segunda-feira, 9 de março de 2026

𝐎𝐬 𝐧𝐮́𝐦𝐞𝐫𝐨𝐬 𝐝𝐨 𝐁𝐫𝐚𝐬𝐢𝐥 𝐞𝐦 𝟐𝟎𝟐𝟓 𝐬𝐚̃𝐨 𝐝𝐞 𝐛𝐫𝐚𝐝𝐚𝐫 𝐚𝐨𝐬 𝐜𝐞́𝐮𝐬. 𝐏𝐚𝐫𝐞𝐜𝐞 𝐪𝐮𝐞 𝐚 𝐩𝐫𝐨𝐦𝐞𝐬𝐬𝐚 𝐝𝐞 𝐩𝐢𝐜𝐚𝐧𝐡𝐚 𝐩𝐚𝐫𝐚 𝐨𝐬 𝐩𝐨𝐛𝐫𝐞𝐬 𝐭𝐞𝐫𝐚́ 𝐝𝐞 𝐬𝐞𝐫 𝐚𝐝𝐢𝐚𝐝𝐚:

 𝐎𝐬 𝐧𝐮́𝐦𝐞𝐫𝐨𝐬 𝐝𝐨 𝐁𝐫𝐚𝐬𝐢𝐥 𝐞𝐦 𝟐𝟎𝟐𝟓 𝐬𝐚̃𝐨 𝐝𝐞 𝐛𝐫𝐚𝐝𝐚𝐫 𝐚𝐨𝐬 𝐜𝐞́𝐮𝐬. 𝐏𝐚𝐫𝐞𝐜𝐞 𝐪𝐮𝐞 𝐚 𝐩𝐫𝐨𝐦𝐞𝐬𝐬𝐚 𝐝𝐞 𝐩𝐢𝐜𝐚𝐧𝐡𝐚 𝐩𝐚𝐫𝐚 𝐨𝐬 𝐩𝐨𝐛𝐫𝐞𝐬 𝐭𝐞𝐫𝐚́ 𝐝𝐞 𝐬𝐞𝐫 𝐚𝐝𝐢𝐚𝐝𝐚:

LULA PROMETEU E CUMPRIU...


QUEM DISSE QUE NÃO HAVERIA PICANHA? Lula prometeu e cumpriu! O preço da carne baixou e a picanha tornou-se um corte mais acessível outra vez. Em ...
Facebook · Leonel Radde · 21 de jul. de 2025


I - O Brasil de Lula teve o menor crescimento econômico dos últimos 5 anos, PIB - 2,3%

Jair Bolsonaro (2019–2022): pandemia e recuperação parcial

O governo Bolsonaro iniciou com expectativas de reformas e modernização econômica. Porém, em 2020, a pandemia de Covid-19 atingiu em cheio o país e derrubou o PIB. A queda global afetou praticamente todas as economias, e o Brasil não foi exceção.

Nos anos seguintes, 2021 e 2022, houve recuperação, mas o avanço médio do PIB no período ficou em torno de 1,5% ao ano, impactado pela inflação, juros altos e instabilidade política.

Lula (2023–2025): retomada acima da média mundial

No retorno ao poder, Lula voltou a colocar o crescimento econômico no centro da agenda. Os números mais recentes comprovam uma retomada:

  • 2023: PIB cresceu 3,2%

  • 2024: PIB avançou 3,4%, maior taxa anual desde 2021

  • 2025: parcial indica expansão, com alta de 0,1% no 3º trimestre e 1,8% na comparação anual

O desempenho coloca o Brasil em um ritmo acima do registrado no governo anterior e acima da média da América Latina em alguns recortes.

Comparação geral dos governos (resumo)

  • Lula (2003–2010): forte expansão, média de 4% ao ano

  • Dilma (2011–2016): baixo crescimento e recessão

  • Temer (2016–2018): estabilização e crescimento modesto

  • Bolsonaro (2019–2022): impacto da pandemia e recuperação parcial

  • Lula (2023–presente): retomada com dois anos seguidos acima de 3%

A análise do PIB ao longo dos últimos governos mostra ciclos distintos da economia brasileira momentos de forte expansão, períodos de crise e fases de recuperação lenta. Dados recentes indicam que o Brasil vive novamente uma fase de aceleração econômica, com crescimento sólido em 2023 e 2024.

O desafio agora é manter o ritmo em 2025 e consolidar um ambiente de estabilidade, investimento e geração de empregos.


E o mais curioso é a comparação com alguns vizinhos:
• Argentina de Javier — cresceu o dobro PIB - 4,5%

                                   

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YouTube · O POVO · 20 de out. de 2025



• Paraguai de Santiago Penã — cresceu o triplo PIB - 6%
II - O Brasil saiu da lista das 10 maiores economias do mundo, caiu da décima, para décima primeira posição, sendo ultrapassado pela Rússia — um país que está em guerra há quatro anos.

Com Bolsonaro, Brasil deixa de ser uma das 10 maiores economias do mundo e cai para 12ª

Dados do Fundo Monetário Internacional (FMI) coligidos pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) apontam que o Brasil não ficará mais entre as 10 maiores economias do planeta. O Brasil está despencando no ranking econômico global e ficará, ao final de 2020, em 12º lugar, atrás de Canadá (que assumiu a nona colocação), Coreia do Sul e Rússia. A informação foi publicada pelo jornal Valor Econômico.

