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Ministro do STF, Gilmar Mendes, defendeu as eleições brasileiras(foto: Fellipe Sampaio /SCO/STF )
Lisboa, Portugal - Em tom irônico, o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), disse que não há como ter fraudes nas urnas eletrônicas do Brasil, principalmente quando se vê que foram eleitas pessoas como os deputados Hélio Negão e Bia Kicis, na esteira da vitória do presidente Jair Bolsonaro em 2018. Segundo o ministro, para rebater o discurso de que o sistema eleitoral brasileiro é suscetível a irregularidades, ele disse, em tom de brincadeira, a Bolsonaro, que, nos casos dos deputados e "de outras coisas" que foram eleitas, até gostaria que se encontrassem inconsistências no processo de votação.
"Todos os Bolsonaros, e eles são vários, foram eleitos pelas urnas eletrônicas. Bolsonaro também elegeu, exatamente porque liderou a campanha presidencial, 55 parlamentares, alguns de que nós nunca ouvimos falar. Até numa conversa com ele, brinquei, dizendo que tinha vontade de acreditar na fraude das urnas, porque, quando via nomes como Hélio Negão, Bia Kicis, ou coisas assim, pensava, poxa. Mas sei que eles foram eleitos, assim como tivemos, em outros momentos, como na vitória de Collor, a eleição de muita gente desconhecida", contou.
A declaração de Mendes veio após ser questionado pelo Correio sobre como avaliava os ataques feitos por Bolsonaro às urnas eletrônicas em reunião com um grupo de embaixadores. O ministro ressaltou que conversou com vários diplomatas depois desse encontro e a percepção foi a de que, em vez de atrair apoio para suas investidas contra o sistema eleitoral brasileiro, o presidente consolidou a visão de que as urnas eletrônicas são confiáveis e garantem a integridade da votação e da vontade popular. "Pelos ecos que consegui colher desta reunião, mais se confirmou a solidez e a higidez do sistema eleitoral", ressaltou.
Repúdio ao voto impresso
O ministro acrescentou que a percepção dele, estando fora do país neste momento, é que tudo o que se tem falado sobre as urnas eletrônicas, a tentativa de apresentar o sistema como falho, tem fortalecido a visão de que o sistema é bom, sólido e funciona bem. "E essa é a nossa segurança", frisou. Ele lembrou que passou duas vezes pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), por isso, está absolutamente seguro de que o modelo de votação no Brasil vem sendo aperfeiçoado ao longo dos anos. "Demos o passo da biometria, do teste de integridade, então, não temos nenhuma dúvida sobre a consolidação desse sistema", emendou.
No entender de Gilmar Mendes, é preciso destacar que, a despeito de todo o apoio que o Palácio do Planalto tem hoje no Congresso, sob a liderança do presidente da Câmara, Arthur Lira, o Legislativo enterrou, inclusive com o suporte de maioria governista, a emenda constitucional que propunha a volta do voto impresso. "O Congresso aprovou medidas muito importantes e tem se pronunciado sobre a temática (das urnas eletrônicas), repudiando, inclusive, a emenda do voto impresso, de maneira muito clara. Então, o Congresso pacificou esse tema", afirmou.
Para o ministro, diante de todo o barulho que vem sendo feito por Bolsonaro e por aliados, inclusive com o apoio das Forças Armadas, no sentido de desacreditar as urnas eletrônicas, é fundamental "colocar um pouco de ordem nessa confusão e voltar para os aspectos que são importantes". E enfatizou: "O menor problema que temos agora é a urna eletrônica. Nós precisamos voltar a nossa atenção para questões reais, como a pobreza que acometeu as pessoas, agravada pela pandemia, a busca pelo crescimento econômico e pelo emprego. É nisso que temos que prestar atenção".
Risco de golpe
Sobre a possibilidade de o presidente Jair Bolsonaro dar um golpe caso seja derrotado nas urnas em outubro próximo, Mendes disse que preferia não especular. "Não acredito que haja clima para isso no Brasil, uma democracia grande, uma das maiores do mundo, consolidada. Pode ter técnica nesse modo de ver o mundo, de manter os grupamentos unidos, que querem acreditar em teorias conspiratórias. Mas nós sabemos que todos eles, as pessoas que estão aí, vieram desse processo pelas urnas eletrônicas", destacou, admitindo, contudo, que o momento é difícil.
