terça-feira, 5 de maio de 2026

Casal que se passava por policiais é preso



Ação rápida: Polícia Militar recupera bicicleta furtada no centro e prende dois suspeitos

 

4 de maio de 2026 em Teófilo Otoni 

A Polícia Militar, por meio das equipes do 19º Batalhão de Teófilo Otoni, realizou uma operação bem-sucedida no último domingo (3 de maio), que resultou na prisão de dois homens e na recuperação de uma bicicleta furtada na área central da cidade.

A ação teve início logo após os militares tomarem conhecimento do crime ocorrido na Rua Teodolino Pereira. Com o objetivo de localizar o autor e recuperar o patrimônio da vítima, a equipe do GEPAR iniciou diligências que levaram à identificação do suspeito do furto. Ao ser abordado, o homem confessou espontaneamente a autoria do delito e informou aos policiais que havia vendido a bicicleta para uma oficina situada no bairro Lourival Soares da Costa.

De posse das informações, os militares deslocaram-se até o endereço indicado. No local, o proprietário da oficina foi cientificado sobre a origem ilícita do veículo e entregou o bem aos policiais.

Diante das evidências, o responsável pelo furto e o proprietário da oficina (pelo crime de receptação) foram presos em flagrante. Ambos foram conduzidos à Delegacia de Polícia Civil para as providências legais cabíveis.

Resultado da Ocorrência:

  • Prisões: Um homem preso por furto e outro por receptação.

  • Recuperação: Uma bicicleta restituída.

A operação contou com o esforço conjunto das equipes GEPAR, Rádio Patrulha (RP Sul) e Policiamento Ostensivo Geral (POP Sul).

Fonte: 15ª RPM /19º BPM/  GEPAR 19°BPM/47ª CIA

Explosão em fábrica de fogos na China deixa ao menos 26 mortos e 56 feridos…

 Do UOL, em São Paulo


5.5.2026 - Bombeiros trabalham para extinguir incêndio após explosão em fábrica de fogos de artifício na ChinaImagem: cnsphoto via REUTER


Uma explosão em uma fábrica de fogos de artifício na China deixou ao menos 26 mortos e cerca de 56 feridos. Xi Jinping pediu uma investigação, segundo a mídia estatal.

O que aconteceu

A tragédia ocorreu na cidade de Changsha, na província de Hunan, um importante polo de fabricação do setor. A explosão atingiu a empresa Huasheng Fireworks Manufacturing and Display Company por volta das 16h40 no horário local, informaram emissoras estatais.

Cerca de 500 profissionais trabalharam no resgate. Segundo o jornal South China Morning Post, bombeiros e equipes de saúde foram ao local para socorrer as dezenas de vítimas.

A China domina o mercado global de fogos de artifício. O país exportou US$ 1,14 bilhão no ano passado, o que representa mais de dois terços das vendas mundiais, segundo o Observatório da Complexidade Econômica.

O presidente chinês, Xi Jinping, pediu uma investigação rápida do caso. Ele exigiu a descoberta das causas e a punição rigorosa dos responsáveis pelo acidente.

O governo ordenou o reforço na fiscalização de riscos em setores-chave. Xi Jinping determinou que as autoridades aumentem a segurança pública para proteger a vida e os bens da população

O líder chinês frequentemente emite "instruções importantes" para autoridades locais após grandes acidentes e desastres com vítimas fatais. Na semana passada, pediu uma melhoria nacional na capacidade de resposta a desastres da China.

Xi também havia emitido instruções após um incêndio em Hong Kong em novembro do ano passado no complexo Wang Fuk Court, que matou 168 pessoas.


Governo Trump quer aplicar pena de morte por fuzilamento

 Atendendo a promessa de Trump, Departamento de Justiça recomenda ainda execução por choque elétrico e asfixia por gás diante de dificuldades para obtenção de injeções letais.

