Em trecho da decisão divulgado pelo MPF, o juiz diz que “a prática, infelizmente, é recorrente na UFJF. São inúmeras as requisições de informações em mandados de segurança não atendidas, assim como fartas as ações contra a UFJF, por razões diversas”, menciona o texto.
Improbidade
No âmbito cível, foram propostas três ações de improbidade contra Henrique Duque e uma contra André Luiz de Lima Cabral. De acordo com o MPF, além de constituir crime, a conduta praticada por eles pode ter configurado o ato de improbidade administrativa, previsto no art. 11, inciso II, da Lei nº 8.429/92, que consiste em deixar de praticar ato de ofício, ou seja, ato previsto e obrigatório por força de lei.
O MPF também considera que os atos resultaram em dano moral à instituição e à comunidade acadêmica e informou que a recusa em prestar informações acabou retardando as investigações e impedindo o MPF de cumprir suas funções institucionais.
Posicionamento da UFJF
A UFJF informou que já fez a entrega dos documentos relativos aos procedimentos mencionados, inclusive perante à Justiça Federal. Segundo a universidade, a instituição já respondeu e tem respondido a centenas de pedidos de informações do Ministério Público e da Justiça. A UFJF informou ainda que os documentos solicitados, já encaminhados aos órgãos requisitantes, demonstram que não há qualquer irregularidade nas ações e procedimentos adotados.
Segundo a instituição, em razão do grande volume de novas atividades na UFJF, como licitações, grandes obras e contratos, novos cursos, centenas de concursos, chegada de milhares de novos alunos e servidores, entre outras realizações, e de acontecimentos como a recente e prolongada greve dos servidores técnico-administrativos, houve atrasos na resposta de alguns pedidos de documentos ou informações, mas sem a intenção de não atender às solicitações de quaisquer autoridades.

Homem é morto com uma tesourada no olho em Águas Formosas

Câmera de segurança filmou movimento suspeito momentos antes do crime.

Homem era professor e teria se encontrado com traficantes em um bar.

Do G1 Vales de Minas Gerais


Um homem de 44 anos foi encontrado morto na tarde dessa quarta-feira (27), em Águas Formosas, no Vale do Mucurí. De acordo com a Polícia Militar, ele era professor de uma escola da região, e foi morto com uma tesourada no olho esquerdo.

Segundo a PM, o homem faltou ao trabalho dois dias seguidos, e a diretoria da escola foi procurá-lo em casa. No lugar, a porta estava aberta e ninguém atendia, o irmão do professor foi chamado e entrou na residência, onde encontrou a vítima deitada, com parte do corpo em um cobertor, e com uma grande tesoura enfiada no olho esquerdo.
A Polícia Civil esteve no local para realizar a perícia técnica. O corpo foi encaminhado para o Instituto Médico Legal de Teófilo Otoni. Segundo as investigações, o homem teria sido visto na segunda-feira (25) em um bar na companhia de indivíduos que têm envolvimento com drogas.
De acordo com o Boletim de Ocorrrências, uma câmera de seguranda de um suspermercado teria filmado um movimento suspeito na madrugada dessa quarta-feira (27), onde dois homens chegaram em uma motocicleta e se dirigiram para a casa da vítima. Um carro branco também passou pelas redondezas no mesmo horário.
A Polícia segue em rastreamento para levantar maiores informações e localizar os suspeitos que estavam no bar com a vítma. Até o momento ninguém foi preso.

Pedreiro vai entregar currículo em hospital, sofre infarto e morre no local

Homem foi entregar currículo para trabalhar em obra no Hospital Regional.
Segundo parentes, a vítima de 63 anos já sofria de problemas de pressão.

Do G1 dos Vales de Minas Gerais


Um pedreiro de 63 anos infartou na manhã desta terça-feira (6) no local onde são realizadas as obras de construção do Hospital Regional de Governador Valadares, no Leste de Minas Gerais. As obras acontecem às margens da BR-116 na saída da cidade para Teófilo Otoni.

Segundo o cunhado da vítima, os dois e um sobrinho, estavam entregando currículos para trabalhar nas obras de construção do hospital, quando o homem teve um infarto e morreu na entrada da estrutura da instituição.
O Serviço de Atendimento Médico de Urgência (Samu) foi chamado para os primeiros socorros, mas o pedreiro já estava morto. O corpo do pedreiro permaneceu no local onde recebeu o laudo de óbito e foi encaminhado para uma funerária.
A família afirma que a vítima tinha pressão alta, mas nunca havia apresentado problemas mais graves de saúde. 

