quarta-feira, 20 de maio de 2026

Saiba quem são os 171 deputados picaretas que são contra os trabalhadores

São 171 deputados, número já diz tudo! Esse é o quantitativo de deputados federais que querem reduzir o FGTS e que a escala 6x1 termine daqui a 10 anos. Bora cobrar cada um deles 👇🏽
AJ Albuquerque (PP/CE)
Cabo Gilberto Silva (PL/PB)
Adilson Barroso (PL/SP)
Capitão Alberto Neto (PL/AM)
Adriana Ventura (NOVO/SP)
Capitão Alden (PL/BA)
Adriano do Baldy (PP/GO)
Carlos Chiodini (MDB/SC)
Afonso Hamm (PP/RS)
Carlos Jordy (PL/RJ)
Alberto Fraga (PL/DF)
Caroline de Toni (PL/SC)
Alceu Moreira (MDB/RS)
Celso Russomanno (REPUBLIC/SP)
Alexandre Guimarães (MDB/TO)
Chris Tonietto (PL/RJ)
Aline Gurgel (UNIÃO/AP) - ASSINATURA RETIRADA
Clarissa Tércio (PP/PE)
Aluísio Mendes (REPUBLIC/MA)
Claudio Cajado (PP/BA)
Amaro Neto (PP/ES)
Cobalchini (MDB/SC)
Ana Paula Leão (PP/MG)
Coronel Chrisóstomo (PL/RO)
Antonio Andrade (PSDB/TO)
Coronel Fernanda (PL/MT)
Any Ortiz (PP/RS)
Coronel Meira (PL/PE)
Arnaldo Jardim (CIDADANIA/SP)
Coronel Ulysses (UNIÃO/AC)
Arthur Oliveira Maia (UNIÃO/BA)
Célio Silveira (MDB/GO)
Augusto Coutinho (REPUBLIC/PE)
Da Vitória (PP/ES)
Baleia Rossi (MDB/SP)
Daniel Agrobom (PSD/GO)
Bebeto (PP/RJ)
Daniel Freitas (PL/SC)
Beto Pereira (REPUBLIC/MS)
Daniela Reinehr (PL/SC)
Beto Richa (PSDB/PR)
Daniela do Waguinho (REPUBLIC/RJ)
Bia Kicis (PL/DF)

 

Deputados federais e seus partidos que querer te ver trabalhando até não aguentar mais.

A lista completa atualizada dos deputados federais e seus partidos que querer te ver trabalhando até não aguentar mais. E com FGTS reduzido pela metade.

Esses são os(as) deputados(as) de Minas Gerais que assinam a emenda contra o fim da escala 6x1, defendendo jornada de até 52h e redução do FGTS.

PL — 9 deputados(as)

Mauricio do Vôlei
Zé Vitor
Greyce Elias
Domingos Sávio
Lafayette de Andrada
Junio Amaral
Rosângela Reis
Marcelo Álvaro Antônio
Nikolas Ferreira

PP — 3 deputados(as)
Ana Paula Leão
Pedro Aihara
Pinheirinho

União Brasil — 4 deputados(as)
Rafael Simões
Zé Silva
Luiz Fernando Faria
Diego Andrade

MDB — 2 deputados(as)
Newton Cardoso Jr
Hercílio Coelho Diniz

Republicanos — 1 deputado
Gilberto Abramo

PDT — 1 deputado
Mário Heringer

PSD — 1 deputado
Diego Andrade


Bancada de MT assina proposta para cortar FGTS pela metade e zerar INSS com fim da jornada 6x1

Texto prevê ainda transição de 10 anos e cria pacote de compensações fiscais para empresas

20/05/2026 | 06:57

Repórter MT

Bancada de MT assina proposta para cortar FGTS pela metade e zerar INSS com fim da jornada 6x1

A emenda foi apresentada pelo deputado federal Sérgio Turra (PP-RS) e alcançou 176 assinaturas

Foto: Reprodução

Seis deputados federais da bancada de Mato Grosso uniram-se ao bloco que tenta modificar a proposta de emenda à Constituição (PEC) que prevê o fim da jornada de trabalho no modelo 6x1. Os parlamentares assinaram uma emenda modificativa à PEC 221/2019 que cria uma regra de transição de uma década para a mudança e estabelece um pacote de alívio fiscal e flexibilizações trabalhistas para reduzir os impactos econômicos sobre o setor produtivo.