Outro ponto a ser ressaltado, disse o decano do STF, é a participação das Forças Armadas no processo eleitoral, que deve se restringir a temas como as questões logísticas. Recentemente, o ministro da Defesa, general Paulo Sérgio de Oliveira, esteve no Congresso e defendeu o voto impresso e uma apuração paralela à feita pelo TSE. "As Forças Armadas sempre participaram desse processo, inclusive da votação eletrônica. Se olharmos na origem daqueles que são chamados de ninjas, que implantaram a urna eletrônica, vamos encontrar técnicos do IME (Instituto Militar de Engenharia) e do ITA (Instituto Tecnológico de Aeronáutica). Então, eles sempre participaram da logística das eleições, de modo que, a rigor, parece que devem continuar cooperando nesse sentido", afirmou.
Na opinião de Mendes, debater o aprimoramento do sistema eleitoral está contemplado no regime democrático, mas isso não passa, em nenhum momento, por desacreditar o meio eletrônico de votação. "O aprimoramento do sistema sempre foi um objetivo da Justiça Eleitoral. Não se tinha a biometria e veio a biometria, o teste de integridade, o teste aleatório das urnas no dia das eleições. Tudo isso foi sendo aprimorado e ampliado. Ninguém deve repudiar o aprimoramento do sistema. E o TSE sempre trabalhou nesse sentido. Há um ritual quanto a isso. E me parece que esse trabalho tem que continuar", concluiu.
Polêmica começou após livro 'General Villas Bôas: Conversa com o Comandante', revelar que o ex-comandante planejou tuíte para STF não favorecer Lula
Por ESTADÃO CONTEÚDO
Gilmar Mendes
O ministro Gilmar Mendes usou as redes sociais nesta terça, 16, para rebater o ex-comandante do Exército Eduardo Villas Bôas Mais cedo, o militar ironizou a reação do ministro Edson Fachin, que subiu o tom nesta segunda contra uma declaração dita por ele há três anos.
"A harmonia institucional e o respeito à separação dos poderes são valores fundamentais da nossa república. Ao deboche daqueles que deveriam dar o exemplo responda-se com firmeza e senso histórico: Ditadura nunca mais!", escreveu Gilmar.
A polêmica teve início após o livro General Villas Bôas: Conversa com o Comandante, lançado pela Editora FGV a partir de uma longa entrevista dada ao pesquisador Celso Castro, revelar que o ex-comandante do Exército teria planejado com o Alto Comando da Força o tuíte que foi interpretado como pressão para que o Supremo Tribunal Federal (STF) não favorecesse o ex-presidente Lula.
Rodrigo Constantino: 'Falta de oxigênio em Manaus não foi culpa do Ministério da Saúde. 3 em 1 ...
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"Nessa situação que vive o Brasil, resta perguntar às instituições e ao povo quem realmente está pensando no bem do País e das gerações futuras e quem está preocupado apenas com interesses pessoais?", escreveu Villas Bôas na ocasião.
O texto chegou a ser interpretado como ameaça de golpe, caso Lula fosse libertado. O ex-presidente cumpria pena estabelecida pelo juiz Sérgio Moro, no processo do tríplex do Guarujá. Sua libertação poderia ter influência na campanha eleitoral. A disputa foi vencida, no segundo turno, por Jair Bolsonaro, derrotando o petista Fernando Haddad.
Nesta segunda, 15, o ministro Edson Fachin afirmou ser 'intolerável e inaceitável' qualquer forma de pressão sobre o Poder Judiciário, tuíte este respondido por Villas Bôas.
"A declaração de tal intuito, se confirmado, é gravíssima e atenta contra a ordem constitucional. E ao Supremo Tribunal Federal compete a guarda da Constituição", completou o ministro. Em 2018, Fachin era relator do pedido apresentado pela defesa de Lula, que acabou sendo negado pelo plenário do STF.
Com forte influência no Exército, força que comandou por quatro anos - entre os governos Dilma Rousseff e Michel Temer - o general Eduardo Villas Bôas é um dos principais "gurus" do presidente Jair Bolsonaro. E o presidente já deixou isso claro em algumas ocasiões.
Um dia após assumir a Presidência, por exemplo, Bolsonaro lembrou a influência do general ao afirmar que Villas Bôas foi um dos responsáveis por ele ter chegado ao Planalto. "O que nós já conversamos morrerá entre nós. O senhor é um dos responsáveis por eu estar aqui", afirmou na ocasião o presidente.
