Fique por Dentro dos acontecimentos na capital Mundial das pedras preciosas e em Outras cidade da Região, Alem das Noticias de Minas gerais, Você Fica por dentro do que acontece no Brasil e polemicas pelo Mundo...Aconteceu esta no Teófilo Otoni Noticias.....
Morreu em Juiz de Fora o ex-juiz de Direito Amaury de Lima e Souza. O corpo do ex-magistrado foi encontrado em casa. Não foi divulgada a causa da morte. O corpo foi enterrado no mesmo dia no Parque da Saudade - quarta-feira (21).
Amaury de Lima atuou em Teófilo Otoni nos anos 2.000 mil. Entre as polêmicas que o envolveram no Vale do Mucuri, um tapa no rosto de um conhecido promotor de justiça da região, em Águas Formosas, durante um júri.
Na época o magistrado foi representado ainda na corregedoria, quando ele já tinha saído de Águas Formosas, porque havia levado todas as armas apreendidas e que se encontravam no Fórum local. Amaury argumentou que iria entregá-las ao comando do Exército
Condenação e expulsão
Amaury foi tema de uma longa matéria no Fantástico à época. Ele foi condenado, em 2022, a 24 anos, quatro meses e oito dias de prisão, em regime fechado. O juiz aposentado foi detido em operação de combate ao tráfico de drogas internacional da Polícia Federal, em junho de 2014.
A Justiça também havia decretado a perda da função pública. As condenações referem-se aos crimes de organização criminosa, delitos de corrupção, lavagem de dinheiro, porte/posse ilegal de arma de fogo e munições.
Amaury de Lima atuou até 2014 na Vara de Execuções Criminais, responsável por cuidar de todos os casos de condenação vindos das quatros varas criminais da Justiça Comum e do Tribunal do Júri, responsável pelo julgamento dos homicídios.
O ex-juiz estava em casa porque sua defesa havia recorrido após a condenação em segunda instância pelo Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG). (Com informações de Ricardo Ribeiro - Jornalista)
Ouro Preto trava guerra contra o coronavírus com lotação de 100% em UTIs. Enfermeiros de Governador Valadares e Juiz de Fora narram dores em rotina estafante
Na linha de frente, Leomir Maia, Cristiano Alves e Lilian Silva foram os primeiros vacinados na Santa Casa de Ouro Preto: mais segurança para trabalhar após meses de luta desgastante física e psiquicamente
(foto: Santa Casa de Ouro Preto/Divulgação)
Ouro Preto – A Região dos Inconfidentes, onde foram dados os primeiros gritos de liberdade para dias melhores, hoje está sufocada pela dor das 115 mortes por COVID-19 nas cidades de Ouro Preto, Mariana e Itabirito. Nos últimos 10 dias famílias enterraram 23 pessoas. Na luta por salvar vidas, o gerente assistencial da Santa Casa de Ouro Preto, Leandro Leonardo de Assis, pede atenção para a situação que os profissionais da linha de frente enfrentam no combate à COVID-19. Na Santa Casa de Ouro Preto, polo de atendimento das cidades, a taxa de leitos de UTI para COVID-19 está em 100% de ocupação desde 28 de dezembro e de enfermaria, segundo boletim atualizado em 21 de janeiro, está com 100% ocupação.
Esses números se refletem na vida dos profissionais da saúde que hoje trabalham nos 10 leitos de UTIs da instituição e a chegada da vacina foi vista como uma brisa em tempos sufocantes. “Foi muito emocionante participar dessa conquista da ciência. Sermos o primeiro local, em Ouro Preto, a receber o lote da vacina demonstra o respeito com a Irmandade de Sant'Ana e o reconhecimento dos trabalhos que vêm sendo feitos na Santa Casa”, diz o gerente assistencial.
Mas passada a alegria das primeiras pessoas vacinadas, a realidade ainda é preocupante. De acordo com Leandro Leonardo, o quantitativo de vacinas que chegaram é insuficiente para atender toda a demanda do hospital. Foram entregues, na terça-feira (19), 200 vacinas. “Priorizamos aqueles que atuam na UTI e Pronto Atendimento do Hospital, pois essa foi a recomendação do município. No entanto, nossa demanda geral, incluindo os setores administrativos, é de 585 pessoas que precisam ser imunizadas.”
