Allan dos Santos faz música xingando Alexandre de Moraes
“O
cabeça de piroca pensa que pode me calar, mas não esperava que tenho amigos e
estou livre agora”, diz a canção
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Allan dos Santos é alvo de inquérito no STF que apura disseminação de fake news e de investigação sobre financiamento de atos com pautas antidemocráticas
09.fev.2022 (quarta-feira) - 22h13
O jornalista Allan dos Santos segue
procurando maneiras de burlar as suspensões das redes sociais. O bolsonarista
tem mantido uma conta no Instagram, na qual compartilha xingamentos contra os
ministros do STF (Supremo
Tribunal Federal). O
Em um dos vídeos
publicados nesta 4ª feira (9.fev.2021), Allan aparece contando uma música
contra o ministro Alexandre de Moraes. “O cabeça de piroca
pensa que pode me calar, mas não esperava que tenho amigos e estou livre agora.
O escravo é você, que não pode sair na rua e ainda é amigo do PCCh”, diz
a letra da música.
Assista (1min11s):Allan, que está nos Estados Unidos, tem um
mandado de prisão preventiva expedida pelo Supremo. Ele é investigado em 2 inquéritos na
Corte: o das fake news e o das milícias digitais
antidemocráticas. Em julho do ano de 2021, o bolsonarista deixou o país após
ser alvo de buscas e apreensões.
Oficialmente
punido das redes sociais tradicionais, Allan costuma usar seu
Telegram para atacar ministros do Supremo. Na última semana, afirmou
que o ministro Luís Roberto Barroso é “um satanista de merda”.
Em outubro do ano
passado, Allan divulgou um áudio pelo
Telegram endossando suas críticas ao ministro Alexandre de Moraes. Disse que
Moraes é um “psicopata”, um “tirano”, que “usurpa o poder judiciário”.
https://www.poder360.com.br/brasil/allan-dos-santos-faz-musica-xingando-alexandre-de-moraes/
Para juíza, médico assumiu o risco de ser taxado de propagador de fake news. Profissional arcará com R$ 7 mil de honorários
Um médico renomado ser taxado como propagador de fake news numa checagem de informação sobre a vacinação da Covid-19 pode afetar a reputação do profissional a ponto de que ele seja indenizado? A resposta, para a juíza Patricia Persicano Pires, da 16ª Vara de Fazenda Pública de São Paulo, é que, muito embora este fato possa trazer certa angústia ao profissional, ao divulgar informações que não encontram respaldo na realidade, o profissional assumiu o risco desse resultado.
Numa gravação divulgada em 12 de junho de 2021 no YouTube e que circulou no WhatsApp, o médico Paulo Porto responde a uma pergunta de uma internauta sobre o intervalo entre uma infecção pelo coronavírus e o posterior recebimento da vacina contra Covid-19: “Quem teve a doença está imunizado pela própria doença”, afirmou o médico, que tem 145 mil seguidores no Instagram e 112 mil inscritos em seu canal principal no YouTube.
Diante da afirmação que não encontra respaldo nas recomendações da Organização Mundial da Saúde e de outras autoridades sanitárias, a Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo postou uma checagem com a chamada de “fake news” junto a uma imagem do médico retirada do vídeo. “Não caia em #FakeNews. Vacine-se, independentemente de ter tido COVID-19, e procure sempre os canais oficiais para se informar”, publicou a secretaria.
O profissional de saúde acionou a Justiça para requerer uma indenização de R$ 70 mil por danos morais sob a justificativa de que a checagem o “angustiou profundamente” a repercussão “maculou a imagem e a credibilidade desse renomado cientista”.
A juíza não comprou a tese, e como a ação foi julgada improcedente, o médico foi condenado a pagar 10% do valor da causa em honorários, ou seja, R$ 7 mil.
Quanto ao uso de usa imagem, ela entendeu que, uma vez publicada em redes sociais, ela se torna pública, tendo o próprio médico renunciado à intimidade quando decidiu pela criação de um canal no qual expõe sua pessoa. Já em relação ao fato de ter sido apontado como propagador de uma fake news, Pires citou estudo publicado no “Jornal da USP” e informações de autoridades sanitárias para concluir que: “não é verdadeira a afirmação de que a infecção por Covid-19 garante a imunização natural. E o que não é verdadeiro, é falso”.
Além disso, ela afirma que o Estado agiu no exercício regular de seu direito-dever de informar, o que afasta a ilicitude. Para a magistrada, a Secretaria de Saúde paulista “tinha o dever de informar a população sobre a falsidade da afirmação, uma vez que o autor da falsidade não se trata de pessoa comum, como o próprio autor se qualifica na inicial”.
Para Marco Antonio Sabino, sócio de Mannrich e Vasconcelos e professor da FIA e do Ibmec, há um consenso de que figuras públicas têm menos proteção quantos aos direitos de personalidade que as comuns. A visibilidade à qual estão submetidas se traduz em maior responsabilidade e as sujeitam ao escrutínio público.
