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quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Geovando Ferreira Terra, o Gil,

Passou uma semana fora da cadeia, usufruindo do benefício....



Geovando Ferreira Terra, o Gil, condenado pelo assassinato do policial civil André Caldeira Brant, cometido em abril de 2010, passou a última semana fora da cadeia, já usufruindo do benefício do regime semiaberto. Em março deste ano, o réu confesso foi condenado a 9 anos e 6 meses de prisão em regime fechado, mas já estava preso havia um ano. Este mês ele completou um sexto da pena, o que lhe dá direito à mudança para o regime semiaberto, que lhe garante o benefício de passar uma semana fora da prisão, cinco vezes por ano.
Após quase 15 horas de julgamento, Geovando Ferreira Terra foi condenado a oito anos de prisão por homicídio simples, mais um ano e seis meses por ocultação de cadáver, sendo absolvido da acusação de fraude processual
De acordo com o delegado que presidiu o inquérito para apurar o homicídio, Leonardo Cavalcante, a informação que ele teve quando soube da saída de Geovando é que o regime de fato havia sido modificado. ”Quando soube da saída dele, entrei em contato com a direção do presídio e me foi informado que, devido à mudança do regime de pena que ele estava cumprindo, foram-lhe concedidos estes sete dias fora da prisão, de direito de quem cumpre pena em regime semiaberto, desde que cumpra alguns requisitos, como compatilibilidade e bom comportamento, por exemplo”, comentou Cavalcante. Nesse regime, o detento tem o direito de passar sete dias, cinco vezes por ano, fora da prisão, o que é chamado de ”saída temporária”.


fonte: DRD- FOTO: Jack Zalcman



Quem disse que a justiça tarda, mas não falha.
Tardou e falhou. O individuo De novo na rua, e se voltar a cometer um crime de quem e a culpa...!




sexta-feira, 25 de maio de 2012

Indiciado por dois assassinatos, filho do ex-prefeito

 De Itaobim fica preso por 1 dia

Alexandre Fernandes, 42 anos, responde a dois processos por assassinato. O delegado de Monte Azul, norte de Minas, indiciou o filho do ex-prefeito pela morte de um homem em 2004. Alexandre matou a tiros em 2006, um policial militar. Preso no último domingo, ficou menos de 24 horas na prisão

  Indiciado por dois assassinatos, filho do ex-prefeito de Itaobim fica preso por 1 dia
Delegado de Monte Azul indiciou Alexandre Fernandes por outro assassinato
Dor, revolta e indignação. Estes foram os sentimentos da professora Ildete Batista Sousa, 55 anos,  ao tomar conhecimento que Alexandre Fernandes, 42 anos,  assassino do seu filho, tinha sido libertado após ficar menos de 24 horas na prisão.
 
“Na cadeia tem muitos assassinos como ele que não  tem o privilegio que ele está tendo. A Justiça não trará meu filho de volta, mas eu quero que ela seja feita. O assassino do meu filho é hoje um  vivo morto porque sei que ele também não está tendo vida, paz e tranqüilidade.Creio que Deus fará a Justiça”, desabafou a professora, que é evangélica.
 
Alexandre Fernandes Medeiros Ribeiro, 42 anos, filho do empresário e ex-prefeito de Itaobim(MG), José Fernandes,  matou a tiros de pistola  em abril de 2006 o policial militar Emerson de Sousa Nascimento, à época, com 29 anos.
 
 O crime ocorreu numa danceteria de Itaobim após uma discussão por causa de uma ex-namorada de Alexandre que o policial estaria namorando.
 
“Meu filho era um agente da lei, um homem bom. Meu coração está dilacerado para sempre”, afirma a professora Ildete Batista. “  Vivo em depressão e não consigo sequer trabalhar como antes”, conta a professora.
 
Após o crime, Alexandre desapareceu de Itaobim e região.
 
