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sexta-feira, 21 de dezembro de 2012
Prefeito eleito Getúlio Neiva concedeu mais
Publicado em 21/12/2012
Getúlio Neiva é eleito em Teófilo Otoni com expressiva votação Com impressionantes 86,16% dos votos válidos, Getúlio Neiva (PMDB) é eleito prefeito de Teófilo Otoni, no Vale do Mucuri. Ele obteve 35.842 votos. Fátima Dantas, candidata do PSC, terminou com 5.759 votos, o que corresponde a 13,84% da votação. A abstenção na cidade foi de 25,03%. Todas as urnas já foram apuradas. O prefeito eleito Getúlio Neiva concedeu mais uma entrevista antes de assumir o cargo de prefeito na cidade de Teófilo Otoni. MG Ele falou a respeito do colégio Maia Amália, Dividas e outras atitudes dele quando Assumir a prefeitura para o mandato de Quatro anos.
quarta-feira, 11 de julho de 2012
Breno é considerado culpado por incêndio e pega 3 anos e 9 meses
Por Clícia Oliveira
Direto de Munique, Alemanha
Breno bayern de munique tribunal julgamento (Foto: Agência Reuters)
Breno é condenado a três anos e nove meses de
prisão na Alemanha (Foto: Agência Reuters)
O zagueiro Breno foi condenado a três anos e nove meses de
detenção por ter colocado fogo na própria casa, em Munique, em setembro do ano
passado. A decisão foi revelada nesta quarta-feira no Tribunal de Justiça da
cidade pela juíza Rozi Datzmann, que acredita ter provas para considerar que o
jogador de 22 anos, revelado pelo São Paulo, provocou o incêndio de propósito.
A pena é imediata, e o atleta seguiu direto para a cadeia. A
juíza decidiu encerrar o julgamento alegando receio de que Breno fugisse da
Alemanha para o Brasil, já que está sem contrato com o Bayern de Munique. O
advogado do jogador, Werner Leitner, tem uma semana para recorrer.
- Peço desculpas por aquela noite. Sou uma pessoa que
acredita em Deus e agradeço a Ele por ter protegido a minha família. Eu sei que
tudo é muito difícil no momento, e eu prometi ao tribunal que não vou fugir -
disse Breno, após ouvir a decisão da juíza.
Casado com Renata e pai de dois meninos e uma menina, o
zagueiro também pediu desculpas aos filhos:
- Sei que eu não era um bom modelo.
saiba mais
O promotor Nicholas Lanz, que chegou a pedir cinco anos e meio de prisão, afirmou que o fato de Breno estar alcoolizado no dia do incêndio não permitiria ao zagueiro saber se sua família estava em casa na hora do fogo. O advogado do brasileiro defendia uma pena máxima de dois anos.
Breno, que disputou as Olimpíadas de 2008 com a Seleção em
Pequim e foi medalha de bronze, foi negociado pelo São Paulo com o Bayern em
2008 por € 12 milhões (R$ 30 milhões atualmente). O jovem nunca se firmou no
time de Munique, sofreu com lesões e chegou a ser emprestado ao Nuremberg em
2010.
Breno ao lado do advogado e da intéprete no julgamento de
terça (Foto: Clicia Oliveira / Globoesporte.com)
Breno demonstrava calma no julgamento
saiba mais
Zagueiro Breno bebia uma garrafa de uísque por dia, relata
psiquiatra
'Satanás havia tomado posse de seu corpo', teria dito esposa
de Breno
O GLOBOESPORTE.COM acompanhou um dia de julgamento do
zagueiro, terça, em Munique. O jogador de 22 anos aparentava estar calmo o
tempo todo e sempre contava com a ajuda de uma intérprete para entender o que
era dito, já que nunca foi fluente em alemão.
Na terça, o médico Aachen Henning Sass afirmou que o
zagueiro bebia regularmente e que no dia do incidente havia ingerido uma
garrafa de uísque, cinco a dez cervejas e vinho do Porto. Quando ficou detido
pela primeira vez, durante 13 dias, após o ocorrido, Breno recebeu a visita da
legista Jutta Schopfer, que afirmou que o atleta tinha 2,5 ml de álcool no
sangue, no dia do exame, mas que isso não seria motivo para não se lembrar de
nada no dia do ocorrido. O zagueiro não teria respondido a nenhuma pergunta
feita por Jutta e a única coisa que disse foi que não se lembrava de nada no
dia do incêndio. A juíza então insistiu no assunto e várias perguntas foram
feitas para a legista. Drogas não foram encontradas no sangue do brasileiro.
