Vídeo de Gabriel Monteiro beijando e acariciando criança
será analisado pelo Conselho de Ética
Escrito por Redação, 15:28 / 12 de Abril de 2022. Atualizado
às 15:29 / 12 de Abril de 2022
O parlamentar aparece em um salão de beleza acariciando a
menina
Legenda: As carícias na menina acontecem enquanto ela tem o
cabelo lavado em um salão de beleza
Foto: Reprodução
O vereador Gabriel Monteiro (PL) aparece beijando o pescoço
de uma criança em imagens que circulam nas redes sociais. A menina teria 10
anos e ainda foi acariciada e recebeu cócegas do carioca, investigado por vídeo
onde faz sexo com adolescente de 15 anos.
O Conselho de Ética da Câmara Municipal do Rio de Janeiro
deve analisar o novo vídeo. Os conselheiros aceitaram denúncia contra o
parlamentar e votarão pela cassação dele. As informações são do G1.
"Há indícios de uma relação abusiva sobre uma pessoa em
situação de vulnerabilidade, que se revela constrangida. Isso também precisa
ser devidamente apurado", defende Chico Alencar (Psol), integrante do
Conselho de Ética.
Monteiro publicou as imagens em sua rede social em novembro
passado, mas apagou. No vídeo, a menina e a mãe dela — que seriam pessoas em
situação de rua — falam que ela não pode ir à escola por ter piolho. O vereador
então leva a criança para um salão de beleza.
As carícias na menina acontecem enquanto ela tem o cabelo
lavado no local.
VEREADOR NEGA PEDOFILIA
A defesa de Gabriel foi procurada pelo G1 para comentar o
caso, mas não respondeu. No entanto, nas redes sociais, ele se defendeu.
"O que estão fazendo comigo é desumano. Campanha
nacional que já vai pra um mês de destruição da minha vida. Querem minha prisão
agora por esse vídeo, editaram, colocaram em câmera lenta, aproximaram, e
geraram deturpações tão grandes que nem posso escrever aqui", comentou.
Ele ainda fala que "estava do lado da mãe dela, de
diversas mulheres do salão, de clientes MULHERES, de uma guarnição da
Polícia...".
Em sequência de tuítes nesta terça-feira (12), o vereador
garante que irá processar pessoas que estão "deturpando" o sentido do
vídeo com a criança: "O processo vem, e vem forte. Aguarde!".
Brasil terá o pior crescimento econômico da América Latina
com Bolsonaro e Guedes
By Carta Campinas / in Economia e Política, Manchete / on
terça-feira, 10 maio 2022 05:59 AM /
Ogoverno Bolsonaro ficou na lanterna das projeções para o
crescimento econômico para a América Latina de acordo com as novas estimativas
divulgadas recentemente pela Comissão Econômica para a América Latina e o
Caribe (CEPAL). O país ficará também bem atrás de Cuba, Venezuela e Argentina,
países que são normalmente hostilizados pela trupe extremista de Bolsonaro.
Cuba e Venezuela, que sofrem violento bloqueio econômico dos
EUA, terão um crescimento muito superior ao brasileiro. Cuba deve crescer 9
vezes mais do que o Brasil. A Venezuela, governada pelo presidente Nicolas
Maduro, deve crescer quase 13 vezes mais do que o Brasil. A Argentina também
tem crescimento previsto de quase 8 vezes o da dupla Guedes/Bolsonaro.
Mas o desastre econômico do governo Bolsonaro não fica só na
projeção do crescimento econômico que afeta todos os setores da sociedade. Ela
é danosa principalmente para a população mais pobre, visto que Bolsonaro e
Guedes produziram o pior salário mínimo desde a implantação do Plano Real. O
salário mínimo do Brasil perdeu o poder de compra pela primeira vez, desde a
implementação do Plano Real, em 1994. Bolsonaro vai terminar o mandato, em
dezembro de 2022, deixando o piso salarial valendo menos do que quando entrou.
Desde o Plano Real, todos os presidentes, seja no primeiro
ou segundo mandato, conseguiram reajustar o salário superando a inflação.
Nenhum dos governantes, neste período, entregou um mínimo que tivesse perdido o
poder de compra. Enquanto que sob o governo Bolsonaro, o Brasil terá uma perda
de 1,7%, até o final do ano, segundo os cálculos da corretora Tullet Prebon
Brasil.
Desde que assumiu, Bolsonaro vem seguindo à risca o abandono
da política de valorização real do piso salarial, criada nos governos de Luiz Inácio
Lula da Silva e Dilma Rousseff (PT). Há três anos, não há reajuste do piso
acima da inflação como prevalecia a regra de correção, que considerava a
inflação mais a variação do Produto Interno Bruto (PIB) de dois anos antes. De
2019 para cá, o governo apenas reajusta a perda resultante da inflação anual
acumulada, que é obrigatória por norma constitucional. (Com informações da RBA)




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