O promotor nega a acusação. Contudo, laudo do IML apontou que Lorenza morreu por asfixia e indicou envenenamento.
Por g1 Minas — Belo Horizonte
Promotor André de Pinho — Foto: TV Globo
O julgamento do promotor de Justiça André Luís Garcia de
Pinho, denunciado pela morte da mulher, Lorenza Maria de Pinho, de 41 anos, foi
marcado para o dia 29 de março deste ano, uma quarta-feira, segundo o Tribunal
de Justiça de Minas Gerais (TJMG).
Durante audiência de instrução no TJMG, realizada no dia 16
de dezembro de 2022, ele negou ter matado a mulher. "Em hipótese
alguma", respondeu quando o desembargador perguntou se as acusações são
verdadeiras.
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Durante a audiência, André afirmou ainda que acordou com
Lorenza passando mal no dia da morte dela, 2 de abril de 2021. O corpo de
Lorenza chegou a ser levado para uma funerária, mas um delegado pediu para que
fosse encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML). A defesa de André afirma que
a mulher se engasgou.
O promotor afastado foi ouvido após dois peritos do IML,
responsáveis pelo laudo da morte de Lorenza, prestarem depoimento. Um deles
defendeu o trabalho feito e afirmou que o resultado do laudo pericial está
correto.
O laudo apontou que Lorenza morreu por asfixia e indicou
envenenamento.



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