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quinta-feira, 14 de maio de 2026
Financiou mas o banco do vorcaro nem existia
quando vorcaro fundou o banco - Pesquisa Google
Preso, pai de Daniel Vorcaro doou R$ 1 milhão para campanha de Zema, revelou Eduardo Bolsonaro
Filho de Jair Bolsonaro compartilhou registro de R$ 1 milhão de Henrique Moura Vorcaro ao diretório mineiro do Novo após críticas de Romeu Zema a Flávio Bolsonaro
Por: Diego Feijó de AbreuPublicado: 14/05/2026
Eduardo Bolsonaro dá resposta a Zema sobre doação de Henrique Vorcaro - Fotomontagem: SECOM/MG e Linkedin
Eduardo Bolsonaro elevou o tom contra Romeu Zema (Novo) nesta quinta-feira (14) ao usar uma doação de R$ 1 milhão feita por Henrique Moura Vorcaro, pai de Daniel Vorcaro, ao Novo de Minas Gerais para rebater as críticas do ex-governador ao senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). A ofensiva ocorre após Zema chamar de “imperdoável” o pedido de dinheiro feito por Flávio ao ex-controlador do Banco Master para financiar o filme “Dark Horse”, sobre Jair Bolsonaro.
Henrique Moura Vorcaro entrou no centro da disputa porque, além de aparecer como doador de R$ 1 milhão ao Novo em Minas Gerais nas eleições de 2022, foi preso em uma nova fase da operação da Polícia Federal sobre o escândalo Master.
A reação de Eduardo mirou a principal contradição política explorada por bolsonaristas no caso: enquanto Zema condenou Flávio por cobrar dinheiro de Daniel Vorcaro, o diretório mineiro do Novo recebeu, nas eleições de 2022, uma doação milionária do pai do banqueiro. O registro aparece na prestação de contas eleitoral, cuja base pública está disponível no Portal de Dados Abertos do TSE.
Eduardo Bolsonaro usa doação ao Novo para atacar Zema
Eduardo Bolsonaro afirmou que Zema não ouviu “o outro lado” antes de atacar Flávio e acusou o ex-governador de Minas de usar o episódio para fazer uma acusação “sem fundamentos”. Em publicação no X, o filho de Jair Bolsonaro negou que o caso envolva desvio de dinheiro, Lei Rouanet ou recursos públicos.
A crítica veio em resposta ao vídeo em que Zema classificou como “um tapa na cara dos brasileiros de bem” a cobrança feita por Flávio a Daniel Vorcaro. O ex-governador, que tenta se consolidar como nome da direita para 2026, passou a ser tratado por bolsonaristas como adversário direto no campo conservador.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) também entrou na ofensiva. Ela publicou o registro da doação de Henrique Moura Vorcaro ao Novo de Minas e acusou Zema de “pisotear” Flávio Bolsonaro antes do desdobramento dos fatos.
“Zema não esperou o desdobramento dos fatos para aproveitar e pisotear na cabeça do Flávio. Até ontem queria ser vice. Agora usou como trampolim e já diz que é ‘imperdoável’”, escreveu Júlia.
Doação do pai de Vorcaro pressiona Romeu Zema
O ponto central da investida bolsonarista é a doação de R$ 1 milhão de Henrique Moura Vorcaro ao Novo em Minas Gerais. Henrique é pai de Daniel Vorcaro, banqueiro que aparece nas conversas com Flávio Bolsonaro sobre o financiamento de “Dark Horse”.
O registro da doação não indica, por si só, ilegalidade. O efeito político, porém, foi imediato. Eduardo Bolsonaro e aliados passaram a usar o dado para acusar Zema de hipocrisia e para pressionar o Novo, partido que tenta ocupar espaço próprio na direita sem romper completamente com o bolsonarismo.
Júlia Zanatta foi além e defendeu que o PL desfaça acordos com o Novo nos estados. “Se eu fosse presidente do PL iria desfazer imediatamente qualquer acordo em qualquer estado com o Novo como resposta. Isso não é aliado”, afirmou a deputada.
Áudios de Flávio Bolsonaro com Vorcaro detonaram a crise
A disputa começou após a revelação de áudios e mensagens em que Flávio Bolsonaro aparece negociando apoio financeiro de Daniel Vorcaro para a produção de “Dark Horse”. Como mostrou a Fórum, a negociação envolvia US$ 24 milhões, cerca de R$ 134 milhões.
Flávio confirmou que pediu dinheiro a Vorcaro, mas negou irregularidade. O senador afirmou que buscava patrocínio privado para o filme, sem uso de recursos públicos, Lei Rouanet ou vantagem pessoal.
A versão do senador, no entanto, sofreu novo desgaste depois que a produtora de “Dark Horse” negou ter recebido dinheiro de Daniel Vorcaro. A negativa foi publicada pela Revista Fórum.
O caso abriu uma guerra pública na direita. Zema tentou se diferenciar de Flávio Bolsonaro ao condenar a cobrança ao banqueiro. Eduardo Bolsonaro respondeu explorando a doação do pai de Vorcaro ao Novo. O episódio expõe a disputa por espaço no campo conservador e aprofunda o racha entre o bolsonarismo e o partido de Zema.
Deputado visita o APAE de Teófilo Otoni
Visitamos hoje a APAE de Teófilo Otoni-MG, local ao qual destinamos recursos que irão custear a alimentação de mais de 900 crianças e seus acompanhantes 🙌🏻 Seguimos trabalhando 👍🏻🇧🇷
Órgão do Ministério da Saúde sugere tratar autistas severos com eletrochoque
Especialistas se posicionam contra a prática e alertam para os riscos atrelados a ela
Mais contraditório, impossível. Nikolas Ferreira votou a favor de taxar as compras da SHEIN. É contra o fim da escala 6x1.
