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domingo, 18 de julho de 2021

Cloroquina transforma a CPI em sonífero poderoso

 


Quando Terrence McCoy, correspondente do Washington Post no Rio, e sua mulher Emily pegaram COVID-19, em fevereiro, ligaram para seu médico em Washington que recomendou repouso, hidratação e um antitérmico, se tivessem febre. Repórter, porém, é bicho teimoso, e McCoy resolveu ligar para meia dúzia de médicos brasileiros que recomendaram que o casal tomasse “imediatamente” o tal kit Covid. Seis. McCoy comprou o vermífugo e a hidroxiclorocoisa, mas graças a uma conversa com o pneumologista João Pantoja, desistiu do kit. Ambos estão bem, obrigada, e McCoy, claro, escreveu matéria sobre o “milagroso” coquetel anticovid endossado pelo governo, e que tem no presidente Jair Bolsonaro seu “garoto propaganda”.

Bolsonaro, aliás, detesta indígenas, mas adora pajelança. Para quem não se lembra, nos tempos da fosfoetanolamina, “que curava todo tipo de câncer” (só que não), Bolsonaro e seu grande amigo Marco Feliciano apresentaram projeto de lei que, passando por cima da Anvisa, liberava o uso da fosfocoisa. O Congresso aprovou o absurdo, que a então presidente Dilma Rousseff sancionou, e a coisa só não foi adiante porque a Associação Médica Brasileira (AMB) recorreu ao Supremo Tribunal Federal (STF), que pôs um ponto final na sandice.

Nesta semana, o folclórico e ultracloroquinista senador Luis Carlos Heinze (Progressistas), popularizado nas redes sociais como o Senador Mostarda, “superou-se a si mesmo” atribuindo à clorocoisa e à hidroxiclorocoisa a recuperação dos 16.388.847 brasileiros que tiveram COVID-19, como sempre sem provas ou evidências. Sou louca para saber como a Excelência explica as 164.863.262 pessoas mundo afora que tiveram COVID-19 e recuperaram-se sem tomar clorocoisa.

Sessão da CPI sim, outra também, o ilustre senador lê a mesma papelada, tropeça na pronúncia dos nomes de cientistas estrangeiros que ele nem sabe quem são e, de quebra, volta a mencionar a tal ex-atriz pornô da tal pesquisa fraudada que apareceu na Lancet, à qual ele atribui o posicionamento da Organização Mundial da Saúde (OMS) contrário ao uso da cloroquina.

Senador, por favor, a OMS se baseou em 10 estudos para tomar a decisão. Vá se informar, tente entender. Se começar agora, com um pouco de sorte, dentro de um mês chega lá. Heinze levou quatro dias (96 horas) para perceber que havia sido alvo de momentos de fina ironia durante o depoimento da presidente do Instituto Questão de Ciência, Natalia Pasternak, na CPI. Esse foi o mesmo tempo que precisou para se dar conta de que Natalia não é médica, embora ela tenha dito isso várias vezes durante a audiência. A turma de senadores cloroquinistas lembra muito aqueles colegas de classe que todo mundo teve, que passam a maior parte da aula no mundo da Lua e pouco antes de bater o sinal perguntam aquilo que todo mundo já perguntou e entendeu.
 

Trio de três

Vamos combinar que esses dias de culto à cloroquina na CPI não foram fáceis. O Trio Parada Dura (de aguentar), formado por Heinze, Eduardo Girão (Podemos), que dia sim, outro também, reclama que a CPI é tendenciosa, e Marcos Rogério (DEM), que a esta cronista lembra muito o personagem Alberto Roberto, do saudoso humorista Chico Anísio, ficou furioso na última sexta-feira, 18, quando o relator Renan Calheiros (MDB) comandou a saída de vários senadores da sala, recusando-se a ouvir dois ilustres desconhecidos, ambos médicos cloroquinistas. Heinze, inclusive, assumiu seu lado bedel, cobrando presença dos ausentes, que considerou “desrespeito aos cientistas que deram uma verdadeira aula”. Girão e Marcos Rogério reclamaram que não estavam na GloboNews, já que a emissora se recusou a exibir o festival anticiência.

Fazia tempo que eu não usava a palavra “culto” num texto, a última delas ainda nos tempos do Café na Bancada, quando eu, Natalia, Carlos Orsi e amigos fomos a um suposto encontro “científico” sobre a fosfoetalonamina, abençoado pela presença do mito de São Carlos, Gilberto Chierice.