Leis e JustiçaEstados Unidos

25 de abril de 2026


Injeção letal é o método mais comum nos EUA para execução da pena de morte


O governo de Donald Trump nos Estados Unidos quer instituir o pelotão de fuzilamento como método para executar condenados à pena de morte por tribunais federais. 

A informação consta de relatório do Departamento de Justiça divulgado nesta sexta-feira (24/04), que recomenda ainda a execução por choque elétrico e asfixia por gás. A pasta argumenta haver dificuldade na obtenção de drogas para injeções letais, método mais comum para execução da pena de morte.

A introdução de novos métodos abriria, assim, "o caminho para a realização das execuções assim que os presos condenados à morte tenham esgotado seus recursos de apelação". A pasta também defende a "agilização dos processos internos para acelerar os casos relacionados à pena de morte".

"Essas medidas são fundamentais para dissuadir os crimes mais atrozes, fazer justiça às vítimas e proporcionar um desfecho há muito esperado aos seus entes queridos sobreviventes", acrescentou o Departamento de Justiça em comunicado.


Pena de morte é mais frequente a nível estadual

O relatório do Departamento de Justiça dá seguimento à promessa de Trump de reinstituir a pena capital a nível federal, após ela ser suspensa pelo governo do democrata Joe Biden. Mas, segundo a agência de notícias Reuters, a próxima execução de um condenado ainda deve levar anos.

A pena de morte é legalizada em 27 estados americanos, mas em quatro deles há moratórias que impedem as execuções. Em outros 23 estados e no Distrito de Columbia, ela foi abolida, de acordo com a ONG Death Penalty Information Center.

Além da injeção letal, os métodos de execução nos estados já incluem pelotão de fuzilamento, asfixia por gás e eletrochoque.

Execução por eletrochoque ainda é praticada em alguns estados americanos



De acordo com a ONG, em 2025 houve 47 execuções em todo o país, com o número recorde de 19 somente na Flórida. Estão programadas para este ano pelo menos 32 execuções em oito estados, das quais, até o momento, já foram realizadas oito.

Nos últimos meses do primeiro governo Trump, 13 presos federais foram mortos por injeção letal. Nos 50 anos anteriores, esse número foi de apenas três.

Trump 1 deu novo impulso à pena de morte

Na primeira vez que foi presidente dos EUA, a partir de 2017, Trump reinstituiu a pena de morte a nível federal, após ela ficar 20 anos em desuso. A medida, contudo, foi suspensa por Biden, que converteu as penas de 37 dos 40 condenados à morte.

O procurador-geral interino dos EUA, Todd Blanche, acusou o governo Biden de negligenciar "seu dever de proteger o povo americano ao se recusar a processar e aplicar a pena máxima aos criminosos mais perigosos, incluindo terroristas, assassinos de crianças e assassinos de agentes da lei".

Atualmente, mais de 40 presos federais aguardam julgamento que pode resultar em pena de morte. Mas esses processos podem se arrastar por anos.

Os EUA são um dos poucos países ocidentais que ainda praticam a pena de morte, apesar de o apoio popular à medida estar em declínio. Segundo uma pesquisa da Gallup feita em outubro do ano passado, 52% apoiavam a pena de morte para condenados por assassinato – o menor índice em mais de 50 anos.



Dificuldades com injeções letais impulsionam outros métodos de execução

A injeção letal ainda é o método de execução mais comum nos EUA, mas tem uma taxa maior de falhas, incluindo o protocolo de dose única adotado pelo governo federal em 2019, que usa pentobarbital, um barbitúrico potente.

Algumas execuções foram abortadas quando funcionários das prisões tiveram dificuldade para encontrar uma veia em um prisioneiro imobilizado. Opositores do método dizem que autópsias dos pulmões de pessoas executadas mostram que elas sofreram um afogamento tortuoso antes de morrer por causa do pentobarbital.

