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CAPETAS EXPULSOS COM SUCESSO. Se o pastor fosse fraquinho daí dava o outro lado da face pra apanhar, mas como é 💪 forte, surra nos capetas.Acho que vou começar ensinar defesa pessoal pros pastores daqui, tem que ser bom de bíblia, disciplinado e bom de braço também
Homem de 37 anos foi localizado nos estúdios de Vargem Pequena, no Rio, durante cumprimento de mandado judicial
Kátia Flávia
14/10/2026
Polícia Civil prendeu o figurante nos estúdios da Record, no Rio de Janeiro
A Polícia Civil do Rio de Janeiro prendeu Allan Christian Rocha de Oliveira, de 37 anos, enquanto ele trabalhava como figurante em uma gravação de produção bíblica da Record, nos estúdios de Vargem Pequena, na zona oeste da capital. Segundo a corporação, ele foi condenado definitivamente por estupro de vulnerável e tinha mandado de prisão expedido pela Justiça.
Eu já fazia com minhas amigas a última caminhada pela beira do Tejo antes de a gente começar a volta para Sintra, quando li essa história. E aqui não há espaço para achar curioso o cenário de TV: o que importa é que uma ordem judicial foi cumprida e que violência sexual contra vulnerável precisa ser tratada com a seriedade absoluta que exige.
De acordo com a Polícia Civil, agentes da Delegacia de Roubos e Furtos de Automóveis da Capital chegaram ao local após trabalho de inteligência e monitoramento. O mandado foi expedido pela Vara de Execuções Penais do Tribunal de Justiça do Rio, para o cumprimento de oito anos restantes de reclusão em regime semiaberto.
A prisão ocorreu na manhã de segunda-feira, quando o figurante estava em atividade no complexo de estúdios. Após a abordagem, ele foi levado para a sede da delegacia e ficou à disposição da Justiça. A defesa de Allan Christian contestou a legalidade da prisão. O advogado Rennan de Abreu afirmou que havia recurso apresentado contra a decisão e sustentou que o cliente não estava foragido, além de alegar possíveis erros no mandado. O processo tramita sob segredo de Justiça, segundo o defensor.
O homem foi levado à delegacia e permaneceu à disposição da Justiça
Eu fico pensando que, em casos assim, é preciso separar tudo com muito cuidado: existe a condenação e o mandado informados pela polícia, existe o direito da defesa de questionar atos processuais, mas nada disso diminui a gravidade de um crime que atinge justamente quem deveria estar mais protegido.
A Record informou que os estúdios das produções bíblicas ficam sob responsabilidade da produtora Seriella. A emissora e a empresa foram procuradas para comentar o caso, mas não esclareceram qual produção estava sendo gravada no momento da prisão.
Não é uma pauta para gracejo, nem para transformar em cena de novela. É uma prisão decorrente de condenação, em um caso de violência sexual, e a prioridade precisa permanecer onde ela sempre deveria estar: na responsabilização e na proteção de vítimas vulneráveis.
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A empresa não pode proibir, limitar o número de vezes, cronometrar o tempo ou exigir autorizações constrangedoras para o funcionário ir ao banheiro.
O entendimento predominante na Justiça do Trabalho e no Tribunal Superior do Trabalho (TST) define que:
O que a empresa NÃO pode fazer
Proibir ou restringir o acesso ao sanitário.
Limitar a quantidade de vezes que o trabalhador vai ao banheiro por dia.
Cronometrar o tempo de permanência ou punir o funcionário pela demora.
Exigir autorização vexatória, preenchimento de formulários ou cobrança de explicações sobre o que foi fazer.
Aplicar advertências, suspensões ou justa causa por uso do banheiro.
Descontar do salário o tempo gasto nas necessidades fisiológicas.
O que a empresa PODE fazer (Poder Diretivo)
Organizar o fluxo de trabalho (como em setores de atendimento contínuo/call center) para que outro funcionário cubra o posto momentaneamente, desde que sem caráter proibitivo, punitivo ou vexatório.
Zelar pela estrutura e higiene dos banheiros (papel higiênico, água, sabonete).
Consequências de abusos
Práticas abusivas violam a dignidade da pessoa humana (Art. 1º, III da Constituição Federal).
O trabalhador que sofre esse tipo de constrangimento pode acionar a Justiça do Trabalho para pedir indenização por danos morais ou, em casos graves e recorrentes, solicitar a rescisão indireta do contrato de trabalho ( "demissão" com todos os direitos garantidos).
Ismael foi apontado como autor da morte da jovem - Foto: Reprodução Redes Sociais
O homem suspeito de sequestrar, torturar e matar a estudante universitária Jamili de Jesus Nunes da Silva, 22 anos, foi preso nesta segunda-feira, 14, em Curuça, no nordeste do Pará. Ismael Lucas da Silva e Silva foi detido temporariamente após se apresentar com um advogado, em uma delegacia de Castanhal.
A jovem, que era evangélica e congregava na igreja Assembleia de Deus, a mesma de Ismael, foi encontrada morta na manhã da quinta-feira, 10, em uma área de piçarreira no distrito de Abade, em Curuçá.
Jamili havia sido vista com vida pela última vez, quando saiu de casa dizendo que iria caminha e depois buscaria um dinheiro que havia emprestado.
Moradores da região onde onde o corpo foi localizado disseram à polícia que, na noite anterior, viram um veículo branco passando em alta velocidade. Na ocasião, segundo eles, foi possível ouvir alguém pedindo ajuda.
Na quinta-feira, a polícia apreendeu um carro que teria sido usado no crime. Não foi informado se foi o mesmo visto pelas testemunhas. O caso é investigado como homicídio qualificado.