Por se tratar de médico renomado, com milhares de seguidores em suas redes, o profissional já estava ciente da repercussão que o caso poderia tomar, opina Mayra Mallofre Ribeiro Carrillo, sócia do Damiani Sociedade de Advogados, que acrescentou: “ainda mais considerando que estamos vivenciando uma das maiores crises pandêmicas da história da humanidade e que os estudos e orientações da Organização Mundial da Saúde são contrários ao posicionamento dele”.
Procurado, Paulo Porto não respondeu até o fechamento desta reportagem.
O número do processo é 1051288-73.2021.8.26.0053.
ATENDIMENTO DA CAIXA FEDERAL EM NANUQUE É FALHO E DESUMANO
Publicado em 11/02/2022 às 14h56
Observação sugere operação tartaruga. Suposta iniciativa, pune a clientela do banco
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Quanto ao acesso à agência, é preciso obter uma senha para o
atendimento, o que é perfeitamente normal. Entretanto, o cliente tem de
aguardar um longo tempo na calçada do banco sujeitando-o às intempéries do
tempo – sol, chuva e um calor insuportável. Já dentro da agência, o atendimento
não ocorre no tempo hábil, conforme estabelece a Lei Estadual nº 14.235/2002
que dá um tempo máximo de espera de 15 (quinze) minutos.
O repórter do EM TEMPO fez uma consulta junto à gerência
para acessar uma linha de crédito sobre financiamento de veículo pelo Pronampe.
A atendente pediu uma lista de documentos. Como ele já havia, sem sucesso,
tentado o mesmo financiamento, ele disse à atendente que dois processos já
haviam na Caixa para a devida negociação, mas que até aquele momento, o banco
não havia analisado o processo – para não recomeçar do zero, preferiu desistir
do financiamento. “O presidente da Caixa, Pedro Guimarães, tem dito que o banco
direciona seu atendimento para o pequeno investidor, exercendo sua condição de
instituição financeira, voltada para o social. Diz também que o banco entrará
como entidade financiadora do agronegócio brasileiro. Com as dificuldades
apresentadas, acho difícil que a agência de Nanuque cumpra com as determinações
do alto comando. Conheço pessoas que vão à Caixa Econômica Federal de Montanha
porque lá tudo se resolve à contento. A agência de Nanuque precisa passar por
um processo de reavaliação, já que a cidade é sede de u ma microrregião do Vale
do Mucuri”, analisou o repórter.
Segundo nosso repórter, às 15 horas, horário de
encerramento, haviam mais de 25 clientes aguardando atendimento, pelo pequeno
número de funcionários.
O jornal apurou a existência de moradores de Nanuque que
preferem abrir contas em outras cidades, como em Montanha no Espírito Santo,
que dispensa melhor atenção ao que procuram aquela agência.
A inclusão da Caixa no agronegócio dificilmente atrairá produtores da região, já que a agência impõe inúmeras dificuldades para se obter uma linha de crédito. Segundo um empresário, sua empresa entregou a documentação por duas vezes para ter acesso a linha de crédito, porém nunca obtivemos respostas, a alegação sempre foi a mesma, mudança de gerente. A superintendência tem que avaliar melhor a necessidade de continuar com as portas abertas em Nanuque, já que as empresas, produtores rurais e pessoas físicas, jamais vão querer pagar para serem mal atendidos.
Na parte interna, o suplício da espera deixa revoltada grande parte do correntistas
Senha de 14:05 foi atendida às 15:43
Nosso repórter obteve a senha emitida às 14:05:23 do dia
11/01/2021 e o atendimento ocorreu às 15:43, atendimento não, a primeira
peneirada. “Fui encaminhado para o segundo piso, depois de 10 minutos, mais uma
peneirada, tenho que aguardar o gerente, esperamos por mais tempo.
"Essa agência de Nanuque, hoje, não passa de um posto
avançado de atendimento, não vejo outra solução, tenho que encerrar nossa
conta", disse um cliente.
A Caixa informa que agendou atendimento com o cliente e
prestou todos os esclarecimentos a ele e que permanece realizando ações
sistêmicas para dar celeridade ao atendimento nas agências e oferecer um
serviço de qualidade a todos os cidadãos.
Segundo eles, a agência de Nanuque segue rigorosamente as
determinações específicas para agências bancárias, elencadas na legislação
federal e estadual, com o objetivo de minimizar o risco de contaminação,
notadamente, controle de entrada, distanciamento de 1,5 m entre as pessoas e
lotação máxima de 50% da capacidade de atendimento da agência.
https://jornalemtempo.com/noticia/atendimento-da-caixa-federal-em-nanuque-e-falho-e-desumano
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