Para quem não se lembra, Chierice fabricava manualmente, em ambiente imundo, as tais cápsulas que prometiam curar todo tipo de câncer, desde que o paciente abandonasse quimio e radioterapia. Dizia ter curado milhares de pacientes ao longo dos anos, mas não tinha nomes, dados, exames que confirmassem que essas pessoas tiveram câncer e nem que foram curadas. A história causou comoção, e transformou o país em piada em publicações científicas internacionais.

Os dois cloroquinistas de jaleco, Ricardo Zimmermann e Francisco Cardoso Alves, este último do quadro do prestigiado Instituto de Infectologia Emílio Ribas, desfiaram números, falaram de pesquisas, mas, como quase todos cloroquinistas, também se dizem contrários a isolamento social, lockdowns e posam de coitadinhos: “Sou alvo de ataques”, disse Alves, pouco antes de acusar o pesquisador Marcus Lacerda, da FioCruz Amazônia, de assassinato de pacientes que teriam recebido “dose letal” de cloroquina em estudo coordenado por ele. Por causa de acusações irresponsáveis como essa, Lacerda recebeu ameaças de morte e teve de receber proteção da Polícia Federal. Isso é ser "alvo de ataques"

Esse estudo, publicado no Journal of American Medical Association (JAMA), foi fundamental para mostrar a ineficácia e os riscos do produto, o que despertou a ira dos Bolsonaros, Jair e Eduardo, e cloroquinistas em geral. Lacerda deve depor na CPI.

É interessante notar que Alves ficou afastado do hospital (que renega suas ideias sobre tratamento da COVID-19) por dois anos, tendo sido reintegrado no início deste ano. Afirma ter tratado mil pacientes com a clorocoisa: resta saber onde, porque no Emílio Ribas não foi.

 

Terra plana

Na terça, foi a vez de outro negacionista médico, Osmar Terra (Plana), uma espécie de Mãe Dinah que não acerta uma previsão e nem assim revê suas ideias. Terra, que é ortopedista, diz que isolamento social e lockdowns comprovadamente não funcionam porque “seis, sete pessoas se aglomeram em casa e isso promove o aparecimento de variantes e disseminação da doença”.

Bom, no século XIV, quando a peste negra atingia Florença, Boccaccio escreveu o Decameron, com cem histórias contadas por 7 moças e 3 rapazes isolados num castelo em Fiesole. Isolamento para evitar contágio em epidemias está longe de ser novidade. Cem anos atrás, quando houve a pandemia da Gripe Espanhola, várias cidades impuseram máscaras e isolamento, mas, como agora, afrouxaram essas medidas assim que a incidência da doença caiu. Resultado? A transmissão da doença voltou com força. Lockdown nunca vimos por aqui. No máximo uma ou outra cidade baixa medidas restritivas quando a ocupação de leitos de UTI ultrapassa os 90% e são rapidamente afrouxadas quando os índices retornam àqueles assustadores 90%.

Terra é tão, mas tão negacionista, que nega a existência do tal gabinete paralelo, que todo mundo viu, martelou a tecla de que foi o Supremo quem impediu Bolsonaro de agir no combate à pandemia – esse pessoal tem problemas sérios de intelecção de texto –, disse que nenhum país importante fechou escolas por mais de 90 dias, mentiu quando disse que, após a primeira onda, a cidade de Manaus não registrou nenhum caso de Covid, afirmou que em nenhuma outra pandemia houve variantes de vírus, falou que a “imunização natural” é mais eficaz porque decorre do contato com “vírus vivo” e foi por aí abaixo. Terra afirmou que só dá sua opinião a respeito da pandemia quando Bolsonaro pede.

Foi o veterano Tasso Jereissati quem resumiu:

Tasso Jereissati: O sr. previu que a pandemia mataria menos que H1N1?

Osmar Terra: correto.

Jereissati: Em outra oportunidade, o sr. previu 900 mortes na pandemia.

Terra: Correto.

Jereissati: O sr. falou para esquecer a vacina porque não fariam vacinas durante a pandemia?

Terra: Disse que a vacina viria só depois da pandemia.

Jereissati: O sr. afirmou que não haveria segunda onda no Amazonas. O sr. errou?

