quarta-feira, 13 de maio de 2026

DESMENTINDO AS MENTIRAS DAS ANTAS DA EXTREMA DIREITA..

 



1-Desmentindo o bolso-Patismo

A origem do vírus da COVID-19 (SARS-CoV-2) ainda é objeto de debate internacional, mas a maioria das evidências científicas aponta para uma origem natural, e não para uma criação humana.Embora o vírus tenha sido identificado pela primeira vez em Wuhan, na China, em dezembro de 2019, não há provas de que ele tenha sido "criado" deliberadamente por cientistas chineses.

2-STF E BOLSONARO.

Autonomia dos Estados e Municípios: A Corte reconheceu que estados e municípios têm legitimidade para estabelecer medidas restritivas locais, não dependendo de autorização da União.O que o STF decidiu: O ministro Alexandre de Moraes, ao analisar uma ação da OAB, decidiu em 2020 que o Palácio do Planalto não poderia intervir em restrições ao comércio, escolas e circulação de pessoas determinadas localmente.Ações da União: A decisão não desobrigou o governo federal de combater a doença, mas limitou a capacidade da União de reverter medidas de saúde pública locais.Fake News: O STF desmentiu informações de que teria proibido o ex-presidente de tomar qualquer medida contra rupturas institucionais, esclarecendo que esse teor de decisão monocrática era FALSO.

3-TRATAMENTO PRECOSE.
Não existe comprovação científica de que o chamado "tratamento precoce" (ou "Kit Covid"), composto por medicamentos como hidroxicloroquina, cloroquina e ivermectina, seja eficaz para prevenir ou curar a Covid-19.Entidades de saúde renomadas e estudos publicados em revistas científicas, como a The Lancet, reforçam que essas substâncias não alteram o curso da doença e podem causar efeitos colaterais graves.Abaixo, os pontos principais sobre o tema:Ineficácia comprovada: Medicamentos como a ivermectina, cloroquina e azitromicina foram testados em diversos estudos clínicos e não demonstraram benefícios contra o coronavírus.Riscos à saúde: O uso inadequado desses fármacos pode causar problemas cardíacos, hepáticos e resistência bacteriana.Antivirais autorizados: Atualmente, existem medicamentos antivirais específicos (como o Paxlovid) aprovados por agências como a Anvisa para pacientes com alto risco de complicações, mas eles devem ser prescritos sob rigorosa orientação médica.Melhor prevenção: A vacinação, o uso de máscaras em ambientes de risco e a higiene das mãos continuam sendo as formas mais eficazes de proteção.Sempre consulte um médico antes de iniciar qualquer medicação e siga as orientações oficiais do Ministério da Saúde.
4-ATRASO NA COMPRA DAS VACINAS

Com base em relatórios da CPI da Covid e investigações, há evidências e alegações significativas de que o governo Jair Bolsonaro atrasou a compra de vacinas contra a Covid-19, recusando ofertas e desautorizando negociações.Principais pontos sobre o tema:Recusa de Ofertas: A CPI da Covid apontou que o governo recusou 11 ofertas formais de vacinas, incluindo a da Pfizer. A empresa relatou um "atraso letal" na compra, segundo o El País Brasil.Cancelamento da Coronavac: Bolsonaro desautorizou publicamente o seu próprio Ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, em outubro de 2020, ao cancelar a intenção de compra de 46 milhões de doses da Coronavac, produzida pelo Instituto Butantan.Declarações contra a Pressa: O presidente afirmou diversas vezes que não havia pressa para a compra de vacinas e questionou a eficácia e segurança dos imunizantes.Impacto na Vacinação: Especialistas e a CPI estimaram que a demora na aquisição resultou em um atraso no início da vacinação no Brasil e causou milhares de mortes evitáveis.Defesa do Governo: Jair Bolsonaro negou ter atrasado a vacinação, argumentando que as vacinas não estavam disponíveis em 2020 e que o país começou a vacinar em janeiro de 2021, logo após a aprovação da Anvisa.Andamento Jurídico:Em agosto de 2023, o ministro Cristiano Zanin, do STF, arquivou ações que questionavam a omissão do governo federal na compra de vacinas, considerando a mudança no cenário sanitário e o fim da emergência de saúde.Nota: Alguns processos e investigações sobre o tema foram arquivados ou suspensos, conforme noticiado pela CNN Brasil e Agência Brasil.

