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quarta-feira, 12 de junho de 2013

Na TV, Aécio defende governador

De São Paulo e acusa PT..

CATIA SEABRA
DE BRASÍLIA

Disposto a conquistar o eleitorado paulista, o presidente nacional do PSDB, Aécio Neves (MG), protagonizará a propaganda que o partido levará ao ar em São Paulo. Os comerciais serão veiculados entre os dias 21 e 28.
Aécio gravou ontem sua participação. Nela, defende o governador Geraldo Alckmin das críticas do PT na área de segurança.
O senador acusa o governo de Dilma Rousseff de "omissão e falta de generosidade" no combate à violência. Ele reclama ainda da "magra execução do orçamento para a segurança em São Paulo".
"O PT não tem autoridade para cobrar ninguém. O governo não executa o orçamento, não tem solidariedade. Se tem alguém fazendo política com o tema de segurança, é o PT", disse Aécio, antecipando o tom de seu discurso na TV.
Na semana passada, o ministro José Eduardo Cardozo (Justiça) disse, em entrevista ao jornal "O Estado de S. Paulo", que Alckmin explora politicamente a segurança.
Ao se solidarizar com o tucano, Aécio tenta atrair a simpatia dos eleitores de Alckmin, líder isolado da disputa pelo governo em 2014, segundo o mais recente Datafolha.
É também uma tentativa de polarização com a presidente Dilma. Potencial candidato do partido à Presidência, Aécio abordou a alta de preços no programa que o PSDB exibiu no mês passado.
A propaganda do PSDB de São Paulo mostra ainda sua disposição de intensificar a presença no Estado.
Pela agenda desenhada por Aécio, ele visitará São Paulo toda vez que fizer uma viagem aos demais Estados.
PARALELO
Seguindo estratégia atribuída ao ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, Aécio deverá montar uma estrutura em São Paulo independentemente da de Alckmin para a campanha presidencial.
Segundo tucanos, a intenção é evitar constrangimentos ao longo da disputa pelo Planalto, já que Alckmin ofereceu a vice de sua chapa ao PSB, partido de Eduardo Campos, e terá em seu palanque partidos que compõem a base do governo Dilma.
Com uma estrutura paralela, Aécio se sentiria mais confortável para os ataques a Dilma, sem mal-estar na aliança de Alckmin.
Ainda segundo tucanos, o vereador paulistano Andrea Matarazzo foi convidado a assumir a coordenação da campanha de Aécio na capital.
Matarazzo é amigo do ex-governador José Serra, a quem Aécio também tenta atrair para a campanha.
Outros parlamentares integrarão o comitê eleitoral de Aécio em São Paulo, que espera contar ainda com o apoio do senador Aloysio Nunes Ferreira, outro serrista.


Obs:

Ate parece que um sujeito desses tem alguma moral para dizer alguma coisa. Melhor ele continuar inaugurando galpão vazio (Mais um elefante Branco) juntamente com bajuladores.
E prometendo um montão de coisas.

Veja mais Um Pouco Abaixo.....

  1. Bolsa Família enfraquece o coronelismo e rompe cultura da resignação, diz socióloga
  2. Mídia esconde processo contra Aécio | Conversa Afiada









Alckimim Ataques do PCC em 2006 - Assistam é Muito Interessante
 Publicado em 01/12/2012
 Nosso Governador odeia Policiais assistam. A verdade sobre Alckmin
 Enviado em 18/10/2006
 Deputado Afanásio falando algumas verdades sobre Geraldo Alckmin.



segunda-feira, 10 de junho de 2013

Anastasia inaugura centro de evento em Teófilo


Otoni, no Vale do Mucuri...

Cerimônia de inauguração aconteceu na tarde desta segunda-feira (10).
Governador Antônio Anastasia e senador Aécio Neves estiveram presentes.