Em sua defesa, o advogado de Breno, Werner Leitner, afirmou
que o jogador tomou um medicamento chamado "Stilnox", remédio forte
para dormir, que não pode ser misturado com álcool, e por isso não se lembrava
de nada que acontecera naquela noite do incêndio. Esse medicamento teria sido
dado por um médico do Bayern de Munique.
Um diretor esportivo do clube, que esteve presente no
tribunal nesta quarta, afirmou que no clube não há remédios para dormir e que
portanto nenhum medicamento teria sido dado ao jogador. Breno afirmou em seu
depoimento que bebeu demais e fumou alguns cigarros também, por isso teria
entregado três isqueiros para a polícia.
Vizinho critica zagueiro: 'No Brasil, acaba tudo em pizza'
Vizinho de Breno no bairro de Grunwald, onde a casa pegou
fogo, Klaus Popping criticou o jogador e afirmou que o pensamento do zagueiro
estava no Brasil na hora do incidente.
- Ele deve ter achado que estava no Brasil e que nada iria
acontecer. No Brasil, se a pessoa é rica, ela dá dinheiro e consegue tudo. No
final acaba tudo em pizza. Aqui na Alemanha é mais sério e rígido. A justiça
daqui não está levando em consideração que ele é famoso e jogador de futebol.
Mas mesmo assim espero que ele receba apenas dois anos para não ter a vida
destruída – afirmou o vizinho do bairro de Grunwald.
Incêndio na casa do jogador Breno do Bayer de Munique (Foto: EFE)
Casa de Breno que sofreu incêndio em setembro era avaliada
em € 1 milhão (Foto: EFE)
A esposa do jogador, Renata, não compareceu a nenhum dia ao
julgamento. Em uma das sessões, a juíza revelou gravações de conversas
telefônicas de Renata com um amigo logo após o incidêndio, quando a brasileira
teria dito que "satanás havia tomado conta do corpo de Breno" na hora
do incidente.
Policiais que chegaram na casa de Breno durante o incêndio
afirmaram que o jogador estava completamente fora de si, que corria pela casa e
que gritava "schaise" ("merda" em alemão). Disse ainda que
tudo na sua vida estava ruim e que a única coisa que conseguiu fazer foi salvar
os cachorros.
Breno, que perdeu tudo no incêndio, inclusive os passaportes
de toda a família, não pôde sair da Alemanha sequer para visitar parentes no
Brasil. Na época do fogo, o zagueiro, a mulher e os filhos chegaram a ficar sem
roupas, sapatos e objetos pessoais. A família foi ajudada pelo companheiro de
clube, o lateral-direito Rafinha, que além de ter dado roupas, ainda os recebeu
em casa logo após o incêndio. O ex-atleta do Coritiba chegou a afirmar que
Breno era um “cara tranquilo até demais” e disse não entender o que teria
acontecido. O zagueiro também teria ficado em depressão por não estar jogando
(por problemas no joelho) e foi cogitada a hipótese de um incêndio proposital
para o jogador receber o dinheiro do seguro da casa, já que na Alemanha, quando
o atleta fica um tempo sem jogar, ele para de receber salários do clube e passa
a ganhar uma espécie de seguro no valor de € 5 mil, cerca de R$ 12 mil.

quarta-feira, 27 de julho de 2011
AO DIÁRIO FABINHO FALA COM EXCLUSIVIDADE SOBRE ZPE,
ALPARGATAS E ELEIçõES 2012
Como manter a qualidade de liderar sem arestas no campo político?
Respeitando a ética, tendo o bom senso. Muito mais que isso é escutar as pessoas nas suas dificuldades. Em todas as comissões em que participo, procuro ser igual a todos os que estão lá. Nem maior e nem menor do que ninguém. Procuro me colocar como deputado eleito para representar os cidadãos que me levaram para o parlamento. Através dessa representação procuro trazer progressos para as pessoas que votaram em mim, para o meu Estado e assim para o meu país.
