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terça-feira, 14 de setembro de 2021

Leda Nagle, Alexandre Garcia e Augusto Nunes: “jornalismo da pós-verdade” como meio de sobrevivência

Profissionais veteranos da imprensa, com trajetória bem-sucedida, passaram a usar o prestígio que têm para desinformar e hoje integram a tropa de choque da comunicação bolsonarista

 

 Por Elder Dias

 Na segunda-feira, 19, Leda Nagle, de 70 anos, foi o centro das atenções do Twitter, o maior celeiro de polêmicas políticas entre as redes sociais. Depois de uma carreira bem-sucedida, em que se destacou principalmente como apresentadora do Jornal Hoje, na Rede Globo, na maior parte dos anos 80, a veterana jornalista ganhou espaço em redes menores e na EBC, a estatal do governo federal, durante o governo Dilma Rousseff.

 

Hoje, tem um canal no YouTube em que apresenta um programa chamado “Clube da Notícia”, dedicado a membros (pessoas que pagam uma espécie de mensalidade para ter acesso a conteúdos exclusivos). Detalhe importante para o que vem a seguir: nos últimos tempos, passou a ser reconhecida também como um dos esteios do bolsonarismo nos meios de comunicação.

Leda Nagle mostra tuíte com fake news durante live privada: décadas de carreira agora a serviço da desinformação | Foto: Reprodução

“Notícia”, entre aspas, não é bom sinal. Em um momento da live em seu canal no sábado, 17, a apresentadora leu dois tuítes (como são chamadas as postagens da plataforma Twitter), os quais deveriam ter despertado algum tipo de alerta em uma jornalista experiente e que quisesse honrar o princípio número um da profissão: alcançar a verdade dos fatos, produzindo notícias e não “notícias”.

Afinal, as mensagens em questão no Twitter estavam no que se supunha ser o perfil de ninguém menos do que o delegado-chefe da Polícia Federal, Paulo Maiurino, e denunciavam uma conspiração entre ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Com que finalidade? Matar o presidente Jair Bolsonaro (sem partido).

Ora, nenhum repórter iniciante falaria isso ao microfone ou acionaria seu chefe de redação sem antes tomar o cuidado de verificar se a “bomba” vinha de fato da conta do delegado na rede social.

Leda Nagle pulou essa parte. Leu os tuítes ao vivo para, certamente, milhares de pessoas (o canal tem 1,06 milhões de inscritos, embora membros sejam minoria desse total) como se isso fosse uma notícia absurda, mas não do ponto de vista de algo inverossímil: sem contestar a “informação” (STF e Lula planejam matar o presidente),  se mostrou chocada com o conteúdo e se limitou a dizer, depois de uma exclamação religiosa: “Eu realmente não sei o que fazer, estou assustada com isso tudo. Porque isso não é política, né? Isso é tudo, menos política”.

Ela se formou em Jornalismo na Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) e começou como repórter da TV Globo em 1973. Já acumula, desde então, 48 anos de redação, mais de 20 deles à frente do programa “Sem Censura”, da estatal TV Brasil. Cair em fake news de primeiro grau nessa altura da carreira, convenhamos, não pode ser aceitável.

É muito difícil acreditar que realmente Leda não tenha ideia do que acabara de fazer ao ler aqueles tuítes. Talvez confiasse no sigilo do grupo, por ser uma live privada. Os pedidos de desculpas que ela publicou na segunda-feira, garantindo que o trecho divulgado foi extraído por um membro do canal antes que ela pudesse conferir a veracidade da “informação” (ressaltando que a jornalista só fez o comunicado após a repercussão negativa, quase 48 horas após o repasse da “informação” por ela), foram patéticos.