Diego Souza e Sidney Júnior Do G1 Vales de Minas Gerais

O centro de convenções Aécio Cunha é o maior espaço de eventos da região Nordeste de Minas.  (Foto: Sérgio  Guimarães/Imprensa Oficial do Estado de Minas Gerais)O centro de convenções Aécio Cunha é o maior espaço de eventos da região Nordeste de Minas. (Foto: Sérgio Guimarães/Imprensa Oficial do Estado de Minas Gerais)
Foi inaugurado na tarde desta segunda-feira (10), o espaço Expominas em Teófilo Otoni, no Vale do Mucuri. O governador Antônio Anastasia, o senador Aécio Neves, o prefeito Getúlio Neiva estiveram na cerimônia de inauguração do maior centro de eventos da região Nordeste de Minas Gerais.
Participaram da cerimônia o senador Aécio Neves, o prefeito Getúlio Neiva e o governador Antônio Anastasia. (Foto: Sérgio  Guimarães/Imprensa Oficial do Estado de Minas Gerais) 
Senador Aécio Neves, prefeito Getúlio Neiva e o
governador Antônio Anastasia.
(Foto: Sérgio Guimarães)
O centro de convenções recebeu o nome do ex-deputado Aécio Cunha, pai do senador Aécio Neves que é natural da região. O Expominas será utilizado para receber feiras, congressos e palestras, além de apresentações musicais, teatrais e culturais. Para a conclusão da obra foram investidos cerca de R$32 milhões. Ao todo, são 10.000 m², com três auditórios e uma ampla área de estacionamento.
Em Minas Gerais, somente as cidades de Belo Horizonte, Juiz de Fora e Araxá contam com o centro de eventos Expominas. Para a gestora de cultura de Teófilo Otoni, Rose Gonçalves, o espaço vai beneficiar os artistas da região. “Os artistas locais e até mesmo aqueles de fora da cidade vão ter um local adequado para apresentarem seus espetáculos, suas obras e seus trabalhos”, destaca.
Durante seu discurso, o governador Antônio Anastasia anunciou outros investimentos para Teófilo Otoni. “Estamos investindo na construção do Hospital Regional e no estudo do projeto para a construção de um Estádio Municipal”, disse.

 http://g1.globo.com/mg/vales-mg

domingo, 9 de junho de 2013

Lista completa dos políticos ficha suja por estado

Finalmente, o TSE divulgou hoje a lista completa dos gestores públicos (prefeitos, governadores, etc) considerados inelegíveis pelo projeto Ficha Limpa, por terem suas contas julgadas irregulares pelo Tribunal de Contas da União. No Brasil, foram 4.922 políticos e ex-políticos sujos em 2010, e são 6.917 políticos sujos agora em 2012.


Se não provarem sua inocência na Justiça, todos serão considerados ficha suja, inelegíveis e, portanto, terão seus direitos políticos cassados por oito anos. Veja abaixo quem são 'os lindinhos' do seu estado, e a lista atualizada de todos os parlamentares com ficha suja.




Observação: Gostaria de deixar claro que sou apartidário. Não é intenção minha zelar ou prejudicar a imagem de ninguem. Quem preserva sua imagem é o próprio político ou candidato(a), e não apenas com bons modos mas também com boas atitudes. Se alguém sentir-se ofendido pela lista pode entrar em contato comigo aqui. Deixo claro que esta lista faz parte de um relatório do próprio órgão de justiça TSE e do TCU, e que foi recentemente divulgada em nível nacional.

terça-feira, 21 de agosto de 2012

Candidatos e partidos indeferidos podem

  Continuar em campanha ............ .


De acordo com a Justiça Eleitoral, os candidatos podem continuar em campanha até que o julgamento ocorra em última instância. Ou seja, caso percam no TRE, os candidatos ainda podem recorrer ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE)

TEÓFILO OTONI – Todos os candidatos a prefeito em Teófilo Otoni podem fazer suas campanhas e concorrer às eleições normalmente, até que a Justiça Eleitoral se manifeste de forma definitiva, em última instância. Pela Lei Eleitoral, os candidatos a prefeito que tiveram seus pedidos de registro de candidatura negados pela Justiça Eleitoral em primeira instância, e recorram dessa decisão podem fazer campanha e também disputar as eleições.


