Mostrando postagens com marcador Corregedoria. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Corregedoria. Mostrar todas as postagens

sábado, 15 de setembro de 2012

Cabo da PM é preso suspeito de estupro

E extorsão em Contagem....




O policial, Antônio Mendes Moura, é investigado pela Corregedoria da corporação por tentar arrancar dinheiro de uma jovem de 22 anos e da família dela. Ele está detido no 39º Batalhão aguardando decisões da Justiça Militar



Está preso na sede do 39º Batalhão da Polícia Militar (PM) um cabo suspeito de extorsão e estupro em Contagem, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. O policial, Antônio Mendes Moura, estava sendo investigado pela Corregedoria da corporação por tentar arrancar dinheiro de uma jovem de 22 anos e da família dela. De acordo com o chefe da sala de imprensa da PM, major Gilmar Luciano dos Santos, o cabo prestou depoimento na tarde de terça-feira e fica afastado das atividades militares até o fim das apurações.


A jovem procurou a PM denunciando a perseguição do cabo Moura, que estaria ligando para a casa dela e cobrando dinheiro. Ela disse que foi abordada pelo PM no último domingo, quando estava com outras duas colegas em um bar, no Bairro Maracanã, onde mora. O PM, junto com dois amigos, teria obrigado a jovem a seguir com ele de carro para comprar papelotes de cocaína.

Ela obedeceu o militar e conseguiu a droga, mas ainda assim ele a manteve sob seu poder por algumas horas dentro do carro. Nesse intervalo, a jovem disse que foi molestada pelo policial, mas essa informação ainda está sendo apurada pela Corregedoria. Ela foi obrigada a depositar dinheiro na conta do PM, que depois de libertá-la continuou uma perseguição por telefone em busca de mais dinheiro. A mulher relatou para a polícia que também foi ameaçada de morte.
 
 
 
Fonte:

sexta-feira, 16 de março de 2012

Policial Civil é preso por extorquir empresário.

Um investigador da Polícia Civil foi preso por suspeita de extorquir o dono de um ferro- velho na região do Barreiro, em Belo Horizonte. O caso, mantido sob sigilo pela corregedoria da corporação, responsável pela prisão do acusado, ocorreu no último dia 3. No entanto, acabou vazando e chegou ao conhecimento da reportagem do Super, que teve acesso com exclusividade a várias denúncias contra Mário Lucílio da Silva, incluindo a venda de armas da polícia para criminosos de alta periculosidade.
Conforme as investigações, a prisão aconteceu no momento em que ele se encontrava com o dono do ferro-velho para receber uma quantia em dinheiro, não revelada. O motivo da extorsão é mantido em segredo porque pode envolver outras vítimas, segundo informou uma fonte da Polícia Civil que prefere não ser identificada. Após o flagrante, o investigador foi levado à Casa do Policial Civil, no bairro Horto, na região Leste da capital. No local ficam presos policiais envolvidos em "desvio de conduta".
Por meio de sua assessoria de imprensa, a Polícia Civil confirmou a prisão e disse que o caso é acompanhado pela corregedoria.
Lotado na Superintendência da Polícia Civil, Silva é investigador de classe especial, com quase 28 anos de serviço. Em dezembro, se afastou do trabalho por problemas de saúde. "Ele estava em uma viatura. Quando desceu do carro, a sua arma, uma pistola ponto 40, disparou, atingindo o seu braço, que ficou com vários ferimentos. O curioso é que a arma tem uma trava de segurança e só dispara se o gatilho for acionado. O tiro pode ter sido uma estratégia para conseguir um afastamento, diante das denúncias", suspeita um policial. O "acidente" também virou alvo de investigação da Superintendência da Polícia Civil.
  Fonte
http://noticiadacaserna.blogspot.com/




Investigador está preso na Casa do Policial Civil, na capital mineira
REPRODUÇÃO/STREETVIEW
Investigador está preso na Casa do Policial Civil, na capital mineira

 
Venda de armas para criminosos
O episódio do disparo "acidental" ocorreu pouco tempo após Mário Lucílio da Silva ser apontado em uma investigação como responsável por vender para Ermínio Gomes de Souza duas armas da Polícia Civil. Segundo a polícia, Ermínio Souza fornecia armas e munições para uma quadrilha acusada de tráfico de drogas e assassinatos na região metropolitana de Belo Horizonte.
Na negociação, foram vendidas uma carabina calibre ponto 40 e uma sub-metralhadora HK calibre 9 milímetros. O valor da transação teria sido de cerca de R$ 15 mil para cada arma. Além disso, também foram vendidos um colete a prova de balas da corporação e carregadores de munição.
Todo o armamento foi recuperado pouco tempo depois, durante uma operação da Polícia Civil que desarticulou a quadrilha de Ermínio Souza.
"Durante o depoimento, o suspeito (Ermímio) disse que as armas foram negociadas com o policial", garantiu uma outra fonte da Polícia Civil, que também pediu para não ter o nome revelado.
 
Pelo jeito parece que a policia virou sócia do meu blog...

Eu com certeza eu preferiria não ter a policia como matérias principais no meu Blog , mas já que não e nos que procuramos a noticia e sim a noticia e que procura o “jornalista” eu assumo minha veia jornalística de informar o fato, independente de quem seja...