Curiosamente, na sessão aberta do “Clube da Notícia”, na segunda-feira, 19, a apresentadora se “convenceu” de que não deveria ter pedido desculpas, após ler o comentário de um fã: “Regra número 1 da guerra cultural contra a patrulha ideológica: não peça desculpas. Seus aliados não precisam. Seus inimigos não aceitarão.” Ela aceitou a ideia: “Gostei viu, Bruno, obrigada! Não vou pedir desculpas, não, porque não fiz de má-fé. Não achei bacana a pessoa ter vazado isso, era um grupo fechado.”

Mas Leda Nagle faz parte de um outro clube: o dos jornalistas de renome nacional e carreira consagrada que abriram mão da ética e do patrimônio profissional para se tornar celebridades do mundo de “informações alternativas” criado pelo bolsonarismo. Uma espécie de “jornalismo freestyle”.

Experiência e desinformação
É o caso de outro ex-global, o octogenário Alexandre Garcia, que também aderiu de corpo e alma à tropa de choque da imprensa governista. Porta-voz do último presidente da ditadura militar, o general João Baptista Figueiredo, conservador e de direita, o ex-apresentador dos principais telejornais da Rede Globo era uma exceção no meio profissional, formado por maioria de gente liberal e/ou de esquerda.

Alexandre Garcia: defesa da ivermectina e ataque ao lockdown | Foto: reprodução

Desde o início do governo Bolsonaro, Garcia tornou-se defensor de toda e qualquer medida adotada pela gestão. Chegou ao ápice quando, já contratado pela CNN Brasil, passou a apoiar na TV a adoção de métodos e remédios sem comprovação científica (como a ivermectina) e ataques a medidas restritivas, além da fazer uso da propagação de dados sem fontes reconhecidas. Em dezembro, disse também que a revolta da população de Manaus ao “lockdown” era uma “vitória da liberdade”. Não soube de sua avaliação sobre a carnificina sanitária que vitimou a cidade no mês seguinte.

Augusto Nunes, de 71 anos, é outro nome consagrado que integra a bancada do pós-jornalismo. Diretor de redação de alguns dos maiores veículos de comunicação do País, hoje ele está no comando da TV Record e na Rádio Jovem Pan. Nunes foi um dos “criadores” da candidatura à Presidência do então governador de Alagoas Fernando Collor, quando fez uma entrevista para o “Jornal do Brasil, lançando ao País “o caçador de marajás”.

Jornalista Augusto Nunes: no comando da TV Record e referência da tropa de choque bolsonarista| Foto: Reprodução

Na última década, tornou-se um dos maiores militantes antipetistas da imprensa. No microfone da Jovem Pan – o principal abrigo do ideário bolsonarista na imprensa tradicional –, ele se prestou ao papel de confundir a audiência sobre a destinação dos repasses federais aos Estados e a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a condução da pandemia pelas esferas de governo, propagando a mentira de que Bolsonaro não podia mais fazer nada. “Ele não administrou a pandemia porque não podia”, afirmou em um dos programas. Mas o nível de adesão ao bolsonarismo se mede mesmo de forma inequívoca quando Augusto Nunes resolve chamar o coronavírus de “vírus chinês”.

O que levou profissionais de tanta reputação a mancharem a biografia? Ideologia? Dinheiro? Lavagem cerebral? Talvez um pouco de tudo. O fato é que são nomes de peso que, no momento, servem a um propósito que vai bem além do que a simples mistura de opinião, adesão política e assessoria de imprensa: eles passaram a usar o prestígio que têm para desinformar. Pelo que um dia representaram, é uma tragédia para a profissão.

Leda Nagle, Alexandre Garcia e Augusto Nunes: "jornalismo da pós-verdade" como meio de sobrevivência

sexta-feira, 23 de abril de 2021

ALMENARA: Polícia Militar realiza apreensão de drogas no bairro Cidade Verde

Durante as buscas, foram encontradas maconha, crack, cocaína, uma balança de precisão e R$210 (duzentos e dez reais) em dinheiro



A Polícia Militar prendeu um homem de 21 anos na noite do dia 18 de abril de 2021, por envolvimento com o tráfico de entorpecentes no bairro Cidade Verde na cidade de Almenara/MG. 

