sábado, 9 de maio de 2026

Alexandre suspende efeitos da Lei da Dosimetria até análise no STF

9 de maio de 2026, 16h43

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, suspendeu neste sábado (9/5) a aplicação dos efeitos da Lei da Dosimetria nas execuções penais de condenados pelos atos golpistas do 8 de janeiro de 2023 até que o Plenário da corte julgue ações que questionam a validade do texto. O ministro foi sorteado relator de duas ações diretas de inconstitucionalidade que discutem se a norma é constitucional.

Marcelo Camargo/Agência Brasil

A Lei 15.402/2026 foi promulgada nesta sexta-feira (8/5) pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), após o Congresso derrubar o veto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao texto que reduz penas das 1,4 mil pessoas condenadas por crimes contra a democracia — entre elas, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Logo que o veto foi derrubado, as defesas ingressaram com pedidos para recalcular as penas.

Inicialmente, Alexandre de Moraes apreciou a solicitação da defesa da cabeleireira Débora Rodrigues dos Santos, que ficou conhecida como “Débora do batom”. Na ocasião, a lei ainda não havia sido promulgada, o que levou o ministro a julgar o pedido prejudicado.

Suspensão por segurança jurídica

Ao analisar outros pedidos — no âmbito das Execuções Penais (EP) 41, 134, 100, 102, 43, 52, 61 e 72 — Alexandre destacou que a própria constitucionalidade da nova lei já está sendo questionada no STF por meio das ADIs 7.966 e 7.967, ambas distribuídas ao seu gabinete. O ministro observou que, diante da existência de ações diretas de inconstitucionalidade pendentes de julgamento, a aplicação imediata da norma poderia gerar insegurança jurídica.

Na decisão deste sábado, ele afirmou que a existência de controle concentrado de constitucionalidade sobre a matéria constitui “fato processual novo e relevante”, capaz de influenciar diretamente o exame dos pedidos formulados pela defesa. Diante disso, considerou prudente suspender os efeitos da nova lei até manifestação definitiva do plenário do STF.

Com isso, o ministro determinou que as execuções penais prossigam normalmente, “em seus exatos termos, conforme transitado em julgado”, mantendo todas as medidas anteriormente impostas aos condenados.

Nesta sexta, Alexandre de Moraes já havia adotado o rito abreviado previsto na lei das ADIs para analisar os pedidos cautelares apresentados contra a Lei 15.402/2026, requisitando informações ao presidente da República e ao Congresso Nacional, além de manifestações da Advocacia-Geral da União e da Procuradoria-Geral da República.

Violação de trâmite

A Associação Brasileira de Imprensa (ABI) e os partidos PSOL e a Rede Sustentabilidade ajuizaram nesta quinta (8/5) duas ações no STF contestando a lei.

O foco principal das duas petições recai sobre a inconstitucionalidade formal do trâmite no Congresso Nacional. Ambas apontam que a norma fere o artigo 65, parágrafo único, da Constituição Federal, que exige o respeito ao sistema bicameral.

A Câmara dos Deputados havia aprovado um texto que não excepcionava os crimes contra a democracia das regras mais duras de cumprimento de pena. O Senado Federal, por sua vez, modificou a redação para beneficiar explicitamente os condenados por esses delitos.

Como a mudança alterou o mérito da lei, o texto deveria ter retornado obrigatoriamente à Casa iniciadora para uma nova votação, o que não ocorreu.

No aspecto material, as duas peças convergem ao afirmar que a lei cria um privilégio desproporcional e injustificável. Os autores das ações argumentam que a norma estabelece um abrandamento para infrações que buscam a ruptura institucional, fazendo com que atentados contra a República tenham punições e regras de execução muito mais leves do que as aplicadas a crimes violentos comuns.

Ofensa constitucional

Ao detalhar suas fundamentações jurídicas, a ABI aponta que a lei esvazia o artigo 5º, inciso XLIV, da Constituição, que classifica a ação de grupos armados contra o Estado Democrático como inafiançável e imprescritível. A associação afirma que a democracia não pode valer menos que um delito patrimonial.

A entidade também ataca especificamente a redução de pena para crimes cometidos em contexto de multidão. A petição sustenta que o estudo histórico e da psicologia de massas demonstra que os indivíduos em multidão perdem o senso de responsabilidade e se tornam mais perigosos, o que exigiria maior rigor penal sancionatório, e não clemência.

“A multidão que pega em armas e se propõe a abolir o Estado Democrático de Direito de forma violenta, por meio de golpes de Estado, deve ter os seus membros mais fortemente sancionados pelo direito penal exatamente pelo potencial que têm de agir sem quaisquer amarras morais”, argumentou a associação.

Desestruturação penal

Por sua vez, a petição da Federação PSOL-REDE sustenta que a fixação de uma taxa de um sexto de cumprimento de pena para todos os condenados por esses crimes aniquila o princípio da individualização da pena, previsto no artigo 5º, inciso XLVI, da CF.