Acordo sela compromisso da Vale com reparação integral de Brumadinho e apoio ao desenvolvimento do Estado de Minas Gerais
04/02/2021
A Vale celebrou nesta quinta-feira (4/2) com o Estado de
Minas Gerais, a Defensoria Pública do Estado de Minas Gerais e os Ministérios
Públicos Federal e do Estado de Minas Gerais um acordo global para reparação
integral dos danos ambientais e sociais decorrentes do rompimento da barragem
B-1, em Brumadinho (MG), ocorrido em janeiro de 2019. O processo de mediação
foi conduzido pelo Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), por meio do
Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania. O acordo, no valor de R$
37.689.767.329,00 (trinta e sete bilhões, seiscentos e oitenta e nove milhões,
setecentos e sessenta e sete mil e trezentos e vinte e nove reais), contempla
projetos de reparação socioeconômica e socioambiental.
No aspecto socioeconômico, o acordo inclui projetos de
demanda das comunidades atingidas, programa de transferência de renda à
população atingida - em substituição ao atual pagamento de auxílio emergencial
- e projetos para Brumadinho e demais municípios da Bacia do Paraopeba, além de
recursos para execução, pelo governo do Estado de Minas Gerais, do Programa de
Mobilidade Urbana e do Programa de Fortalecimento do Serviço Público.
Em reparação socioambiental, o acordo estabelece as
diretrizes e governança para execução, pela Vale, do Plano de Reparação, bem
como projetos a serem implementados para a compensação dos danos ambientais já
conhecidos e projetos destinados à segurança hídrica da região impactada.
Saiba mais sobre o trabalho de reparação ambiental feito
pela Vale em abastecimento e gestão de recursos
O acordo é fruto de um processo de mediação de alto nível,
conduzido pelo CEJUSC do TJMG ao longo dos últimos meses, e visa a uma solução
célere para atenuar os impactos do rompimento da barragem sobre o Estado de
Minas Gerais e regiões atingidas.
A Vale está determinada a reparar integralmente e compensar
os danos causados pela tragédia de Brumadinho e a contribuir, cada vez mais,
para melhoria e desenvolvimento das comunidades em que atuamos. Confiamos que este acordo global é um passo
importante nessa direção. Sabemos que
temos um caminho a percorrer e seguimos firmes em nosso propósito, alinhado com
nosso Novo Pacto com a Sociedade", afirma o diretor-presidente da Vale,
Eduardo Bartolomeo.
O acordo prevê ainda o encerramento das discussões judiciais
referentes aos danos socioambientais causados pelo rompimento, bem como
relativos à reparação socioeconômica referente aos danos coletivos lato sensu e
individuais homogêneos não divisíveis. Não fazem parte deste acordo as indenizações
por danos individuais divisíveis. Quanto a estas, a Vale reforça o seu
compromisso na reparação justa, célere e equânime por meio da celebração de
acordos individuais com base no Termo de Compromisso celebrado com a Defensoria
Pública do Estado de Minas Gerais em abril de 2019. "O processo de
mediação conduzido pelo Tribunal de Justiça de MG permitiu a construção de um
acordo que encerra, de forma definitiva, os litígios com o Estado de MG,
Ministério Público Federal e Estadual, e Defensoria Pública de MG. As
instituições que participaram da construção do acordo asseguraram soluções
céleres, justas e eficazes num processo conduzido com transparência,
legitimidade e segurança jurídica", afirma Alexandre D'Ambrosio, diretor
jurídico da Vale.
"Pela governança estabelecida no acordo, a quitação das
obrigações previstas se dará de duas formas: mediante o pagamento dos
compromissos, com valores e cronograma definidos para projetos geridos pelo
Estado de Minas Gerais e Instituições de Justiça; e mediante a conclusão, pela
Vale, de projetos pré-definidos no acordo, que incluem principalmente os
projetos de reparação socioambiental", afirma Luiz Eduardo Osorio,
diretor-executivo de Relações Institucionais, Sustentabilidade e Comunicação da
Vale.
Compromisso com a reparação integral
A reparação de Brumadinho é uma prioridade para a Vale.
