| A mando do próprio irmão |
||
O
cardiologista e auditor do Ministério do Trabalho, Sandino Mendes de
Almeida, de 58 anos, natural de Teófilo Otoni, foi vítima de um
sequestro relâmpago em Juiz de Fora, na zona da mata, onde mora, na
última terça-feira(24).
Sandino foi raptado por três homens dentro de um estacionamento, e
levado para casa, que fica em um condomínio fechado.No local, os
bandidos renderam também a esposa e o filho da vítima, que é policial
federal, além de duas empregadas.
Segundo a polícia, os homens exigiam do auditor uma transferência
bancária no valor de R$ 350 mil, o que não foi possível, por conta do
limite de transferência permitido pelo banco, de R$ 5 mil por dia.Os
sequestradores, então, fizeram com que Sandino transferisse o máximo
permitido.
De acordo com a Polícia Civil (PC), neste momento a família se
assustou, pois a conta passada pelos assaltantes seria a do irmão mais
velho do auditor, Ivan Sérgio Mendes de Almeida, que trabalha como
advogado em Teófilo Otoni.
A suspeita dos policiais é que o homem tenha orquestrado o sequestro por conta de uma herança.
O suspeito foi detido, mas negou participação no crime. Ele está
preso em Teófilo Otoni e deverá ser transferido para Juiz de Fora nas
próximas horas.
De acordo com a PC, os três homens que sequestraram auditor já foram
identificados, mas ainda não foram presos. Os bandidos também seriam de
Teófilo Otoni.
O crime
O sequestro teve início por volta das 13h30 em um estacionamento na
Rua Santo Antônio, Centro. Quando entrava em seu Ford Focus parado no
local, o auditor foi surpreendido por três homens, que também embarcaram
no veículo e estavam armados com duas pistolas e um revólver. A entrada
dos suspeitos no estabelecimento foi gravada pelo circuito de
vigilância do estabelecimento. As imagens foram requisitadas pela
Polícia Militar para auxiliar as investigações. Segundo Sheila, a
abordagem foi discreta e não teria chamado a atenção dos funcionários do
estacionamento.
Já dentro do carro, o trio teria dito à vítima para não tentar
reagir, pois a conheciam e sabiam de sua rotina e endereço. O auditor
foi obrigado a seguir até sua residência, em um condomínio na Cidade
Alta. Já na casa, a esposa dele, 52, os três filhos, de 22, 26 e 27, e
duas domésticas foram amarrados e amordaçados com fita adesiva e
colocados em um cômodo. "Mandaram o auditor sentar em frente ao
computador e fazer uma transferência de R$ 350 mil. Quando souberam que
aquele valor não era permitido, não acreditaram e ameaçaram a vítima,
até que ela mostrou que o limite era de R$ 5 mil diários", contou
Sheila. O valor permitido foi transferido, e os bandidos ainda exigiram
um cheque de R$ 350 mil. Eles também roubaram cerca de R$ 1.500 em
dinheiro e quatro celulares.
Família amarrada
"Eles (sequestradores) deixaram a família amarrada dentro de um
quarto e fizeram a vítima deixá-los no Centro, perto do Parque Halfeld
(na Avenida Rio Branco), onde se misturaram às outras pessoas", informou
a delegada. Quando o auditor voltou em casa, os familiares já haviam se
desvencilhado das amarras e acionado a polícia, por volta das 15h. As
buscas mobilizaram as polícias Militar, Civil e Federal, mas nenhum dos
três homens foi localizado.
"Estamos investigando os suspeitos. Pelo o que a vítima falou, os
três elementos que praticaram o sequestro sabiam da rotina dela, mas não
tinham desenvoltura para andar na cidade. Provavelmente não são de Juiz
de Fora,e é possível que também sejam de Teófilo Otoni."