Bolsonaristas se revoltam com beijinho no rosto de Michelle em Moraes

 Ex-primeira-dama cumprimentou o ministro do STF durante cerimônia de posse do ministro Kassio Nunes Marques na presidência do TSE

Editoria de Gerais

13/05/2026


Michelle Bolsonaro (PL) cumprimentou o ministro Alexandre de Moraes, do STF, durante cerimônia no TSEcrédito: KEBEC NOGUEIRA/METRÓPOLES @kebecfotografo

Um encontro entre a esposa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), Michelle Bolsonaro (PL Mulher), e o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes causou revolta entre os bolsonaristas.

Os dois se cumprimentaram no evento de posse do ministro Kassio Nunes Marques como presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O momento, captado pela reportagem do portal Metrópoles, contou com um abraço e um “beijinho” de Michelle.

Para a ex-juíza Ludmila Lins Grilo esse cumprimento não deveria ter acontecido. Ludmila ficou conhecida por se opor ao uso de máscaras na pandemia com o movimento #AglomeraBrasil e se manifestar contra os tribunais superiores. Ela se declara “exilada nos Estados Unidos” e saiu do Brasil sem comunicar a viagem ao Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG). Foi aposentada compulsoriamente duas vezes pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

Na visão dela, em “casos extremos” como o evento com autoridades, “a recusa do cumprimento é recomendada”. No X (antigo Twitter), ela escreveu que negar um aperto de mão pode ser vista como hostilidade e uma forma de “dizer ao outro que ele não é reconhecido nem sequer no plano da cortesia elementar”.

  • Para Julio Schneider, que tem uma conta de direita com bastante alcance na rede social, o cumprimento foi visto com revolta. “Cumprimentar o sujeito que mandou prender injustamente o próprio marido. Desculpem, eu não tenho estômago pra entender isso. Antes que venham falar de etiqueta. Enfiem essa mesma etiqueta no rabo”, escreveu.

Outros bolsonaristas com contas menores também demonstraram descontentamento. Uma usuária do X, por exemplo, escreveu que “nunca cumprimentaria, tampouco abraçaria, um dos maiores algozes da minha família”. “Não tem regra ou etiqueta de educação que me faça ser educada com alguém que odeia os meus”, escreveu.

    No entanto, outro usuário da rede relembrou a reação de Jair Bolsonaro quando se encontrou com Moraes, durante depoimento no STF, em junho de 2025. Em tom de brincadeira, ele sugeriu que o ministro fosse seu candidato a vice-presidente nas eleições de 2026. “Quando Bolsonaro ficou de frente com Moraes... Convidou até para vice…”, escreveu o usuário.

    A ex-primeira-dama foi defendida por alguns, que acreditaram que os críticos estavam pegando pesado. É o caso de um bolsonarista, em resposta à postagem de Ludmila, escreveu que o “pessoal tá exagerando”. Na visão dele, “o próprio Bolsonaro cumprimentava o carrasco”. “Essa mulher tá lá cuidando do Marido nos piores momentos. Pessoal pegar um cumprimento forçado pra desmerecer ela é muito infantilidade”, publicou.

    Moraes é visto como o maior inimigo da cúpula bolsonarista por ser relator do caso que condenou o ex-presidente a 27 anos de prisão por tentativa de golpe de Estado e trama golpista e por ter mantido Bolsonaro preso sob custódia da federação, e não em regime domiciliar. 

    VÍDEO – Alcolumbre ignora homenagem a Messias em posse de Nunes Marques no TSE

    Davi Alcolumbre, presidente do Senado, ao lado de Lula na posse de Nunes Marques no TSE. Foto: reprodução
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    O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), não aplaudiu o advogado-geral da União, Jorge Messias, durante a posse de Kassio Nunes Marques na presidência do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), na última terça-feira (12). A cena ocorreu duas semanas depois de o Senado barrar a indicação de Messias para uma vaga no Supremo Tribunal Federal (STF), que era apoiado pelo novo presidente do TSE.