Casos
Em Teófilo Otoni, a situação do candidato a prefeito Ricardo Bastos (PT), que aparece “indeferido com recurso", não o impede se permanecer na disputa e até ser empossado, caso vença as eleições, assim como os candidatos Getúlio Neiva (PMDB) e Fátima Dantas (PSC), cuja situação é de "deferido". O candidato do PT, bem como a chapa completa do 13, tiveram o registro indeferido em decisão de primeira instância, no entanto, entrou com recurso junto ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE) para tentar reverter a situação. Os candidatos a vereador pelo PCdoB atravessam situação semelhante, já que mantém a campanha nas ruas e redes sociais, enquanto o juiz do TRE não julga o processo. Até lá, os candidatos seguem com as programações normais de campanha.
De acordo com a Justiça Eleitoral, aos olhos da Lei, todos são candidatos com os mesmos direitos e deveres, até que o último recurso seja julgado. Ou seja, por este entendimento aqueles que tiveram as candidaturas indeferidas podem fazer suas campanhas até que as instâncias superiores se manifestem sobre os recursos impetrados.


Andamento processual........
De acordo com a Justiça Eleitoral, enquanto o candidato estiver recorrendo às instâncias superiores, estará apto, na situação "indeferido com recurso", podendo, inclusive, realizar todos os atos de campanha, por exemplo, realizar comícios e propaganda eleitoral. Em caso das candidaturas forem barradas também no TRE (segunda instância), resta ainda aos candidatos entrarem com recurso no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em Brasília, que será a última decisão.




Fonte:




Minha foto

Lista de Políticos Ficha Suja-MG......

Assembléia Legislativa/MG

Ademir Lucas (PSDB/MG)
Albertinto Coelho (PP/MG)
Almir Paraca (PT/MG)
Arlen Santiago (PTB/MG)
Braulio Braz (PTB/MG)
Dilzon Melo (PTB/MG)
Dinis Pinheiro (PSDB/MG)
Doutor Rinaldo (PSL/MG)
Duarte Bechir (PMN/MG)
Durval Ângelo (PT/MG)
Elmiro Nascimento (DEM/MG)

Getúlio Neiva (PMDB/MG)
Gilberto Abramo (PMDB/MG)
Inácio Franco (PV/MG)
Irani Barbosa (PSDB/MG)
Jayro Lessa (DEM/MG)
Paulo Guedes (PT/MG)
Pinduca Ferreira (PP/MG)
Rômulo Veneroso (PV/MG)
Ruy Muniz (DEM/MG)
Zezé Perrella (PDT/MG)

 

Quer ver  alista completa dos políticos enquadrados na ficha suja e só acessar o endereço abaixo...
http://www.cearaemrede.com.br/2012/02/lista-de-politicos-ficha-suja-vejam.html

 
 
Publicação: 21/06/2011 06:00 Atualização: 21/06/2011 08:02
Veja noticia antiga que não pode ser Esquecida....
No sábado o diário oficial Minas Gerais publicou a exoneração de três ex-prefeitos condenados por improbidade

ABAIXO O ENDEREÇO


terça-feira, 31 de julho de 2012

Saiba o que é permitido e proibido na campanha

Eleitoral em Teófilo Otoni


Para veiculação no jornal e revista serão permitidos 10 anúncios por candidato em cada veículo. Nestes casos é necessária a publicação do valor da inserção. Os tamanhos são de um oitavo em jornais no formato standard e um quarto no formato tablóide

