Ex-jogador colombiano defendeu o Palmeiras em 1994 e 1996, sendo campeão do Paulistão em sua primeira passagem pelo clube
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O meio-campista Freddy Rincón morreu, aos 55 anos, na cidade de Cali, na Colômbia, no início da madrugada desta quinta-feira (14) pelo horário de Brasília, após complicações em razão de um acidente automobilístico sofrido na segunda-feira (11). A morte do ex-atleta do Palmeiras foi divulgada por meio e uma coletiva de imprensa realizada no local onde ele estava hospitalizado.
– A Clínica Imbanaco, com prévia autorização e em companhia dos familiares, se permite informar à opinião pública que, apesar de todos os esforços realizados por nosso corpo médico e assistencial, o paciente Freddy Eusebio Rincón Valencia faleceu no dia de hoje 13 de abril de 2022. Lamentamos profundamente este sensível acontecimento, enquanto estendemos nossas mais profundas condolências à família, amigos, parentes e seguidores. Jamais haverá forma de expressar o que isto significa realmente para nós. Convidamos a todo o país a recordá-lo com alegria por tudo o que nos brindou em vida com suas conquistas desportivas.
Rincón começou sua carreira na cidade natal de Buenaventura, na Colômbia, e ganhou o mundo. Sua primeira experiência fora do país foi atuando pelo Palmeiras em 1994, onde foi campeão paulista naquele ano. Em antiga entrevista ao canal FoxSport, o jogador revelou que aquela foi a melhor equipe na qual atuou em sua carreira e contava com jogadores como: Evair, Edmundo, Zinho, César Sampaio, Cléber, Edílson, Roberto Carlos, e etc.
O Palmeiras emitiu nota lamentando a morte do ex-jogador e postou vídeo em homenagem ao atleta com lances vestindo a camisa do Maior Campeão Nacional.
Polícia identifica suspeito em segundo dia de caçada por
atirador do metrô de Nova York
Agente do esquadrão antibombas da polícia de Nova York
investiga van que polícia diz estar relacionada com autor de disparos no metrô
de Nova York (Crédito: REUTERS/Eduardo Muno)
Reuters
13/04/22 - 12h48 - Atualizado em 13/04/22 - 14h20
Por Maria Caspani
NOVA YORK (Reuters) – A polícia de Nova York disse nesta
quarta-feira que um homem identificado anteriormente como “pessoa de interesse”
agora é considerado oficialmente suspeito pelo ataque em que 10 passageiros
foram baleados em um vagão do metrô da cidade na véspera, e o prefeito prometeu
que ele será levado à Justiça.
O ataque ocorreu na manhã de terça-feira, quando a Linha N
do metrô com destino a Manhattan estava parando em uma estação em Sunset Park,
no Brooklyn. Além das 10 pessoas atingidas por tiros, outras 13 ficaram feridas
em meio ao pânico causado durante a fuga do trem cheio de fumaça.
O incidente foi o mais recente ato de violência a atormentar
o sistema de transporte da cidade nos últimos anos e representa um grande
desafio para o prefeito Eric Adams, que busca conter a queda no número de
passageiros ocorrida durante a pandemia de Covid-19.
O Departamento de Polícia de Nova York (NYPD) inicialmente havia identificado Frank James, que as autoridades disseram ter deixado as chaves de uma van alugada na cena do crime, como uma “pessoa de interesse”. Nesta quarta-feira, o NYPD disse que James era agora um suspeito no ataque.
Questionado se James agiu sozinho, o prefeito Adams disse à
Fox News que uma investigação preliminar não revelou uma pessoa adicional.
“O NYPD, as agências federais e as agências estaduais estão
colaborando juntos”, disse o prefeito. “Tenho confiança de que levaremos esse
suspeito à Justiça e queremos garantir que o façamos o mais rápido possível”,
disse Adams.
As autoridades dizem que James alugou a van na Filadélfia e
a estacionou em uma rua do Brooklyn, perto da estação da Rua 36, onde o
incidente aconteceu. A polícia ofereceu recompensas no valor total de 50.000
dólares por informações que levem à prisão de James.
As tentativas da Reuters de entrar em contato com números de
telefone associados a James não tiveram sucesso.
Cinco das pessoas baleadas estavam em estado grave, mas
estável. Esperava-se que todas as vítimas sobrevivessem.
A comissária da Polícia de Nova York, Keechant Sewell,
afirmou na terça-feira a repórteres que o ataque não estava sendo tratado
imediatamente como um ato de terrorismo.
Não havia motivo conhecido para o ataque, mas os
investigadores encontraram uma série de postagens nas redes sociais ligadas a
James que menciona os sem-teto e o prefeito de Nova York, disse Sewell.
A comissária de polícia disse que o ataque começou no vagão
do trem quando ele estava prestes a entrar na estação. O atirador lançou duas
latas de sua bolsa e as abriu, espalhando fumaça por todo o vagão.
Segundo a polícia, o homem disparou 33 tiros de uma pistola
semiautomática Glock 9 mm, que mais tarde foi recuperada junto com três
carregadores de munição, um machado, alguns fogos de artifício e um recipiente
de gasolina.
A arma aparentemente emperrou no meio do tiroteio,
potencialmente impedindo um maior número de vítimas, informou a CNN e meios de
comunicação locais, citando fontes policiais.
Nova York viu um aumento acentuado nos crimes violentos
durante a pandemia, incluindo uma série de ataques aparentemente aleatórios no
metrô.
A violência no transporte público inclui vários ataques nos quais passageiros foram empurrados de plataformas para trilhos de trem, incluindo uma mulher de Manhattan cujo assassinato foi visto como parte de uma onda de crimes de ódio contra pessoas de origem asiática.
Após o incidente de terça-feira, Adams prometeu dobrar o
número de policiais designados para a segurança do metrô. Ele priorizou o
aumento das patrulhas policiais e a expansão dos programas de saúde mental para
combater a violência.






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