A PM recebeu notícia crime que um homem teria recebido uma grande quantidade de entorpecentes. Diante das informações foi realizada uma operação policial de controle ao tráfico de drogas ilícitas, que visam à prevenção e a repressão qualificada para a contenção e a diminuição da criminalidade. 

Durante as diligências policiais militares avistaram o suspeito entregando um pacote a um motociclista que evadiu rapidamente do local, não sendo abordado. O suspeito ao ver a viatura policial saiu do local, contudo foi abordado. Durante as buscas foram localizados 09 tabletes e 04 porções de maconha, 05 pedras brutas e 26 pedras menores de crack, 07 porções de cocaína, 01 balança de precisão e a quantia de duzentos e dez reais em dinheiro. 

O suspeito e os materiais apreendidos foram encaminhados à Delegacia de Polícia.

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Tino Marcos critica Leda Nagle por fake news contra Lula: “Que pena terminar desse jeito”

O ex-repórter da Globo lembra que a apresentadora furou greve dos jornalistas: “Quase foi apedrejada ao entrar na emissora pra apresentar o JH”

 

Por Julinho Bittencourt 19 abr 2021 - 13:03

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Foto: Montagem

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O ex-repórter da TV Globo, Tino Marcos, fez duras críticas em sua conta do Twitter, nesta segunda-feira (19), à apresentadora e militante bolsonarista, Leda Nagle, por conta da fake news compartilhada por pela envolvendo o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

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Leda Nagle propaga notícia falsa de que Lula e STF queriam matar Bolsonaro A jornalista Leda Nagle ...
há 1 dia

 

O apresentador lembrou que a jornalista furou a greve dos jornalistas em 1986. “Quase foi apedrejada ao entrar na emissora pra apresentar o JH. Mas nunca imaginei que chegaria a esse ponto de hoje”, ressaltou Tino.

 

“Que tristeza, Leda. Que pena terminar desse jeito. Tem ideia do que pode mover uma fake news como essa? Lembro de Leda furando uma greve nacional em 1986. Quase foi apedrejada ao entrar na emissora pra apresentar o JH. Mas nunca imaginei que chegaria a esse ponto de hoje.”



Leda Nagle compartilhou um vídeo fake news onde reproduz uma postagem de um suposto delegado que teria descoberto um plano do presidente Lula para matar o presidente Bolsonaro.


#JovemPan #MorningShow. "Fiquei furiosa", conta Leda Nagle sobre demissão do programa "Sem ...
15 de nov. de 2017 · Vídeo enviado por Morning Show



A jornalista se recuperou do coronavírus e fez live com o filho, Duda Nagle, que a desmentiu sobre ...
24 de ago. de 2021


 

por taboolaLinks promovidos

 

O delegado ao qual Leda Nagle se refere é o novo diretor da Polícia Federal, Paulo Maiurino, que teve o seu nome relacionado a vários perfis fakes no Twitter, entre eles, o que serve de base para a “denúncia” de Nagle.

  

“Partiu daqui (Twitter) em conjunto com Lula Oficial (perfil do ex-presidente na rede) e outro a ideia de matar Jair Bolsonaro. Por enquanto eu não posso dizer muito, mas vocês saberão”, revela Leda Nagle em tom conspiratório.

 

Tags:

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https://revistaforum.com.br/redes-sociais/tino-marcos-critica-leda-nagle-por-fake-news-contra-lula-que-pena-terminar-desse-jeito/

quinta-feira, 24 de dezembro de 2020

Mulher assediada por bombeiro no Metrô-DF registra boletim de ocorrência

 A versão dela foi anexada como depoimento na ocorrência já aberta por Jair Aksin, que foi agredido e ameaçado pelo militar

ATUALIZADO 23/12/2020 17:17

homem ameaçando negroREPRODUÇÃO

Após ser assediada pelo 1º sargento Guilherme Marques Filho, do Corpo de Bombeiros do Distrito Federal (CBMDF), a cabeleireira de 29 anos decidiu registrar boletim de ocorrência na 12ª Delegacia de Polícia (Taguatinga Centro). Após cerca de 50 minutos de conversa com os agentes da Polícia Civil do DF, ela espera que o militar seja responsabilizado pelo que fez.

