Luciana Lima
02/06/2021 19:45,atualizado 02/06/2021 19:45
Ex-deputada, candidata a prefeita de Porto Alegre (RS),
ex-candidata a vice-presidente da República em 2018, Manuela D’Ávila
(PCdoB-RS), usou as redes sociais para denunciar ameaças de estupro referentes
a sua filha, Laura, de 5 anos. De acordo com a ex-parlamentar, as ameaças de
estupro chegaram para a menina juntamente com ameaças de morte.
Manuela informou que a polícia já foi avisada e que acompanha o caso.
“Chegaram as ameaças de estupro para ela (que tem cinco
anos!!!) e nova ameaça de morte para mim. A Polícia já acompanha o caso. O que
é evidente que não diminui o medo, a tristeza, a culpa por ver as pessoas que
mais amo submetidas a essa gente inescrupulosa”, disse a ex-parlaementar.
Segundo a ex-deputada, as ameaças ocorreram depois que o pai
de uma das crianças que frequentam a mesma escola de Laura, em Porto Alegre,
tirou uma foto da menina e divulgou em grupos que distribuem mensagens de ódio
nas redes sociais.
“Um pai da escola de Laura (cuja identidade conhecemos o que
torna tudo ainda mais cruel) tirou uma fotografia de Laura e a entregou para os
grupos que distribuem ódio nas redes. A partir disso, todo o submundo da
internet passou a usar a imagem dela para nos agredir”, relatou.
Mais sobre o assunto
Ele contou que as ameaças e agressões são sofridas pela
filha desde que era bebê de colo.
“São muitos anos de violência. Como vocês sabem, quando
Laura ainda era um bebê de colo foi agredida fisicamente em função de uma
mentira distribuída amplamente na internet. De lá pra cá, muitas coisas
aconteceram”, relatou.
“Mas nenhuma jamais havia envolvido sua escola e algum pai
de colega. Foi devastador lidar com isso. Ver a imagem sendo usada por toda
essa gentalha que vive às nossas custas, diz que é político e só faz o mal, foi
uma violência imensa”, completou.
Fux pauta para dia 26 retomada do julgamento sobre suspeição
de Moro
Estão pendentes os votos do próprio Fux e do decano Marco
Aurélio Mello. O plenário já tem maioria formada para declarar Moro parcial no
caso
Por Estadão Conteúdo
Publicado em: 02/06/2021 às 21h56
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Tempo de leitura: 3 min
Ex-juiz Sergio Moro
Ex-juiz Sergio Moro. (Ueslei Marcelino/Reuters)
O ministro Luiz Fux, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), marcou para o dia 26 de junho a retomada do julgamento sobre a suspeição do ex-juiz Sérgio Moro no processo do tríplex do Guarujá, que levou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à prisão por 580 dias. Estão pendentes os votos do próprio Fux e do decano Marco Aurélio Mello. O plenário já tem maioria formada para declarar Moro parcial no caso.
O mundo está mais complexo, mas dá para começar com o
básico. Veja como, no Manual do Investidor
A continuidade do julgamento foi pautada depois que a defesa
do petista pediu que a votação seja concluída antes da aposentadoria de Marco
Aurélio, marcada para 5 de julho, por videoconferência ou no plenário virtual.
Em abril, a sessão foi interrompida por um pedido de vista (mais tempo para
análise) do decano, após discussão travada entre os colegas Gilmar Mendes e
Luís Roberto Barroso.
Até o momento, sete ministros já votaram para manter de pé o
entendimento da Segunda Turma de que Moro foi parcial ao condenar o
ex-presidente - e apenas dois defenderam o arquivamento da discussão, o que
poderia livrar Moro da controvérsia e blindar o trabalho do ex-juiz na 13.ª
Vara Federal de Curitiba. A posição do plenário marca uma nova vitória de Lula
no STF, impõe uma amarga derrota à Lava Jato e frustra o relator da operação,
Edson Fachin, que havia tentado uma manobra para esvaziar a discussão sobre a
conduta de Moro.
https://exame.com/brasil/fux-pauta-para-dia-26-retomada-do-julgamento-sobre-suspeicao-de-moro/







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