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segunda-feira, 8 de março de 2021

Venda de milagres: Crime

  Jesseir Coelho de Alcântara

esseir Coelho de Alcântara

Venda de milagres: Crime

 Jesus disse com muita propriedade: “O mercenário, que não é pastor, a quem não pertencem as ovelhas, vê vir o lobo, abandona as ovelhas e foge; então o lobo as arrebata e dispersa”. Infelizmente hoje existem muitos lobos travestidos em peles de ovelhas no meio religioso e há falsos profetas na indústria da fé vendendo benesses em nome de Deus. Isso ocorre quando a palavra de Deus, na venda de milagres e mercadores da fé, pode ensejar um crime.

“O mercenário, que não é pastor, a quem não pertencem as ovelhas, vê vir o lobo, abandona as ovelhas e foge; então o lobo as arrebata e dispersa”. 

 São vários anúncios apontando que pastor vende chave milagrosa que abre qualquer tipo de cofre de banco; água santa do Rio Jordão que cura câncer vendida em garrafa; pedra do sepulcro onde Cristo foi sepultado oferecida para sarar inveja; areia do Mar Morto em vaso provoca milagres. Há muitos teatros em cultos nos templos, em nome do Senhor, em verdadeira fraude. São centenas de falsas oferendas aos incautos em abuso da crença alheia. A venda de indulgências por parte da igreja católica no passado foi uma vergonha e desonra.

O Brasil é um país laico onde vigora a liberdade de consciência e de crença e são raros os crimes cometidos por motivos religiosos, embora os tenha no ordenamento jurídico.

 Alguns juristas entendem que o engodo religioso poderia tipificar o crime de estelionato, com pena de um a cinco anos de reclusão, além de multa (artigo 171, caput, do Código Penal). Outros discordam porque para esse delito é preciso que a vítima seja pessoa certa e determinada. Como o ato atinge, às vezes, uma congregação tornaria impossível a identificação. Como a fraude é retirar dinheiro do povo, poder-se-ia ocorrer crime contra a economia popular (Lei nº 1.521/51), com pena de seis meses a dois anos de detenção, além da pena pecuniária. Existem doutrinadores que defendem a existência de crime de corrupção.

O charlatanismo, que é uma espécie de mentira utilizando a crença do outro. Nele, o criminoso inculca ou anuncia cura por meio secreto ou infalível. O curandeirismo, que é diagnosticar, receitar, entregar ao consumo ou aplicar qualquer substância (não importa que ela seja um placebo), ou usar gestos, palavras (incluindo ‘rezas’)  ou qualquer outro meio de cura para tratar a doença de alguém.

Existe o exercício ilegal da medicina, que é “exercer, ainda que a título gratuito, a profissão de médico, dentista ou farmacêutico, sem autorização legal ou excedendo-lhe os limites”, que é, na verdade, um crime mais grave (a pena é maior: até dois anos, enquanto o curandeirismo a pena máxima é de um ano).

Não se pode olvidar que os falsos pregadores, bem como outros envolvidos que têm ciência do ilícito poderão ser responsabilizados também pelo delito de quadrilha com previsão no artigo 288, do Código Penal, cuja pena privativa de liberdade pode variar de um a três anos de reclusão. É evidente que cada caso concreto definirá a tipificação do crime cometido pelo agente.

Felizmente, existem bons e sérios pregadores e líderes. Nem todos são criminosos. Para estes, cadeia seria o ideal e não os púlpitos lucrativos e pecaminosos já que o amor ao dinheiro é a raiz dos males.

                                                  Jesseir Coelho de Alcântara é Juiz de Direito e Professor

Venda de milagres: Crime | Policia Civil do Estado de GoiásPolicia Civil do Estado de Goiás

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Adolescente é encontrado morto em Coronel Fabriciano; bilhete avisou a mãe sobre morte do filho

Segundo a Polícia Militar, rapaz de 17 anos tinha dois cortes na cabeça. Bilhete recebido pela família foi apreendido para investigações, autoria e motivação do crime são desconhecidas.

Por G1 Vales de Minas Gerais

 

08/03/2021 09h39  Atualizado há 6 dias

 

Um adolescente de 17 anos foi encontrado morto na manhã deste domingo (7) em Coronel Fabriciano (MG).