Desde as primeiras horas após a ruptura, há pouco mais de dois anos, a empresa
tem cuidado das famílias impactadas, prestando assistência para restaurar sua
dignidade, bem-estar e meios de subsistência. Além de atender às necessidades
mais imediatas das pessoas e regiões afetadas, já atua também na entrega de
projetos que promovam mudanças duradouras para recuperar as comunidades e beneficiar
a população de forma eficaz.
"O compromisso da Vale é promover uma reparação
integral dos danos causados pelo rompimento da Barragem B-1. Nesse sentido, o
acordo contempla inúmeras medidas de reparação, desde ações para atenuar o
sofrimento das pessoas e comunidades, até projetos para fomento econômico da
região e melhoria da infraestrutura. Muitas iniciativas continuarão a ser
implementadas pela própria Vale, enquanto outras ficarão a cargo do Estado e
suas instituições, com recursos providos pela Vale. Reconhecemos nossa
responsabilidade e compromisso com reparação integral, de forma solidária com
as pessoas, famílias, comunidades e territórios atingidos", afirma Marcelo
Klein, diretor especial de Reparação e Desenvolvimento da Vale.
Mais de 8.900 pessoas já fazem parte de acordos para
indenização civil ou trabalhista, celebrados com a Vale, que somam mais de R$
2,4 bilhões. A todas as pessoas indenizadas, a empresa também disponibiliza o
Programa de Assistência Integral ao Atingido, que oferece, durante dois anos,
apoio psicossocial, educação financeira, orientações para a compra de imóveis e
para a retomada produtiva. Isso permite que as famílias possam planejar o
futuro diante das novas condições econômicas e socioambientais. Mais de 3 mil
pessoas já aderiram ao programa, que é voluntário e gratuito. Além disso, o
pagamento emergencial mensal segue sendo feito a mais de cem mil pessoas
residentes em Brumadinho e até 1 km do leito do rio Paraopeba. Os recursos
destinados ao auxílio emergencial ultrapassam R$ 1,8 bilhão.
As medidas socioambientais de reparação incluem ainda:
Acompanhamento de 446 núcleos familiares em Brumadinho por
profissionais do Programa Referência da Família. Outros 300 dos territórios
impactados também recebem atendimento. Além disso, até o momento, foram
realizados mais de 64 mil atendimentos médicos e acolhimentos psicossociais à
população.
Recuperação do rio Paraopeba e da biodiversidade impactada
nas frentes de contenção, remoção, destinação do rejeito e dragagem do rio,
atividades essenciais para que as águas do Paraopeba retornem às suas condições
anteriores ao rompimento.
Resgate do DNA de plantas nativas e criação de cópias, em
parceria com a Universidade Federal de Viçosa, para o processo de
reflorestamento, que deverá ser iniciado nos primeiros meses de 2021. A Vale já
plantou mais de 4 mil mudas de espécies nativas em matas ciliares da região.
"Lava jato" é o maior escândalo judicial da
história brasileira, diz analista
9 de fevereiro de 2021, 14h35
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A "lava jato" se vendia como a maior operação
anticorrupção do mundo, mas se transformou no maior escândalo judicial da
história brasileira. É o que afirma Gaspard Estrada, diretor-executivo do
Observatório Político da América Latina e do Caribe (Opalc) da universidade
Sciences Po de Paris, em artigo publicado nesta terça-feira (9/2) no jornal
norte-americano The New York Times.
Sergio Moro construiu acusação contra Lula, diz cientista
político francês
Pablo Valadares/Câmara dos Deputados
Ao comentar o fim da força-tarefa no Paraná, Estrada aponta
que os procuradores defendem a operação com uma série de números: 1.450 buscas
e apreensões, 179 ações penais, 174 condenados, incluindo políticos e
empresários, incluindo o ex-presidente Lula. "Porém, para conseguir esses
resultados, os procuradores violaram o devido processo legal, sem reduzir a
corrupção", diz.
Se antes já havia dúvidas sobre a sua parcialidade na
condução dos processos contra Lula, cita Estrada, com a divulgação de mensagens
de Telegram se verifica que o ex-juiz Sergio Moro orientou a construção da
acusação contra o ex-presidente, "violando o princípio jurídico de não ser
juiz e parte ao mesmo tempo".
Quando foi relevado que o escritório Teixeira Zanin Martins
Advogados, responsável pela defesa do petista, foi grampeado pela "lava
jato", os procuradores alegaram que se tratou de um erro. Entretanto,
ressalta o diretor do Opalc, hoje é possível confirmar que os membros do
Ministério Público Federal eram constantemente informados por agentes da Polícia
Federal sobre as ligações, com o objetivo de traçar estratégias e obter a
condenação de Lula.