TEÓFILO OTONI – O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) determinou que até o dia 6 de outubro os candidatos podem utilizar publicidade como alto falante, ou amplificadores de som, nas suas sedes ou em veículos das 8h às 22h. Também está permitido anúncio em jornal impresso, revista, internet e distribuição dos santinhos.
Apesar da liberação para publicidade, os gastos só poderão ser computados após emissão do CNPJ pela Receita Federal. A propaganda na internet é permitida nos sites dos partidos, candidatos ou redes sociais.
Já para as propagandas de rua como placas, banners, cavaletes e bandeiras, a Resolução do TSE nº 23.370 aponta que é permitido o uso destes materiais desde que a medida seja de 4m² e não comprometa a mobilidade.
Jornal impresso e revistas
De acordo com o TSE, é possível fazer propaganda eleitoral por jornais e revistas do dia 06 de julho até 5 de outubro, no entanto, toda a propaganda eleitoral divulgada nos jornais e revistas deve ser paga. Desde as eleições de 2010, foi imposto o limite de até 10 anúncios por veiculo, para cada candidato, em datas diversas. Mas, segundo o Tribunal Superior Eleitoral, deverá constar no anúncio, de forma visível, o valor pago pela publicação. Para divulgação nos jornais impressos e revistas, o candidato precisa observar as regras do tamanho da publicação. Para o jornal impresso é permitido até um oitavo (⅛) de página e para revista o máximo de um quarto (¼).
Os responsáveis pelos veículos de comunicação e os partidos, coligações e candidatos que não respeitarem esta regra, estarão sujeitos ao pagamento de multa, entre R$ 1.000 e R$ 10.000 ou valor pago pelo anúncio, se este for maior.
O TSE ainda estabeleceu que é permitida a divulgação de opinião favorável a candidato, a partido político ou a coligação pela imprensa escrita através de matérias jornalísticas, desde que não seja matéria paga. Porém, os excessos e abusos serão investigados e punidos nos termos do artigo 22, da Lei Complementar nº 64/90. Pela Lei, também está autorizada a reprodução virtual das páginas do jornal impresso na internet, desde que seja feita no sítio do próprio jornal, independentemente do seu conteúdo, devendo ser respeitado integralmente o formato gráfico e o conteúdo editorial da versão impressa, atendido, nesta hipótese, o disposto no caput deste artigo.

O que pode e o que não pode nas eleições 
Comício
Pode - Entre os dias 6 de julho e 4 de outubro (primeiro turno) e de 8 a 25 de outubro (segundo turno), das 8 horas às 24 horas. Também pode ser utilizada aparelhagem de sonorização fixa e trio elétrico.
Não pode - Com a realização de show ou de evento assemelhado e apresentação, remunerada ou não, de artistas com a finalidade de animação.

Alto-falantes ou amplificadores de som

Pode - A partir do dia 6 de julho até 6 de outubro (primeiro turno) e de 8 a 27 de outubro (2º turno), entre 8 horas e 22 horas, desde que observadas as limitações descritas abaixo.
Não pode - A menos de 200 metros das sedes dos poderes Executivo e Legislativo da União, dos estados, do Distrito Federal e dos municípios, das sedes dos órgãos judiciais, dos quartéis e de outros estabelecimentos militares, dos hospitais e casas de saúde, das escolas, bibliotecas públicas, igrejas e teatros, quando em funcionamento.

Caminhada, carreata e passeata
Pode -  A partir do dia 6 de julho até 6 de outubro (primeiro turno) e de 8 a 27 de outubro (2º turno), até as 22 horas. Também é permitido distribuição de material gráfico e uso de carro de som que transite pela cidade divulgando jingles ou mensagens de candidatos. No dia das eleições: é permitida apenas a manifestação individual e silenciosa da preferência do eleitor por determinado partido ou candidato, revelada pelo uso exclusivamente de bandeiras, broches, dísticos e adesivos.
Não pode - Propaganda que  perturbe o sossego público, com algazarra ou abuso de instrumentos sonoros ou sinais acústicos, ou que prejudique a higiene e a estética urbana.

Cavaletes, bonecos, cartazes e bandeiras móveis
Pode - Ao longo das vias  públicas, desde que não dificultem o bom andamento do trânsito de pessoas e veículos. Mas devem ser colocados e retirados diariamente, entre 6 e 22 horas.
Não pode - Nos bens cujo uso dependa de cessão ou  permissão do poder público, ou que a ele pertençam, e nos de uso comum, inclusive postes de iluminação pública e sinalização de tráfego, viadutos, passarelas, pontes, paradas de ônibus e outros equipamentos urbanos, nas árvores e nos jardins localizados em áreas públicas, bem como em muros, cercas e tapumes divisórios, mesmo que não lhes cause dano. Essa proibição também vale para qualquer outro tipo de propaganda. No dia das eleições: é proibida a divulgação de qualquer espécie de propaganda de partidos políticos ou de seus candidatos.