 

Segundo a Polícia Militar, o pai da vítima contou que uma mulher esteve na casa dele na tarde de sábado (6) e disse que o filho estava muito ferido no final da avenida Ike, no bairro Caladão.

 

Além disso, a mãe do garoto recebeu um bilhete informando que o filho dela estava morto e poderia ser encontrado numa mata, próximo a uma cachoeira.

 

A PM e o Corpo de Bombeiros foram acionados para ajudar nas buscas. O garoto foi encontrado pelos familiares já sem vida.

 

A perícia da Polícia Civil esteve no local e identificou um corte grande na parte de trás da cabeça, além de outro na altura do supercílio do lado direito. Não havia outras marcas de agressão ou perfuração por arma de fogo.

 

O bilhete recebido pela mãe da vítima foi recolhido pelo perito. A PC irá investigar a autoria e a motivação do crime.

Veja mais notícias da região em G1 Vales de Minas Gerais.

https://g1.globo.com/mg/vales-mg/noticia/2021/03/08/adolescente-e-encontrado-morto-em-coronel-fabriciano-bilhete-avisou-a-mae-sobre-morte-do-filho.ghtml

sexta-feira, 1 de janeiro de 2016

Comerciante de pedras preciosas executado em Teófilo Otoni Minas Gerais.

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

Cemitério municipal Gabriel da costa em Teófilo otoni pode ser processado por violação de sepultura..MG




  1. Lei que autoriza terceirização dos serviços no cemitério de ...

    g1.globo.com/...terceirizacao...cemiterio-de-teofilo-oto...
    11/07/2014
    Lei que autoriza terceirização dos serviços no cemitério deTeófilo Otoni divide opiniões. Mais ...




  2. LABORUM META
    Cemitério Municipal João Gabriel da Costa é privatizado
    Desde a ultima terça feira (18), o cemitério municipal João Gabriel da Costa encontra-se sob responsabilidade de empresa terceirizada.
    A medida aprovada pela Câmera Municipal de Teófilo Otoni autorizava a privatização da necrópole, adotando as tradicionais medidas de licitação.
    A informação que vem circulando pelas redes sociais desde as ultimas semanas, ainda não foi oficializada pelo setor de comunicação da Prefeitura de Teófilo Otoni.
    Segundo informações não oficiais, a empresa vencedora da referida licitação é a mesma atuante num cemitério privado na cidade.
    - Respeitosamente, aguardamos o pronunciamento da Prefeitura Municipal de Teófilo Otoni, ao qual, reportaremos em nossa pagina.

  3. Cemitério municipal Gabriel da costa em Teófilo otoni pode ser processado por violação de sepultura......
  4. Eu só espero que melhore...pois eu fiquei sabendo que a administração esta violando túmulos..sem autorização dos donos....
  5. Fato e que a administração do cemitério autorizou que um corpo fosse sepultado em um sepultura sem autorização do dono da tumulo....
  6. dizem que a família esta estudando meios legais para processar e punir a administração do cemitério ou prefeitura.......
  7. Ai depois que a família foi ai cemitério a Administração se prontificou a retirar o corpo..como se nada tivesse acontecido....e abafar o caso....
  8. Foto tirada da sepultura...
  9. pois segundo a família a ultima pessoa a ser sepultada no jazido foi ha uma no atrás....
  10. e não em 26 de agosto 2014....
  11. Rafaela Quintão - Violação de sepultura Art.210. Violar...