Para Estrada, as consequências da atuação ilegal da
"lava jato" estão claras: 'O Estado de Direito está cada vez mais em
perigo, com a aprovação de grande parte do establishment político e econômico
que ontem apoiou cegamente a operação ‘lava jato’ e hoje apoia a chegada de um
político acusado de corrupção [Arthur Lira] à presidência da Câmara dos
Deputados, ao mesmo tempo em que o presidente [Jair Bolsonaro] desmantela
grande parte das instituições de combate à corrupção e ao crime."
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Revista Consultor Jurídico, 9 de fevereiro de 2021, 14h35
Kátia Belo vai ser expulsa da polícia civil por matar uma copeira
A investigadora Kátia Belo, acusada de matar a copeira Rosaira Miranda da Silva durante uma confraternização de fim de ano, vai ser expulsa da polícia civil. Confira todos os detalhes na reportagem!
Conselho da Polícia Civil decide expulsar policial que atirou
em copeira
Por CBN
Terça-Feira,
09/02/2021, 9h59
oto: Reprodução / Facebook
O Conselho da Polícia Civil do Paraná decidiu pela
condenação e demissão da policial civil Kátia das Graças Belo, acusada de
atirar e matar a copeira Rosaira Miranda da Silva, em dezembro de 2016. O
julgamento da corporação aconteceu nesta segunda-feira (8).
Conforme a assessoria da Polícia Civil, oito de nove
conselheiros votaram a favor da condenação e da demissão da policial. Um
conselheiro foi testemunha durante o processo e foi impedido de votar.
Apesar da decisão do conselho, a demissão da policial civil
só será confirmada se o governador Ratinho Júnior (PSD) acatar a recomendação
dos conselheiros. A decisão deve ser publicada no Diário Oficial Executivo.
O advogado Peter Amaro, representante de Kátia Belo, disse que deve esperar o julgamento da policial na esfera criminal para recorrer da decisão do conselho.
Por meio de nota, o advogado Ygor Salmen, que representa a família da copeira, afirmou que a decisão do Conselho da Polícia Civil foi sensata e condiz com a sua magnitude.
O crime
Rosaira Miranda da Silva foi baleada na madrugada do dia 23
de dezembro de 2016, enquanto participava de uma festa de confraternização da
empresa onde trabalhava, no bairro Centro Cívico. Ela foi atingida com um tiro
na cabeça.
Segundo a denúncia do Ministério Público do Paraná (MP-PR),
Kátia Belo foi quem efetuou o disparo após ficar irritada com o barulho das
pessoas no estabelecimento que fica aos fundos da casa dela.
Ela foi denunciada por homicídio qualificado por motivo
fútil, impossibilidade de defesa da vítima e perigo comum. No entanto, o
Tribunal de Justiça do Paraná decidiu que ela deve ser julgada por homicídio
simples.
Em novembro de 2019, o Superior Tribunal de Justiça (STJ)
decidiu que a policial deve ser julgada por homicídio triplamente qualificado.
O processo ainda está em fase de recurso no STJ e, por enquanto, não há data
para o julgamento de Kátia Belo, no Tribunal do Júri de Curitiba.
Terça Livre: canal bolsonarista é banido do YouTube
Blogueiro Allan dos Santos, dono do canal, é investigado
pelo STF e foi alvo de operações da PF por disseminação de fake news
Da Redação
04/02/2021 10h08
Reprodução/Terça LivreReprodução/Terça Livre
O YouTube tirou do ar o canal Terça Livre, do blogueiro
bolsonarista Allan dos Santos. Ele já é investigado pelo Supremo Tribunal
Federal (STF) e foi alvo de operações da Polícia Federal.
O anúncio oficial foi feito através do site do Terça Livre,
que informou que os dois canais,"Terça Livre TV" e o "Terça
Livre Live", "foram encerrados" na noite de quarta-feira (3).
Segundo o site, o canal foi banido da plataforma por "violação dos Termos
de Serviço".
Em nota, o Google afirmou que "todos os conteúdos no
YouTube precisam seguir nossas diretrizes", além de contar "com uma
combinação de sistemas inteligentes, revisores humanos e denúncias de usuários
para identificar conteúdo suspeito e agimos rapidamente sobre aqueles que estão
em desacordo com nossas políticas".