Para os partidos, a progressão no regime carcerário deve considerar a gravidade concreta, o emprego de violência e a reincidência, não podendo ser fixada de forma genérica e benéfica para os atos golpistas.

Os partidos também apontam outra falha formal de tramitação: a fragmentação do veto presidencial na sessão conjunta, em ofensa ao artigo 57, parágrafo 2º, inciso IV, da CF.

A petição aponta que a Mesa Diretora do Congresso cindiu indevidamente a análise do veto total do presidente da República, o que subverteu o rito legislativo.

Além disso, as legendas questionam a regra que passa a permitir a remição da pena para quem estiver no conforto do regime domiciliar e o dispositivo que força o reconhecimento de concurso formal de crimes mesmo quando o infrator age com desígnios autônomos.

“Ao afastar compulsoriamente a aplicação do concurso material mesmo diante de desígnios autônomos, o art. 359-M-A esvazia a análise da culpabilidade do agente, enfraquece a responsabilização penal subjetiva e institui benefício incompatível com os princípios constitucionais”, sustentaram os partidos.

Clique aqui para ler a decisão
EP 41
EP 43
EP 52
EP 61
EP 72
EP 100
EP 102
EP 134

  • é correspondente da revista Consultor Jurídico em Brasília.

O influenciador e ex-candidato a suplente de vereador pelo Rio de Janeiro Luan Lennon foi preso


O influenciador e ex-candidato a suplente de vereador pelo Rio de Janeiro Luan Lennon foi preso nesta sexta-feira (8), acusado de forjar um furto de celular no Centro do Rio de Janeiro. O jovem teria combinado com um flanelinha que ofereceria R$ 30 a um pedestre para pegar um celular de dentro do carro para gerar conteúdo para as redes sociais. Acrediando que se tratava de uma situação real populares acionaram a Polícia Militar do estado e Luan mais dois envolvidos foram autuados em flagrante pelo crime de denunciação caluniosa e encaminhados à 4ª Delegacia de Polícia, na Praça da República. A Polícia Civil informou que “as investigações prosseguem para esclarecer todos os fatos e identificar possíveis outros envolvidos” e que os suspeitos irão passar por uma audiência de custódia. O crimenão tem fiança. A defesa de Luan Lennon não se pronunciou a respeito do caso. Luan tem 23 anos e foi candidato a vereador pelo PL em 2024. Ele é estudante de Direito, influenciador digital denominado "combatente da desordem" e acumula 1 milhão de seguidores nas redes sociais. 📸 Reprodução redes sociais #notícias #política #bnews

Prefeita que dançou de biquini no Pará atinge 1 milhão de seguidores no Instagram

 "Infelizmente, o corpo de uma mulher incomoda mais do que a corrupção ou a ineficiência", diz Patrícia Alencar (MDB)

08 de junho de 2025


Prefeita de Marituba, no Pará, Patrícia Alencar (MDB) viralizou após postar vídeo dançando forró de biquiniFoto: Reprodução Instagram

PorEstadão Conteúdo


A prefeita de Marituba, no Pará, Patrícia Alencar (MDB), ultrapassou a marca de 1 milhão de seguidores no Instagram após viralizar com um vídeo em que aparece dançando forró de biquíni.

Inicialmente publicada em um perfil privado, a gravação teria sido vazada sem autorização. As imagens começaram a repercutir e Patrícia decidiu publicar o vídeo em sua conta oficial.

Em apenas três dias, o número de seguidores disparou: foram cerca de 300 mil novos usuários. No sábado (7), a prefeita alcançou 1 milhão de seguidores. Neste domingo (8), já soma 1,2 milhão - número 20 vezes maior que o da conta institucional da Prefeitura de Marituba, que tem 60 mil seguidores.

A reação ao vídeo dividiu opiniões nas redes sociais. Em entrevista ao g1, Patrícia rebateu as críticas. "Infelizmente, o corpo de uma mulher incomoda mais do que a corrupção ou a ineficiência", afirmou.

Aos 37 anos, mãe de três filhos, Patrícia tem trajetória marcada pelo empreendedorismo. Nascida em Bodocó, no sertão de Pernambuco, ela chegou há 16 anos a Marituba, onde começou vendendo utensílios de plástico em feiras livres.

Eleita prefeita pela primeira vez em 2020, ela foi reeleita em 2024 com 71,36% dos votos válidos.