Mesmo com a chegada do imunizante, Leandro de Assis vê dias difíceis pela frente: "O cenário atual é muito tenso"(foto: Arquivo pessoal)
Com a imunização ainda fora do alcance da maioria da população e até dos colegas da área, o enfermeiro, que hoje está entre as lideranças da instituição, vê com preocupação os avanços da doença. Casado e pai de dois filhos, o gerente assistencial da Santa Casa, afirma que a invisibilidade e a falta de reconhecimento e de envolvimento por parte da população têm dificultado o combate à pandemia. “Quando todo mundo precisou parar, só nós não paramos. É uma realidade que ninguém entende que no dia a dia, a gente luta para manter o melhor. É o tempo todo correndo atrás. Aí, muitas vezes, temos profissionais desmotivados por não verem um entendimento da população de que a luta para dias melhores é de todos”.
Para atender os 10 leitos da UTI COVID-19 são necessários cerca de 70 profissionais da saúde, entre eles 14 médicos, quatro enfermeiros de nível superior, 30 profissionais técnicos de enfermagem, seis fisioterapeutas, seis nutricionistas. Segundo Assis, o empenho da equipe e a dedicação dos profissionais durante quase um ano de linha de frente na pandemia são fundamentais para que muitas vidas possam ser salvas, mas, por outro lado, pessoas que poderiam ser lideranças em suas comunidades, no sentido de orientar e envolver, não têm feito esse papel, pelo contrário, muitos negam a gravidade”.
“Independente de política, de qual forma de liderança que a pessoa exerça, é necessário o envolvimento. Se a pessoa tiver oportunidade de envolver e orientar outras pessoas, ela já estará fazendo essa liderança e vai contribuir de alguma forma. Não é uma questão de política partidária, o envolvimento está relacionado a uma conscientização social e pessoal”.
O gerente assistencial da Santa Casa conta que a saúde mental de muitos profissionais da instituição ficou comprometida ao longo desse quase um ano de pandemia. O hospital trabalha em regime de contratação por CLT e por não poder se licenciar, muitos profissionais da linha de frente pediram demissão alegando esgotamento físico e emocional.
“O cenário atual é muito tenso porque quando surgiu a pandemia os profissionais esperavam um período curto de intensificação das medidas de cuidado de proteção, em torno de dois, três meses e já estamos há quase um ano. E o que vemos hoje nos profissionais é um desgaste físico e emocional muito grande pela extensão do problema. Hoje a nossa dificuldade é achar e manter profissionais qualificados, continuando na garantia de assistência de qualidade aos pacientes”, analisa.
Leandro afirma que dentro da Santa Casa de Ouro Preto há cuidados em relação à saúde mental da equipe. “Dentro do nosso recursos humanos temos profissionais para nos atender. Dentro do hospital tem um grupo de quatro psicólogos que atendem tanto quem está internado, quanto a equipe de saúde”. Mas mesmo assim, a vida pessoal dos profissionais fica comprometida. O próprio gerente sente a falta do abraço do filho, de 15 anos. Por morar em outra cidade, as visitas ao pai foram reduzidas desde o início da pandemia e quando os dois se encontram é sempre com distanciamento.
O gerente conta que esse sacrifício foi notado em outros membros da equipe de saúde e um deles, para evitar contato com familiar do grupo de risco, chegou a entrar em casa pulando a janela do quarto, dormir, e no dia seguinte sair de casa pulando pela janela novamente. “Começamos a sentir o preconceito por sermos profissionais da linha de frente. A mesma sociedade que aglomera se isola da gente por sermos fontes de possível transmissão. Na verdade é o contrário, por sabermos da seriedade da doença, somos os mais prevenidos, justamente por estarmos na linha de frente dessa guerra ao vírus”.
