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quinta-feira, 26 de julho de 2012

Auditor do Ministério do Trabalho é vítima


  De sequestro relâmpago em Juiz de Fora

 

Um auditor do Ministério do Trabalho foi vítima de um sequestro relâmpago em Juiz de Fora, na zona da mata mineira. O principal suspeito do crime é o irmão mais velho da vítima.

Funcionário público estaria sofrendo ameaças de morte por telefone há dois meses, conforme informou na manhã desta quarta à delegacia

Por Tribuna

O auditor fiscal do Ministério do Trabalho, 58 anos, sequestrado em Juiz de Fora na terça-feira (24), estaria sofrendo ameaças de morte por telefone há dois meses, conforme informou na manhã desta quarta (25) a delegada responsável pela investigação, Sheila Oliveira. "Inclusive na noite de terça-feira (24), após o ocorrido, a vítima recebeu outras ligações ameaçadoras. Os telefonemas são originados sempre do mesmo número, com prefixo 31, provavelmente da região de Belo Horizonte." De acordo com a policial, a vítima já havia registrado ocorrência relacionada às ameaças.

 Já o homem, 61, preso em flagrante em Teófilo Otoni sob suspeita de ser o mandante do sequestro-relâmpago do funcionário público, é advogado e irmão da vítima.

Ainda segundo a titular do Núcleo de Ações Operacionais (Naop) da 1ª Delegacia Regional e responsável pelo caso, Sheila Oliveira, o próprio auditor descobriu o envolvimento do irmão no momento de fazer a transferência financeira exigida pelos sequestradores. Pelo número do CPF fornecido à vítima para fazer a movimentação on-line, o nome dele teria aparecido na tela como titular da conta, surpreendendo o fiscal. Conforme a delegada, o preso seria um advogado muito conhecido em Teófilo Otoni e foi facilmente localizado. "Recebi informações de que ele já teria antecedentes por extorsão mediante sequestro. Ele já teria tido desentendimento anterior com o irmão por causa de herança, mas não a esse ponto."

De acordo com o delegado chefe da PF em Juiz de Fora, Cláudio Dornelas, a descoberta do parentesco derrubou a hipótese inicial de que o crime estaria relacionado às profissões exercidas pelo auditor e por um filho dele, que é policial federal. "Como havia indício de participação do irmão da vítima, fizemos contato com a Polícia Civil em Teófilo Otoni e fomos prontamente atendidos, tanto que a prisão dele foi feita (naquela cidade) momentos depois." O advogado permanece preso no município do Vale do Mucuri, no Nordeste de Minas, e deve ser transferido para Juiz de Fora ainda hoje. O delegado disse que qualquer crime envolvendo agente do Estado é de grande preocupação da Polícia Federal.

Fonte:


Médico de T.Otoni é sequestrado

A mando do próprio irmão


Câmera flagra Sandino momentos antes do sequestro

O cardiologista e auditor do Ministério do Trabalho, Sandino Mendes de Almeida, de 58 anos, natural de Teófilo Otoni, foi vítima de um sequestro relâmpago em Juiz de Fora, na zona da mata, onde mora, na última terça-feira(24).
Sandino  foi raptado por três homens dentro de um estacionamento, e levado para casa, que fica em um condomínio fechado.No local, os bandidos renderam também a esposa e o filho da vítima, que é policial federal, além de duas empregadas.
Segundo a polícia, os homens exigiam do auditor uma transferência bancária no valor de R$ 350 mil, o que não foi possível, por conta do limite de transferência permitido pelo banco, de R$ 5 mil por dia.Os sequestradores, então, fizeram com que Sandino transferisse o máximo permitido.
De acordo com a Polícia Civil (PC), neste momento a família se assustou, pois a conta passada pelos assaltantes seria a do irmão mais velho do auditor, Ivan Sérgio Mendes de Almeida, que trabalha como advogado em Teófilo Otoni.
A suspeita dos policiais é que o homem tenha orquestrado o sequestro por conta de uma herança.
O suspeito foi detido, mas negou participação no crime. Ele está preso em Teófilo Otoni e deverá ser transferido para Juiz de Fora nas próximas horas.
De acordo com a PC, os três homens que sequestraram auditor já foram identificados, mas ainda não foram presos. Os bandidos também seriam de Teófilo Otoni.