  12. Violação de sepultura
    Art.210. Violar ou profanar sepultura ou urna funerária:
    Pena – reclusão, de 1 (um) a 3 (três) anos, e multa.
    Bem jurídico: Assim como o artigo anterior, tutela-se o sentimento de respeito pelos mortos.
    Sujeitos do delito: O sujeito ativo pode ser qualquer pessoa, inclusive familiares do morto, proprietários do tumulo. O sujeito passivo é a coletividade indefinida, entidade sem personalidade jurídica, como a família e os amigos do morto.
    Tipo objetivo: Violar (abrir, devassar, romper, escavar, alterar) ou profanar (ultrajar, desprezar, vilipendiar, aviltar, macular, conspurcar, degradar) sepultura (local destinado ao enterro do cadáver, como os sepulcros, mausoléus, tumbas, covas, túmulos) ou urna funerária (local onde guarda cinzas ou ossos, como caixas, cofres ou vasos que contêm as cinzas ou ossos do morto.
    Tipo subjetivo: É representado pelo dolo (vontade livre e consciente) de violar ou profanar sepultura funerária.
    Consumação: Com a violação ou profanação de sepultura ou urna funerária, portanto, trata-se de crime material.
    Tentativa: é admissível em caso de violação, mas em se tratando de profanação não cabe tentativa, pois aqui, frisa-se ser crime consumado em sua forma.
    Excludente de ilicitude: estrito cumprimento do dever legal e o exercício regular do direito (CP, art.23,III), mas somente na circunstância de violação porque a profanação é típico contra legem.
    Pena: reclusão, de um a três anos, e multa

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Escutas revelam manipulação de resultados

Do jogo do bicho no Rio; ouça os grampos

No dia de São Jorge, por exemplo, contraventores proibiam apostas na milhar 23
Maria Mazzei, da Rede Record, no Rio | 27/12/2011 às 05h35
26jogo
R7 teve acesso exclusivo aos relatórios da Polícia Civil
Era no subsolo de um grande prédio da avenida Rio Branco, no centro do Rio de Janeiro, onde aconteciam os sorteios do jogo do bicho e a manipulação dos resultados por parte dos contraventores. De lá, o resultado - com ou sem alteração - era repassado para as bancas de todo o Estado. Segundo investigação da Polícia Civil, quando os bicheiros sabiam que muitos apostadores haviam jogado em um único número, eles alteravam o resultado ou mesmo impediam que o número fosse sorteado para não causar prejuízo à banca.
De acordo com o delegado Glaudiston Galeano Lessa, da Coinpol (Corregedoria Interna da Polícia Civil), responsável pela investigação, a troca de um único número já era suficiente para beneficiar os banqueiros.
- A investigação revelou que os números eram manipulados, mas não para favorecer o apostador e sim o próprio jogo do bicho. Quanto menor fosse o número de prêmios e o valor, maior seria o lucro da banca.
Escutas telefônicas autorizadas pela Justiça flagraram quando um contraventor manda um suposto funcionário do jogo do bicho substituir o número 4, que havia acabado de ser sorteado pelos computadores, pelo número 9.
Na conversa, entre dois contraventores, no dia 12 de março de 2011, o número 4394 é manipulado para virar 4399. Assim menos apostadores seriam beneficiados.
Contraventor 1 - Unidade 4! Olha ai, olha aí, espera aí... vai mudar.
Contraventor 2 - O terceiro prêmio tá sambado, tá sambado, tão falando que não tá legal, sujou nosso resultado todo. Mas vamos ficar com ele mesmo 4399.
Número 23 proibido no dia de São Jorge
Um relatório da Polícia Civil sobre a manipulação das apostas a que o R7 teve acesso com exclusividade revela ainda que números que representavam datas comemorativas, com dia de São Jorge, por exemplo, eram excluídas da jogatina na data respectiva.
Isso acontecia devido à grande quantidade de apostas. Caso esse número fosse sorteado, poderia causar enorme prejuízo para o bicheiro e até quebrar a banca.
Ainda de acordo com o documento, os jogos mais apostados eram divididos entre diferentes banqueiros, para que, se algumas dessas apostas fossem sorteadas, o pagamento do prêmio ficasse dividido entre os banqueiros.
A operação Dedo de Deus foi deflagrada há duas semanas no Rio, Bahia, Maranhão e Pernambuco e já resultou na prisão de 45 pessoas. Entre os presos, estão o ex-prefeito da cidade de Teresópolis, Mário Trincano, apontado como chefe do jogo ilegal na região serrana do Rio, policiais militares e pessoas ligadas à estrutura do jogo do bicho em todo o Estado.
Barracões de escolas de samba e casas de bicheiros foram alvos de buscas. A polícia já apreendeu mais de R$ 4 milhões, além de joias e carros de luxo.