INFLAÇÃO Outro desafio enfrentado pelos hospitais que atendem pacientes com COVID-19 foi o aumento de preços e falta de produtos. Enquanto em alguns países houve medidas para conter a inflação de medicamentos e equipamentos necessários no combate à COVID-19, o que foi visto, desde o início no Brasil foram aumentos em alguns produtos, que chegaram a 900%.
De acordo com o gerente assistencial da Santa Casa, sedativos que antes da pandemia custavam R$9,00, no período crítico de junho, julho, agosto chegaram a R$90,00. “No início, tivemos muita dificuldade em adquirir os equipamentos de proteção individual para os nossos funcionários mais foi o mercado que se fechou para todos os serviços, a dificuldade para a compra de máscaras, os capotes impermeáveis e tivemos que adotar estratégias como por exemplo, as nossas costureiras produzirem os capotes”.
Hoje a maior dificuldade, segundo o diretor, é a inflação de demanda. “Vemos muitos produtos inflacionados como por exemplo a máscara cirúrgica que comprávamos a R$ 0,13 a unidade e hoje custa em média R$ 2,00. Os valores deram uma melhorada em outubro, novembro e agora em janeiro já percebo uma nova inflação, tem medicamentos que já estamo,s com dificuldade de comprar, como relaxantes musculares”.
Depoimentos
(foto: Arquivo pessoal)
Chamado à consciência
Cíntia Martins Aguiar,enfermeira intensivista do Hospital Municipal de Governador Valadares
“Sou enfermeira pós-graduada em terapia intensiva adulto e resolvi me especializar porque senti em meu coração a necessidade de cuidar das pessoas gravemente enfermas. A pandemia do novo coronavírus aguçou minha sensibilidade, por perceber o medo e a insegurança nos olhos dos pacientes quando ainda estão conscientes antes da intubação.
A sensação de impotência e angústia me faz refletir sobre a fragilidade e brevidade de nossa existência. Em muitos casos, os pacientes já estão com comprometimentos mais graves e aceitam facilmente a intubação, porque não aguentam mais, estão no limite por não conseguir respirar. Eles chegam ansiosos e com medo de morrer. Ficam sem acompanhante, sem visita e sem o apoio familiar. Muitas vezes, nós somos o apoio.
O vírus é altamente contagioso. Essa é a mensagem que eu gostaria de deixar para toda a população. Famílias chorando na porta da UTI, gritos de dor e desespero estão virando rotina. É preciso lembrar que os doentes precisam do meu cuidado, da minha calma e serenidade. Estamos com o físico e o emocional muito sobrecarregados. Tenho compromisso com a vida! Preciso me cuidar para cuidar das pessoas.
Neste período de vigência da onda vermelha, gostaria que as pessoas se conscientizassem da importância de manter o isolamento. Temos de evitar as aglomerações, e assim, não colocar em risco as pessoas mais vulneráveis. Ficar em casa não é só se isolar; é uma atitude de empatia e proteção aos mais frágeis. É ilusão pensarmos que pessoas jovens não terão problemas. Cada vez mais, temos pacientes jovens acometidos pela COVID-19 e com agravamentos significativos.
Não é só sobre ‘pegar’ é sobre também transmitir! É sobre respeito aos mais vulneráveis! Sobre não superlotar os hospitais! Sobre não devastar o sistema de saúde e respeitar os profissionais que ali trabalham! Conscientizem-se! Recolham-se!
A chegada da vacina contra a COVID-19 e início da imunização da linha de frente trouxeram esperança para a população, principalmente para os profissionais de enfermagem. Fui vacinada no dia 20 com a CoronaVac, produzida pela empresa Sinovac e o Instituto Butantan. E quero deixar claro que a vacina é a melhor forma de prevenção de muitas doenças e, com certeza, será para a COVID-19.
A vacinação está entre as maiores conquistas em saúde pública no mundo e hoje, o Brasil passa por um momento de grande avanço. Foi dado o primeiro passo para a maior campanha de vacinação no mundo contra o novo coronavírus.”