    Messias estava no plenário do TSE e foi citado durante o discurso de Beto Simonetti, presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). Ao cumprimentar os presentes, Simonetti destacou o advogado-geral da União.

    “Cumprimento especialmente a advocacia brasileira na pessoa de um querido amigo, que é o advogado-geral da União, Jorge Messias. Receba os cumprimentos da advocacia brasileira”, disse.

    Após a fala, parte dos presentes aplaudiu Messias. Alcolumbre, porém, permaneceu sem se manifestar. Segundo registros da cerimônia, Lula bateu palmas brevemente. O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), e o presidente do STF, Edson Fachin, também não aderiram ao gesto.

    Alcolumbre e Lula ficaram sentados lado a lado durante a solenidade, mas evitaram trocar olhares e não conversaram. Foi a primeira aparição pública dos dois juntos desde a votação que derrotou a indicação de Messias ao Supremo.

    A rejeição do advogado-geral da União marcou uma derrota inédita para o governo Lula. Foi a primeira vez desde 1894 que o Senado recusou um nome indicado pelo presidente da República para o STF. A votação foi secreta e terminou com placar de 42 a 34 contra Messias.

    Alcolumbre era contrário à indicação e atuou em conluio com parlamentares bolsonaristas para derrotar o governo. Desde o início da disputa, o presidente do Senado defendia outro nome para a vaga aberta com a aposentadoria de Luís Roberto Barroso: o ex-presidente do Senado Rodrigo Pacheco (PSB-MG), aliado de Alcolumbre.

    Lula, porém, preferia ter Pacheco como candidato ao governo de Minas Gerais, e não como ministro do Supremo. A escolha de Messias abriu uma crise política entre Planalto e Senado, ampliada pelo resultado da votação.

    Augusto de Sousa
    Augusto de Sousa, 31 anos. É formado em jornalismo e atua como repórter do DCM desde de 2023. Andreense, apaixonado por futebol, frequentador assíduo de estádios e tem sempre um trocadilho de qualidade duvidosa na ponta da língua.


    SE ESSE LOUCO ABRI O BICO VAI EMLOUQUECER MUITA GENTE
                                                          



    ... Senado, Davi Alcolumbre, do União Brasil. Foto: Reprodução/Polícia Civil #JornalDaGazeta #JG19h #informação".
    Instagram · Gazeta Notícias · 12 de dez. de 2025


    COM CERTEZA SE O SENADOR SE NAO ABRIR OS OLHOS,,SEI NAO
                                                     

      



    Notas de cinquenta, a cem e duzentos. Várias delas. Um total de meio milhão de reais. O indivíduo tinha jogado as malas no chão com uma ...
    Instagram · Adriana Garcia · 10 de mar. de 2026



    Concurso INSS 2026: 8.500 Vagas, Salário e Edital

     Concurso INSS 2026: 8.500 Vagas, Salário e Edital

    Concurso INSS 2026: 8.500 Vagas, Salário e Edital

     Postado em 26/03/2026


    O concurso INSS 2026 segue como uma das maiores oportunidades previstas para o serviço público federal: o Instituto Nacional do Seguro Social solicitou autorização para 8.500 vagas, sendo 7.000 para Técnico do Seguro Social, de nível médio, e 1.500 para Analista do Seguro Social, de nível superior. Até 05/05/2026, ainda não há autorização oficial publicada pelo Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) para esse novo edital. A expectativa é que, sem resposta definitiva ao pedido anterior, o INSS renove a solicitação até 31/05/2026. Os salários iniciais estimados são de R$ 6.355,13 para Técnico e R$ 9.874,97 para Analista, podendo chegar a R$ 16.769,79 no topo da carreira.

    Atualizado em 05/05/2026 | Por Fabio Silva, Professor e Mentor do Sou Concurseiro e Vou Passar

    Qual é a situação atual do concurso INSS 2026?

    A situação atual do concurso INSS 2026 é de expectativa. O pedido de autorização para 8.500 vagas segue como a principal referência para o próximo edital, mas ainda depende de aval formal do MGI.

