terça-feira, 26 de março de 2024

#BaralhoDoCrime: Líder de organização criminosa na Bahia é preso pela polícia em Minas Gerais

 As investigações apontaram que o homem era líder de uma ramificação do grupo criminoso atuante em Salvador e nas cidades de Itaberaba e Boa Vista do Tupim.


Um mandado de prisão preventiva de um suspeito de liderar uma organização criminosa na Bahia foi cumprido durante uma ação conjunta das Polícias Civis da Bahia e de Minas Gerais, no âmbito da Operação Argus. Considerado um dos alvos prioritários da Secretaria de Segurança Pública (SSP-BA), ele foi localizado no município de São João do Manhuaçu, na noite de segunda-feira (25).

De acordo com a Polícia Civil, o ‘Três de Ouros’ do Baralho do Crime foi preso após um minucioso trabalho de inteligência e troca de informações entre a PC da Bahia e de Minas. Ao ser abordado pelas equipes, ele apresentou um documento de identidade falsificado, sendo conduzido para a 6ª Delegacia Regional de Manhuaçu.

As investigações apontaram que o homem era líder de uma ramificação do grupo criminoso atuante em Salvador e nas cidades de Itaberaba e Boa Vista do Tupim, ambas no no Centro-norte baiano; além de Marcionílio Souza, no Sudoeste da Bahia. Ele foi indiciado por associação criminosa, homicídio e tráfico de drogas.

O homem passou por exame de corpo de delito e permanece custodiado em Minas Gerais à disposição da Justiça, aguardando recambiamento para o sistema prisional. Essa foi à 35ª prisão da Operação Argus, deflagrada em 2021 para cumprimentos de mandados. Policiais da Agência de Inteligência e da Coordenação de Operações do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) e equipes do Setor de Inteligência da Coordenadoria de Operações Estratégicas da Polícia Civil de Minas Gerais participaram da ação. As informações são do site Bahia Notícias.

https://jornaldachapada.com.br/2024/03/26/baralhodocrime-lider-de-organizacao-criminosa-na-bahia-e-preso-pela-policia-em-minas-gerais/

                                                                            


Extradição de Allan dos Santos dependerá do aval da Justiça dos EUA

Acordo de cooperação entre os países não inclui extradição por crimes de injúria e calúnia; autoridades norte-americanas pediram mais informações sobre outros crimes

Jornalista bolsonarista Allan dos Santos, dono do canal Terça Livre
Allan dos Santos (foto) é investigado em 2 inquéritos que tramitam no STF. Tratam da divulgação de notícias falsas e de suposto apoio em atos considerados antidemocráticos
CopyrightAgência Senado

A Justiça dos Estados Unidos deverá decidir sobre o caso Allan dos Santos mesmo se o Departamento de Justiça norte-americano (o equivalente ao Ministério da Justiça brasileiro) decidir pela extradição do blogueiro bolsonarista, segundo apurou o Poder360.

Nos EUA, o trâmite de extradição, contudo, não exige que seja protocolado em tribunais superiores –como no Brasil.  Por isso, o caso pode ser decidido por instâncias inferiores do Poder Judiciário do país. Neste ano, já sob Ricardo Lewandowski, autoridades brasileiras e norte-americanas se reuniram no Palácio da Justiça, em Brasília, para tratar sobre o caso Allan.

Nessa reunião, as autoridades norte-americanas comunicaram que seguiriam parcialmente com o pedido de extradição.

Allan dos Santos é investigado em 2 inquéritos que tramitam no STF. Um trata da divulgação de notícias falsas e outro sobre suposto apoio em atos contra às sedes dos Três Poderes, em Brasília. 

Em 21 de outubro de 2021, o ministro Alexandre de Moraes decretou prisão preventiva do blogueiro por atuação em organização criminosa, crimes contra honra e incitação a crimes, preconceito e lavagem de dinheiro. Os crimes estão incluídos no Tratado de Extradição firmado entre EUA e Brasil e dependem de análise do governo norte-americano.

Poder360 apurou que integrantes do governo dos EUA solicitaram mais informações sobre os crimes que Allan é investigado. Em documento ao Ministério da Justiça, as autoridades norte-americanas dizem “compreender” a importância do tema e se comprometem em analisar com celeridade depois do envio dos materiais.

Lewandowski encaminhou o pedido dos EUA para o STF (Supremo Tribunal Federal) e aguarda, até o momento, o compartilhamento dos materiais. O gabinete de Alexandre de Moraes trabalha para juntar todas as informações para evitar interpretações divergentes para as autoridades norte-americanas.

O Ministério da Justiça tenta acelerar o processo de extradição de Allan antes das eleições dos EUA, em 5 de novembro. Integrantes do órgão ouvidos por este jornal digital avaliam que processo se tornará difícil, caso Donald Trump vença as eleições presidenciais.

https://www.poder360.com.br/justica/extradicao-de-allan-dos-santos-dependera-do-aval-da-justica-dos-eua/

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