Os representantes mato-grossenses que avalizaram o texto alternativo são: Fábio Garcia (União), Nelson Barbudo (Podemos), José Medeiros (PL), Coronel Fernanda (PL), Juarez Costa (Republicanos) e Rodrigo da Zaeli (PL). A emenda, de autoria do deputado Sérgio Turra (PP-RS), obteve 176 assinaturas validadas na Câmara dos Deputados, superando o quórum mínimo exigido de 171 apoios para iniciar a tramitação.

Diferente do projeto original da PEC 221/2019, que sugere a redução imediata da carga semanal para 36 horas, o novo texto fixa o teto em 40 horas semanais, estabelecendo que a alteração só entrará em vigor de forma efetiva dez anos após a promulgação da emenda constitucional. Além disso, a proposta blinda os serviços considerados essenciais, como saúde, segurança pública, mobilidade urbana, infraestrutura crítica e abastecimento, permitindo que essas áreas mantenham o regime atual de até 44 horas semanais de trabalho.

Compensação financeira

Para convencer o parlamento e atenuar a resistência empresarial, o projeto condiciona a transição a metas nacionais de produtividade e cria incentivos fiscais severos. Entre as contrapartidas apresentadas está a redução pela metade da alíquota do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), que cairia de 8% para 4% sobre a folha salarial das empresas.

O mecanismo prevê ainda isenção total da contribuição patronal à Previdência Social (INSS), atualmente estipulada em 20%, para os novos postos de trabalho criados em decorrência da adaptação do regime.

O texto autoriza também que os gastos com essas novas contratações sejam deduzidos em duplicidade da base de cálculo do Imposto de Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ) e da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL), estendendo créditos tributários equivalentes para firmas enquadradas no Simples Nacional e Lucro Presumido.

Fim da Escala 6X1

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), defende que o texto do fim da escala 6x1 seja aprovado pelo parlamento até o final deste mês. A proposta visa promover um descanso remunerado de dois dias por semana aos trabalhadores e reduzir a jornada semanal das atuais 44 horas de trabalho para 40, sem corte de salário.

De 8% para 4%: proposta quer cortar FGTS sobre salário pela metade com fim da escala 6×1

 Proposta prevê corte no FGTS como medida compensatória às empresas que adotarem a jornada de trabalho de 36 horas semanais

19/05/2026 



Uma emenda apresentada pelo deputado Sérgio Turra (PP-RS) quer beneficiar empresas que seriam afetadas pelo fim da escala 6×1 com medidas para flexibilizar direitos trabalhistas. Entre elas está o corte da alíquota do FGTS paga sobre o salário do trabalhador de 8% para 4%.

A proposta está no inciso I do artigo 141 da emenda, que trata sobre medidas compensatórias aos empregadores que adotarem a jornada de trabalho de 36 horas semanas. O FGTS é composto pelos saldos das contas vinculadas dos trabalhadores e por outros recursos incorporados ao fundo, que devem ser aplicados com correção monetária e juros.

Dessa forma, atualmente, todo mês, os empregadores precisam depositar 8% do salário pago no mês a cada trabalhador.

“Art. 141. Aos empregadores que adotarem a jornada de trabalho estabelecida no inciso XIII do art. 7º são asseguradas, em caráter compensatório à redução da jornada, as seguintes medidas, na forma da lei:

I – redução de cinquenta por cento da alíquota da contribuição para o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço, prevista no inciso III do art. 7º”.

A escala 6×1 é uma jornada de trabalho prevista na CLT. (Foto Getty Images Signature)

Nessa escala 6×1, o empregado trabalha 6 dias consecutivos e folga 1. (Foto: Redção Hora)


Menos contribuição ao INSS

Outros trechos da emenda também tratam sobre a possibilidade de as empresas pagarem menos contribuição ao INSS sobre novos funcionários contratados no modelo de jornada reduzida, com “tratamento mais favorável às microempresas, às empresas de pequeno porte e aos produtores rurais pessoas físicas”.

As empresas também teriam a possibilidade de pagar uma alíquota menor da contribuição para acidentes e doenças de trabalho, conforme a emenda.

Maioria dos deputados federais de SC assinou a emenda

A emenda tem como objetivo principal adiar em 10 anos o fim da escala 6×1. Ao todo, 176 deputados federais assinaram a medida, entre eles 14 dos 16 parlamentares de Santa Catarina. Ana Paula Lima e Pedro Uczai, ambos do PT, deixaram de assinar a emenda.

Confira os deputados de SC que assinaram a emenda

  • Carlos Chiodini (MDB);
  • Geovania de Sá (Republicanos);
  • Carol de Toni (PL);
  • Cobalchini (MDB);
  • Daniel Freitas (PL);
  • Daniela Reinehr (PL);
  • Fábio Schiochet (União);
  • Gilson Marques (Novo);
  • Ismael (PL);
  • Jorge Goetten (PL);
  • Julia Zanatta (PL);
  • Rafael Pezenti (MDB);
  • Ricardo Guidi (PL);
  • Zé Trovão (PL).