Segundo a nota postada pelo Terça Livre, a ação é recorrente
de uma campanha do grupo ativista Sleeping Giants Brasil.
Allan é investigado pela PF e tem dois inquéritos abertos
pelo STF. Um por ameaças a ministros do Tribunal e a disseminação de informações
falsas na internet e outro investiga o financiamento de atos antidemocráticos.
Quadrilha que invadiu mansão de chinês no Lago Sul procurava
barras de ouro
Os bandidos, que vestiam coletes da Polícia Federal, também
miravam uma coleção de relógios importados de Wang Jingyang
Celimar de Meneses
Mirelle Pinheiro
09/02/2021 4:45,atualizado 09/02/2021 9:09
Bandidos usando colete da PFReprodução/ Vídeo
Os três homens armados que roubaram uma mansão na QL 6 do
Lago Sul, na sexta-feira (5/2), miravam uma coleção de relógios de luxo do dono
da casa, moedas internacionais e barras de ouro. O proprietário do imóvel foi
identificado como sendo o chinês Wang Jingyang, 43 anos.
À polícia, Jingyang afirmou ser empresário do ramo de
lâmpadas. Segundo os investigadores, a coleção dele contava com marcas como
Rolex, Panerai e Patek Philippe. Alguns do itens chegariam a custar R$ 200 mil.
Os criminosos fugiram com três relógios, 20 mil dólares, 10
mil euros e duas barras de ouro. A residência alvo do roubo está sendo vendida
por R$ 30 milhões.
No último sábado (6/2), a Polícia Militar localizou o carro
usado no crime. O veículo estava com a placa clonada, o que ocasionou a prisão
do condutor. O homem, no entanto, não tem relação com o delito praticado no
Lago Sul.
Mais sobre o assunto
Bandidos usando colete da PF
Distrito Federal
Vídeo: com coletes da PF, bandidos rendem e fazem família
refém no Lago Sul
Roubo
Na sexta, três homens armados, usando coletes com o logotipo
da Polícia Federal, invadiram a casa e fizeram uma pessoa refém.
Segundo informações preliminares, dois seguranças estavam em
frente à residência, na QL 6, quando foram rendidos pelos bandidos disfarçados
de policiais.
Ainda de acordo com a Polícia Militar do Distrito Federal
(PMDF), dentro da residência, as vítimas foram amarradas enquanto o grupo
levava objetos.
Em um vídeo, supostamente feito por vizinhos, é possível ver
os três homens entrando em um Gol de cor prata e fugindo do local.
O caso foi registrado na 10ª Delegacia de Polícia (Lago
Sul), mas ficará sob a responsabilidade da Divisão de Repressão a Roubos e
Furtos (DRF). A apuração segue sob sigilo.
Estrela do k-pop posa abraçada com manequim nazista e é
detonada
A cantora Sowon pediu desculpas por meio de comunicado da
gravadora Source Music
Luiz Prisco
01/02/2021 11:38,atualizado 01/02/2021 11:38
SowonReprodução
A cantora Sowon, que integra o grupo de k-pop GFriend,
postou uma foto com um manequim, vestido com o uniforme do regime nazista
alemão, utilizado durante a Segunda Guerra Mundial. Na imagem, ela está
abraçada e acariciando o boneco.
As fotos postadas pela cantora, de 25 anos, tiveram
repercussão imediata e ela sofreu várias críticas nas redes sociais. A
repercussão negativa foi tão pesada que ela apagou o post, porém, os prints
seguem circulando nas redes sociais.
DivulgaçãoSowon
A gravadora Source Music liberou um comunicado oficial sobre
o caso. Segundo os executivos, o manequim estava nos bastidores da gravação de
um show virtual do grupo GFriend e, nem a equipe nem a cantora, sabiam que se
tratava de um uniforme nazista.
“Nós pedimos desculpas por não termos conseguido checar
satisfatoriamente se havia algo inapropriado na locação onde filmamos o show, e
por não inspecionarmos cuidadosamente o conteúdo que foi ao ar, prestando
atenção a questões sociais e históricas que pudessem estar envolvidas. Curvamos
nossas cabeças, pedindo perdão àqueles que se sentiram desconfortáveis com o
vídeo e as fotos”, diz o comunicado.