“Contei tudo o que aconteceu aos policiais e eles colocaram como depoimento na ocorrência do Jair [o rapaz procurou a polícia depois de ser agredido]. Me sinto melhor agora. Espero que o bombeiro seja responsabilizado”, contou a moça.

Em entrevista ao Metrópoles, a cabeleireira, que preferiu não se identificar, afirmou que estava na fila da estação do Metrô da Praça do Relógio, em Taguatinga, como faz diariamente, quando sentiu uma mão em seu cabelo. “Ele pegou da metade do cabelo para baixo e foi passando a mão. Primeiro, achei que era alguém conhecido, mas, quando vi uma pessoa que não conheço me olhando com cara maliciosa, confrontei”, afirmou a cabeleireira.

Nesse instante, Jair Aksin interrompeu: “O Jair se aproximou e deu um tapa nas costas dele [o bombeiro], mas só para ele se virar, e questionou por que ele estava me assediando. O bombeiro negou e disse que só esbarrou em mim”, contou a mulher.

O caso

O episódio revelado pelo Metrópoles ocorreu na sexta-feira (18/12). Após ser confrontado por Jair Aksin, o 1º sargento Marques Filho esboçou sacar uma pistola que levava na cintura, mas os seguranças do Metrô conseguiram apaziguá-lo e pediram para que Jair esperasse o bombeiro ir embora, a fim de evitar confusão. No entanto, ao sair da estação, Marques Filho estava esperando pelo programador.

Assustado, o rapaz correu para se refugiar dentro de uma loja especializada na venda de peixes e aquários. “Tentei me posicionar próximo a câmeras de segurança para, pelo menos, ficar registrado que ele poderia me matar. Por sorte, ele puxou a arma, me agrediu, mas não apertou o gatilho”, desabafou.

Em pânico, funcionários do estabelecimento acompanharam as ameaças. Logo após agredir o rapaz, o homem deixou o local. “É uma sensação muito ruim de impotência, pois esse homem havia assediado uma moça dentro do Metrô. Espero que as autoridades tomem uma providência enérgica”, finalizou.

O que diz o militar

Na noite de sábado (19/12), o sargento concedeu entrevista na qual afirmou que toda a confusão aconteceu por ele estar usando uma camisa com a foto do presidente Bolsonaro (sem partido). O militar informou que irá à delegacia para registrar ocorrência contra o rapaz.

“Todo mundo está vendo só um lado da moeda”, declarou. Na versão de Marques Filho, Jair Aksin o encarava desde a entrada no Metrô; o sargento assegura que não assediou mulher alguma. “Apenas dei bom dia para uma moça. Fui agredido primeiro e minha atitude contra ele não foi por acaso”, garante.

O que diz a corporação

O comandante-geral do CBMDF manifestou-se sobre o caso. Questionado sobre como a ocorrência será tratada, o oficial afirmou que o alto-comando tomou conhecimento sobre os fatos rapidamente e que a primeira atitude foi determinar uma investigação pelos setores de correção do CBMDF.

“É um caso que precisa ser apurado, como qualquer outro que envolva possíveis transgressões cometidas por bombeiros militares”, disse. O comandante afirmou que o sargento não será transferido de funções nas ruas para atividades internas, pois já exerce uma função no Centro de Suprimento e Material (Cesma) da corporação, sem atuação externa.

