Inquérito deve ser aberto nesta semana.
02/03/2023 13h51
Atualizado há 6 dias
Frente da sede da Receita Federal em Brasília, em 23 de dezembro de 2021 — Foto: CLÁUDIO MARQUES/FUTURA PRESS/FUTURA PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO
Em 2019, o chefe de inteligência da Receita, Ricardo
Feitosa, acessou e copiou dados fiscais sigilosos de desafetos do
ex-presidente.
Entre os alvos estão dois políticos que haviam rompido com a
família Bolsonaro, o empresário Paulo Marinho e o ex-ministro Gustavo Bebianno,
e o então procurador-geral de Justiça do Rio de Janeiro, Eduardo Gussem.
As informações foram reveladas pelo jornal "Folha de
S.Paulo".
Nesta semana, a Folha também revelou que o corregedor da
Receita Federal, João José Tafner, afirmou ter sofrido pressão para poupar
Feitosa nas investigações sobre a quebra de sigilo.
Nessa investigação, Tafner recomendou a demissão de Feitosa.
A decisão final cabe ao ministro da Fazenda, Fernando Haddad, que deve aceitar
a recomendação.
Em nota divulgada na quarta (1º), a Receita afirma que, em 3
de janeiro, recebeu "relato de fatos e eventos que podem, em tese,
configurar ilícito a ser devidamente apurado". Segundo o órgão, o caso foi
registrado em ata, que foi enviada à Corregedoria do Ministério da Fazenda.
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