Em 2019, primeiro ano de Bolsonaro no poder, o Brasil já havia caído da 8ª para 9ª posição entre as 10 maiores economias do mundo, atrás de EUA, China, Japão, Alemanha, Índia, Reino Unido, França e Itália. Com as novas perspectivas e estudos, o País deve ir para o 12° lugar, sendo superado por Canadá, pela Coreia do Sul e pela Rússia, três países que ficaram na nona posição, na décima e na 11ª, ainda segundo as estatísticas do FMI analisadas pela FGV.

No contexto atual, o mercado financeiro prevê uma recessão de 4,8% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro. O País tem mais de 13 milhões de desempregados e quase 40 milhões na informalidade, sem direitos trabalhistas, de acordo com dados oficiais.

Convencer investidores de que existe demanda no Brasil com um fraco mercado consumidor é um dos principais desafios de Jair Bolsonaro e do ministro da Economia, Paulo Guedes. “Ambos, além de apostar na iniciativa privada para o crescimento, veem a meritocracia de cada cidadão brasileiro como o suporte para alavancar o PIB. E o projeto de sociedade ainda é inexistente, como se observa na PEC do Teto dos Gastos, que congela investimentos públicos e faz o País correr o risco de voltar ao mapa da fome” analisa Márcio Cardona, presidente do SindSerJun.


III - Cerca de 5 milhões de brasileiros “picaram a mula”, ou seja, emigraram.
Este é o maior fluxo de saída de brasileiros desde 2002.

O analista político internacional Arick Wierson e o advogado de imigração Wilson Bicalho tratam da operação feita pelos Estados Unidos de ...
YouTube · SBT News · 24 de jan. de 2025

Sim, Trump… chegou a vez dele
No mês de março, liberta o povo brasileiro.
Fim da aula
By. Ti Mond

Isso você só ouve na radio tedio Otoni

Durante o programa da radio Teófilo Otoni um senhor reclama de problema nos terminais eletrônicos do banco do Brasil.

e fala da corrução no Brasil e cita banco máster..

mas o radialista ficou com o bico fechado pois tanto o bolsonaro quanto o Tarcísio receberam grana do dono do banco que esta preso...

Governadores conservadores que colocaram dinheiro no banco.

                          isso não pode falar na radio NAO.             



Governadores e fundos estaduais, com destaque para Cláudio Castro (PL-RJ) e Ibaneis Rocha (MDB-DF), são investigados por aplicações de regimes previdenciários no Banco Master
. A Polícia Federal investiga o uso de fundos de aposentadoria de servidores para adquirir papéis da instituição, envolvendo riscos de bilionários prejuízos.
Os principais casos envolvendo governadores e estados são:
  • Cláudio Castro (PL-RJ): O Rioprevidência investiu cerca de R$ 970 milhões em títulos do Banco Master, com compras realizadas entre 2023 e 2024, sofrendo fiscalização da PF.
  • Ibaneis Rocha (MDB-DF): O Banco de Brasília (BRB), ligado ao DF, é mencionado por ter comprado carteiras do banco, com movimentações na casa dos bilhões
    .
  • Clécio Luís (SD-AP): O AmapáPrevi investiu R$ 400 milhões.
  • Wilson Lima (UB-AM): O AmazonasPrev aplicou R$ 50 milhões.
Além de governadores, diversos municípios com prefeitos aliados também aplicaram no Banco Master, com o total ultrapassando quase R$ 2 bilhões em, supostos, papéis de alto risco.


Mas porque o radialista não falou. Amigo o presidiário (atual ante na papuda) recebeu grana do dono do banco. E o que você acha ..ate deputado da caminhada andou no jato do cara...                               


Roberto Campos Neto no Banco Central que o esquema do cresceu, já o senador Ciro Nogueira, ex-ministro da Casa Civil de Bolsonaro e muito amigo ...
Instagram · Rogério Correia · 2 dias atrás



E NO FINAL TOCA UMA MUSICA DO

ZEZE DE CAMARGO..MAS QUE EXEMPLO...KK


                                                 



Cantores sertanejos como Gusttavo Lima (R
 45 milhões), Leonardo (R$ 42 milhões), Chitãozinho & Xororó, e César Menotti & Fabiano estão entre os que mais receberam verbas públicas (Lei Rouanet e prefeituras) para shows em 2025, de acordo com levantamentos baseados em dados oficiais. Outros nomes como Ivete Sangalo, Jorge & Mateus, DJ Alok, Simone Mendes e Wesley Safadão também aparecem com cachês altos pagos por administrações municipais.
Artistas com altos cachês ou uso de verbas públicas:
Contexto:
  • Prefeituras: A maioria dos recursos provém de prefeituras, especialmente para festas juninas e de Réveillon, gerando debates sobre a necessidade de tais gastos em municípios com dificuldades orçamentárias.
  • Legislação: Os valores englobam tanto contratos diretos com o poder público quanto incentivos via Lei Rouanet.
  • Recomendações: Órgãos como o Ministério Público da Bahia e Tribunais de Contas têm recomendado limites de cachê (por exemplo, R$ 700 mil) para contratações públicas.

Nota: Os dados são baseados em levantamentos publicados em dezembro de 2025 e janeiro de 2026, com foco em dados de 2025.