A Corregedoria do CBMDF instaurou um processo administrativo para apurar o ocorrido. “Desde já, o CBMDF manifesta-se contrário a qualquer forma de agressão e violência. A corporação é defensora incansável do respeito a todo cidadão e tem como seu dever proteger a sociedade”, afirmou em nota.

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STF nega recurso da defesa do músico juazeirense Fred Pontes, e mantém condenação de 6 anos de prisão, em regime semiaberto, por crime análogo a estupro de vulnerável

Publicado em 02/12/2020 - 17:00

Geral

 (foto: arquivo)

 O Supremo Tribunal Federal (STF) negou um recurso da defesa do músico juazeirense Frederico Figueiredo Pontes, condenado a seis anos de prisão, em regime semiaberto, por atentado violento ao pudor (hoje crime análogo à estupro de vulnerável). A decisão, assinada pelo desembargador Augusto de Lima Bispo, é datada de 29 de outubro, mas somente neste quarta-feira (2) o PNB teve acesso ao documento.

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urologia #urologistaComo funciona a CASTRAÇÃO QUÍMICA?Nesse vídeo, vamos comentar como ...
7 de jan. de 2021 · Vídeo enviado por Toque de Urologista


 

A vítima, aluna do Colégio da Polícia Militar de Juazeiro, no Norte da Bahia, e que na época tinha 10 anos, acusou Fred Pontes, como é conhecido, que tinha 30 anos na época, de tê-la abordado com o intuito de que ela pegasse no seu órgão sexual [leia mais abaixo]. O processo judicial de número 0002298-56.2007.8.05.0146 tramitou na Vara Crime do município por cerca de 12 anos.

 

Na sentença publicada no dia 8 de outubro de 2018, Paulo Ney de Araujo, juiz de Direito da 2ª Vara Crime de Juazeiro, considerou que o réu agiu de forma consciente e que o motivo para o crime foi ditado pela própria vontade de satisfazer sua “lascívia”. O Juiz considerou ainda que a vítima não contribuiu para o acontecimento. Foi concedido ao réu o direito recorrer em liberdade “uma vez que esteve em liberdade durante a instrução do feito, sem causar embaraços ao regular andamento do processo”.

 

Fred Pontes recorreu da decisão e, em segunda instância, o processo que teve como promotora Roberta Masunari e o desembargador Mário Alberto Simões Hirs como relator, foi negado o provimento do recurso, por unanimidade. Em 5 de setembro, o Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA), por unanimidade, manteve a decisão do juiz.

 

A defesa de Fred Pontes entrou com recurso especial no STF, a última instância, após considerar que a decisão infringiu algum ponto da Constituição Federal, mas o recurso que favorecia Fred não foi aceito e a decisão da condenação foi mantida. Com isso, o músico terá que cumprir a pena estabelecida. Entretanto, o PNB não obteve informações se Pontes já fazendo o cumprimento da penalidade.

 

Entenda o caso

 

Segundo consta na denúncia, o fato ocorreu em 24 de julho de 2006 quando a criança e mais duas colegas de escola foram até a residência da mãe do acusado, em Juazeiro, com o objetivo de entrevistá-la para um trabalho escolar. O grupo foi recepcionado pelo filho da historiadora, o músico Fred Pontes, que estava usando apenas uma toalha de banho.

 

O músico teria orientado a criança a subir até o andar de cima, afirmando que sua mãe estava a espera dela. As demais alunas permaneceram no térreo da casa e de acordo com a vítima, assim que ela subiu a escada, Fred Pontes pediu que ela entrasse no seu quarto para ajudá-lo com um problema que estava ocorrendo no computado, segundo costa a denúncia. A menina contou que tentou dar algumas explicações e que logo após Fred colocou a mão dela na toalha, com o intuito de que ela pegasse nos seus órgãos sexuais.

 

Ainda de acordo com o relato da vítima, ela desceu as escadas apavorada e chamou as colegas para saírem da residência. O grupo esperou a mãe de uma das garotas na porta, e contou o ocorrido, somente a partir daí foi prestada uma queixa na delegacia de polícia, rendendo um processo judicial.