Camisetas, chaveiros, bonés, canetas e brindes
Não pode - A confecção, utilização ou distribuição realizada por comitê de candidato ou com a sua autorização durante a campanha eleitoral. Esta proibição também vale para quaisquer outros bens ou materiais que possam proporcionar vantagem ao eleitor, como cestas básicas.

Faixas, placas, cartazes, pinturas ou inscrições
Pode - Apenas em bens particulares, independentemente de autorização da Justiça Eleitoral, observado o limite máximo de 4 m² e desde que não contrariem outras disposições da legislação eleitoral.
Não pode - Em troca de oferecimento pelo candidato ao eleitor de dinheiro ou qualquer tipo de pagamento pelo espaço utilizado. A propaganda deve ser feita espontânea e gratuitamente.
 
Outdoor
Não pode - Independentemente do local, sujeitando-se a empresa responsável, os partidos, as coligações e os candidatos às penalidades cabíveis (retirada imediata e pagamento de multa).

Jornais e revistas
Pode – De 6 de julho até 5 de outubro (primeiro turno) e de 8 a 26 de outubro (segundo turno), para divulgação paga de propaganda eleitoral na imprensa escrita. Atenção: É permitida a divulgação de opinião favorável a candidato, a partido político ou a coligação pela imprensa escrita, desde que não seja matéria paga.

Rádio e televisão
Pode - Apenas para a propaganda eleitoral gratuita, veiculada no período de 21 de agosto a 4 de outubro (primeiro turno) e de 13 a 26 de outubro (segundo turno).

Internet
Pode – A partir de 6 de julho, em sites de partidos e candidatos, desde que comunicados à Justiça Eleitoral e hospedados em provedores estabelecidos no Brasil. É permitida também a propaganda eleitoral por meio de blogs, sites de relacionamento (Orkut, Facebook, Twitter, etc) e sites de mensagens instantâneas. As propagandas eleitorais veiculadas por e-mail são permitidas, mas o cadastro de destinatários não pode ser pago e as mensagens deverão conter mecanismo que possibilite ao internauta solicitar seu descadastramento.

Não pode - Qualquer tipo de propaganda eleitoral paga. Nem propaganda em sites de pessoas jurídicas, em portais de notícias, com ou sem fins lucrativos, e em sites oficiais ou hospedados por órgãos ou entidades da administração pública. São proibidas ao provedor de conteúdo ou de serviços de multimídia, a utilização, doação ou cessão e a venda de cadastro eletrônico de seus clientes, em favor de candidatos, partidos ou coligações. A reprodução do jornal impresso na internet não é permitida, a não ser no site do próprio jornal e respeitado integralmente o formato e o conteúdo da versão impressa.


2 prefeitos e 21 ex-prefeitos do Vale estão inelegíveis, diz TSE ...








segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

RANKING DOS PARTIDOS MAIS CORRUPTOS

  DO BRASIL

O  PORTAL LUIS NASSIF informa que  Segundo o Tribunal Superior Eleitoral – TSE – o ranking da corrupção no Brasil foi o seguinte, medido pela quantidade de políticos cassados por corrupção desde 2000:
1º) DEM (69);
2º) PMDB (66);
3º) PSDB (58);
4º) PP (26)
5º) PTB (24);
6º) PDT (23);
7º) PR (17);
8º) PPS (14);
9º) PT (10);
10º) PV, PHS, PRONA, PRP (1).


Dos 623 políticos que foram cassados, quatro eram governadores e vices: Flamarion Portela, de Roraima, e Cássio Cunha Lima, da Paraíba, mantido no cargo por força de liminar do TSE.