 Foi preso seis anos depois,  na madrugada de domingo (20/05), após denúncia anônima que avisou a polícia que ele estaria se divertindo no parque de exposições de Itaobim, durante a festa da vaquejada.
Contra ele, havia um mandado de prisão expedido pelo  juiz da Comarca de Medina, Arnon Argolo Matos Rocha.
Ele reagiu à prisão, tentando fugir juntamente com o irmão Fabiano Fernandes, 38 , que pilotava uma caminhonete Triton. No interior do veículo foi encontrado um revólver 32 carregado.
Os dois acabaram presos.
Após pagar fiança de um salário mínimo, Fabiano foi libertado. Ele foi  indiciado por posse ilegal de arma e desobediência.
 O mesmo juiz que expediu o mandado de prisão, deu liberdade  também `a Alexandre que, assim como o irmão, ficou menos de 24 horas preso na cadeia de Itaobim   .
Alexandre é indiciado em outro crime de assassinato.
O filho do ex-prefeito possui uma ficha criminal que inclui lesão corporal, ameaças, perturbação da tranqüilidade   e assassinatos.
O delegado de Monte Azul, no norte de Minas, Mauro Ricardo Guimarães Pinho, indiciou Alexandre Fernandes em março de 2011 , pelo assassinato de Eusébio Soares Queiroz que desapareceu de Itaobim e foi encontrado morto tempos depois. O crime teria ocorrido em 2004 e  Alexandre é apontado como mandante do assassinato ( inquérito 753/940)
Após matar o policial Emerson de Sousa, a Justiça expediu  três mandados de prisão contra Alexandre. Dois deles foram suspensos após ele se apresentar no Rio de Janeiro.
De acordo com a Polícia Militar, o último mandado de prisão expedido contra Alexandre foi pelo não comparecimento a uma audiência com o juiz da Comarca de Araçuai (MG), relativa ao assassinato do policial. Após prestar depoimentos, o juiz Arnon Argolo determinou o relaxamento da prisão.
Alexandre responderá pelos crimes em liberdade.
 
 

Fonte:







26ª CIA/Itaobim prende matador de policial


Policiais da 26ª Cia Ind de Itaobim prenderam neste fim de semana, durante a 3ª Festa do Vaqueiro de Itaobim, Alexandre Fernandes de Medeiros Ribeiro, suspeito do assassinato do Policial Militar SD Emerson de Souza Nascimento, de 29 anos, no dia 24/o4/2006. Os policiais foram atrás do matador após denúncia de que ele estaria no evento. Alexandre, que é filho de ex-prefeito da cidade, tinha um mandado de prisão pelo homicídio. (REDS 2012.001031814-001)
Relembre o caso 

Filho do ex-prefeito de Itaobim é acusado de matar policial - 24/04/2006 – 10:38
Policial assassinado visitava seus familiares em Itaobim
O policial militar, Emerson de Souza Nascimento, 29 anos, foi assassinado na madrugada de ontem na cidade de Itaobim com cinco disparos de arma de fogo. Segundo as primeiras informações, os tiros teriam sido dados por Alexandre Fernandes, filho de José Fernandes, ex-prefeito do município. O soldado, que trabalhava no 30° Batalhão da Polícia Militar de Uberlândia(MG), estava a passeio na cidade de Itaobim onde residiam seus familiares.Testemunhas informaram que a namorada do PM foi abordada por um homem no interior de uma danceteria, fato que não agradou o militar iniciando ali uma forte discussão entre os envolvidos. Ao sair da casa noturna por volta das quatro horas da manhã, Émerson levou sua namorada para casa e no retorno foi atacado por Alexandre.O assassino sacou de uma arma e atirou contra a vítima que estava desarmada.O soldado foi socorrido por populares e conduzido ao hospital de Itaobim mas devido aos graves ferimentos foi transferido para Teófilo Otoni, mas faleceu no meio do caminho. A polícia ainda não tem informações sobre o destino do autor do crime.



 
Pelo que eu vejo a família do assasino e muito influente na cidade de Itaobim, pois um sujeito com essa lista de crimes e matador de policial ainda solto.

Será eu não existe justiça nessa cidade sem lei



Eu digo que a captura, prisão do matador e soltura depois sem a justiça tomar nenhuma providência e como se. O profissional da segurança pública fosse morto mais uma vez, pois a família com certeza tem que encontrar com um elemento desses na rua sabendo que a justiça esta falhando em executar o seu papel de punir com rigor casos como esse onde quem esta presa e a família que não ver a justiça sendo feita pelo poder judiciário. Que nesse caso se omite.
Ele a vitima nunca mais vai voltar, mas fica a família desolada esperando algo que aparentemente não vira.
Pois a justiça se calou perante o crime e nos fazendo acreditar que realmente a justiça tem olhos bem abertos..

 
E eu digo que a família tem que acreditar na justiça divina. Pois a terrestre costuma falhar na maioria das vezes...
Eu não conheço família e nem a vitima, mas fico imaginando como seria se eu fosse parente deles... E melhor eu nem imaginar.....!

 
Isso é Uma Vergonha!

I