Terra: Sim.

Jereissati: O sr. disse que a pandemia acabaria entre maio e julho de 2020. O sr. errou?

Terra: Sim.

Jereissati: O sr. disse que em pandemia não haveria variante. O sr. errou também?

Terra: Sim.

Jereissati: Não está na hora, com todo respeito, em função da enorme influência que o senhor tem junto ao presidente e aos seus seguidores, de o senhor parar de dar opinião?

Osmar Terra disse que não, que vai continuar a dar sua opinião, que Bolsonaro vai repetir feito papagaio no dia seguinte.

Na expectativa de que as sessões cloroquina tenham terminado, já separei a pipoca para sexta-feira acompanhar os depoimentos de Luis Claudio Fernandes Miranda, deputado federal do DEM, e seu irmão Luis Ricardo Fernandes Miranda, funcionário concursado do Ministério da Saúde, onde responde pelas importações. Luis Ricardo sofreu pressões “anormais” para a compra da indiana Covaxin, vacina que o governo pretende adquirir com formas de pagamento no mínimo suspeitas. A dupla de irmãos foi inclusive ao Palácio da Alvorada denunciar a situação a Bolsonaro, que prometeu investigar, mas parece que cruzou os braços. O clássico follow the money se aplica. Tanto que o Planalto colocou o flexível Onyx Lorenzoni para dizer que as acusações são falsas, levianas e que Bolsonaro quer que a Polícia Federal investigue os dois irmãos (o deputado é bolsonarista-raiz), mas não a denúncia. Vou fazer um panelão de pipoca.

 

Ruth Helena Bellinghini é jornalista, especializada em ciências e saúde e editora-assistente da Revista Questão de Ciência. Foi bolsista do Marine Biological Lab (Mass., EUA) na área de Embriologia e Knight Fellow (2002-2003) do Massachusetts Institute of Technology (MIT), onde seguiu programas nas áreas de Genética, Bioquímica e Câncer, entre outros

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sexta-feira, 26 de março de 2021

Parte de carga roubada dos Correios é recuperada pela Polícia Civil em Medina

Motorista do caminhão dos Correios seguia pela BR-116, na última quarta-feira (24), quando foi abordado por um grupo de criminosos que estava de carro. Eles o obrigaram a parar, tomaram a direção do veículo e seguiram para uma estrada vicinal, onde foi feita a subtração dos produtos.

Por G1 Grande Minas

 

26/03/2021 15h26  Atualizado há 2 meses


Parte da carga dos Correios recuperada pela Polícia Civil — Foto: Polícia Civil

  

A Polícia Civil recuperou parte de uma carga roubada dos Correios em Medina (MG).

 

O motorista do caminhão dos Correios seguia pela BR-116, na última quarta-feira (24), quando foi abordado por um grupo de criminosos que estava de carro. Eles o obrigaram a parar, tomaram a direção do veículo e seguiram para uma estrada vicinal, onde foi feita a subtração dos produtos.

Roubo e receptação de carga..

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09 de Novembro 2018 - Sexta-Feira - 3.368 by Phillipy Lopes - issuu

Ob; Essa matéria foi ignorada pela mídia em Geral...e tanto que nem o nome do comercio foi mencionado...

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12 de dez. de 2018 — A PC ENCONTROU CARGA SUPOSTAMENTE ROUBADA EM UM ... MIL LITROS DE LEITE EM UM SUPERMERCADO EM TEÓFILO OTONI.

Outro jornal online noticiou a matéria ignorada por mídia local

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8 de nov. de 2018 — Teófilo Otoni, sexta-feira, 9 de novembro de 2.018 ... conseguiu localizar a carga total roubada, que estava no interior do supermercado Tia ..


 Segundo a Polícia Civil, dois suspeitos de envolvimento no crime foram presos no mesmo dia. Eles estavam com parte da mercadoria que estava sendo transportada pelos Correios.

 

Já na quinta-feira (25), a carga foi localizada em uma estrada, que liga a BR-116 a outras comunidades rurais, quando os policiais faziam diligências com objetivo de repressão aos crimes contra o patrimônio que estão ocorrendo na rodovia. Ninguém foi encontrado no local e o caso segue sendo investigado.