Os demais são senadores e suplentes (seis), deputados federais (oito), deputados distritais (13), prefeitos e vices (508) e vereadores (84).


De acordo com a pesquisa, o DEM é o partido que lidera o ranking (69), reunindo 20,4% dos políticos cassados.


O PMDB (66) aparece logo depois, seguido por PSDB (58), PP (26), PTB (24), PDT (23), PR (17), PPS (14) e PT (10).


Na última posição está o PV (1), empatado com PHS, Prona e PRP.


Estar nesta lista não é mérito nenhum, mas o que podemos notar é que proporcionalmente o DEM e o PSDB são os partidos mais corruptos do país, e que o PT, apesar de toda o denuncismo da imprensa tucana, por ser o segundo maior partido em número de filiados, é um dos que tiveram o menor número de cassações.


A corrupção no Brasil e na politica é a grande ameaça a jovem democracia que vários lutadores sociais deram a vida e ainda dão para conquista-la e para mante-la até os dias atuais.


A luta para a sua consolidação passa pela conscientização popular que não devemos nos vender em momento algum e principalmente na hora de votar.


 

http://ptdeassai.blogspot.com/2011/10/ranking-dos-partidos-mais-corruptos-do.html



A LISTA DE VALÉRIO
 

 




O empresário Marcos Valério de Souza (foto) entregou à Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) da Compra de Votos, uma lista com 79 nomes de pessoas que sacaram dinheiro das contas de suas agências em 1998. Entre os nomes da lista, estão o da ex-senadora Júnia Marise, que concorreu ao Senado pelo PSDB, com saques totalizando R$ 200 mil; e o do deputado Custódio Mattos (PSDB-MG), com saque de R$ 20 mil. A lista soma saques de apenas R$ 1,8 milhão. Marcos Valério, que é acusado de operar o pagamento do "mensalão", disse que não conseguiu levantar todos os comprovantes de saques.
Além da lista com os beneficiários do PSDB, Marcos Valério destacou que foram pagos R$ 4,5 milhões para o publicitário Duda Mendonça, responsável pela campanha de Azeredo em 1998. O empresário apresentou o recibo do depósito.
Calote
Valério explicou o empréstimo de cerca de R$ 9 milhões que contraiu há sete anos a pedido de Cláudio Mourão, então coordenador da campanha de Eduardo Azeredo (PSDB) ao governo de Minas Gerais. Azeredo é senador por Minas e presidente nacional do partido.
 O empresário disse que não recebeu o dinheiro de volta. "Em 1998, eu levei cano", admitiu. Marcos Valério disse ainda que preferiu não brigar para ter os recursos de volta porque não valia a pena brigar na Justiça com Eduardo Azeredo ou com o PSDB. "Eles eram governo federal e eu poderia perder as minhas contas", contou.
Na época, Marcos Valério tinha contratos de publicidade com o Banco do Brasil, a Eletronorte e o Ministério do Trabalho, por meio de sua agência DNA, e com o Ministério dos Esportes, pela SMPB
Marcos Valério garante: Dirceu sabia dos empréstimos
O empresário Marcos Valério de Souza, denunciado como o operador do suposto "mensalão" pago a parlamentares para votar projetos de interesse do Executivo, disse que o ex-ministro-chefe da Casa Civil e atual deputado José Dirceu (PT-SP) sabia dos empréstimos de R$ 55 milhões feitos pelo PT por meio de suas agências publicitárias. Marcos Valério ainda depõe na Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) da Compra de Votos.
O empresário disse que teve a vida destruída por Delúbio Soares e por José Dirceu, a quem considera hoje um inimigo. Ele informou que foi obrigado a demitir todos os funcionários de suas empresas de publicidade e que teve suspensos todos os seus contratos com o governo federal.