    Como não houve autorização oficial publicada até o início de maio de 2026, o cenário mais prudente para o candidato é considerar o concurso como previsto, e não como autorizado. A própria autarquia já havia indicado a possibilidade de reapresentar o pedido até o fim de maio de 2026, mantendo o mesmo quantitativo de vagas.

    ItemSituação em 05/05/2026
    Status do concursoPrevisto, aguardando autorização
    Vagas solicitadas8.500 vagas
    Cargos previstosTécnico e Analista do Seguro Social
    Banca organizadoraAinda não definida
    EditalPrevisto após autorização do MGI

    Quantas vagas estão previstas para o concurso INSS 2026?

    O pedido do concurso INSS 2026 prevê 8.500 vagas para a carreira do Seguro Social. A maior parte das oportunidades é para o cargo de Técnico do Seguro Social, que exige nível médio.

    CargoEscolaridadeVagas Solicitadas
    Técnico do Seguro SocialNível médio7.000
    Analista do Seguro SocialNível superior1.500
    TotalMédio e superior8.500

    As vagas devem contemplar unidades do INSS em todo o Brasil, mas a distribuição por estado, cidade e Gerência Executiva só será conhecida com a publicação do edital.

    Qual é o salário do concurso INSS 2026?

    A remuneração do concurso INSS 2026 deve seguir a estrutura atual da carreira do Seguro Social. Para o cargo de Técnico, o salário inicial estimado é de R$ 6.355,13. Para Analista, o salário inicial estimado é de R$ 9.874,97.

    CargoSalário Inicial EstimadoTeto da Carreira
    Técnico do Seguro SocialR$ 6.355,13R$ 11.080,01
    Analista do Seguro SocialR$ 9.874,97R$ 16.769,79

    Além da remuneração, os servidores contam com benefícios como auxílio-alimentação, auxílio-transporte, assistência à saúde e progressão funcional. Isso torna o cargo de Técnico do Seguro Social uma das oportunidades mais fortes para quem busca concurso de nível médio na esfera federal.

    Preparação completa com aulas ao vivo, simulados, ANNE (IA) e acompanhamento do Prof. Fabio Silva.

    As nomeações recentes do INSS substituem o novo concurso de 8.500 vagas?

    Não. As nomeações recentes de Analistas do Seguro Social são relacionadas ao Concurso Público Nacional Unificado (CPNU 2) e não substituem o pedido do novo concurso INSS 2026 com 8.500 vagas.

    Em abril de 2026, o INSS nomeou 75 novos Analistas do Seguro Social aprovados no CPNU 2, e o governo também autorizou a nomeação de outros 225 candidatos do mesmo concurso. Essas movimentações reforçam a necessidade de recomposição de pessoal, mas não representam a autorização do edital específico com 7.000 vagas para Técnico e 1.500 para Analista.

    Quem pode se inscrever no concurso INSS 2026?

    Os requisitos do concurso INSS 2026 serão confirmados no edital, mas a tendência é que sigam o padrão dos concursos anteriores da carreira do Seguro Social.

    Técnico do Seguro Social

    • Ensino médio completo;
    • Idade mínima de 18 anos na posse;
    • Regularidade eleitoral e, para homens, militar;
    • Aptidão física e mental para o cargo.

    Analista do Seguro Social

    • Diploma de nível superior;
    • Possível exigência de áreas específicas, conforme especialidade;
    • Demais requisitos gerais da administração pública federal.

    O cargo de Técnico é o mais aguardado porque exige apenas nível médio e concentra o maior número de vagas solicitadas. Já o cargo de Analista pode ser mais interessante para quem possui formação superior e busca remuneração inicial mais alta.

    Como deve ser a prova do concurso INSS 2026?

    A prova do concurso INSS 2026 ainda não tem formato oficial, porque o edital não foi publicado e a banca organizadora ainda não foi definida. No entanto, o concurso anterior para Técnico foi organizado pelo Centro Brasileiro de Pesquisa em Avaliação e Seleção e de Promoção de Eventos (Cebraspe), com prova objetiva no estilo certo ou errado.

    Para quem está começando agora, o melhor caminho é estudar as disciplinas historicamente cobradas no INSS, com prioridade para Direito Previdenciário.

