Luis Roberto, narrador esportivo do Grupo Globo, detonou a escolha do Brasil para sediar a Copa América, que começa no próximo dia 11 e terá transmissão do SBT. O locutor expressou sua revolta durante o programa Seleção SporTV desta segunda-feira (31). “Que alegria, só que não”, começou ele.
31/MAI/2021 ÀS 18:08
O evento futebolístico seria sediado na Argentina, mas, após o aumento no número de casos de Covid-19, o país decidiu recusar a oferta da Conmebol. A Colômbia também se recusou a ser a sede da Copa devido aos protestos políticos que estão acontecendo no país. O Brasil, no entanto, aceitou de última hora.
“Isso é uma vergonha. Essa Copa América já não deveria ser realizada. A pandemia interrompeu várias competições mundo a fora. Neste momento, é só mais um torneio caça-níquel”, criticou Luis Roberto, após ser chamado por André Rizek.
“A última, que foi disputada no Brasil, teve sua relevância. Além de desfalcar os times, de tumultuar o calendário, vai ter um mês de Copa América. Já seria ridícula a realização dela em condições normais”, continuou o jornalista.
“O país que tem a pandemia descontrolada, que levou nove meses para responder a carta da Pfizer, respondeu em dez minutos que vamos fazer a Copa América. Abertura em Brasília, final com público. É inaceitável”.
“Nós não podemos aceitar essa decisão. Que os negacionistas façam caravanas agora para a final dessa porcaria dessa competição”, disparou ele. “É uma vergonha, é um tapa na cara”, finalizou.
Nas redes sociais, parte do público concordou com as falas do narrador da Globo. Outra parte, no entanto, criticou Luis Roberto porque, dias antes, ele comemorou o fato de ter jogos das Eliminatórias da Copa do Mundo 2022 no Brasil nos próximos dias, além de ter narrado o jogo entre Flamengo e Palmeiras no domingo (30).
VÍDEO COMPLETO:
Corte Eleitoral entendeu que não foi provado o abuso de
poder econômico
16.06.202113:07
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Na sessão de julgamentos por videoconferência do dia 14 de
junho, a Corte Eleitoral, por unanimidade, reverteu a cassação do mandato do
prefeito de Nova Módica (Vale do Rio Doce), Walter Júnior Ladeia Borborema
(MDB) e do vice-prefeito, Jésus Inácio Ramos (Republicanos), que haviam sido
condenados, em duas ações, por abuso de poder econômico. Os julgadores, com
base no voto do relator, juiz Marcelo Vaz Bueno, também excluíram a declaração
de inelegibilidade para o prefeito e o vice.
Foram movidas contra os eleitos uma ação de investigação
judicial eleitoral (AIJE) e uma ação de impugnação de mandato eletivo (AIME),
nas quais foram alegados, basicamente, os mesmos fatos: transferência ilícita
de inscrições eleitorais; transporte irregular de eleitores na madrugada
anterior e manhã do dia das eleições; e compra de votos, por meio da promessa de
doação de lotes a eleitores em troca de seus votos.
O juiz eleitoral local, nas duas ações, reconheceu o abuso
de poder econômico, decorrente da transferência fraudulenta de inscrições
eleitorais e do transporte irregular de eleitores, cassando os mandatos e
declarando, ainda, a inelegibilidade dos reeleitos por oito anos.
Para os integrantes da Corte Eleitoral, no entanto, não
restou demonstrada a inscrição fraudulenta de eleitores nem houve comprovação
efetiva do alegado pagamento de transporte realizado por meio de ônibus, vans e
carros, pelos candidatos eleitos, no dia do pleito, para que esses eleitores
pudessem votar na chapa vencedora.
Ao final, foram afastadas as sanções de cassação e
inelegibilidade, diante da ausência de prova segura da ocorrência de fatos que
pudessem configurar o abuso de poder econômico.
O prefeito reeleito obteve 1.664 votos (55,19%) e permanece
no cargo. Da decisão cabe recurso.
Processos relacionados: PJe RE 0600798-22.2020.6.13.0136
(AIJE) e RE 0600802-59.2020.6.13.0136 (AIME – tramitação em segredo de
justiça).
Tags:
#TRE-MG #Mandato #Inelegibilidade
Gestor responsável: Coordenadoria de Comunicação Social
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