Vítima de atropelamento na BR-116 ainda não teve corpo identificado

Ele caiu da moto após perder o controle e foi atropelado.
De acordo com testemunhas o corpo foi arrastado por uma van.

Do G1 Vales de Minas Gerais

Até a tarde desta sexta-feira (6) não havia sido identificado a vítima de um atropelamento na noite desta quinta-feira (5), na BR-116 próximo a um posto de combustíveis, a aproximadamente 20 quilômetros de Governador Valadares, no Leste de Minas Gerais.
No local do acidente, testemunhas informaram à polícia que a vítima estava em uma motocicleta, quando bateu na mureta de proteção de uma ponte, perdeu o controle de direção da moto e caiu. Posteriormente ele foi atropelado por mais de um carro que transitavam pela rodovia.
Ainda de acordo com as testemunhas, o último veículo a atropelar a vítima foi uma van que arrastou o corpo por cerca de 10 metros. O Corpo de Bombeiros e a Polícia Rodoviária Federal (PRF) estiveram no local. O corpo da vítima foi removido do meio da pista e levado para o Posto de Perícias Integradas (PPI) onde ainda aguarda reconhecimento.
A moto da vítima, com placas de Teófilo Otoni, no Vale do Mucuri, foi levada para um pátio credenciado da Polícia Civil em Valadares. A van foi impedida de seguir viagem devido aos estragos causados pelo impacto.  Os Bombeiros precisaram espalhar pó de serragem na rodovia, para evitar que outros acidentes acontecessem.

Polícia descobre cultivo de maconha na casa de um rapaz em Teófilo Otoni

Cinco pés de maconha foram encontrados por policiais militares.

Proprietário da casa foi preso; outro suspeito também foi preso.


Do G1 Vales de Minas Gerais
Dois rapazes, de 20 e 21 anos, foram presos na noite desta quarta-feira (27), em Teófilo Otoni, no Vale do Mucuri, por suspeita de cultivar pés de maconha. A Polícia Militar descobriu a plantação em uma casa, depois de ver uma foto da planta no celular do suspeito.
Nas casa, os militares encontraram cinco pés de maconha, além de duas porções e três pinos de cocaína, cinco micropontos de LSD e uma balança de precisão. Imagens da Polícia Militar mostram que um quarto havia uma espécie de câmara para o cultivo da maconha. Ela era revestida com papel alumínio, iluminada e ventilada.
Quando os militares saíam do local, outro rapaz, de 20 anos, que entrava na casa, também foi abordado. Ele teria confessado a sua participação no esquema. Os dois foram presos e encaminhados à delegacia

sexta-feira, 29 de agosto de 2014

Estacionado nas pesquisas, Pimenta troca coordenação de campanha"

Alexandre Silveira dá lugar a Danilo de Castro, que tem mais trânsito entre prefeitos
Thaís Mota, do R7

Danilo de Castro é o novo coordenador da campanha de PimentaSegov/Divulgação
Uma mudança na coordenação da campanha de Pimenta da Veiga ao Governo de Minas promete alavancar as intenções de voto do tucano. O ex-secretário de Governo Danilo de Castro vai assumir toda a coordenação política da campanha a partir de agora.   
A informação foi confirmada pelo próprio Danilo de Castro, que está "ficando direto em Minas para se dedicar à campanha". Ele deve ficar no lugar do atual coordenador Alexandre Silveira (PSD). Entretanto, a assessoria de comunicação de Pimenta da Veiga nega que haja qualquer mudança na coordenação.   
Na última pesquisa de intenções de votos do Ibope, o petista Fernando Pimentel tinha 37% da preferência dos eleitores mineiros, enquanto Pimenta da Veiga (PSDB) estava com 23%. Em relação à pesquisa de julho, Pimentel também obteve o maior crescimento já que na ocasião estava com 25% das intenções de voto e Pimenta tinha 21%.

Minha Opinião.....
O negocio não e a coordenação da campanha e sim o candidato que e muito ruim..

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Notícias relacionadas

Polícia prende dois rapazes que plantavam maconha em casa

Dois rapazes foram presos nesta quarta-feira(27) no Bairro Ipiranga, em zona leste de Teófilo Otoni, durante uma operação antidrogas realizada pela Polícia Militar.