 

Como surgiu o jogo do bicho 

Tudo começou no bairro de Vila Isabel, na zona norte do Rio, quando João Batista Viana Drummond, o Barão de Drummond, visando aumentar os lucros de seu zoológico, criou em 1892 um jogo no qual o visitante comprava uma entrada e poderia escolher um dos 25 bichos de seu parque.
Ao final do dia, os responsáveis pelo jogo revelavam o bicho sorteado e colavam o resultado em um poste, prática que até os dias de hoje continua sendo feita. O valor do prêmio era de 20 mil réis.
Cada um dos 25 bichos era representado por quatro números consecutivos, compreendidos entre 00 e 99. Havia 25 grupos numerados, por ordem alfabética, de 1 a 25. Os números de 00 a 99 correspondiam aos 25 bichos conforme uma progressão aritmética, calculando o próximo múltiplo de quatro.
O camelo (grupo 8), correspondia aos números 29. 30, 31 e 32. Já a vaca, último animal (grupo 25), era representada por 97, 98, 99 e 00.
Atualmente, o bicho corresponde a um número entre 0000 e 9999 e os grupos são indicados pelos dois dígitos finais.
O jogo logo caiu nas graças do povo se espalhou rapidamente por todo Brasil



 Ouça a gravação:

terça-feira, 31 de julho de 2012

Jovem é executado no Morro do Cemitério


Causa presumida pela polícia é o envolvimento da vítima com drogas.

TEÓFILO OTONI - O crime ocorreu por volta das 03h15min de sábado (28), na Travessa Antônio P. Augustinho, Bairro Teófilo Rocha, na altura do Morro do Cemitério.
Moradores ouviram sons de tiros na madrugada, e acionaram a polícia, que compareceu ao local e não constatou nenhuma irregularidade naquele momento.
Mais tarde, precisamente as 06h30, um morador que trafegava na travessa percebeu um individuo caído numa vala aparentemente sem vida, e de imediato ligou para a polícia.
Após ser informado sobre o fato, o 19º BPM  deslocou uma guarnição ao local. Lá os militares constataram que a vítima se tratava de Edson de Castro Gomes, 31, atingido por cinco disparos de 9mm, dois na face e três nas costas.
Segundo informações Edson não era morador do bairro, pertenceu a facção do Morro do Eucalipto e há pouco tempo tinha trocado de lado, atuando no Morro do Cemitério.
O perito da Polícia Civil, Renato Nolasco Galvão realizou o levantamento cadavérico e em seguida o corpo foi removido para o Instituto Médico legal (IML). Um inquérito policial já foi instaurado. O delegado responsável tenta descobrir a motivação e autoria do crime de homicídio. (Fonte: Teonews.com)

quinta-feira, 26 de julho de 2012

Auditor do Ministério do Trabalho é vítima


  De sequestro relâmpago em Juiz de Fora

 

Um auditor do Ministério do Trabalho foi vítima de um sequestro relâmpago em Juiz de Fora, na zona da mata mineira. O principal suspeito do crime é o irmão mais velho da vítima.

Funcionário público estaria sofrendo ameaças de morte por telefone há dois meses, conforme informou na manhã desta quarta à delegacia

Por Tribuna

O auditor fiscal do Ministério do Trabalho, 58 anos, sequestrado em Juiz de Fora na terça-feira (24), estaria sofrendo ameaças de morte por telefone há dois meses, conforme informou na manhã desta quarta (25) a delegada responsável pela investigação, Sheila Oliveira. "Inclusive na noite de terça-feira (24), após o ocorrido, a vítima recebeu outras ligações ameaçadoras. Os telefonemas são originados sempre do mesmo número, com prefixo 31, provavelmente da região de Belo Horizonte." De acordo com a policial, a vítima já havia registrado ocorrência relacionada às ameaças.

 Já o homem, 61, preso em flagrante em Teófilo Otoni sob suspeita de ser o mandante do sequestro-relâmpago do funcionário público, é advogado e irmão da vítima.

Ainda segundo a titular do Núcleo de Ações Operacionais (Naop) da 1ª Delegacia Regional e responsável pelo caso, Sheila Oliveira, o próprio auditor descobriu o envolvimento do irmão no momento de fazer a transferência financeira exigida pelos sequestradores. Pelo número do CPF fornecido à vítima para fazer a movimentação on-line, o nome dele teria aparecido na tela como titular da conta, surpreendendo o fiscal. Conforme a delegada, o preso seria um advogado muito conhecido em Teófilo Otoni e foi facilmente localizado. "Recebi informações de que ele já teria antecedentes por extorsão mediante sequestro. Ele já teria tido desentendimento anterior com o irmão por causa de herança, mas não a esse ponto."

