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quinta-feira, 27 de janeiro de 2022

Sargento da PM e esposa morrem em acidente na 040 em Minas; filho sobrevive

 Bebê de apenas um ano foi salvo pela cadeirinha; o pai conduzia o carro e a mãe foi arremessada para fora do veículo: eles tinham 30 e 27 anos


27/01/2022 10:01 - atualizado 27/01/2022 10:32

Montagem com o casal Ludmilla Medeiros e Jonathas Medeiros, e carro destruído após acidente que os matou
Acidente na BR-040 deixou duas vítimas e dois feridos(foto: Jonathas Medeiros/Arquivo pessoal e Corpo de Bombeiros/Divulgação)
Uma tragédia matou um jovem casal na noite dessa quarta-feira (26/1) e deixou um bebê de um ano órfão. Ludmilla e Jonathas Medeiros, de 27 e 30 anos, morreram após o carro onde estavam bater de frente com outro veículo e ainda atingir um terceiro após rodar na pista. O acidente ocorreu na BR-040, na altura da cidade de Santos Dumont, na Zona da Mata.
Conforme o Corpo de Bombeiros, a batida ocorreu por volta das 21h40 de ontem, em um ponto conhecido como Curva do Bambu. Testemunhas informaram aos militares que o carro que levava a família - um primo da mulher, de 19 anos, também estava no veículo - seguia em direção a Belo Horizonte.
 
Jonathas, que era sargento da Polícia Militar mineira, perdeu o controle e bateu de frente com outro veículo. O automóvel rodou e atingiu um terceiro veículo. Jonathas ficou preso às ferragens, enquanto Ludmilla, que estava no banco de trás, foi arremessada para fora do carro. O óbito do casal foi constatada ainda na rodovia.
 
Carro destruído após acidente na BR-040, em Santos Dumont
Veículo que levava a família ficou completamente destruído após o acidente(foto: Corpo de Bombeiros/Divulgação)
 
 
Já o primo de Ludmilla, que estava ao lado do motorista, estava com lesões diversas, conforme os bombeiros, e foi socorrido. O filho do casal, de um ano, estava no banco de trás e foi salvo pela cadeirinha: teve apenas ferimentos leves. Os dois foram encaminhados para a Santa Casa de Santos Dumont. 
Após o comparecimento da perícia ao local, os corpos foram entregues à Funerária Resende, de Barbacena.

*Estagiário sob supervisão do subeditor Thiago Ricci

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2021

Patrulheiro rodoviário morre em acidente na Zona da Mata

 Os dois veículos bateram de frente, na BR-040, em Ewbank da Câmara. Mulher que dirigia um deles está viva, mas apresenta confusão mental


O corpo do patrulheiro ficou preso às ferragens e foi necessária a presença do Corpo de Bombeiros para fazer sua retirada
(foto: PMRv)
Um agente da Polícia Rodoviária Federal (PRF), de 45 anos, morreu na noite de domingo, num acidente na BR-040, em Ewbank da Câmara, na Zona da Mata mineira. O carro que ele dirigia bateu de frente contra um veículo de passeio, dirigido por uma mulher, que ficou desorientada e não conseguia dizer seu nome.
 

 
As causas do acidente ainda não foram investigadas, pois os dois veículos pararam de maneira a não permitir verificar quem estaria na contramão.


O corpo do patrulheiro ficou preso às ferragens e foi necessária a presença do Corpo de Bombeiros para fazer sua retirada. A mulher foi socorrida por uma ambulância da 040, que administra a estrada, e levada para um hospital em Juiz de Fora. O corpo do patrulheiro foi encaminhado para o IML da mesma cidade.

quinta-feira, 26 de julho de 2012

Auditor do Ministério do Trabalho é vítima


  De sequestro relâmpago em Juiz de Fora

 

Um auditor do Ministério do Trabalho foi vítima de um sequestro relâmpago em Juiz de Fora, na zona da mata mineira. O principal suspeito do crime é o irmão mais velho da vítima.

Funcionário público estaria sofrendo ameaças de morte por telefone há dois meses, conforme informou na manhã desta quarta à delegacia

Por Tribuna

O auditor fiscal do Ministério do Trabalho, 58 anos, sequestrado em Juiz de Fora na terça-feira (24), estaria sofrendo ameaças de morte por telefone há dois meses, conforme informou na manhã desta quarta (25) a delegada responsável pela investigação, Sheila Oliveira. "Inclusive na noite de terça-feira (24), após o ocorrido, a vítima recebeu outras ligações ameaçadoras. Os telefonemas são originados sempre do mesmo número, com prefixo 31, provavelmente da região de Belo Horizonte." De acordo com a policial, a vítima já havia registrado ocorrência relacionada às ameaças.

 Já o homem, 61, preso em flagrante em Teófilo Otoni sob suspeita de ser o mandante do sequestro-relâmpago do funcionário público, é advogado e irmão da vítima.