Moraes ordena que governo tome medidas sobre extradição de Carla Zambelli

 Ministro do STF determina que Estado adote providências necessárias para efetivar extradição da ex-deputada que está presa na Itália

20/05/2026


Carla Zambelli foi condenada pelo STF a 10 anos de prisão pelo caso do CNJ, no qual houve invasão do sistema e expedição de mandado de prisão falso contra o ministro Alexandre de Moraescrédito: Fotográfo/Agência Brasil



BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – O ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), ordenou que o governo federal adote as providências necessárias para efetivar a extradição da ex-deputada federal Carla Zambelli (PL-SP). Ela está presa na Itália.

A Corte de Apelação de Roma deu duas sentenças favoráveis à extradição, uma pela invasão dos sistemas do CNJ (Conselho Nacional de Justiça) e outra pelo episódio em que ela perseguiu um homem com uma arma, em São Paulo, na véspera das eleições de 2022.

Moraes afirmou que os documentos exigidos pelas autoridades italianas já foram devidamente encaminhados e, com isso, cabe ao Ministério da Justiça e Segurança Pública e ao Palácio do Itamaraty prosseguir com os trâmites.

Zambelli foi condenada pelo STF a 10 anos de prisão pelo caso do CNJ. Na ocasião da invasão do sistema, ela também teria incluído, com a ajuda do hacker Walter Delgatti, um mandado de prisão falso contra Moraes.

    Já pela perseguição armada, a sentença imposta pelo Supremo foi de cinco anos e três meses. Ao chegar no Brasil, a ex-parlamentar deve ser levada à Penitenciária Feminina do Distrito Federal, conhecida como Colmeia.

    A ex-deputada fugiu do Brasil no fim de maio do ano passado. Na época, o último recurso da sua defesa no processo sobre o CNJ estava prestes a ser rejeitado pelo STF, o que abriria caminho para Moraes decretar o início do cumprimento da pena.

    A PGR (Procuradoria-Geral da República) pediu a prisão preventiva e o nome de Zambelli foi incluído na lista da Interpol. Em julho, ela foi detida em uma ação da Polícia Federal (PF) em parceria com policiais italianos.

      Brasil e Itália têm um tratado de extradição desde os anos 1990. O texto estipula que só pode ser extraditada pessoa condenada que tenha tido os direitos mínimos de defesa assegurados no país de origem – justamente o que a defesa de Zambelli contesta.

      O tratado também aponta como requisito para a extradição a ausência de motivos para supor que, depois de devolvida ao país de origem, a condenada venha a ser submetida a pena ou tratamento que violem direitos fundamentais.

       Os advogados de Zambelli afirmam que ela é vítima de perseguição política e que o Supremo agiu com parcialidade ao condená-la. As alegações foram rejeitadas pelos juízes italianos.

      Imóvel de R$ 900 mil na mira de suspeito, namorado investigado: entenda reviravolta no caso de estudante morta na Savassi

       Investigação aponta que suspeito tentou forjar suicídio após a morte de Giovanna Neves Santana Rocha, de 22 anos e tinha interesse no patrimônio herdado pela vítima. Adalton Martins Gomes, de 45 anos, foi preso preventivamente.

      Por Ana Carolina Ferreira — Belo Horizonte

      Circuito de segurança mostra suspeito saindo do apartamento logo depois do crime

      Circuito de segurança mostra suspeito saindo do apartamento logo depois do crime

      A morte da estudante Giovanna Neves Santana Rocha, de 22 anos, encontrada no apartamento onde morava, na Savassi, em Belo Horizonte, passou a ser investigada como feminicídio após laudo apontar asfixia por sufocação direta.

      O namorado da vítima, Adalton Martins Gomes, de 45 anos, foi preso preventivamente na última sexta-feira (15). Segundo a Polícia Civil, ele tentou manipular a cena do crime para que a morte parecesse um suicídio.

      Segundo as investigações, ele também teria interesse no patrimônio da jovem, que herdou um apartamento avaliado em cerca de R$ 900 mil.

      Veja, abaixo, o que se sabe sobre o caso até agora:

      1. Quem era a vítima?
      2. Como o corpo foi encontrado?
      3. O que apontam as investigações?
      4. Tentativa de forjar suicídio
      5. Imagens do circuito de segurança
      6. Relacionamento recente
      7. Interesse no patrimônio da vítima
      8. Tentativa de reconhecimento de união estável
      9. Histórico do suspeito
      10. O que diz a defesa

        1. Quem era a vítima

        Giovanna Neves Santana Rocha tinha 22 anos e morava sozinha em um apartamento na Savassi, em Belo Horizonte. Segundo familiares e amigos, ela cursava faculdade Psicologia e tinha planos para o futuro.