(foto: Arquivo pessoal)
Exposição estressante
Juliana Carpanez, técnica de enfermagem do Hospital de Pronto-Socorro Dr. Mozart Teixeira, em Juiz de fora
“Apesar de não trabalhar direto no setor de COVID-19, a gente recebe pacientes com traumas e quando vamos ver, ele testou positivo. É muita insegurança, essa é a palavra-chave. Porque você fica exposta, preocupada. Quando a gente trabalha direto com pacientes COVID-19, já sabe e usa os equipamentos certos. A pressão psicológica é muita, você está o tempo todo exposto. Eu me contaminei em agosto e é muito ruim. Passei muito mal. A cada sintoma diferente, mais preocupada a gente fica. A exaustão física é muita também, porque muitos profissionais foram afastados por serem idosos, grupo de risco. Então, a sobrecarga de trabalho é muito grande, com muitos plantões extras.”
(foto: Arquivo pessoal)
Trabalho dobrado
Anderson Leandro, de 40 anos, enfermeiro do Hospital João Penido, em Juiz de Fora
“É cansativo, estressante, a gente tenta não demonstrar, mas fica com falta de paciência, passa a comer mais. Tem o estresse do trabalho, mais o isolamento em casa, porque a gente não sai mais. E quando um colega falta ao trabalho, se estou disponível, vou cobrir o horário e dobro. Já fui trabalhar 12 horas, mas um colega teve problemas de saúde e trabalhei mais 12. Topo esse desafio de trabalhar 24 horas porque, graças à minha chefia, depois consigo encaixar as folgas. Vejo que várias pessoas internadas agora estavam fazendo isolamento mas, no final de ano, alguém foi fazer uma visita, um filho, sobrinho. A consequência vem agora. Tem muito paciente que chega conversando, em pé, e, em menos de 36 horas já está intubado à beira da morte.”
O que é o coronavírus
Coronavírus são uma grande família de vírus que causam infecções respiratórias. O novo agente do coronavírus (COVID-19) foi descoberto em dezembro de 2019, na China. A doença pode causar infecções com sintomas inicialmente semelhantes aos resfriados ou gripes leves, mas com risco de se agravarem, podendo resultar em morte. Vídeo: Por que você não deve espalhar tudo que recebe no Whatsapp
Como a COVID-19 é transmitida?
A transmissão dos coronavírus costuma ocorrer pelo ar ou por contato pessoal com secreções contaminadas, como gotículas de saliva, espirro, tosse, catarro, contato pessoal próximo, como toque ou aperto de mão, contato com objetos ou superfícies contaminadas, seguido de contato com a boca, nariz ou olhos.
Cerimônia de inauguração aconteceu na tarde desta segunda-feira (10). Governador Antônio Anastasia e senador Aécio Neves estiveram presentes.
Diego Souza e Sidney JúniorDo G1 Vales de Minas Gerais
O
centro de convenções Aécio Cunha é o maior espaço de eventos da região
Nordeste de Minas. (Foto: Sérgio Guimarães/Imprensa Oficial do Estado de
Minas Gerais)
Foi inaugurado na tarde desta segunda-feira (10), o espaço Expominas em
Teófilo Otoni, no Vale do Mucuri. O governador Antônio Anastasia, o
senador Aécio Neves, o prefeito Getúlio Neiva estiveram na cerimônia de inauguração do maior centro de eventos da região Nordeste de Minas Gerais.
Senador Aécio Neves, prefeito Getúlio Neiva e o
governador Antônio Anastasia.
(Foto: Sérgio Guimarães)
O centro de convenções recebeu o nome do ex-deputado Aécio Cunha, pai
do senador Aécio Neves que é natural da região. O Expominas será
utilizado para receber feiras, congressos e palestras, além de
apresentações musicais, teatrais e culturais. Para a conclusão da obra
foram investidos cerca de R$32 milhões. Ao todo, são 10.000 m², com três
auditórios e uma ampla área de estacionamento.
Em Minas Gerais, somente as cidades de Belo Horizonte, Juiz de Fora e Araxá
contam com o centro de eventos Expominas. Para a gestora de cultura de
Teófilo Otoni, Rose Gonçalves, o espaço vai beneficiar os artistas da
região. “Os artistas locais e até mesmo aqueles de fora da cidade vão
ter um local adequado para apresentarem seus espetáculos, suas obras e
seus trabalhos”, destaca.