De acordo com o delegado chefe da PF em Juiz de Fora, Cláudio Dornelas, a descoberta do parentesco derrubou a hipótese inicial de que o crime estaria relacionado às profissões exercidas pelo auditor e por um filho dele, que é policial federal. "Como havia indício de participação do irmão da vítima, fizemos contato com a Polícia Civil em Teófilo Otoni e fomos prontamente atendidos, tanto que a prisão dele foi feita (naquela cidade) momentos depois." O advogado permanece preso no município do Vale do Mucuri, no Nordeste de Minas, e deve ser transferido para Juiz de Fora ainda hoje. O delegado disse que qualquer crime envolvendo agente do Estado é de grande preocupação da Polícia Federal.

Fonte:


terça-feira, 17 de julho de 2012

Paciente morre após médico negar

Ambulância, denuncia telefonista

Médico não mandou o Samu ao saber que vítima tinha convênio.
Mulher teve parada cardíaca após complicação renal em Ribeirão Preto, SP.

Uma paciente de 29 anos morreu nesta segunda-feira (16) em uma unidade básica de saúde de Ribeirão Preto (SP) depois que o médico responsável pela regulação do Samu recusou uma ambulância para que ela fosse transferida ao hospital.  A negativa ocorreu porque o profissional descobriu que a mulher tinha convênio médico e, na avaliação dele, deveria ser socorrida por uma ambulância particular.
Eliane Cristina Maciel Martins sofreu uma parada cardíaca provocada por complicações renais após ficar por duas horas na Unidade Básica de Saúde da Prefeitura aguardando transporte até o Hospital São Francisco, com o qual ela tinha convênio. "Ela foi piorando, saiu sangue do nariz. Ela começou a reclamar de dor no peito enquanto estava falando", disse Ana Lúcia Ferreira da Silva, mãe de Eliane.
O caso foi denunciado pelo telefonista do setor de regulação do Samu, Gerson Ferreira de Carvalho, que intermediou o diálogo entre o médico responsável pelo serviço e a unidade de saúde municipal onde a vítima recebeu os primeiros socorros. "Ele [o médico regulador] retirou o pedido [de socorro] e orientou a paciente a acionar o São Francisco para o resgate", contou.
Acesso universalO secretário de Saúde de Ribeirão Preto, Stênio Miranda, disse que uma sindicância será aberta para apurar o caso, pois, segundo ele, o serviço não pode ser negado, mesmo a quem possui convênio. "Não existe essa delimitação. O sistema público de saúde é um sistema de acesso universal, ou seja, é para todas as pessoas, todos os brasileiros, independente de qualquer condição."
São Francisco
O Hospital São Francisco comunicou, em nota, que a ambulância do convênio foi acionada logo que recebeu o chamado da unidade de saúde da Prefeitura, mas o atendimento não foi realizado porque a paciente já estava morta.
Eliane Cristina Maciel Martins, de 29 anos, morreu depois de esperar ambulância por duas horas (Foto: Reprodução EPTV) 
Eliane , de 29 anos, morreu depois de esperar
ambulância por 2 horas
Indignado
Carvalho disse que resolveu denunciar o caso à imprensa porque sabia que havia uma ambulância do Samu disponível para atender a paciente e, mesmo assim, o socorro foi negligenciado. Segundo ele, a ambulância do convênio foi acionada logo em seguida, mas não chegou a tempo.
"Eu fiquei indignado porque era uma paciente de 29 anos, não importa se era gravíssimo, se íamos conseguir salvar. Em tese, ela teria mais chance de vida se a UTI tivesse retirado ela do posto onde tem menos recursos e tivesse levado para a UTI do hospital", disse o telefonista.
 


Essa noticia e de sampa mais por aqui (Teófilo Otoni-MG) e o resto do Brasil muitos hospitais agem de maneira como se a vida fosse medida por uma loteria para ver quem vive e quem morre.

Recém nascido morre na porta do Santa Rosália - Teófilo Otoni ..