𝐎𝐬 𝐧𝐮́𝐦𝐞𝐫𝐨𝐬 𝐝𝐨 𝐁𝐫𝐚𝐬𝐢𝐥 𝐞𝐦 𝟐𝟎𝟐𝟓 𝐬𝐚̃𝐨 𝐝𝐞 𝐛𝐫𝐚𝐝𝐚𝐫 𝐚𝐨𝐬 𝐜𝐞́𝐮𝐬. 𝐏𝐚𝐫𝐞𝐜𝐞 𝐪𝐮𝐞 𝐚 𝐩𝐫𝐨𝐦𝐞𝐬𝐬𝐚 𝐝𝐞 𝐩𝐢𝐜𝐚𝐧𝐡𝐚 𝐩𝐚𝐫𝐚 𝐨𝐬 𝐩𝐨𝐛𝐫𝐞𝐬 𝐭𝐞𝐫𝐚́ 𝐝𝐞 𝐬𝐞𝐫 𝐚𝐝𝐢𝐚𝐝𝐚:
LULA PROMETEU E CUMPRIU...
Jair Bolsonaro (2019–2022): pandemia e recuperação parcial
O governo Bolsonaro iniciou com expectativas de reformas e modernização econômica. Porém, em 2020, a pandemia de Covid-19 atingiu em cheio o país e derrubou o PIB. A queda global afetou praticamente todas as economias, e o Brasil não foi exceção.
Nos anos seguintes, 2021 e 2022, houve recuperação, mas o avanço médio do PIB no período ficou em torno de 1,5% ao ano, impactado pela inflação, juros altos e instabilidade política.
Lula (2023–2025): retomada acima da média mundial
No retorno ao poder, Lula voltou a colocar o crescimento econômico no centro da agenda. Os números mais recentes comprovam uma retomada:
2023: PIB cresceu 3,2%
2024: PIB avançou 3,4%, maior taxa anual desde 2021
2025: parcial indica expansão, com alta de 0,1% no 3º trimestre e 1,8% na comparação anual
O desempenho coloca o Brasil em um ritmo acima do registrado no governo anterior e acima da média da América Latina em alguns recortes.
Comparação geral dos governos (resumo)
Lula (2003–2010): forte expansão, média de 4% ao ano
Dilma (2011–2016): baixo crescimento e recessão
Temer (2016–2018): estabilização e crescimento modesto
Bolsonaro (2019–2022): impacto da pandemia e recuperação parcial
Lula (2023–presente): retomada com dois anos seguidos acima de 3%
A análise do PIB ao longo dos últimos governos mostra ciclos distintos da economia brasileira momentos de forte expansão, períodos de crise e fases de recuperação lenta. Dados recentes indicam que o Brasil vive novamente uma fase de aceleração econômica, com crescimento sólido em 2023 e 2024.
O desafio agora é manter o ritmo em 2025 e consolidar um ambiente de estabilidade, investimento e geração de empregos.
Com Bolsonaro, Brasil deixa de ser uma das 10 maiores economias do mundo e cai para 12ª
Dados do Fundo Monetário Internacional (FMI) coligidos pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) apontam que o Brasil não ficará mais entre as 10 maiores economias do planeta. O Brasil está despencando no ranking econômico global e ficará, ao final de 2020, em 12º lugar, atrás de Canadá (que assumiu a nona colocação), Coreia do Sul e Rússia. A informação foi publicada pelo jornal Valor Econômico.
Em 2019, primeiro ano de Bolsonaro no poder, o Brasil já havia caído da 8ª para 9ª posição entre as 10 maiores economias do mundo, atrás de EUA, China, Japão, Alemanha, Índia, Reino Unido, França e Itália. Com as novas perspectivas e estudos, o País deve ir para o 12° lugar, sendo superado por Canadá, pela Coreia do Sul e pela Rússia, três países que ficaram na nona posição, na décima e na 11ª, ainda segundo as estatísticas do FMI analisadas pela FGV.
No contexto atual, o mercado financeiro prevê uma recessão de 4,8% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro. O País tem mais de 13 milhões de desempregados e quase 40 milhões na informalidade, sem direitos trabalhistas, de acordo com dados oficiais.
Convencer investidores de que existe demanda no Brasil com um fraco mercado consumidor é um dos principais desafios de Jair Bolsonaro e do ministro da Economia, Paulo Guedes. “Ambos, além de apostar na iniciativa privada para o crescimento, veem a meritocracia de cada cidadão brasileiro como o suporte para alavancar o PIB. E o projeto de sociedade ainda é inexistente, como se observa na PEC do Teto dos Gastos, que congela investimentos públicos e faz o País correr o risco de voltar ao mapa da fome” analisa Márcio Cardona, presidente do SindSerJun.





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