Grandes farmacêuticas se recusam a vender aos sistemas prisionais os medicamentos que podem ser usados em execuções, em parte por causa de um veto da União Europeia. 

Isso levou vários estados americanos a retomar métodos mais antigos nos últimos anos. Cinco estados têm pelotões de fuzilamento, e Idaho deve adotá-lo como método principal em julho, segundo o Death Penalty Information Center. No ano passado, a Carolina do Sul realizou a primeira execução por pelotão de fuzilamento nos Estados Unidos em 15 anos.

Em 2024, o Alabama se tornou o primeiro estado a executar alguém forçando nitrogênio para dentro das vias aéreas por meio de uma máscara facial, provocando asfixia. Esse método desde então foi adotado por Arkansas, Louisiana, Mississippi e Oklahoma. 

Papa Leão 14 pede abolição da pena de morte

Um dia após a decisão da Casa Branca, o Papa Leão 14 pediu a abolição mundial da pena de morte. "A dignidade da pessoa não se perde nem mesmo depois da prática de crimes muito graves", disse Leão em uma mensagem de vídeo. "A Igreja Católica sempre ensinou que toda vida humana, desde o momento da concepção até a morte natural, é sagrada e merece ser protegida."

Leão também manifestou apoio "àqueles que defendem a abolição da pena de morte nos Estados Unidos da América e em todo o mundo".

ra (EFE, Reuters, dpa)

Governo Trump quer aplicar pena de morte por fuzilamento

O ex-presidente sul-coreano Yoon Suk Yeol foi condenado à prisão perpétua em fevereiro de 2026 por liderar uma insurreição


 O ex-presidente sul-coreano Yoon Suk Yeol foi condenado à prisão perpétua em fevereiro de 2026 por liderar uma insurreição e impor lei marcial, falhando uma tentativa de golpe. Embora a promotoria tenha exigido a pena de morte por ameaça à democracia, a sentença final foi de prisão perpétua, conforme relatado pelo g1 e iG/iDinheiro. [1, 2]

Detalhes do Caso (Coreia do Sul):
  • Crime: Yoon Suk Yeol foi considerado culpado por mobilizar forças militares e policiais para declarar lei marcial de emergência e cercar o prédio do legislativo em dezembro de 2024.
  • Pena: A promotoria pediu a pena de morte alegando falta de remorso e ameaça à ordem constitucional, mas a condenação foi prisão perpétua, uma punição rara e severa no país.
  • Contexto: A execução de pena de morte na Coreia do Sul é improvável, mesmo quando sentenciada. [1, 2, 3]
Contexto Brasileiro (STF):
  • No Brasil, o STF encerrou julgamentos sobre tentativas de golpe (8 de janeiro e trama golpista) com penas de reclusão (prisão), não morte.
  • O ex-presidente Jair Bolsonaro foi condenado a mais de 27 anos de prisão por tentativa de golpe de Estado, com o julgamento finalizado em abril de 2026.

TJMG lança documentário sobre a história dos irmão Naves

 Considerado um dos maiores erros judiciários no país, caso dos irmãos Sebastião e Joaquim Naves ganha também série de reportagens, com lançamento hoje em BH

Formado em Comunicação Social (Jornalismo) na PUC Minas. Repórter do jornal Estado de Minas desde 1993.
04/05/2026 


OS IRMÃOS Joaquim Naves Rosa e Sebastião José Naves viviam em Araguari, no Triângulo Mineiro, ONDE FORAM ACUSADOS DO DESAPARECIMENTO DO PRIMOcrédito: ARQUIVO EM


No próximo ano, serão lembradas nove décadas de um caso que entrou para a história do direito penal brasileiro como um dos maiores erros judiciários no país. No alvo, Sebastião José Naves e Joaquim Naves Rosa, irmãos que viviam em Araguari, no Triângulo Mineiro, onde trabalhavam com o comércio de cereais. Na madrugada de 29 de novembro de 1937, o primo dos dois, Benedito Pereira Caetano, desaparece, tendo com ele 90 contos de réis, valor, na época, considerado uma fortuna. Quando comunicam à delegacia de polícia o sumiço do parente, Sebastião e Joaquim se tornam suspeitos de latrocínio.