Na residência de Igor Ferreira Neves, 21 anos, e Walace Soares Nogueira, de 20 anos, os agentes encontraram cinco pés de maconha, duas porções de uma substância semelhante a cocaína, três pinos de cocaína prontos para o consumo, grande quantidade de sementes de maconha, um frasco de ácido, um prato contendo uma substância semelhante a cocaína, uma balança de precisão e cinco micro pontos de LSD envolvidos em alumínio, prontos para o consumo.
Ainda em uma suíte, localizada no segundo andar da casa, foi criada uma espécie de câmara,feita à base de papel alumínio, iluminadas com lâmpadas potentes, no intuito de camuflar o ilícito e acelerar crescimento da plantação de maconha.
A polícia chegou até os indivíduos durante uma operação antidrogas.Igor foi abordado em uma rua escura do bairro com um celular cujo visor tinha uma foto de um pé de maconha. O suspeito confessou ser usuário da droga e que cultivava o entorpecente em sua casa.
A guarnição se deslocou até a residência do acusado onde descobriu todo o material e localizou também o outro envolvido Walace Soares .
Os indivíduos e o material apreendido foram encaminhados à Delegacia de Polícia Civil para as demais providências.
 Fonte: Com informações do COPOM 15ª RPM

quinta-feira, 28 de agosto de 2014

Quatro detentos da APAC fogem da unidade de Inhapim


Na noite de ontem (27/08) foi confirmada a fuga de quatro detentos da APAC – Associação de Proteção e Assistências aos Condenados, de Inhapim. Segundo apurado, os detentos estavam no interior de suas celas, momento em que um funcionário ouviu um barulho vindo de um corredor. Ele se aproximou e percebeu que quatro internos estavam armados com pedaços de madeira e barra de ferro, eles exigiram que a porta fosse aberta, mas ele negou. Os quatro envolvidos então danificaram a cela e conseguiram arrombar a porta, ganhando liberdade até o pátio da instituição, pularam o muro e fugiram.

A Polícia Militar foi acionada e segue em busca dos foragidos:

Silvano Franco Oliveira, de 27 anos (Foto/blusa vermelha) – Cumpria pena de 11 anos de reclusão artigo 33 e 35 da lei 11.343. Características: cor branca, 1,80 de altura, cabelos pretos e curto;

Lucas Miranda da Silva, conhecido como Cara de Cavalo, de 29 anos – Cumpria pena de 08 anos de reclusão artigo 157 e 16 da lei 10.826/03. Características: possui uma deficiência em um dos dedos da mão direita, cor branca, 1,75 de altura e cabelos pretos;

Warlei Nascente Rocha, de 28 anos (Foto/blusa azul) – Cumpria pena de 24 anos de reclusão artigo 155 e 157. Características: cor branca, 1,80 de altura e cabelos pretos

Julio Cézar Neves, de 24 anos – Cumpria pena de 07 anos de reclusão artigo 121. Características: claro, 1,70 de altura, cabelos pretos e curto.

Se você tem informações sobre o paradeiro destes foragidos, denuncie, acione a Polícia Militar através do número 190.

Fonte: TV Super Canal





Fotos: TV Super Canal








Primeiro julgamento do caso Rodrigo Neto teve início nesta manhã de quinta-feira


A movimentação da porta do Fórum na cidade de Ipatinga teve início por volta das 07h, nesta quinta-feira (28/08). O ex-policial civil, Lúcio Leal, um dos acusados de matar o jornalista investigativo Rodrigo Neto está sendo julgado. Já o julgamento do segundo acusado e suspeito de participar do crime, Alessandro Neves Augusto, o “Pitote”, ainda será marcado.

O advogado de defesa do réu, Fábio Silveira, adiantou à imprensa no início da semana que o principal alegação da defesa será tentar desconstruir as investigações do DHPP. Um das alegações é provar onde Lúcio estava no dia do crime. O argumento é de que ele estava em casa, que fica a poucos metros do local do homicídio, e deverá apresentar depoimentos comprobatórios.

Lúcio e seu suposto comparsa, Alessandro Neves foram denunciados pelo Ministério Público após inquérito feito pelos agentes do Departamento de Homicídios e Proteção a Pessoa (DHPP) de Belo Horizonte, designados para compor a Força Tarefa no Vale do Aço. Pitote também é apontado como o autor da morte do fotógrafo Walgney Carvalho, executado a tiros em Coronel Fabriciano.