O crime


O sequestro teve início por volta das 13h30 em um estacionamento na Rua Santo Antônio, Centro. Quando entrava em seu Ford Focus parado no local, o auditor foi surpreendido por três homens, que também embarcaram no veículo e estavam armados com duas pistolas e um revólver. A entrada dos suspeitos no estabelecimento foi gravada pelo circuito de vigilância do estabelecimento. As imagens foram requisitadas pela Polícia Militar para auxiliar as investigações. Segundo Sheila, a abordagem foi discreta e não teria chamado a atenção dos funcionários do estacionamento.
Já dentro do carro, o trio teria dito à vítima para não tentar reagir, pois a conheciam e sabiam de sua rotina e endereço. O auditor foi obrigado a seguir até sua residência, em um condomínio na Cidade Alta. Já na casa, a esposa dele, 52, os três filhos, de 22, 26 e 27, e duas domésticas foram amarrados e amordaçados com fita adesiva e colocados em um cômodo. "Mandaram o auditor sentar em frente ao computador e fazer uma transferência de R$ 350 mil. Quando souberam que aquele valor não era permitido, não acreditaram e ameaçaram a vítima, até que ela mostrou que o limite era de R$ 5 mil diários", contou Sheila. O valor permitido foi transferido, e os bandidos ainda exigiram um cheque de R$ 350 mil. Eles também roubaram cerca de R$ 1.500 em dinheiro e quatro celulares.


Família amarrada

"Eles (sequestradores) deixaram a família amarrada dentro de um quarto e fizeram a vítima deixá-los no Centro, perto do Parque Halfeld (na Avenida Rio Branco), onde se misturaram às outras pessoas", informou a delegada. Quando o auditor voltou em casa, os familiares já haviam se desvencilhado das amarras e acionado a polícia, por volta das 15h. As buscas mobilizaram as polícias Militar, Civil e Federal, mas nenhum dos três homens foi localizado.
"Estamos investigando os suspeitos. Pelo o que a vítima falou, os três elementos que praticaram o sequestro sabiam da rotina dela, mas não tinham desenvoltura para andar na cidade. Provavelmente não são de Juiz de Fora,e é possível que também sejam de Teófilo Otoni."

Fonte:
 

sexta-feira, 20 de abril de 2012

Conflito entre tribos Maxacali envolve

  Nome de vereadora indígena

LADAINHA – Na tarde de segunda-feira (16), a Polícia Militar registrou uma ocorrência de conflito entre os indígenas da tribo Maxakali, na Aldeia Verde Maxakali, Córrego Curvina, zona rural do município. De acordo com a PM, a cacique da Aldeia Verde Maxakali, Noêmia Maxakali, relatou que alguns índios da tribo oriundos da Aldeia Água Boa Maxakali, de Santa Helena de Minas (MG), sobre a ordem da indígena Maria Diva Maxakali (vereadora em Santa Helena de Minas), teriam adentrado na Aldeia Verde Maxakali sem autorização e tentado levar a força uma indígena de nome Detinha Maxakali. Noêmia contou aos militares que os invasores utilizaram um veículo Pálio de cor azul, e que dentro do carro, além do motorista, estavam os indígenas Nilza Maxakali e José Luiz Maxakali. A PM orientou a cacique quanto as providência policiais, sendo realizados rastreamentos naquela localidade no intuito de localizar o veículo Pálio e os seus ocupantes, mas só foram localizados os indígenas Nilza Maxakali e Jose Luiz Maxakali na área central da cidade. Na ocasião, os índios foram orientados a embarcarem em um ônibus da Viação Rio Doce com destino a Teófilo Otoni/Santa Helena de Minas. Segundo os militares, durante o trajeto, o policiamento nas imediações da Aldeia Verde foi intensificado. 
 
 
Foto ilustrativa



sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Policia civil desvenda desaparecimento de jovem...


Pelo jeito esta quase desvendada o desaparecimento de um rapaz por nome Lucas Cardoso funcionário do Simões Supermercado
 Que desapareceu estranhamente ,e graças ao desempenho dos detetives da 14ªDelegacia de Polícia Civil de Teófilo Otoni MG que através de investigações concluíram que o jovem foi morto por parentes da namorada que o seqüestraram nos redores da praça de esporte e levou ele para Pedro Versiani e chegando lá efetuaram três disparos na vitima segundo um dos criminosos Um tiro foi na Cabeça e o outro no abdômen e outro no nariz. Executando o rapaz e logo em seguida jogando o corpo no rio todos os santos Segundo as investigações os parentes da moça que namorava o rapaz suspeitavam que a moça tivesse sido estuprada pelo rapaz e resolveram executar o rapaz para fazer vingança com as próprias mãos. Mas exames depois descartaram o fato provando que não houve violência no fato (Estupro)
Neste momento diligências da policia civil estão em direção à cidade de Pedro Versiani com um dos acusados do crime para ele mostrar onde matou e desovou o corpo do rapaz para uma possível conclusão do fato para uma satisfação a família da vitima e
Solucionando esse desaparecimento e crime brutal Nos só esperamos que o judiciário seja justo e Sentencie os autores desse Homicídio e Ocultação de Cadáver há vários anos de prisão afastando esses tipos do convivo da sociedade e pessoas de Bem.


 Dois assassinos que participaram dos crimes e por nome Elias ê Josias tios da suposta vitima de estupro já estão à disposição da justiça esperando a conclusão dos fatos...


   

Fonte:
Rário 98 Teófilo otoni -Minas gerais