Ação mobilizou 90 policiais civis; suspeitos tinham envolvimento com tráfico, roubo e homicídios
Uma operação da Polícia Civil terminou com 24 pessoas presas nesta terça-feira (3) em Teófilo Otoni, no Vale do Mucuri. A ação envolveu 90 policiais em 30 viaturas e teve o apoio da aeronave da corporação.
Entre os presos, 15 são apontados como integrantes de quadrilhas do crime organizado. Os outros nove são suspeitos de homicídios, assaltos e outros crimes violentos. Entre eles está o suposto autor do assassinato de um andarilho, que foi executado com requinte de crueldade, no final de 2013.
A "Operação Réquiem" resultou ainda na apreensão de diversas armas de fogo e de veículos e contou com o apoio da Superintendência de Investigação e Polícia Judiciária da Polícia Civil de Minas Gerais, sob o comando do superintendente Jeferson Botelho.
“Quadrilha do Ouro”
“Quadrilha do Ouro”
Durante as investigações, que duraram 14 meses, a polícia descobriu o envolvimento dos presos, de forma predominante, com o tráfico de drogas, além de participação em roubos, homicídios, estelionato, associação para o tráfico e porte ilegal de armas.
O destaque ficou por conta da ligação de parte dos suspeitos com a denominada "Quadrilha do Ouro”, responsável por uma série de roubos de joias registrada na cidade. O grupo atacava as vítimas quando elas estavam em momentos de lazer, sobretudo em bares e restaurantes, usando de violência e ameaças para praticar os roubos.
As joias subtraídas eram vendidas por estelionatários que tinham envolvimento também com a prática de fraudes contra instituições bancárias, seguradoras, lojas comerciais e principalmente contra pessoas idosas, ao se passarem por agentes do governo.
O destaque ficou por conta da ligação de parte dos suspeitos com a denominada "Quadrilha do Ouro”, responsável por uma série de roubos de joias registrada na cidade. O grupo atacava as vítimas quando elas estavam em momentos de lazer, sobretudo em bares e restaurantes, usando de violência e ameaças para praticar os roubos.
As joias subtraídas eram vendidas por estelionatários que tinham envolvimento também com a prática de fraudes contra instituições bancárias, seguradoras, lojas comerciais e principalmente contra pessoas idosas, ao se passarem por agentes do governo.
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