Como o senhor conseguiu espaço entre várias personalidades políticas de Minas Gerais e do Brasil em tão pouco tempo de Congresso?
A gente tem quatro anos e meio de bom relacionamento com ministros, parlamentares do Congresso Nacional (deputados e senadores) e agora também com a Presidente da República, além do vice-presidente da nação, de quem somos muito amigos. A gente sempre reúne na minha casa para comer uma comida mineira com doces, carne de sol da região, a leitoa mineira dentre vários outros. Então, através dessa mesa mineira a gente discute e escuta bastante sobre os assuntos, pois o mineiro é aquele que gosta de escutar. A gente está nessa fase de estar sempre escutando e ao mesmo tempo procurando levar as nossas idéias. Um dia desses, eu almoçava com o Robson, presidente da Confederação Nacional da Indústria, e falava com ele a importância que se tem em obter uma indústria para Teófilo Otoni. O Robson está comigo nessa caminhada. O Olavo, que é o presidente da Federação das Indústrias de Minas Gerais (Fiemg), o governador de Minas, a bancada de Minas entre os deputados federais, o Senado, todos estes estão nos apoiando. Por isso, quando se fala da nossa influência em Brasília, é falar das nossas amizades. Não pedimos nada em troca, apenas levamos nossos pedidos que, na maioria deles são atendidos, pois todos sabem que queremos esta região de Minas melhor para se viver.
Quais são os projetos para o Vale do Mucuri e para o Estado de Minas Gerais?
Nossa ação principal é tentar a implantação da faculdade de Medicina e outros cursos como Odontologia e Enfermagem para que a UFVJM seja uma universidade que gere progresso, formando pessoas bem qualificadas. Pensamos também na instalação de uma escola técnica profissionalizante, pois quando se fala em cursos, fala-se em qualificação voltada para determinadas áreas. E nosso trabalho em Brasília também é voltado para Minas Gerais, para projetos que são mineiros. A gente sempre defende os projetos que são bons para o Brasil, votando e consequentemente os viabilizando. Dentre as pautas nacionais temos o projeto “Minha casa, Minha Vida”, que está estruturado moradias para todo o país, inclusive, T. Otoni e região.
E sobre a questão industrial, o que a população local pode aguardar sobre investimentos nesta área na cidade e região?
Num primeiro momento tentamos instalar em T. Otoni a Alpargatas (empresa fabricante das sandálias Havaianas). Eu e o governador Anastasia, mais o senador Aécio Neves (PSDB) tentamos através de conversas pessoais e até mesmo e-mails a implantação desta indústria na cidade. Mas, infelizmente ela não veio. Porém, o governador garantiu que tem o compromisso de trazer uma indústria de grande porte para atender a demanda de Teófilo Otoni, que possa dar dignidade ao povo dessa região. Eu penso que o governador vai realizar alguma coisa nesse sentido, principalmente porque o senador Aécio tem a mesma opinião.
Como anda o processo de implantação da ZPE de Teófilo Otoni em Brasília?
A ZPE está sancionada. Ela não vai sair de Teófilo Otoni. Ela tem alguns entraves que me parecem serem jurídicos. Anastasia está tentando viabilizar esses entraves para que o Estado possa ter uma participação e colocá-la para funcionar. Temos de ser sinceros e dizer para as pessoas que a ZPE sozinha não vai resolver o problema de Teófilo Otoni. A ZPE é boa, mas ela não resolve o que resolveria a 30 anos atrás. Claro que há muita divergência entre as pessoas sobre essa opinião, pois, na verdade, querem vender uma coisa que não existe. A ZPE vai sim ser instalada em Teófilo Otoni, tanto é que já está sancionada. E não existe nenhuma outra ZPE sancionada por Lei federal além da nossa. Depende apenas da instalação, e o próprio prédio da ZPE de T. Otoni já está instalado. A partir do parecer favorável da Advocacia Geral do Estado, o governador cumprirá sua parte, a de assumir e implantar definitivamente o empreendimento. E com isso, a ZPE vai funcionar e gerar riquezas e trabalho para a população. Mas, saliento e lutarei para que além da ZPE cheguem mais empresas para a cidade.
Especula-se na cidade sobre a instalação de uma ferrovia ligando Governador Valadares a Teófilo Otoni. Existe a possibilidade disso acontecer?