Ainda segundo a titular do Núcleo de Ações Operacionais (Naop) da 1ª Delegacia Regional e responsável pelo caso, Sheila Oliveira, o próprio auditor descobriu o envolvimento do irmão no momento de fazer a transferência financeira exigida pelos sequestradores. Pelo número do CPF fornecido à vítima para fazer a movimentação on-line, o nome dele teria aparecido na tela como titular da conta, surpreendendo o fiscal. Conforme a delegada, o preso seria um advogado muito conhecido em Teófilo Otoni e foi facilmente localizado. "Recebi informações de que ele já teria antecedentes por extorsão mediante sequestro. Ele já teria tido desentendimento anterior com o irmão por causa de herança, mas não a esse ponto."

De acordo com o delegado chefe da PF em Juiz de Fora, Cláudio Dornelas, a descoberta do parentesco derrubou a hipótese inicial de que o crime estaria relacionado às profissões exercidas pelo auditor e por um filho dele, que é policial federal. "Como havia indício de participação do irmão da vítima, fizemos contato com a Polícia Civil em Teófilo Otoni e fomos prontamente atendidos, tanto que a prisão dele foi feita (naquela cidade) momentos depois." O advogado permanece preso no município do Vale do Mucuri, no Nordeste de Minas, e deve ser transferido para Juiz de Fora ainda hoje. O delegado disse que qualquer crime envolvendo agente do Estado é de grande preocupação da Polícia Federal.

Fonte:


Médico de T.Otoni é sequestrado

A mando do próprio irmão


Câmera flagra Sandino momentos antes do sequestro

O cardiologista e auditor do Ministério do Trabalho, Sandino Mendes de Almeida, de 58 anos, natural de Teófilo Otoni, foi vítima de um sequestro relâmpago em Juiz de Fora, na zona da mata, onde mora, na última terça-feira(24).
Sandino  foi raptado por três homens dentro de um estacionamento, e levado para casa, que fica em um condomínio fechado.No local, os bandidos renderam também a esposa e o filho da vítima, que é policial federal, além de duas empregadas.
Segundo a polícia, os homens exigiam do auditor uma transferência bancária no valor de R$ 350 mil, o que não foi possível, por conta do limite de transferência permitido pelo banco, de R$ 5 mil por dia.Os sequestradores, então, fizeram com que Sandino transferisse o máximo permitido.
De acordo com a Polícia Civil (PC), neste momento a família se assustou, pois a conta passada pelos assaltantes seria a do irmão mais velho do auditor, Ivan Sérgio Mendes de Almeida, que trabalha como advogado em Teófilo Otoni.
A suspeita dos policiais é que o homem tenha orquestrado o sequestro por conta de uma herança.
O suspeito foi detido, mas negou participação no crime. Ele está preso em Teófilo Otoni e deverá ser transferido para Juiz de Fora nas próximas horas.
De acordo com a PC, os três homens que sequestraram auditor já foram identificados, mas ainda não foram presos. Os bandidos também seriam de Teófilo Otoni.

O crime


O sequestro teve início por volta das 13h30 em um estacionamento na Rua Santo Antônio, Centro. Quando entrava em seu Ford Focus parado no local, o auditor foi surpreendido por três homens, que também embarcaram no veículo e estavam armados com duas pistolas e um revólver. A entrada dos suspeitos no estabelecimento foi gravada pelo circuito de vigilância do estabelecimento. As imagens foram requisitadas pela Polícia Militar para auxiliar as investigações. Segundo Sheila, a abordagem foi discreta e não teria chamado a atenção dos funcionários do estacionamento.
Já dentro do carro, o trio teria dito à vítima para não tentar reagir, pois a conheciam e sabiam de sua rotina e endereço. O auditor foi obrigado a seguir até sua residência, em um condomínio na Cidade Alta. Já na casa, a esposa dele, 52, os três filhos, de 22, 26 e 27, e duas domésticas foram amarrados e amordaçados com fita adesiva e colocados em um cômodo. "Mandaram o auditor sentar em frente ao computador e fazer uma transferência de R$ 350 mil. Quando souberam que aquele valor não era permitido, não acreditaram e ameaçaram a vítima, até que ela mostrou que o limite era de R$ 5 mil diários", contou Sheila. O valor permitido foi transferido, e os bandidos ainda exigiram um cheque de R$ 350 mil. Eles também roubaram cerca de R$ 1.500 em dinheiro e quatro celulares.


Família amarrada

"Eles (sequestradores) deixaram a família amarrada dentro de um quarto e fizeram a vítima deixá-los no Centro, perto do Parque Halfeld (na Avenida Rio Branco), onde se misturaram às outras pessoas", informou a delegada. Quando o auditor voltou em casa, os familiares já haviam se desvencilhado das amarras e acionado a polícia, por volta das 15h. As buscas mobilizaram as polícias Militar, Civil e Federal, mas nenhum dos três homens foi localizado.
"Estamos investigando os suspeitos. Pelo o que a vítima falou, os três elementos que praticaram o sequestro sabiam da rotina dela, mas não tinham desenvoltura para andar na cidade. Provavelmente não são de Juiz de Fora,e é possível que também sejam de Teófilo Otoni."

Fonte: