sábado, 31 de outubro de 2026

“Eu não quero criminosos ilegais como os Bolsonaros em nosso país, pois eles buscam ser nada mais que sanguessugas às custas do contribuinte americano.”

 



A imagem apresenta uma citação atribuída ao político norte-americano Isaiah Martin, do Partido Democrata: [1]

“Eu não quero criminosos ilegais como os Bolsonaros em nosso país, pois eles buscam ser nada mais que sanguessugas às custas do contribuinte americano.” [1]
Contexto da Declaração
  • Autoria e Origem: As declarações foram feitas por Isaiah Martin (comentarista político e candidato democrata ao Congresso dos Estados Unidos pelo Texas) em publicações nas redes sociais (como o X) em outubro de 2026. [1, 2, 3]
  • Motivação: As manifestações ocorreram em meio à repercussão política e a debates públicos sobre a chegada de Flávio Bolsonaro aos Estados Unidos e questionamentos sobre eventuais custos ou proteção política atribuídos a apoiadores do governo Trump. [1, 2]
  • Repercussão: As declarações de Martin geraram forte debate político nas redes sociais entre apoiadores e opositores do grupo político dos Bolsonaro, com o político defendendo publicamente medidas de deportação. [1, 2]
Você pode acompanhar mais detalhes da cobertura jornalística sobre o caso no Congresso em Foco

Nikolas apoia boicotes a comércios esquerdistas e aponta "crise espiritual"

 Deputado afirmou que bolsonaristas não querem consumir de pessoas que "não condizem com seus princípios"

30/10/2026

Nikolas apoiou boicotes a comércios e pessoas da esquerda, mas alertou para que não aconteça "falta de caridade"

crédito: Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados

O deputado federal Nikolas Ferreira afirmou ser a favor dos boicotes promovidos por bolsonaristas à comércios esquerdistas, nas redes sociais. Para o parlamentar, não consumir destes locais é uma escolha de cada um, apesar de alertar para que as pessoas "não deixem de ser caridosas".

Segundo o deputado mineiro, os boicotes podem ser justificados por ataques e acusações aos eleitores do ex-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL), feitos por apoiadores de Luiz Inácio Lula da Silva. Nikolas defende que cada um escolha de quem vai consumir, e afirma que bolsonaristas não querem fortalecer opositores.

"A gente está vendo empresários, artistas, influenciadores que xingaram, zombaram e acusaram 60 milhões de pessoas de serem extremistas, nazistas, genocidas, golpistas, só porque votaram no candidato de direita. Agora, eles estão indignados porque esses mesmos não querem mais consumir nos seus estabelecimentos. Ora, nós temos o direito de escolher para onde vai o nosso salário, que nada mais é do que o fruto do suado e sagrado trabalho de cada um", afirmou o aliado de Flávio Bolsonaro.

"Eles ficaram esse tempo todo dizendo: 'recua, fascista, recua', e nós recuamos. Agora, a gente não quer mais consumir ou fortalecer pessoas que não condizem com os nossos princípios", completou.

O parlamentar, no entanto, apontou para que as pessoas não deixem de ser caridosas com as outras por terem apoiado candidatos opositores. Para o deputado, essa não é uma "atitude cristã".

"Outra coisa é uma pessoa deixar de ser caridoso com alguém por conta de quem ela votou. É errado e não é uma atitude cristã. Afinal, todos nós não merecemos, e Cristo ainda assim estende a mão para nos ajudar", declarou.

Nikolas, no entanto, afirmou que seus rivais políticos pregam e pedem pela caridade, mas não a cumprem. De acordo com o deputado, existem pessoas que fazem atos de caridade apenas para mostrar virtude, o que, para ele, configura uma crise espiritual.

"Ao lado deles, aparecem também aqueles que sequer professam a fé cristã, que tantas vezes zombam de Cristo, ridicularizam a igreja, desprezam seus ensinamentos, mas agora recorrem à moral cristã para cobrar dos outros virtude que eles próprios rejeitam. Eu sei que você se pergunta: como tem gente que ainda não entende isso? Por dois motivos: primeiro, meu povo perece por falta de conhecimento. E a crise que vivemos é, na verdade, uma crise espiritual disfarçada de crise política", finalizou.

vídeo que viralizou em grupos de WhatsApp e redes sociais mostrava comentários racistas feitos contra uma jovem em seu primeiro dia de trabalho em uma unidade da RaiaDrogasil

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Foto do perfil de provalfar
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Como é de conhecimento público, o vídeo que viralizou em grupos de WhatsApp e redes sociais mostrava comentários racistas feitos contra uma jovem em seu primeiro dia de trabalho em uma unidade da RaiaDrogasil, em São Paulo. O que até então não era amplamente divulgado é que as falas de cunho discriminatório partiram, infelizmente, de uma farmacêutica, com a participação da gerente da loja, durante a apresentação da nova funcionária, contratada para atuar como assistente/caixa.

No registro, surgiram frases como “a loja está escurecendo” e “acabou a cota de negros”. A Justiça do Trabalho rejeitou a tese de que se tratava apenas de uma “brincadeira” e enquadrou o episódio como racismo recreativo, uma prática que utiliza o humor para reforçar estereótipos e perpetuar a exclusão social, ferindo diretamente a dignidade da trabalhadora.

Com a decisão, ficou mantida a indenização de pouco mais de R$ 37 mil arbitrada pelo juízo de 1º grau. Segundo relatos, a vítima utilizou o valor para dar entrada na compra de um apartamento, transformando a reparação judicial em uma conquista pessoal diante da violência sofrida.

O caso evidencia como o racismo recreativo continua presente nos ambientes de trabalho e reforça a necessidade de responsabilização ética e institucional. Além de corrigir a narrativa de que a vítima seria farmacêutica, quando na verdade era assistente/caixa, o episódio acende um alerta à categoria. É inadmissível que profissionais da saúde tenham esse tipo de comportamento. O Provalfar, em nome da categoria farmacêutica, reforça a solidariedade a Noemi @noemisferrari , ressaltando que o crime de racismo é imprescritível e que cabe ao Conselho Regional de Farmácia de São Paulo (CRF-SP) apurar o caso e adotar medidas efetivas para coibir situações semelhantes que comprometem a imagem da profissão.

Fonte: https://ww2.trt2.jus.br/noticias/noticias/noticia/rede-de-drogarias-e-condenada-pela-pratica-de-racismo-recreativo-contra-atendente-de-loja


Funcionária da rede de farmácias Indiana que gravou um vídeo com comentários discriminatórios contra indígenas do povo Maxakali.

 O caso ao qual você se refere aconteceu em outubro de 2022, em Teófilo Otoni (MG), envolvendo uma funcionária da rede de farmácias Indiana que gravou um vídeo com comentários discriminatórios contra indígenas do povo Maxakali. [1]

O episódio gerou grande repercussão e revolta na época:
  • O ocorrido: Durante um ato político na cidade, que contava com a presença de integrantes do povo Maxakali, a funcionária gravou um vídeo insinuando que o "índice de roubo" na cidade teria aumentado devido à presença dos indígenas. [1, 2]
  • Repercussão: O vídeo viralizou nas redes sociais e foi duramente criticado por lideranças indígenas, ativistas e defensores dos direitos humanos, que denunciaram o caso como racismo e preconceito escancarado contra os povos originários. [1, 2]
Nota: Se você estiver procurando por um caso jurídico recente envolvendo discriminação em farmácias, a Justiça do Trabalho condenou em 2025 a rede Raia Drogasil a indenizar uma ex-atendente que sofreu racismo recreativo de colegas em São Paulo, mas o caso específico de Teófilo Otoni contra indígenas envolveu a rede Indiana em 2022

A personal trainer Vivi Lancelotti, professora de uma unidade da academia Up! em Santos, no litoral de São Paulo, foi demitida após ser denunciada por organizar uma lista de boicote a comércios petistas e de esquerda da região.


A personal trainer Vivi Lancelotti, professora de uma unidade da academia Up! em Santos, no litoral de São Paulo, foi demitida após ser denunciada por organizar uma lista de boicote a comércios petistas e de esquerda da região.

 
Em publicações no Facebook, Vivi incentivou a criação de um levantamento de comerciantes por posicionamento político. "Vamos fazer as listas dos comerciantes prestadores de serviços que são de direita, assim não ofendemos os 'alecrins dourados'", escreveu ela em uma das postagens.
Entre as publicações feitas nos dias seguintes ao segundo turno, a bolsonarista compartilhou uma imagem em que convocava os "amigos de direita" a agir. "Chegou a hora de sairmos do discurso", dizia o texto, que listava orientações como "antes de contratar, analisem criteriosamente o posicionamento dos candidatos nas redes sociais" e "precisamos deixar de ser apenas espectadores e começar a fortalecer quem compartilha dos nossos ideais".
Em outra postagem, de terça-feira (27), ela pediu que petistas colocassem um adesivo com a sigla do PT na porta do próprio negócio: "Mostre que você tem orgulho de quem elegeu".
A academia Up! passou a receber mensagens de clientes e internautas criticando a conduta da professora. "Eu não tenho lado, nem votar eu votei. Mas não me matricularia em uma academia onde existem profissionais que exalam ódio e intolerância", escreveu uma pessoa ao perfil da empresa. "Que nojo ter uma professora fazendo boicote por política", disse outra.
Procurada, a academia confirmou o desligamento, mas negou que a motivação tenha sido o boicote. Em nota, classificou a decisão como "operacional e interna" e afirmou que "contrata e dispensa colaboradores todos os anos". A empresa também declarou que "existem colaboradores que votaram em ambos espectros políticos" e que a liberdade política de cada um é respeitada

Câmara arquiva processo de cassação contra vereador filmado quebrando vidro de carro

 

Câmara Municipal de Almirante Tamandaré. Foto: Daniel Castellano / Arquivo Gazeta do Povo
A Câmara Municipal de Almirante Tamandaré, na Região Metropolitana de Curitiba, arquivou o processo de cassação contra o vereador Denys Moraes (PRD). A decisão foi tomada nesta terça-feira (27), após 11 dos 15 parlamentares votarem pelo encerramento do caso por quebra de decoro.

A representação contra Moraes pedia que se analisasse se o parlamentar cometeu quebra de decoro durante um ato político no Centro de Curitiba, quando foi gravado supostamente usando a haste de uma bandeira para quebrar o vidro traseiro de um carro ocupado por um casal.

O caso aconteceu no dia 17 de outubro, durante um ato de apoio ao candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL). A denúncia contra o vereador foi protocolada pelo Partido dos Trabalhadores (PT) no dia 19 de outubro, após a repercussão das imagens.

Segundo informações do presidente da Câmara, o vereador Fábio Guerra Correa (MDB), conhecido como Ferrugem, visto que a maioria dos vereadores votou pelo arquivamento, não foi necessário criar uma Comissão de Ética para analisar os fatos. Ele destacou que nem ele nem o acusado votaram na sessão.