Fonte:
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Fique por Dentro dos acontecimentos na capital Mundial das pedras preciosas e em Outras cidade da Região, Alem das Noticias de Minas gerais, Você Fica por dentro do que acontece no Brasil e polemicas pelo Mundo...Aconteceu esta no Teófilo Otoni Noticias.....
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quinta-feira, 26 de julho de 2012
Médico de T.Otoni é sequestrado
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terça-feira, 17 de julho de 2012
Paciente morre após médico negar
Ambulância, denuncia telefonista
Médico não mandou o Samu ao saber que vítima tinha convênio.
Mulher teve parada cardíaca após complicação renal em Ribeirão Preto, SP.

Uma paciente de 29 anos morreu nesta segunda-feira (16) em uma unidade básica de saúde de Ribeirão Preto
(SP) depois que o médico responsável pela regulação do Samu recusou uma
ambulância para que ela fosse transferida ao hospital. A negativa
ocorreu porque o profissional descobriu que a mulher tinha convênio
médico e, na avaliação dele, deveria ser socorrida por uma ambulância
particular.
Eliane Cristina Maciel Martins sofreu uma parada cardíaca provocada por
complicações renais após ficar por duas horas na Unidade Básica de
Saúde da Prefeitura aguardando transporte até o Hospital São Francisco,
com o qual ela tinha convênio. "Ela foi piorando, saiu sangue do nariz.
Ela começou a reclamar de dor no peito enquanto estava falando", disse
Ana Lúcia Ferreira da Silva, mãe de Eliane.
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O caso foi denunciado pelo telefonista do setor de regulação do Samu,
Gerson Ferreira de Carvalho, que intermediou o diálogo entre o médico
responsável pelo serviço e a unidade de saúde municipal onde a vítima
recebeu os primeiros socorros. "Ele [o médico regulador] retirou o
pedido [de socorro] e orientou a paciente a acionar o São Francisco para
o resgate", contou.
Acesso universalO secretário de Saúde de Ribeirão
Preto, Stênio Miranda, disse que uma sindicância será aberta para apurar
o caso, pois, segundo ele, o serviço não pode ser negado, mesmo a quem
possui convênio. "Não existe essa delimitação. O sistema público de
saúde é um sistema de acesso universal, ou seja, é para todas as
pessoas, todos os brasileiros, independente de qualquer condição."
São Francisco
O Hospital São Francisco comunicou, em nota, que a ambulância do convênio foi acionada logo que recebeu o chamado da unidade de saúde da Prefeitura, mas o atendimento não foi realizado porque a paciente já estava morta.
O Hospital São Francisco comunicou, em nota, que a ambulância do convênio foi acionada logo que recebeu o chamado da unidade de saúde da Prefeitura, mas o atendimento não foi realizado porque a paciente já estava morta.
Eliane , de 29 anos, morreu depois de esperar
ambulância por 2 horas
ambulância por 2 horas
Indignado
Carvalho disse que resolveu denunciar o caso à imprensa porque sabia que havia uma ambulância do Samu disponível para atender a paciente e, mesmo assim, o socorro foi negligenciado. Segundo ele, a ambulância do convênio foi acionada logo em seguida, mas não chegou a tempo.
Carvalho disse que resolveu denunciar o caso à imprensa porque sabia que havia uma ambulância do Samu disponível para atender a paciente e, mesmo assim, o socorro foi negligenciado. Segundo ele, a ambulância do convênio foi acionada logo em seguida, mas não chegou a tempo.
"Eu fiquei indignado porque era uma paciente de 29 anos, não importa se
era gravíssimo, se íamos conseguir salvar. Em tese, ela teria mais
chance de vida se a UTI tivesse retirado ela do posto onde tem menos
recursos e tivesse levado para a UTI do hospital", disse o telefonista.
Essa noticia e de sampa mais por aqui (Teófilo Otoni-MG) e o
resto do Brasil muitos hospitais agem de maneira como se a vida fosse medida
por uma loteria para ver quem vive e quem morre.
Recém nascido morre na porta do Santa Rosália - Teófilo Otoni ..
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