quarta-feira, 2 de junho de 2021

Manuela D’Ávila denuncia meaças de estupro contra sua filha de 5 anos

De acordo com a ex-deputada, os ataques ocorrem após o pai de uma colega de escola da menina divulgar fotos em grupos de ódio

Luciana Lima

02/06/2021 19:45,atualizado 02/06/2021 19:45


 Reprodução/Facebook

Ex-deputada, candidata a prefeita de Porto Alegre (RS), ex-candidata a vice-presidente da República em 2018, Manuela D’Ávila (PCdoB-RS), usou as redes sociais para denunciar ameaças de estupro referentes a sua filha, Laura, de 5 anos. De acordo com a ex-parlamentar, as ameaças de estupro chegaram para a menina juntamente com ameaças de morte.

  

Manuela informou que a polícia já foi avisada e que acompanha o caso.


“Chegaram as ameaças de estupro para ela (que tem cinco anos!!!) e nova ameaça de morte para mim. A Polícia já acompanha o caso. O que é evidente que não diminui o medo, a tristeza, a culpa por ver as pessoas que mais amo submetidas a essa gente inescrupulosa”, disse a ex-parlaementar.


Segundo a ex-deputada, as ameaças ocorreram depois que o pai de uma das crianças que frequentam a mesma escola de Laura, em Porto Alegre, tirou uma foto da menina e divulgou em grupos que distribuem mensagens de ódio nas redes sociais.

 

“Um pai da escola de Laura (cuja identidade conhecemos o que torna tudo ainda mais cruel) tirou uma fotografia de Laura e a entregou para os grupos que distribuem ódio nas redes. A partir disso, todo o submundo da internet passou a usar a imagem dela para nos agredir”, relatou.

 

Mais sobre o assunto

 

Ele contou que as ameaças e agressões são sofridas pela filha desde que era bebê de colo.

 




“São muitos anos de violência. Como vocês sabem, quando Laura ainda era um bebê de colo foi agredida fisicamente em função de uma mentira distribuída amplamente na internet. De lá pra cá, muitas coisas aconteceram”, relatou.

 

“Mas nenhuma jamais havia envolvido sua escola e algum pai de colega. Foi devastador lidar com isso. Ver a imagem sendo usada por toda essa gentalha que vive às nossas custas, diz que é político e só faz o mal, foi uma violência imensa”, completou.



 

https://www.metropoles.com/brasil/politica-brasil/manuela-denuncia-ameacas-de-estupro-contra-sua-filha-de-5-anos



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Fux pauta para dia 26 retomada do julgamento sobre suspeição de Moro

Estão pendentes os votos do próprio Fux e do decano Marco Aurélio Mello. O plenário já tem maioria formada para declarar Moro parcial no caso

Por Estadão Conteúdo

Publicado em: 02/06/2021 às 21h56

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Tempo de leitura: 3 min


Ex-juiz Sergio Moro

Ex-juiz Sergio Moro. (Ueslei Marcelino/Reuters)

  

O ministro Luiz Fux, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), marcou para o dia 26 de junho a retomada do julgamento sobre a suspeição do ex-juiz Sérgio Moro no processo do tríplex do Guarujá, que levou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à prisão por 580 dias. Estão pendentes os votos do próprio Fux e do decano Marco Aurélio Mello. O plenário já tem maioria formada para declarar Moro parcial no caso.

 

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A continuidade do julgamento foi pautada depois que a defesa do petista pediu que a votação seja concluída antes da aposentadoria de Marco Aurélio, marcada para 5 de julho, por videoconferência ou no plenário virtual. Em abril, a sessão foi interrompida por um pedido de vista (mais tempo para análise) do decano, após discussão travada entre os colegas Gilmar Mendes e Luís Roberto Barroso.

 

Até o momento, sete ministros já votaram para manter de pé o entendimento da Segunda Turma de que Moro foi parcial ao condenar o ex-presidente - e apenas dois defenderam o arquivamento da discussão, o que poderia livrar Moro da controvérsia e blindar o trabalho do ex-juiz na 13.ª Vara Federal de Curitiba. A posição do plenário marca uma nova vitória de Lula no STF, impõe uma amarga derrota à Lava Jato e frustra o relator da operação, Edson Fachin, que havia tentado uma manobra para esvaziar a discussão sobre a conduta de Moro.

 Entre os pontos levantados pelos ministros para questionar a atuação do ex-juiz estiveram a ordem para condução coercitiva de Lula para ser interrogado pela Polícia Federal nos autos da Operação Alethea, 24ª fase da Lava Jato; o grampo no escritório de advocacia de Cristiano Zanin, que defende o ex-presidente; a obstrução ao cumprimento da decisão, tomada no plantão judiciário pelo desembargador do Tribunal Regional Federal da 4.ª Região, Rogério Favreto, que mandou soltar o petista em julho de 2018, quando ele estava preso em Curitiba; a retirada do sigilo de trechos da delação premiada do ex-ministro Antonio Palocci às vésperas das eleições de 2018; o vazamento da conversa entre Lula e a ex-presidente Dilma Rousseff (PT), que o nomeou como ministro chefe da Casa Civil; a assunção do cargo de Ministro da Justiça e Segurança Pública do governo Jair Bolsonaro e a entrada como sócio-diretor na consultoria Alvarez & Marsal, que presta serviços para empresas condenadas na Operação Lava Jato. O ex-juiz diz ter 'absoluta tranquilidade' sobre decisões tomadas nos processos envolvendo o ex-presidente.

https://exame.com/brasil/fux-pauta-para-dia-26-retomada-do-julgamento-sobre-suspeicao-de-moro/

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