Portugal Telecom
Valério também confirmou ter pedido ao ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares para agendar uma reunião entre o presidente do Banco Espírito Santo, Ricardo Espírito Santo, e o ex-ministro-chefe da Casa Civil José Dirceu. Ele lembrou que o BES é o maior acionista da Portugal Telecom, presidida por Miguel Horta e Costa, de quem o empresário se diz amigo. Por essa relação de amizade, Valério intermediou a reunião do banqueiro com Dirceu.
O empresário confirmou ainda a viagem que fez a Portugal em janeiro deste ano, mas negou que tenha ido à empresa portuguesa acompanhado pelo então tesoureiro do PTB, Emerson Palmieri, para levantar dinheiro e sanar parte das dívidas de campanha do PTB e do PT. "Fui a Portugal cinco vezes para tratar de assuntos das minhas empresas", explicou. O empresário tinha a conta da Telemig Celular que poderia ser vendida à Portugal Telecom. "Fui apresentar os trabalhos da agência e não perder a conta", relatou.
Segundo Marcos Valério, Palmieri o acompanhou a Portugal porque queria se afastar das "pressões" do deputado Roberto Jefferson para obter recursos, supostamente irregulares, no Instituto de Resseguros do Brasil (IRB).
Aval de Dirceu
O empresário disse que se sentiu "tranqüilo" em relação à dívida que havia contraído para o PT com os bancos Rural e BMG porque havia um "aval superior". "Esse aval do Dirceu não foi dado a mim pessoalmente, mas confirmado várias vezes pelo senhor Delúbio (Soares, ex-tesoureiro do PT)", esclareceu.
Além disso, disse ele, o PT estava arrecadando cerca de R$ 50 milhões anuais e tinha a perspectiva de aumentar o caixa porque mais petistas assumiriam cargos nos altos escalões do governo federal. O empresário disse não saber se o presidente Luiz Inácio Lula da Silva tinha conhecimento dos empréstimos ao PT. Marcos Valério também negou que tenha contribuído para pagar as despesas da posse do presidente Lula.
Ele negou a informação dada à imprensa pelo deputado Roberto Jefferson (PTB-RJ) de que integrantes do Poder Executivo (ministros e assessores) também teriam se beneficiado de dinheiro das contas de suas empresas. "Nunca dei nenhum centavo a nenhum ministro e a nenhum presidente da República. Não adianta o deputado Roberto Jefferson construir história", disse.
Valério critica Jefferson e diz que Dirceu é arrogante
O empresário Marcos Valério Fernandes declarou também, em seu depoimento à na Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) da Compra de Votos, que não daria "um cheque enlameado" ao deputado Roberto Jefferson (PTB-RJ), que o acusou de ser o operador do "mensalão". Já o ex-ministro José Dirceu foi classificado pelo depoente como "um arrogante que não é amigo de ninguém".
Em resposta ao senador Sibá Machado (PT-AC), Marcos Valério voltou a negar a existência do "mensalão". O que existe, segundo ele, é a necessidade de saldar compromissos financeiros de deputados endividados por campanhas eleitorais.
Reagindo a uma pergunta do deputado Arnaldo Faria de Sá (PTB-SP), o empresário reafirmou que cobrará na Justiça os R$ 55 milhões emprestados ao PT, caso o partido não pague a dívida.
Medo do passado
O senador Almeida Lima (PSDB-SE) perguntou ao empresário do que ele tem medo. Valério respondeu que sente medo quando fica só e lembra das "pessoas do passado do Brasil".
Ainda em seu depoimento, Marcos Valério informou ao deputado Devanir Ribeiro (PT-SP) que presta serviços publicitários ao governo de Minas Gerais desde o mandato de Hélio Garcia (1991/95).
Veja a lista de saques apresentada por Marcos Valério