Muitos já ouviram falar sobre a história que ganhou o noticiário e chegou ao cinema (1967) como “O caso dos irmãos Naves”. Para quem desconhece o dramático episódio, começa hoje uma excelente oportunidade. Na Sala Humberto Mauro (Palácio das Artes), em BH, será lançado (para convidados) o documentário “Sob o peso da tortura, o caso dos irmãos Naves”. Trata-se de uma produção do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), por meio da sua diretoria de comunicação.


Também nesta segunda-feira (4/5), às 18h, será publicada no Portal TJMG (tjmg.jus.br) uma série de sete reportagens sobre o rumoroso caso. No dia 12, às 17h, o documentário será exibido em sessão aberta ao público, no auditório do Órgão Especial do TJMG (Avenida Afonso Pena, 4.001, Serra), na capital.


Já em Araguari, o lançamento ocorrerá na quarta-feira (6/5), no Cine Teatro Rex, também para convidados. Para a produção, foram entrevistados historiadores, magistrados, descendentes de alguns dos principais personagens do caso e pessoas da sociedade de Araguari. As filmagens ocorreram na cidade do Triangulo Mineiro e em BH.


CRIME E CASTIGOS

Vamos agora aos fatos. No mês em que Benedito desaparece, começa o Estado Novo (1937-1945, fase ditatorial da Era Vargas). Um delegado militar, o tenente Francisco Vieira dos Santos, assume o caso. Acreditando que os irmãos Naves são culpados, inicia sessões de torturas até que Sebastião e Joaquim confessam o crime. Submetidos a um primeiro júri, os réus são absolvidos pelo Conselho de Sentença de Araguari. Em grau de recurso, o julgamento é anulado; em um segundo júri, são novamente absolvidos.

Ao julgar o recurso do Ministério Público, o Tribunal de Apelação decide cassar a decisão do Conselho de Sentença do segundo júri e condenar Joaquim e Sebastião a 25 anos e seis meses de prisão. A partir de um pedido de revisão criminal, os irmãos conseguem reduzir a pena para 16 anos e seis meses. Após cerca de oito anos e meio em regime fechado, entram em liberdade condicional.

    Quinze anos depois, em 1952, o caso passa por uma reviravolta. A história dos irmãos será então considerada um dos maiores erros do Judiciário brasileiro. No ano seguinte, o TJMG reconhece a inocência dos irmãos e eles são absolvidos.

    Em nota, o TJMG ressalta que, ao revisitar e documentar o caso, reconhece o erro judicial que vitimou Sebastião e Joaquim, no passado, e busca contribuir para que o caso não caia no esquecimento. “E permaneça como um alerta constante da necessidade de se garantir que situações como as que vitimaram Sebastião José Naves e Joaquim Naves Rosa não se repitam.”

      NÃO CAIA NA CONVERSA...

      Já falamos aqui sobre pessoas que, agindo de má fé, procuram igrejas, mosteiros, capelas e outros espaços sagrados oferecendo serviço de restauração. Cuidado com o golpe: estão interessados mesmo em roubar o acervo. O caso mais recente ocorreu na Região Centro-Oeste. Após um mês de investigação sobre furtos em igrejas de Campo Belo e Cristais, a Polícia Civil de Minas Gerais resgatou diversos bens, incluindo imagens e objetos litúrgicos. Durante as apurações, também foi identificado o suspeito dos crimes – um homem de 37 anos que se apresentava como restaurador de peças sacras. Os furtos foram registrados em 23 de março e 20 de abril.