        De acordo com o advogado da família, Giovanna herdou do pai o imóvel onde vivia, avaliado em cerca de R$ 900 mil, além de ter aproximadamente R$ 200 mil a receber de inventário.

        2. Como o corpo foi encontrado

        O corpo da estudante foi encontrado no dia 9 de fevereiro deste ano por uma amiga, que tinha a chave do apartamento.

        A amiga estranhou o fato de Giovanna não responder mensagens nem comparecer a um almoço marcado. Ao chegar ao imóvel, encontrou a jovem sem sinais vitais e acionou o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu).

        3. O que apontam as investigações

        Inicialmente, o caso foi tratado como suspeita de suicídio. Segundo a Polícia Civil, caixas de medicamentos espalhadas pelo apartamento e o histórico depressivo da jovem contribuíram para que os investigadores cogitassem essa versão no começo.

        A investigação, no entanto, teve reviravolta após o laudo de necrópsia concluir que Giovanna morreu por asfixia causada por sufocação direta.

        4. Tentativa de forjar suicídio

        Segundo a Polícia Civil, o namorado da vítima tentou alterar a cena do crime para simular um suicídio. A investigação aponta que elementos deixados no apartamento ajudaram a construir inicialmente a hipótese de que Giovanna tentou se matar.

        Depois da conclusão do laudo pericial, o caso passou a ser tratado como feminicídio.

        5. Imagens do circuito de segurança

        Imagens de circuito de segurança mostram Adalton Martins Gomes deixando o prédio onde morava com Giovanna pouco depois do horário estimado para o crime (veja vídeo no começo da reportagem).

        Segundo a polícia, ele aparece saindo normalmente do edifício para trabalhar, horas antes de o corpo ser encontrado pela amiga da vítima.

        6. Relacionamento recente

        De acordo com a investigação, Giovanna e Adalton começaram a se relacionar em outubro de 2025 e estavam juntos havia cerca de quatro meses.

        A Polícia Civil informou que, pouco tempo após o início do relacionamento, o homem passou a morar no apartamento da jovem e chegou a transferir contas da residência para o próprio nome.

        Testemunhas disseram ainda que Giovanna mudou de comportamento após o início da relação. Amigos e familiares relataram afastamento social, mudanças na forma de se vestir e sinais de dependência psicológica e vulnerabilidade emocional.

        7. Interesse no patrimônio da vítima

        A Polícia Civil trabalha com a hipótese de que o suspeito tinha interesse financeiro no patrimônio da estudante.

        Segundo o advogado da família, poucos dias após o início do namoro, Adalton colocou contas da residência no nome dele e procurou o escritório responsável pelos processos de inventário da jovem para solicitar mudança de advogado.

        8. Tentativa de reconhecimento de união estável

        Ainda segundo a investigação, após a morte de Giovanna, o suspeito tentou oficializar a relação. De acordo a Polícia Civil, Adalton ajuizou uma ação de reconhecimento de união estável post mortem e pressionou amigas da vítima para confirmarem a existência da relação formal.

        9. Histórico do Adalton

        Segundo a Polícia Civil, Adalton Martins Gomes é casado no papel e pai de quatro filhos. A investigação aponta que ele dizia à vítima que estava separado, mas a separação nunca foi formalizada.

        Ainda conforme a polícia, ele possui registros de importunação sexual e histórico de violência psicológica em relacionamentos anteriores.

        Após a morte da estudante, vizinhos relataram que o suspeito levou outras mulheres ao apartamento e impediu a entrada de familiares da vítima no imóvel.

        10. O que diz a defesa

        Segundo a Polícia Civil, no momento da prisão, o suspeito optou por permanecer em silêncio. O g1 não conseguiu contato com a defesa de Adalton Martins Gomes nem com familiares dele até a última atualização desta reportagem.

        Fotos mostram momento em que suspeito é preso pela polícia e também no dia do crime, quando foi flagrado por câmeras de segurança — Foto: PCMG/Divulgação

        Fotos mostram Giovanna Neves, de 22 anos, morta em BH, e o homem preso suspeito de feminicídio — Foto: Reprodução/ Polícia Civil

        Fotos mostram Giovanna Neves, de 22 anos, morta em BH, e o homem preso suspeito de feminicídio — Foto: Reprodução/ Polícia Civil

        Jovem morta por namorado: o que se sabe sobre o caso | G1