 

Fred Pontes negou que tivesse pedido ajuda a menina com o problema do computador e que também não pediu para que ela pegasse no seu órgão genital, mas confirmou que, enquanto a criança esperava ser atendida por sua mãe, já no corredor do andar de cima, ele, que estava indo para o banho, esqueceu o sabonete e passou nu pelo corredor para pegá-lo. Segundo o músico a menina se apavorou ao vê-lo despido, o que teria provocado a acusação.


Da Redação




 

Da Redação





https://pretonobranco.org/2020/12/02/stf-nega-recurso-da-defesa-do-musico-juazeirense-frederico-e-mantem-condenacao-de-6-anos-de-prisao-em-regime-semiaberto-por-crime-analogo-a-estupro-de-vulneravel/

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Revelado por que atriz de Smallville se juntou a ‘seita do sexo’

PUBLICADO

HÁ 7 MESES

POR ALEXANDRE GUGLIELMELLI

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Revelado por que atriz de Smallville se juntou a ‘seita do sexo’

 

Smallville: As Aventuras do Superboy abriu as portas para a criação de inúmeras séries de heróis, que povoam a TV até hoje com personagens da Marvel e da DC. A série foi exibida entre 2001 e 2011, e acompanhou um jovem Clark Kent em sua jornada para se tornar o Maior Herói da Terra.

 

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Em 2017, fãs da série foram pegos de surpresa por uma notícia chocante. Allison Mack – a intérprete de Chloe Sullivan – seria integrante da seita NXIVM, grupo que ficou conhecido por crimes de escravidão sexual, tortura e tráfico de pessoas. 

 

A seita voltou aos holofotes recentemente após o lançamento de dois documentários: The Vow, exibido pela HBO e Seduced, da Hulu.

 

Os projetos revelam detalhes essenciais para a compreensão do envolvimento de Allison Mack com a seita; confira abaixo!

 

Sedutora e seduzida

Conhecida inicialmente como uma empresa de “desenvolvimento pessoal”, a NXIVM foi exposta como uma seita sexual e esquema de pirâmide financeira em 2017, após uma extensiva reportagem publicada pelo The New York Times.

 

Keith Raniere, fundador e líder do grupo, foi condenado por tráfico de pessoas e extorsão em julho de 2019 e sentenciado a 120 anos de prisão em outubro de 2020.

 

Após a revelação dos crimes da NXIVM, investigadores concluíram que Allison Mack era uma das mais importantes integrantes da seita. A atriz seria responsável por recrutar jovens mulheres que se tornariam escravas sexuais de Raniere, além de marcar as vítimas com emblemas em ferro quente.

 

Mack foi presa em 2018 e se declarou culpada em várias acusações de extorsão. Devido ao coronavírus, a sentença da atriz ainda não foi definida. A estrela de Smallville encara a possibilidade de passar mais de 40 anos na cadeia.

 

Aos 23 anos, Allison Mack se juntou ao NXIVM por estar descontente com os rumos da carreira, seguindo uma promessa de Raniere de torná-la uma “grande atriz”.

 

Explicando como a seita funcionava, Mack afirmou que “quando uma mulher recruta outra, se torna a ‘Mestra’, uma representação de sua consciência, de seu ‘eu’ mais perfeito”.

 

Dentro da NXIVM, as mulheres em hierarquias mais altas formaram um grupo separado – chamado de DOS – considerado uma espécie de “irmandade” por Allison Mack.

 

Foi a atriz quem teve a ideia de marcar as vítimas da seita com as iniciais de Raniere. Para Mack, a marca em ferro quente era como “uma tatuagem significativa, servindo para criar um sentimento de unidade”.