Pastor Evangélico é preso em Pontal suspeito de série de roubos e furtos em Minas Gerais
- PorPorto Ferreira Hoje
- 13 de maio de 2026
O Pastor Evangélico, de 40 anos, foi detido pela Polícia Militar e encaminhado ao Centro de Detenção Provisória (CDP) de Pontal, onde segue preso à disposição da Justiça.
Um pastor de 40 anos foi preso pela Polícia Militar no último domingo (10), em Pontal, interior de São Paulo, suspeito de participação em crimes de roubo e furto registrados na cidade de Carmo do Paranaíba, em Minas Gerais.
De acordo com informações da polícia, o suspeito foi localizado e detido durante ação realizada no município paulista. Após a prisão, ele foi encaminhado ao Centro de Detenção Provisória (CDP) de Pontal, onde segue preso à disposição da Justiça.
As investigações apontam possível envolvimento do homem em ocorrências criminosas registradas em Minas Gerais. Até o momento, a defesa do suspeito não foi encontrada para se manifestar sobre o caso.
Fonte: Notícias Ribeirão Preto
quarta-feira, 13 de maio de 2026
DESMENTINDO AS MENTIRAS DAS ANTAS DA EXTREMA DIREITA..
1-Desmentindo o bolso-Patismo
A origem do vírus da COVID-19 (SARS-CoV-2) ainda é objeto de debate internacional, mas a maioria das evidências científicas aponta para uma origem natural, e não para uma criação humana.Embora o vírus tenha sido identificado pela primeira vez em Wuhan, na China, em dezembro de 2019, não há provas de que ele tenha sido "criado" deliberadamente por cientistas chineses.2-STF E BOLSONARO.
Autonomia dos Estados e Municípios: A Corte reconheceu que estados e municípios têm legitimidade para estabelecer medidas restritivas locais, não dependendo de autorização da União.O que o STF decidiu: O ministro Alexandre de Moraes, ao analisar uma ação da OAB, decidiu em 2020 que o Palácio do Planalto não poderia intervir em restrições ao comércio, escolas e circulação de pessoas determinadas localmente.Ações da União: A decisão não desobrigou o governo federal de combater a doença, mas limitou a capacidade da União de reverter medidas de saúde pública locais.Fake News: O STF desmentiu informações de que teria proibido o ex-presidente de tomar qualquer medida contra rupturas institucionais, esclarecendo que esse teor de decisão monocrática era FALSO.
Não existe comprovação científica de que o chamado "tratamento precoce" (ou "Kit Covid"), composto por medicamentos como hidroxicloroquina, cloroquina e ivermectina, seja eficaz para prevenir ou curar a Covid-19.Entidades de saúde renomadas e estudos publicados em revistas científicas, como a The Lancet, reforçam que essas substâncias não alteram o curso da doença e podem causar efeitos colaterais graves.Abaixo, os pontos principais sobre o tema:Ineficácia comprovada: Medicamentos como a ivermectina, cloroquina e azitromicina foram testados em diversos estudos clínicos e não demonstraram benefícios contra o coronavírus.Riscos à saúde: O uso inadequado desses fármacos pode causar problemas cardíacos, hepáticos e resistência bacteriana.Antivirais autorizados: Atualmente, existem medicamentos antivirais específicos (como o Paxlovid) aprovados por agências como a Anvisa para pacientes com alto risco de complicações, mas eles devem ser prescritos sob rigorosa orientação médica.Melhor prevenção: A vacinação, o uso de máscaras em ambientes de risco e a higiene das mãos continuam sendo as formas mais eficazes de proteção.Sempre consulte um médico antes de iniciar qualquer medicação e siga as orientações oficiais do Ministério da Saúde.
4-ATRASO NA COMPRA DAS VACINAS
Com base em relatórios da CPI da Covid e investigações, há evidências e alegações significativas de que o governo Jair Bolsonaro atrasou a compra de vacinas contra a Covid-19, recusando ofertas e desautorizando negociações.Principais pontos sobre o tema:Recusa de Ofertas: A CPI da Covid apontou que o governo recusou 11 ofertas formais de vacinas, incluindo a da Pfizer. A empresa relatou um "atraso letal" na compra, segundo o El País Brasil.Cancelamento da Coronavac: Bolsonaro desautorizou publicamente o seu próprio Ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, em outubro de 2020, ao cancelar a intenção de compra de 46 milhões de doses da Coronavac, produzida pelo Instituto Butantan.Declarações contra a Pressa: O presidente afirmou diversas vezes que não havia pressa para a compra de vacinas e questionou a eficácia e segurança dos imunizantes.Impacto na Vacinação: Especialistas e a CPI estimaram que a demora na aquisição resultou em um atraso no início da vacinação no Brasil e causou milhares de mortes evitáveis.Defesa do Governo: Jair Bolsonaro negou ter atrasado a vacinação, argumentando que as vacinas não estavam disponíveis em 2020 e que o país começou a vacinar em janeiro de 2021, logo após a aprovação da Anvisa.Andamento Jurídico:Em agosto de 2023, o ministro Cristiano Zanin, do STF, arquivou ações que questionavam a omissão do governo federal na compra de vacinas, considerando a mudança no cenário sanitário e o fim da emergência de saúde.Nota: Alguns processos e investigações sobre o tema foram arquivados ou suspensos, conforme noticiado pela CNN Brasil e Agência Brasil.


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