As pessoas listadas abaixo teriam sacado dinheiro das contas do empresário Marcos Valério de Souza, acusado de operar o "mensalão", em 1998. Valério entregou hoje a relação à CPMI da Compra de Votos.
Junia Marise - R$ 25 mil
Junia Marise - R$ 175 mil
Fabio Valença - R$ 91.459,28
Maurílio Borges - R$ 125 mil
Márcio Luiz Murta - R$ 25 mil
Vilda Maria Bittencourt - R$ 10 mil
Arnaldo Francisco Penna - R$ 15 mil
Marcelo Jerônimo Gonçalves - R$ 10 mil
Marlene Aranda Caldeira - R$ 20 mil
Obed Alves Guimarães - R$ 15 mil
Carlos Welth Pimenta Figueiredo - R$ 12 mil
Naylor Andrade Vilela - R$ 12 mil
Maurício Antônio Figueiredo - R$ 15 mil
Clemente Sarmento Petroni - R$ 15 mil
Martins Adelio Gomes - R$ 20 mil
Rosane Aparecida Moreira - R$ 20 mil
Gilberto Rodrigues de Oliveira - R$ 25 mil
Custódio de Mattos - R$ 20 mil
Maria Aparecida Vieira - R$ 2,5 mil
Maria da Conceição Almeida Alves - R$ 2,5 mil
João Manoel Rathsam - R$ 15 mil
José Roberto del Calle - R$ 4 mil
Grupo Hum Propaganda Marketing - R$ 10 mil
Geruza Pereira Cardoso - R$ 12 mil
Odair Ribeiro Vidal - R$ 15 mil
Ricardo Besotti Costa - R$ 20 mil
Geraldo Magela Costa - R$ 40 mil
Baldonedo Arthur Napoleão - R$ 3 mil
Honório José Franco - R$ 20 mil
Antônio de Pádua Luma Sampaio - R$ 8 mil
Elmo Braz Soares - R$ 6 mil
Sônia Maria Salles Campos - R$ 15 mil
Amilcar Viana Martins Filho - R$ 6 mil
João Batista de Oliveira - R$ 7 mil
Maria Eustáquia de Castro - R$ 11 mil
Kemil Said Kumaia - R$ 9 mil
José Augusto Ribeiro - R$ 9 mil
Humberto Candeias Cavalcanti - R$ 3 mil
Nelson Antônio Prata - R$ 5 mil
Aldimar Dima Rodrigues - R$ 10 mil
Silvana Vieira Felipe - R$ 8 mil
Eder Antonio Madeira - R$ 12 mil
Olavo Bilac Pinto Neto - R$ 20 mil
Tarcísio Henriques - R$ 10 mil
Heloísa Helena Barras Escomini - R$ 5 mil
Wanderley Geraldo de Ávila - R$ 21 mil
Olinto Dias Godinho - R$ 20 mil
Cláudio de Faria Maciel - R$ 7 mil
Ermínio Batista Filho - R$ 25 mil
Alencar Magalhães da Silveira Jr. - R$ 10 mil
Maria Olivia de Castro Oliveira - R$ 15 mil
Maria Ângela Arcanjo - R$ 20 mil
Francisco Ramalho - R$ 15 mil
Ajalmar José da Silva - R$ 15 mil
Antônio Milton Sales - R$ 2 mil
Paulo Abi-Ackel - R$ 50 mil
Cantídio Cota Figueiredo - R$ 40 mil
Afonso Celso Dias - R$ 50 mil
Luiz Flávio Vilela Mesquita - R$ 50 mil
Cláudio Pereira - R$ 25 mil
Gilberto Wagner Martins A. Pereira - R$ 25 mil
Romeo Anísio Jorge - R$ 100 mil
Vagner Nascimento Jr. - R$ 30 mil
Jaldo Retes Dolabela - R$ 53.025
Cantídio Cotta de Figueiredo - R$ 15 mil
José Pinto Resende Filho - R$ 7,5 mil
Francisco Rafael - R$ 15 mil
Renato Fraga - R$ 12,5 mil
Nei Martins Junqueira - R$ 50 mil
Roberto Arabe Abdanur - R$ 50 mil
Alfeu Queiroga de Aguiar - R$ 25 mil
Alfeu Queiroga de Aguiar - R$ 25 mil
Edson Brauner da Silva - R$ 20 mil
Ivone de Oliveira Loureiro - R$ 20 mil
José Pinto Resende Filho - R$ 15 mil
Rui Resende - R$ 10 mil
Luciano Claret Gonçalves - R$ 30 mil
TOTAL - R$ 1.805.484.28