Deputados que votaram contra a MP do Gás do Povo:


Deputados que votaram contra a MP do Gás do Povo: Adriana Ventura (Novo-SP): Não Gilson Marques (Novo-SC): Não Luiz Lima (Novo-RJ): Não Marcel van Hattem (Novo-RS): Não Ricardo Salles (Novo-SP): Não Bia Kicis (PL-DF): Não Bibo Nunes (PL-RS): Não Carlos Jordy (PL-RJ): Não Chris Tonietto (PL-RJ): Não Daniel Freitas (PL-SC): Não Delegado Paulo Bilynskyj (PL-SP): Não Eros Biondini (PL-MG): Não Julia Zanatta (PL-SC): Não Junio Amaral (PL-MG): Não Luiz Philippe de O. e B. (PL-SP): Não Marcos Pollon (PL-MS): Não Mario Frias (PL-SP): Não Mauricio Marcon (PL-RS): Não Nikolas Ferreira (PL-MG): Não Ricardo Guidi (PL-SC): Não Rodolfo Nogueira (PL-MS): Não Sanderson (PL-RS): Não Sargento Gonçalves (PL-RN): Não Zé Trovão (PL-SC): Não Guilherme Derrite (PP-SP): Não Tião Medeiros (PP-PR): Não Geovania de Sá (PSDB-SC): Não Kim Kataguiri (União-SP): Não Nicoletti (União-RR): Não Abstenções: Lincoln Portela (PL-MG): Abstenção Ismael (PSD-SC): Abstenção

Um conjunto de supostas mensagens atribuídas a Marquinho Bacellar e Rodrigo Bacellar passou a repercutir nesta quarta-feira, 7 de maio de 2026


Um conjunto de supostas mensagens atribuídas a Marquinho Bacellar e Rodrigo Bacellar passou a repercutir nesta quarta-feira, 7 de maio de 2026, após conteúdo relacionado ao material chegar à imprensa em meio ao avanço de investigações da Polícia Federal. As conversas, datadas de julho de 2025, mencionariam repasses do Governo do Estado para Campos dos Goytacazes, atraso em obras e uma suposta estratégia para “colocar Wladimir em saia justa”, em referência ao prefeito Wladimir Garotinho. O material foi repassado por uma fonte que afirma ter tido acesso a conteúdos ligados a investigações em andamento. No entanto, até o momento, não há confirmação pericial sobre a autenticidade das mensagens. A reportagem não teve acesso direto aos aparelhos nem a laudos técnicos que validem oficialmente o conteúdo. Por isso, as mensagens são tratadas como material atribuído aos citados, ainda sujeito à análise das autoridades competentes. O tema ganha repercussão por envolver possível pressão política relacionada a recursos destinados ao município de Campos dos Goytacazes, especialmente em áreas sensíveis como Saúde e infraestrutura. Em 2025, o prefeito Wladimir Garotinho chegou a acusar Rodrigo Bacellar de atuar para prejudicar financeiramente o município. Na época, o Governo do Estado negou irregularidades e afirmou que os repasses estavam sendo realizados dentro da legalidade. A disputa chegou ao Tribunal de Justiça do Rio, que determinou o repasse de mais de R$ 9 milhões para a Saúde de Campos após questionamentos envolvendo transferências estaduais. O caso também surge em meio aos desdobramentos da Operação Unha e Carne, da Polícia Federal, que investiga supostas fraudes em contratos públicos ligados à Secretaria Estadual de Educação. A eventual validade jurídica das mensagens dependerá de perícia técnica e confirmação oficial das investigações. O espaço segue aberto para manifestação de Rodrigo Bacellar, Marquinho Bacellar, Governo do Estado e demais citados. Acompanhe esta e outras notícias em nosso portal www.rjinterior.com.br

O Deputado Federal Rodrigo de Castro desembarcou em Teófilo Otoni




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Por Ângela Almeida
O Deputado Federal Rodrigo de Castro desembarcou em Teófilo Otoni nesta sexta-feira (08) e concedeu entrevista ao Jornal Diário para falar sobre a importância da PEC 3/2026, proposta que trata da modernização da cobrança do IPVA no país.
Durante a entrevista, o parlamentar reafirmou seu compromisso com uma reforma tributária mais justa e explicou detalhes da proposta, da qual é relator na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC).
Segundo Rodrigo de Castro, o principal objetivo da PEC é reduzir a cobrança do IPVA de 4% para 1%, por meio da criação de uma alíquota única nacional sobre o valor dos veículos. De acordo com o deputado, a proposta busca promover maior equilíbrio na cobrança do imposto entre os estados brasileiros, além de garantir mais transparência, simplificação e justiça tributária para os contribuintes.
A proposta segue em discussão no Congresso Nacional e deve passar por novas etapas de análise antes de ser votada.
https://www.facebook.com/reel/1044272871599607?locale=pt_BR

A coisa não esta muito o bonito para esse partido..
                        



O presidente do União Brasil, Antônio Rueda, apareceu nas investigações da Operação Carbono Oculto, que investiga a infiltração do PCC ...
YouTube · CNN Brasil · 18 de set. de 2025

A coisa esta estranha...bla.bla.bla
                   


Thiego Raimundo dos Santos Silva, o TH Joias, foi preso por tráfico de drogas, corrupção e lavagem de dinheiro, suspeito de negociar armas para ...
Instagram · g1 · 27 de fev. de 2026