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quinta-feira, 26 de julho de 2012

Médico de T.Otoni é sequestrado

A mando do próprio irmão


Câmera flagra Sandino momentos antes do sequestro

O cardiologista e auditor do Ministério do Trabalho, Sandino Mendes de Almeida, de 58 anos, natural de Teófilo Otoni, foi vítima de um sequestro relâmpago em Juiz de Fora, na zona da mata, onde mora, na última terça-feira(24).
Sandino  foi raptado por três homens dentro de um estacionamento, e levado para casa, que fica em um condomínio fechado.No local, os bandidos renderam também a esposa e o filho da vítima, que é policial federal, além de duas empregadas.
Segundo a polícia, os homens exigiam do auditor uma transferência bancária no valor de R$ 350 mil, o que não foi possível, por conta do limite de transferência permitido pelo banco, de R$ 5 mil por dia.Os sequestradores, então, fizeram com que Sandino transferisse o máximo permitido.
De acordo com a Polícia Civil (PC), neste momento a família se assustou, pois a conta passada pelos assaltantes seria a do irmão mais velho do auditor, Ivan Sérgio Mendes de Almeida, que trabalha como advogado em Teófilo Otoni.
A suspeita dos policiais é que o homem tenha orquestrado o sequestro por conta de uma herança.
O suspeito foi detido, mas negou participação no crime. Ele está preso em Teófilo Otoni e deverá ser transferido para Juiz de Fora nas próximas horas.
De acordo com a PC, os três homens que sequestraram auditor já foram identificados, mas ainda não foram presos. Os bandidos também seriam de Teófilo Otoni.

O crime


O sequestro teve início por volta das 13h30 em um estacionamento na Rua Santo Antônio, Centro. Quando entrava em seu Ford Focus parado no local, o auditor foi surpreendido por três homens, que também embarcaram no veículo e estavam armados com duas pistolas e um revólver. A entrada dos suspeitos no estabelecimento foi gravada pelo circuito de vigilância do estabelecimento. As imagens foram requisitadas pela Polícia Militar para auxiliar as investigações. Segundo Sheila, a abordagem foi discreta e não teria chamado a atenção dos funcionários do estacionamento.
Já dentro do carro, o trio teria dito à vítima para não tentar reagir, pois a conheciam e sabiam de sua rotina e endereço. O auditor foi obrigado a seguir até sua residência, em um condomínio na Cidade Alta. Já na casa, a esposa dele, 52, os três filhos, de 22, 26 e 27, e duas domésticas foram amarrados e amordaçados com fita adesiva e colocados em um cômodo. "Mandaram o auditor sentar em frente ao computador e fazer uma transferência de R$ 350 mil. Quando souberam que aquele valor não era permitido, não acreditaram e ameaçaram a vítima, até que ela mostrou que o limite era de R$ 5 mil diários", contou Sheila. O valor permitido foi transferido, e os bandidos ainda exigiram um cheque de R$ 350 mil. Eles também roubaram cerca de R$ 1.500 em dinheiro e quatro celulares.


Família amarrada

"Eles (sequestradores) deixaram a família amarrada dentro de um quarto e fizeram a vítima deixá-los no Centro, perto do Parque Halfeld (na Avenida Rio Branco), onde se misturaram às outras pessoas", informou a delegada. Quando o auditor voltou em casa, os familiares já haviam se desvencilhado das amarras e acionado a polícia, por volta das 15h. As buscas mobilizaram as polícias Militar, Civil e Federal, mas nenhum dos três homens foi localizado.
"Estamos investigando os suspeitos. Pelo o que a vítima falou, os três elementos que praticaram o sequestro sabiam da rotina dela, mas não tinham desenvoltura para andar na cidade. Provavelmente não são de Juiz de Fora,e é possível que também sejam de Teófilo Otoni."

Fonte:
 

terça-feira, 17 de julho de 2012

Paciente morre após médico negar

Ambulância, denuncia telefonista

Médico não mandou o Samu ao saber que vítima tinha convênio.
Mulher teve parada cardíaca após complicação renal em Ribeirão Preto, SP.

Uma paciente de 29 anos morreu nesta segunda-feira (16) em uma unidade básica de saúde de Ribeirão Preto (SP) depois que o médico responsável pela regulação do Samu recusou uma ambulância para que ela fosse transferida ao hospital.  A negativa ocorreu porque o profissional descobriu que a mulher tinha convênio médico e, na avaliação dele, deveria ser socorrida por uma ambulância particular.
Eliane Cristina Maciel Martins sofreu uma parada cardíaca provocada por complicações renais após ficar por duas horas na Unidade Básica de Saúde da Prefeitura aguardando transporte até o Hospital São Francisco, com o qual ela tinha convênio. "Ela foi piorando, saiu sangue do nariz. Ela começou a reclamar de dor no peito enquanto estava falando", disse Ana Lúcia Ferreira da Silva, mãe de Eliane.
O caso foi denunciado pelo telefonista do setor de regulação do Samu, Gerson Ferreira de Carvalho, que intermediou o diálogo entre o médico responsável pelo serviço e a unidade de saúde municipal onde a vítima recebeu os primeiros socorros. "Ele [o médico regulador] retirou o pedido [de socorro] e orientou a paciente a acionar o São Francisco para o resgate", contou.
Acesso universalO secretário de Saúde de Ribeirão Preto, Stênio Miranda, disse que uma sindicância será aberta para apurar o caso, pois, segundo ele, o serviço não pode ser negado, mesmo a quem possui convênio. "Não existe essa delimitação. O sistema público de saúde é um sistema de acesso universal, ou seja, é para todas as pessoas, todos os brasileiros, independente de qualquer condição."
São Francisco
O Hospital São Francisco comunicou, em nota, que a ambulância do convênio foi acionada logo que recebeu o chamado da unidade de saúde da Prefeitura, mas o atendimento não foi realizado porque a paciente já estava morta.
Eliane Cristina Maciel Martins, de 29 anos, morreu depois de esperar ambulância por duas horas (Foto: Reprodução EPTV) 
Eliane , de 29 anos, morreu depois de esperar
ambulância por 2 horas
Indignado
Carvalho disse que resolveu denunciar o caso à imprensa porque sabia que havia uma ambulância do Samu disponível para atender a paciente e, mesmo assim, o socorro foi negligenciado. Segundo ele, a ambulância do convênio foi acionada logo em seguida, mas não chegou a tempo.
"Eu fiquei indignado porque era uma paciente de 29 anos, não importa se era gravíssimo, se íamos conseguir salvar. Em tese, ela teria mais chance de vida se a UTI tivesse retirado ela do posto onde tem menos recursos e tivesse levado para a UTI do hospital", disse o telefonista.
 


Essa noticia e de sampa mais por aqui (Teófilo Otoni-MG) e o resto do Brasil muitos hospitais agem de maneira como se a vida fosse medida por uma loteria para ver quem vive e quem morre.

Recém nascido morre na porta do Santa Rosália - Teófilo Otoni ..