    DisciplinaPrioridade para o INSS
    Direito PrevidenciárioMuito alta
    Língua PortuguesaAlta
    Raciocínio LógicoMédia
    InformáticaMédia
    Direito ConstitucionalMédia
    Direito AdministrativoMédia
    Ética no Serviço PúblicoMédia

    Dica do Prof. Fabio Silva: quem quer disputar o INSS precisa começar por Direito Previdenciário. A Lei 8.213/91, a Lei 8.212/91 e o Decreto 3.048/99 formam a base mais importante da preparação.

    Quando deve sair o edital do concurso INSS 2026?

    O edital do concurso INSS 2026 ainda não tem data oficial. Como a autorização do MGI ainda não foi publicada, qualquer previsão deve ser tratada como estimativa.

    Se o pedido for autorizado nos próximos meses, o INSS ainda precisará escolher a banca organizadora, elaborar o edital, abrir inscrições e definir a data de prova. Por isso, o cenário mais realista é de edital apenas após o avanço formal do processo no MGI.

    EtapaSituação Prevista
    Autorização do MGIAguardando decisão
    Possível reapresentação do pedidoAté 31/05/2026
    Escolha da bancaApós autorização
    Publicação do editalSem data oficial
    ProvasApós edital e período de inscrições

    Vale a pena estudar para o concurso INSS 2026 antes da autorização?

    Sim. Vale muito a pena estudar para o concurso INSS 2026 antes da autorização, principalmente porque o pedido envolve um número expressivo de vagas e o órgão possui demanda histórica por servidores.

    Quem espera o edital costuma enfrentar pouco tempo de preparação e muita concorrência. Já quem começa antes consegue montar base em Previdenciário, Português, Administrativo, Constitucional e Informática, chegando mais competitivo quando a banca for definida.

    • Comece por Direito Previdenciário: é a disciplina central do INSS.
    • Resolva provas anteriores: use o concurso INSS 2022 como referência inicial.
    • Faça revisões semanais: a retenção de conteúdo será decisiva.
    • Treine questões no padrão Cebraspe: mesmo sem banca definida, é o histórico mais relevante.
    • Monte um ciclo de estudos: distribua as matérias por prioridade e dificuldade.

    No Sou Concurseiro e Vou Passar (SCVP), a Mentoria Elite INSS foi criada para quem quer estudar com estratégia, acompanhamento e foco em aprovação. A preparação antecipada pode ser o diferencial entre apenas acompanhar as notícias e chegar pronto para disputar uma vaga.

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    Perguntas Frequentes sobre o Concurso INSS 2026

    O concurso INSS 2026 já foi autorizado?

    Até 05/05/2026, não há autorização oficial publicada para o novo concurso INSS 2026 com 8.500 vagas. O certame segue previsto e depende de aval do MGI.

    O concurso INSS 2026 terá vaga de nível médio?

    Sim, o pedido prevê 7.000 vagas para Técnico do Seguro Social, cargo que tradicionalmente exige ensino médio completo.

    Qual banca deve organizar o concurso INSS 2026?

    A banca ainda não foi definida. O Cebraspe organizou o último concurso para Técnico, mas isso não garante que será escolhido novamente.

    As nomeações do CPNU 2 encerram a necessidade de novo concurso INSS?

    Não. As nomeações do CPNU 2 reforçam o quadro de Analistas, mas não substituem o pedido de 8.500 vagas para Técnico e Analista do Seguro Social.

    Qual matéria estudar primeiro para o concurso INSS?

    Direito Previdenciário deve ser a prioridade. Depois, o candidato deve fortalecer Língua Portuguesa, Direito Administrativo, Direito Constitucional, Informática e Raciocínio Lógico.

    Sobre o Autor

    Fabio Silva é Professor, Mentor e fundador do Sou Concurseiro e Vou Passar. Especialista em concursos públicos, já ajudou milhares de concurseiros a alcançar a aprovação através de mentorias e cursos preparatórios. No portal SCVP, Fabio combina sua experiência com metodologias exclusivas como o Ciclo do Inevitável e a inteligência artificial ANNE para preparar candidatos de todo o Brasil.

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