      ...DO FALSO RESTAURADOR

      Nos levantamentos da delegacia em Campo Belo, os policiais civis localizaram, na residência do investigado, imagens do Cristo crucificado e do Menino Jesus, além de um crucifixo, partes integrantes de outra imagem religiosa, como mãos destacadas e ornamentos litúrgicos, a exemplo de resplendor e mitra episcopal. À frente das investigações, o delegado Yago Machado Arruda disse que o suspeito agia mediante abuso de confiança: ele se apresentava como restaurador de imagens, o que lhe permitia acessar o interior das igrejas. “Aproveitando-se de momentos em que ficava sozinho nos locais, subtraía os objetos e os ocultava, deixando o ambiente sem levantar suspeitas imediatas”. Todo cuidado é pouco, gente”


      PAREDE DA MEMÓRIA

      Maio é o mês de Maria, e lembramos aqui o desaparecimento da imagem da padroeira da Igreja Nossa Senhora do Amparo, em Brejo do Amparo, em Januária. Em madeira e com 1,20m de altura e pesando 35 quilos, a peça sumiu em 23 de setembro de 1987. Conforme dados do MPMG, a imagem de Nossa Senhora do Amparo tem coroa, cabelos longos e escuros, rosto e olhos direcionados para a esquerda. Também com uma coroa, o Menino Jesus tem o rosto e os olhos direcionados para a frente e braços flexionados à frente, vestindo uma túnica em tonalidade clara. Sobre a escultura, na época do furto, era possível observar rachadura próxima ao pescoço da imagem de Nossa Senhora. A devoção a Nossa Senhora do Amparo relembra o momento em que Jesus, pregado na cruz, confia a Santa Maria como “mãe da humanidade”, para que “ampare a todos”.


      ARQUITETURA

      Será lançado no sábado (9/5), das 11h às 14h, em Belo Horizonte, a trilogia “O fazer arquitetural – teoria da prática”, do arquiteto Flávio Carsalade, professor titular da Escola de Arquitetura da UFMG com pós-doutorado na Universidade de Florença, na Itália. Segundo o autor, o primeiro volume fundamenta os demais, desdobrados nos eixos de ensino e de intervenção na pré-existência: “Juntos, os três volumes são o resultado coerente de uma vida dedicada ao projeto, ao ensino de projeto e ao projeto de intervenção em bens culturais”. O lançamento será na Escola de Arquitetura da UFMG, que fica na Rua Paraíba, 697, no Bairro Funcionários, na Região Centro-Sul da capital.


      RESTAURAÇÃO

      Considerada uma das igrejas mais antigas de Minas, a Matriz Nossa Senhora da Conceição, em Matias Cardoso, teve concluída a primeira fase das obras de restauro. Na quarta-feira (29/4), houve bênção para celebrar a entrega à comunidade, já que o templo construído entre 1670 e 1673 ficou interditado devido a problemas na infraestrutura, deficiências na cobertura e outros que punham em risco a segurança dos fiéis. Os recursos para a intervenção foram destinados pelo Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), via Plataforma Semente. Estiveram presentes o procurador-geral de Justiça, Paulo de Tarso Morais Filho, e o diretor-presidente do Joaquim Artes e Ofícios (responsável pela restauração), José Theobaldo Junior.

      PRÊMIO

      As inscrições para o 39º Prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade foram prorrogadas pelo Iphan até o próximo domingo (10/5) e podem ser realizadas no site premiorodrigo.iphan.gov.br. Neste ano, a temática é Patrimônio criativo: inclusão produtiva, trabalho e renda”, com foco em valorização de ofícios, qualificação para atividades criativas, comercialização e remuneração justas e inserção profissional da juventude. Serão contempladas 18 ações exemplares para a preservação e promoção do patrimônio cultural brasileiro realizadas entre 2023 e 2025. O prêmio é de R$ 40 mil para cada um dos vencedores, como estímulo e forma de reconhecimento ao trabalho desempenhado.