Durante seu discurso, o governador Antônio Anastasia anunciou outros investimentos para Teófilo Otoni.
“Estamos investindo na construção do Hospital Regional e no estudo do
projeto para a construção de um Estádio Municipal”, disse.
Neste domingo, o Tupi visita o Atlético Mineiro, pela oitava rodada do estadual. Na quinta colocação com 12 pontos ganhos, o time de Juiz de Fora almeja ao menos um ponto para voltar ao G-4.
Na abertura da jornada, o América/MG venceu o xará de Teófilo Otoni por 3 a 1 e assumiu o quarto lugar de forma provisória.
"Precisamos de, pelo menos, um pontinho para voltar ao G-4. Sei que será extremamente difícil enfrentar o Atlético no Independência, onde está invicto, mas o nosso grupo vem crescendo na competição. Vamos a Belo Horizonte para tentar complicar o jogo deles”, afirmou o meio-campista Maicon Douglas.
"Sabemos que do outro lado estará um grande time, mas buscaremos um bom resultado. Trabalhamos forte durante a semana para fazer um bom jogo em Belo Horizonte”, emendou Rafael Assis.
O Tupi embarca para Belo Horizonte no sábado à tarde.
A boa fase do Atlético-MG em 2013 pode superar uma marca ainda não alcançada na era Cuca, e que o time esteve perto de conseguir no ano passado. Após ser derrotado para o rival Cruzeiro no primeiro jogo do ano, o Galo não perdeu mais. De lá pra cá, foram 10 jogos e dez vitórias, divididas entre partidas do Campeonato Mineiro e Libertadores. Neste domingo, o alvinegro vai mais uma vez ao campo para somar a 11ª vitória no ano, e derrubar o recorde de vitórias consecutivas da era Cuca, de dez vitórias seguidas no início de 2012.
Naquela ocasião, o principal rival foi o responsável por interromper o sequência positiva do Atlético-MG. Depois das 10 vitórias no estadual e Copa do Brasil, o Galo empatou com a Raposa em 2 a 2 na Arena do Jacaré. Como na atual temporada, o jogo contra o Cruzeiro já ficou para trás, o Tupi terá a difícil tarefa de dar fim à invencibilidade do Galo. Pior, dentro do próprio Independência, onde o alvinegro não perde desde sua reinauguração.
Veja vitórias do Galo de Cuca, no início de 2012 e na temporada de 2013:
Para Tardelli, adversários já chegam ao Independência com muito receio
Somente no estádio do Horto, já são 28 partidas de invencibilidade
Por GLOBOESPORTE.COMBelo Horizonte
375 comentários
Diego Tardelli abraça Jô na Cidade do Galo (Foto: Bruno Cantini / Site Oficial do Atlético-MG)
Depois de dois jogos pelo interior de Minas, em Teófilo Otoni e em Patos de Minas, respectivamente, o Atlético-MG voltará a atuar em Belo Horizonte. Será neste domingo, às 16h (de Brasília), no Independência, diante do Tupi, em partida válida pela oitava rodada do Campeonato Mineiro. Em seus domínios, nos jogos no Horto, o Galo acumula 28 partidas de invencibilidade. O fato faz Diego Tardelliacreditar que os adversários já chegam ao estádio com receio.
- O adversário que chega ao Independência já sabe que é difícil ganhar aqui. Por isso, vamos tentar manter, pois é bom para o clube e importante para a história. Além disso, é legal o adversário vir aqui ciente que será complicado mesmo.
Contra o Tupi, o atacante espera manter a escrita, apesar de preferir deixar a empolgação do lado de fora, com a torcida.
- O momento é muito bom, e temos que aproveitar ao máximo, mas com responsabilidade, para deixar a euforia com o torcedor. É um início de temporada muito bom, com uma sequência de vitórias, temos um grupo forte, e a torcida está com esperança. Estamos no caminho certo e esperamos continuar assim até o fim das competições.