O julgamento é presidido pelo juiz Antônio Augusto Calaes de Oliveira e tem como representante do Ministério Público o promotor Francisco Ângelo Silva Assis. Os advogados Délio das Graças Gandra e Tatiana Grazziane Gandra atuam como assistentes de acusação. Já a defesa do réu é feita por Fábio Vieira da Silveira, Vinícius Silva Soalheiro Xavier e Silvestre Antônio Ferreira.

O conselho de sentença é formado por seis homens e uma mulher, que irão decidir que o policial civil é culpado ou inocente do crime.

O CRIME

O jornalista Rodrigo Neto foi executado a tiros quando estava em um bar do bairro Canaã, em Ipatinga, no Vale do Aço, em março do ano passado O repórter era especializado na cobertura de notícias policiais e durante sua carreira denunciou diversos crimes, inclusive envolvendo policiais militares e civis.

Segundo a Polícia Militar, ele saía de um churrasquinho na avenida Selim José de Sales, quando dois homens chegaram em uma motocicleta escura e atiraram em sua direção. A vítima chegou a ser socorrida com vida, mas morreu a caminho do Hospital Márcio Cunha.

A sua morte desencadeou uma força tarefa para investigar o caso.
Reveja os detalhes da investigação e os dados que foram apresentados após a conclusão dos trabalhos, indiciando dois supostos responsáveis pelos assassinato:
ASSISTA: http://portal.tvsupercanal.com.br/arquivos/2116

RODRIGO NETO NO SUPER CANAL

Rodrigo Neto integrou a equipe da emissora ainda na década de 90. Sua passagem pelo Super Canal deixou marcada em toda a direção e equipe um estímulo a mais para continuar a trajetória e lutar pela liberdade de expressão. Rodrigo tinha um perfil atuante, era adepto ao jornalismo investigativo, em cada reportagem era desafiado pela verdade. Em um resgate ao acervo da emissora foram surgindo diversas matérias idealizadas pelo repórter que tinha talento e propriedade para falar sobre os mais diversos assuntos, mas não escondia a sua paixão pela editoria policial.
Reveja: https://www.youtube.com/watch?v=L0EWxnqxeJw

Fotos: Plantão Policial (parceiro do Super Canal) / Jota Passos
 (6 fotos)




Rodrigo Neto e sua passagem pela emissora Super Canal Publicado em 23/07/2013

 Rodrigo Neto integrou a equipe da emissora ainda na década de 90. Sua PASSAGEM pelo Super Canal deixou marcada em toda a direção e equipe um estímulo a mais para continuar a trajetória e lutar pela liberdade de expressão. Rodrigo tinha um perfil atuante, era adepto ao jornalismo investigativo, em cada reportagem era desafiado pela verdade. Em um resgate ao acervo da emissora foram surgindo diversas matérias idealizadas pelo repórter que tinha talento e propriedade para falar sobre os mais diversos assuntos, mas não escondia a sua paixão pela editoria policial. Por diversas vezes Rodrigo Neto reportou fugas e tentativas de fugas na antiga cadeia pública de Caratinga. Se sobressaia em todas coberturas pela agilidade e bom relacionamento com as fontes. Aprofundar o tema era uma de suas especialidades.

 O caratinguense de voz bonita e grave conquistou o jornalismo na cidade. Em 2000, decidiu se mudar para Ipatinga em busca de novos desafios e assumiu como repórter a editoria policial do jornal Diário do Aço. Anos mais tarde, resolveu se dedicar ao rádio em um noticiário policial e dividia a função com o amigo Adair Alves, o carioca, com o programa Plantão Policial, na rádio Vanguarda AM 1170, Em fevereiro deste ano recebeu o convite para volta ao jornalismo impresso. Em meio ao jornalismo, também estava cursando o curso de Direito. Sonhava em ser delegado da Polícia Civil e tinha prestado concurso em Minas Gerais e outros estados brasileiros. Rodrigo era casado e deixou um filho e ficará na eterna lembrança da emissora Super canal pelo seu compromisso e paixão pela profissão.

 Caso Rodrigo Neto xvid Publicado em 23/07/2013 Delegado do DHPP detalha investigação do Caso Rodrigo Neto Publicado em 23/07/2013

 Delegado do DHPP detalha investigação do Caso Rodrigo Neto Caso Rodrigo Neto, jornalista morto em Ipatinga, no Domingo Espetacular da Record Publicado em 17/03/2013 O Caso Rodrigo Neto, jornalista morto em Ipatinga, foi tema uma reportagem especial no Domingo Espetacular da Rede Record. O assassinato do radialista tem repercutido até na imprensa internacional