segunda-feira, 11 de maio de 2026

Nunes Marques convida Bolsonaro e Collor para posse no TSE mesmo com prisão domiciliar

 Assim como todos os ex-presidentes vivos do Brasil, os dois foram chamados para cerimônia, mas presença depende de autorização do STF

11 de maio de 2026


Bolsonaro (foto) na cerimônia de posse de Nunes Marques no STF, indicado por ele em 2020

PorHédio Ferreira Júnior


BRASÍLIA – O ministro Kassio Nunes Marques convidou os ex-presidentes Jair Bolsonaro e Fernando Collor para a cerimônia de posse na presidência do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), marcada para esta terça-feira (12/5). Os dois, no entanto, estão em prisão domiciliar após condenações impostas pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

A presença deles no evento, porém, dependerá de autorização judicial. Como cumprem medidas restritivas determinadas pelo STF, Bolsonaro e Collor só poderão comparecer caso suas defesas peçam liberação temporária e obtenham aval da Corte.

Nas redes sociais, o ex-deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP), que perdeu o mandato em dezembro, classificou o convite feito pelo ministro como um “merecido” gesto “institucional”. “Importante postura, institucional. Algo difícil de ocorrer em tempos de um judiciário politizado”, escreveu.

Segundo o TSE, no entanto, todos os ex-presidentes vivos foram convidados para a solenidade, seguindo a lista protocolar adotada tradicionalmente em cerimônias do tribunal. A assessoria de Nunes Marques afirmou que o ministro também convidou integrantes do Congresso Nacional e que não houve contato pessoal direto com os convidados.

Solenidades não estão previstas em saídas de presos 

A situação chama atenção porque saídas temporárias de presos domiciliares costumam ser autorizadas em situações específicas, como tratamentos médicos, audiências judiciais ou razões humanitárias. 

No caso de Bolsonaro, o pedido teria de ser analisado pelo ministro Alexandre de Moraes, relator da ação penal que levou à prisão domiciliar do ex-presidente no processo relacionado à tentativa de golpe de Estado. Bolsonaro foi responsável pela indicação de Nunes Marques ao STF em 2020.

Defesa de Collor diz não saber de convite

O advogado Marcelo Bessa, defensor de Collor, afirmou ter tomado conhecimento do convite pela imprensa e disse desconhecer se a comunicação chegou oficialmente ao ex-presidente. Os advogados de Bolsonaro não responderam aos contatos feitos pela reportagem.

Indicado ao STF por Bolsonaro, Nunes Marques assumiu a vaga na Corte em 2020 e agora passa a liderar o tribunal responsável pela organização e fiscalização das eleições brasileiras.

A posse de Nunes Marques ocorre em meio aos preparativos da Justiça Eleitoral para as eleições gerais deste ano. O ministro André Mendonça, outro indicado por Bolsonaro ao Supremo, assumirá a vice-presidência da Corte durante o período eleitoral.

Ex-funcionária de farmácia compartilha vídeo de racismo que sofreu no 1º dia: ‘acabou a cota’

 Drogasil argumentou que episódio teria sido apenas uma brincadeira entre colegas de trabalho

12 de setembro de 2025

Noemi compartilhou vídeo que mostra caso de racismo na Drogasil

PorGabriel Rodrigues


O vídeo de um caso de racismo ocorrido em 2018 em São Paulo viralizou nas redes sociais nesta semana. Em seu primeiro dia de trabalho na rede de farmácias Drogasil, em São Paulo, uma funcionária negra foi ofendida e filmada por uma colega com um cargo mais alto que o seu. A vítima, Noemi Ferrari, levou o caso à Justiça e foi indenizada anos depois.

No vídeo, que ela compartilhou no TikTok, a colega que a filma diz, entre risadas: “essa daqui é a Noemi, nossa nova colaboradora. Fala um oi, querida. Tá escurecendo a nossa loja? Tá escurecendo. Acabou a cota, tá? Negrinho não entra mais”. O registro foi compartilhado em grupos de WhatsApp da empresa. Assista:

Leia também. ‘Heterofobia’ e ‘racismo reverso’ não existem; entenda por quê

Durante o processo, a RD Saúde – dona da Drogasil da Droga Raia – argumentou que o caso não configuraria racismo, e sim uma brincadeira entre colegas. A juíza-relatora Erotilde Minharro retrucou que o episódio é um exemplo de racismo recreativo, “uma forma de discriminação disfarçada de humor, na qual características físicas ou culturais de minorias raciais são associadas a algo desagradável e inferior, mas em forma de ‘piadas’ ou ´brincadeiras’”. O tribunal fixou uma multa de cerca de R$ 37 mil à Drogasil.

Em nota enviada à reportagem, a empresa ressaltou que o caso ocorreu em 2018 e disse lamentar o episódio. “Nossa empresa não compactua com nenhum tipo de discriminação. Diversidade e respeito são valores primordiais”, pontuou. A Drogasil disse, ainda, que tem investido em iniciativas de equidade racial e que finalizou o ano de 2024 com 50% dos cargos de liderança ocupados por pessoas negras.

Jair Bolsonaro veta projeto de lei que facilita acesso a medicamentos contra o câncer




Patrícia achou que a pior notícia já tinha chegado quando descobriu a leucemia da Helena

 


 Patrícia achou que a pior notícia já tinha chegado quando descobriu a leucemia da Helena. Mas, no meio do caminho, veio mais uma: além do tratamento, a filha também precisa de uma cirurgia no coração. Desde então, a vida dela virou uma corrida silenciosa contra o tempo. No vídeo, ela conta como tudo aconteceu e por que essa cirurgia virou a única saída.

                                                                                 
                                                                        





Sim, o governo de Jair Bolsonaro realizou cortes significativos no orçamento destinado ao combate ao câncer para o ano de 2023, conforme divulgado em setembro de 2022. [1, 2]
Aqui estão os principais pontos sobre essa medida:
  • Redução de 45% na verba: O montante destinado à prevenção e controle do câncer caiu de R\( 175 milhões** para **R\) 97 milhões na proposta orçamentária enviada ao Congresso.
  • Impacto no tratamento e infraestrutura: O corte atingiu a Rede de Atenção à Pessoa com Doenças Crônicas – Oncologia, afetando a compra de equipamentos, materiais, reformas de hospitais especializados e a distribuição de medicamentos.
  • Motivação política: Especialistas e veículos de imprensa, como o Estadão, apontaram que a redução serviu para liberar cerca de R$ 19,4 bilhões para o chamado Orçamento Secreto (emendas de relator).
  • Corte no Farmácia Popular: Além da oncologia, o programa Farmácia Popular sofreu um corte de 59%, reduzindo a verba de R\( 2,4 bilhões para R\) 1 bilhão, o que impacta o acesso a remédios gratuitos para diversas doenças.
  • Veto a Medicamentos Orais: Em 2021, Bolsonaro também vetou integralmente o PL 6.330/2019, que facilitaria o acesso de pacientes de planos de saúde a medicamentos orais contra o câncer para tratamento domiciliar

Operação em Poté: Trio detido com cocaína pode ter ligação criminosa

 

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Combate sinistro com dezenas de tiros em Poté, Vale do Mucuri. Prevaleceu a técnica e a disciplina tática! Kauan, 20 anos, faccionado do PCC foi neutralizado na troca de tiros.