 

Segunda carga recuperada na semana

Conforme noticiou o G1 nesta quarta (24), a Polícia Civil apreendeu, com apoio da Polícia Rodoviária Federal, uma carga roubada em Medina (MG).

 


A Polícia Civil informou que a carga estava em um local usado para armazenar esse tipo de material. O lugar, que fica na divisa entre Medina e Pedra Azul, foi encontrado enquanto os policiais faziam diligências com o objetivo de repressão a crimes violentos, entre eles o roubo de cargas na BR-116.

  

Os policiais encontraram redes, toalhas e panelas no local onde a carga estava, o que indica que alguém fazia a guarda dos objetos. Ninguém foi preso no momento da abordagem.

 

A Polícia Civil informou que continua investigando para identificar os envolvidos.

 

Carga foi encontrada em Medina — Foto: Polícia Civil

https://g1.globo.com/mg/grande-minas/noticia/2021/03/26/parte-de-carga-roubada-dos-correios-e-recuperada-pela-policia-civil-em-medina.ghtml


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Unicamp confirma caso de hepatite medicamentosa por uso do 'kit covid'

 Morador de São Paulo tem cerca de 50 anos e foi diagnosticado com o vírus há três meses. Ele não apresentava quadro de outras doenças


Victória Olímpio
postado em 24/03/2021 11:08 / atualizado em 24/03/2021 12:17
(crédito: Ministério da Saúde/Divulgação)
(crédito: Ministério da Saúde/Divulgação)

O Hospital de Clínicas da Unicamp, em Campinas (SP), identificou o primeiro caso de paciente que teve diagnóstico de hepatite medicamentosa relacionada ao uso do 'kit covid', o conjunto de remédios como hidroxicloroquina, azitromicina e ivermectina. Pesquisas já mostraram que os medicamentos não têm eficácia contra o novo coronavírus, mas substâncias já chegaram a ser indicadas como política pública de saúde como "tratamento precoce". A relação entre esses medicamentos e a doença no fígado foi confirmada ao Correio pela Unicamp.

O paciente tem cerca de 50 anos e é morador de Indaiatuba, em São Paulo. Segundo a professora e médica da unidade de transplante hepático do HC, Ilka Boin, em entrevista coletiva divulgada pelo Instagram do hospital, o morador é atleta e não apresenta histórico de outras doenças. Ele foi diagnosticado com o vírus há aproximadamente três meses; um mês após fazer o uso do kit covid, zinco e vitamina D, ele começou a apresentar pele e olhos amarelados. Segundo o paciente, as substâncias foram consumidas por prescrição médica.

Sobre a descoberta da relação dos medicamentos ela acredita que o paciente tenha recebido a prescrição para uso, mas que ainda não é possível saber se o uso foi preventivamente ou precocemente, já na vigência dos sintomas: "Toda vez que se faz um diagnóstico desse, se faz a história clínica, então você conversa com o paciente para saber quais medicamentos que ele tomou nos últimos 30, 60 e 90 dias. Nesse antecedente, as únicas medicações são essas que fazem parte do 'kit covid'. Hoje o kit não são mais duas drogas. Tem pacientes oito ou nove medicamentos".

Ainda segundo a médica, o paciente chegou encaminhado de São Paulo já com a possibilidade de transplante: "Foi analisado os exames e a primeira hipótese foi de hepatite pós-covid, já que ele havia tido o vírus em dezembro. Ele começou a apresentar um quadro de fadiga, pele e olhos amarelos, e trouxe a biópsia de São Paulo, uma de janeiro e outra de fevereiro, apresentando a perda de dutos biliares, o que induz ao quadro de síndrome da perda dos dutos biliares, uma das características das doenças tóxico-medicamentosas.

Boin afirmou que ele não está internado e que está relativamente bem, mas ainda será necessário avaliar o caso e fazer novos exames para ver a necessidade do transplante de fígado. "Ele não tomou durante muito tempo, mas tem alguns pontos que faz com que a medicação leve a uma doença hepática toxico-medicamentosa. Pode ser alteração do metabolismo da própria pessoa, uma doença pré-existente que tava crescente e apareceu nesse contexto ou a causa da lesão".

Contraindicações

O presidente Jair Bolsonaro defende o uso do 'kit covid' ou 'tratamento precoce', embora diversas pesquisas científicas apontem que esses remédios não têm eficácia no tratamento de covid-19. A maior preocupação dos médicos intensivistas é o efeito colateral desses medicamentos em pacientes que evoluem para a forma grave da covid e que já estão com o funcionamento de órgãos vitais comprometidos.