Eu tenho que falar com sinceridade. Não vejo nenhuma possibilidade. Hoje é um sonho. Se a gente tiver muito minério pode ter certeza que terá a chance. Pois, para você ter uma linha férrea, precisa-se, sobretudo de ter o que vai ser carregado nos vagões. A gente torce, faz e tenta viabilizar, mas hoje, a linha férrea vai até onde se tem muita produção agrícola e produção de minério. Além de ser uma estrada cara, é uma estrada criada para gerar riquezas. E não adianta a gente vender ilusões para as pessoas. Ainda não vi nada a nível nacional para instalar uma linha férrea em Teófilo Otoni. Agora, em se falando de Brasil, de necessidade no país para melhorarmos o escoamento de nossos produtos, precisamos sim de muitas linhas férreas, porque a nossa malha ferroviária está em 22 mil quilômetros enquanto que a malha da Índia, por exemplo, é de 250 mil quilômetros. A gente tem que olhar que a infra-estrutura de uma estrada de ferro custa muito dinheiro e para um empresário investir tem de haver retorno.
E no esporte? O que pode ser feito?
Em relação ao time do América posso garantir que estamos prontos para ajudar no que for preciso e necessário. Esses dias, o presidente do clube, Nodje Walter, me ligou e conversamos bastante sobre o assunto. Estive junto ao time durante a gestão de Marcelo Ramos à frente do clube, e não cabe a mim diferenciar gestor ou presidente do time, quero é ajudar. Cabe a Nodje Walter fazer uma gestão tão boa quanto foi a do Marcelo.
O senador e dirigente do Cruzeiro, Zezé Perrella, deve enviar jogadores de qualidade para Teófilo Otoni, já que há uma parceria entre os dois clubes?
O Zezé me fez o compromisso de dar continuidade a essa parceria. Agora, o trabalho do gestor é muito importante. Tínhamos um bom administrador no América. Eu espero que eles coloquem outro à altura do que tinha. Estou pronto para ajudar no que for preciso, e isso é indiferente a quem esteja à frente do clube, assim como temos parceria com a prefeitura de Teófilo Otoni em relação à maioria das obras da prefeita Maria José (PT), o objetivo, nesse caso, é dar qualidade de vida para as pessoas que aqui residem. Então, no América, não é diferente. A parceria é para que o clube continue sendo bem administrado visando não decepcionar os torcedores e a cidade em geral.
Em Teófilo Otoni, o Partido Verde vai lançar algum candidato a prefeito?
O PV em Teófilo Otoni está constituído e a gente vai conversar no momento adequado. Nós vamos ver qual o melhor caminho para Teófilo Otoni. Penso que a gente tem que procurar candidatos que for cuidar da cidade, da maneira como ela merece, cuidar com carinho, cuidar com muito trabalho. Acho que o município está clamando por alguém novo na política, alguém que não precisa ser necessariamente um político. A cidade quer um administrador, alguém para tomar conta dela, para que ela possa realmente progredir. A cidade precisa também, é claro, do deputado federal, e a população pode ter a certeza que eu vou fazer de tudo para apostar num candidato que realmente atenda a população e seus diversos segmentos, os cambalacheiros, trabalhadores da praça Tiradentes, do Mercado Municipal, costureiras, professoras, os jovens, os caminhoneiros, comerciantes e comerciários, enfim todos aqueles que trabalham para a cidade, e, com isso transformá-la em um lugar melhor para se viver. O que eu posso afirmar é que podem contar comigo. Vou trabalhar procurando contribuir para satisfazer os sonhos da população. Já conversei com a prefeita Maria José e estou ouvindo todos os políticos e as pessoas que me ajudaram, o vice-prefeito Antônio Valter (PSC) e a vereadores Fátima Dantas (PSC), o vereador Ilter (PSDB), os empresários, o povo, a imprensa. Eu saio às ruas e vou escutando cada pessoa para que a gente possa construir uma T. Otoni que todos desejam. Eu tenho certeza que construindo uma T. Otoni melhor e maior alavancamos toda a região.
Nesta entrevista Fabinho defendeu T.O. de peito aberto, falando de seu trabalho junto aos políticos em Brasília e BH para que a cidade tenha uma indústria de grande porte, capaz de promover plenamente o desenvolvimento local