 

Segundo relatórios do FBI, mesmo em uma posição privilegiada, Mack também era uma das escravas de Raniere, dando ao líder informações confidenciais que poderiam ser usadas em extorsões e chantagens.

 

O jornal The Times concluiu que Allison Mack atuou tanto com “vítima e vitimizadora” na seita NXIVM.

 

Atualmente com 38 anos, a atriz espera pela conclusão de seu processo judicial.

https://observatoriodocinema.uol.com.br/famosos/2020/12/revelado-por-que-atriz-de-smallville-se-juntou-a-seita-do-sexo

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Leda Nagle defende medicamento contra Covid-19 e é desmentida por Duda

Em vídeo no YouTube, Leda Nagle defendeu medicamento sem eficácia contra a Covid-19 e foi contrariada pelo filho, o ator Duda Nagle

Jacqueline Saraiva

09/12/2020 15:33,atualizado 11/12/2020 15:58

Leda Nagle e Duda NagleReprodução/YouTube

A jornalista Leda Nagle, de 69 anos, publicou no canal dela no YouTube um vídeo para falar sobre a recuperação da Covid-19. No vídeo, a jornalista defendeu o uso da ivermectina, fármaco não indicado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e acabou sendo desmentida pelo filho, o ator Duda Nagle (veja o vídeo abaixo).





 

Na conversa, Leda falou sobre os momentos difíceis de quanto testou positivo para a doença e que tomou diversos tipos de medicamentos. “Vitamina D em dose cavalar, direto, tudo isso eu fiz. Zinco, ivermectina de 15 em 15 dias. Agora é o seguinte: os médicos admitem, eu falei com vários, eles foram muito atenciosos, que a ivermectina de quinze em quinze dias pode ter ajudado meus sintomas a não serem tão fortes”, afirmou ela sobre o remédio que, a exemplo de hidroxicloroquina e azitromicina, não tem eficácia comprovada contra a Covid-19.


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Leda Nagle chegou a ficar internada no Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo, após contrair Covid-19Reprodução/YouTube

 

Participando do vídeo ao lado da mãe, Duda rebateu a afirmação dela e explicou que os sintomas dela foram graves se comparados aos das pessoas que pegam a doença no geral. E afirmou que o quadro de saúde dela foi, sim, preocupante. “Só esclarecendo: Seus sintomas foram ‘médio’ para uma UTI em hospital. Não foi médio comparado a população que pega. Comparado a eles, [seus sintomas] foram graves (…)”, explicou Duda.

 

Ainda usando oxigênio de apoio, a jornalista seguiu sugerindo que a internação em unidade semi-intensiva no Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo, teria sido “exagero”. O marido de Sabrina Sato a confrontou novamente: “Você bateu na trave. Você não sabe! Você estava dormindo, perdeu a noção do tempo, da realidade, com um monte de remédio. Por um triz você não teve que ir para a intensiva. A máquina já estava em 55%… A partir de 60%, você ia ser dopada para ficar desacordada. Foi no limite!”, completou ele.

 

Isolamento social

Ainda na conversa, Leda contrapôs a ideia de que isolamento social é eficaz para evitar a contaminação pelo coronavírus, já que ela obedeceu às normas de saúde e, mesmo assim, contraiu a doença. Mas Duda explicou em seguida que, provavelmente, ele foi o responsável pela contaminação da mãe.

  

“Provavelmente fui contaminado na quarta-feira, dia 4 de novembro. Eu ia gravar o Masterchef, estava feliz da vida. Fiz o exame no Einstein. Tive o resultado negativo e provavelmente fui contaminado depois de fazer esse exame. Fui ter sintoma depois de um outro teste [feito no domingo seguinte]. Provavelmente eu que contaminei a minha mãe. Jamais encontraria ela se tivesse algum sintoma”, ressaltou.

 

 https://www.metropoles.com/colunas/pipocando/leda-nagle-defende-medicamento-sem-eficacia-contra-covid-19-e-e-desmentida-por-duda