De acordo com médicos de hospitais de referência, o uso do "kit covid" contribuem de diferentes maneiras para aumentar as mortes no país. Foi apontado ainda que o uso também mata de maneira indireta, ao retardar a procura de atendimento pela população.

Unicamp confirma caso de hepatite medicamentosa por uso do 'kit covid'

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Ao criticar lockdown, vereador de BH confunde filho de Kalil com empresário

Em vídeo, Nikolas Ferreira usou a foto do empresário na praia para criticar o prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil

AM

Ana Mendonça*

26/03/2021 14:44 - atualizado 26/03/2021 17:53

Nikolas é apoiador do presidente Jair Bolsonaro (sem partido)

(foto: Redes Sociais/Reprodução)

O vereador de Belo Horizonte Nikolas Ferreira (PRTB) voltou a ser assunto nas redes sociais após cometer uma gafe na noite de quinta-feira (25/3). Ele confundiu o empresário Lucas Kalil com o filho do prefeito Alexandre Kalil (PSD), que tem o mesmo nome.

 

 Em um vídeo, o vereador usou a foto do empresário na praia para criticar o prefeito, que endureceu as medidas de lockdown na capital mineira.

 

“Você não pode trabalhar e fazer atividade física, é obrigado a usar máscara se não toma multa, e até pode ser preso, mas o filho do Kalil pode quebrar tudo isso sem problema”, afirmou o vereador, ao mostrar as fotos do empresário.

  

 No vídeo, Nikolas faz referência ao caso do influencer Lucas Paiva que foi preso por não utilizar máscara em local público. Paiva afrontou policiais após ser pedido para utilizar o equipamento de segurança.

https://www.em.com.br/app/noticia/politica/2021/03/26/interna_politica,1250930/ao-criticar-lockdown-vereador-de-bh-confunde-filho-de-kalil-com-empresario.shtml

Leia: Nikolas Ferreira viraliza nas redes após afirmar que máscara não é eficaz

 

“Enquanto o prefeito de Belo Horizonte fecha a cidade toda, o filho dele tá curtindo uma praia. Então para o Kalil é assim, lockdown para você e prainha para a minha família”, completou.

 

O vereador chegou a confirmar pelo Twitter que Lucas era filho de Kalil. Após ser alertado por seguidores, Nikolas pediu desculpas. 












 

Segundo ele, o Google apontou o empresário como filho do prefeito de BH.

  

Nikolas é apoiador do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e é contra as medidas de contenção da pandemia de COVID-19, foi o segundo vereador mais votado da história da capital mineira.

 

Leia: PSB aciona Justiça para impugnação de Nikolas Ferreira, vereador de BH

 

* Estagiária sob supervisão da subeditora Ellen Cristie. 

 

O que é um lockdown?

Saiba como funciona essa medida extrema, as diferenças entre quarentena, distanciamento social e lockdown, e porque as medidas de restrição de circulação de pessoas adotadas no Brasil não podem ser chamadas de lockdown.

   

Vacinas contra COVID-19 usadas no Brasil

Oxford/Astrazeneca

Produzida pelo grupo britânico AstraZeneca, em parceria com a Universidade de Oxford, a vacina recebeu registro definitivo para uso no Brasil pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). No país ela é produzida pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

https://www.em.com.br/app/noticia/politica/2021/03/26/interna_politica,1250930/ao-criticar-lockdown-vereador-de-bh-confunde-filho-de-kalil-com-empresario.shtml

                                                                 


                                                                                                 

Um vídeo enviado nessa manhã por um leitor ,mostra policiais abrindo com faca a barriga de crocodilo que teria engolindo uma criança, o caso é confirmado após ser feito uma fenda na barriga do animal.

Segundo informações, a criança brincava perto ao rio, quando foi abocanhada pelo enorme crocodilo que engoliu a vítima ainda viva.

Conforme as imagens, a criança é retirada inteira e es tá com pulsos quebrados e já em estado de decomposição.

Veja vídeo:

Fonte: O abutre

https://giroam24h.com.br/crianca-e-retirada-de-dentro-da-barriga-de-crocodilo-gigante-veja-video/