O caso foi registrado em uma instituição que fica no Centro de Patos de Minas. Rapidamente, o grupo foi identificado e apreendido
Fique por Dentro dos acontecimentos na capital Mundial das pedras preciosas e em Outras cidade da Região, Alem das Noticias de Minas gerais, Você Fica por dentro do que acontece no Brasil e polemicas pelo Mundo...Aconteceu esta no Teófilo Otoni Noticias.....
quinta-feira, 20 de abril de 2023
Adolescentes explodem bomba em escola de Patos de Minas
sábado, 4 de março de 2023
Mulher trans foi executada por amante que não queria expor relação
Assassinato aconteceu em 12 de fevereiro em Patos de Minas; vítima foi atingida com três disparos de arma de fogo dentro de um bar após uma discussão
terça-feira, 26 de outubro de 2021
Empresária divulga vídeo racista e causa revolta!
Após repercussão negativa a dona de loja de roupas femininas apagou o vídeo de seu Instagram, mas não se desculpou com seus seguidores.
Por Eduardo Andrade Tavares
10/08/2021 13:39
Uma empresária residente em Patos de Minas, dona de uma loja de roupas femininas, publicou em seu Instagram um vídeo de natureza racista. Após grande repercussão negativa, a lojista removeu o vídeo, mas internautas indignados já haviam copiado o conteúdo. Nas imagens o pai da empresária, que é dono de uma empresa de máqinas agrícolas em Carmo do Paranaíba, aparece contando piada racista, e imitando de maneira pejorativa o andar de um negro. No fim do vídeo ainda é possível ouvir alguém dizendo que “branco sem noção é preto”! O que torna o caso ainda mais grave é o fato de o racismo ter sido praticado na presença de crianças, e ser divulgado em rede social.
O homem do vídeo acima diz que “preto quando põe um dinherim no bolso, ele muda até o andado” (SIC). Em seguida o cidadão começa a andar de maneira ufanista, imitando o “preto com dinheiro”. Essa fala reproduz o pensamento preconceituoso de que os negros não nasceram pra ganhar bem e serem bem sucedidos, pois isso não está no caráter deles, mas o branco não muda seu jeito de ser quando ganha dinheiro, pois teria um caráter superior, e seria mais propenso ao sucesso. Resumidamente a brincadeira sem graça, e criminosa, é racismo puro. Na gravação é possível ouvir todos rindo, com exceção das crianças que estão naquele ambiente tóxico, e que poderia se chamar "Clube do racismo".
O que assusta é o fato dessa "empresária" de roupas femininas ter achado essa manifestação racista digna de ser publicada em seu Instagram. Será que ela imaginou que seus seguidores iriam gostar dessa piada sem graça? É lamentável que uma família branca, com boa situação financeira, viva na miséria moral e intelectual. Sim, miséria moral e intelectual, pois o racismo reflete a falta de cultura e conhecimento, e mostra também uma grande debilidade de caráter, e até mesmo uma personalidade adoecida. Fico imaginando como agem essa senhora e seu pai na hora de contratar algum funcionário, será que tratam os candidatos negros do mesmo modo que tratam os brancos? Só espero que as crianças que estavam naquele ambiente repugnante, possam encontrar bons professores para educá-las, pois se a formação moral delas depender apenas dos adultos que lá estavam receio que será catastrófica.
terça-feira, 19 de outubro de 2021
Jovem é encontrada morta dentro de uma casa de shows de Ipatinga
Segundo a Polícia Militar, ela teria usado drogas e bebida alcoólica. Companheiras de quarto disseram que a jovem surtou e ficou agressiva.
- 18/10/2021
Uma jovem, de 23 anos, foi encontrada morta dentro de uma casa de shows no bairro Iguaçu, em Ipatinga, nesse domingo (17).
Vereador tenta entrar em sala de aula por denúncia de
ideologia de gênero
O parlamentar de Patos de Minas disse que recebeu a denúncia
do pai de um aluno. Direção da escola nega entrada e vereador chama a polícia.
Professor nega
LF
Lélis Félix - Estado de Minas
postado em 19/10/2021 22:52
(crédito: Reprodução de vídeo)
(crédito: Reprodução de vídeo)
A Escola Municipal Norma Borges Beluco, em Patos de Minas,
no Alto Paranaíba, foi cenário de uma confusão nesta terça-feira (19). O
vereador bolsonarista José Luiz Borges Júnior (Podemos) queria entrar em uma
sala de aula para verificar se o professor estaria falando sobre orientação
sexual.
A direção da escola negou a entrada na sala de aula.
Revoltado, o parlamentar chamou a polícia e gravou um vídeo para as redes
sociais. “Estão ensinando ideologia de gênero nas nossas escolas”, escreveu
ele.
À reportagem, José Luiz disse que recebeu a denúncia do pai
de um aluno do 9º ano. Ele mencionou que o professor teria passado atividades
na qual os estudantes teriam que reconhecer qual bandeira era associada à
determinado grupo LGBTQIA+.
Questionado, o parlamentar disse que não teve acesso a
nenhum material impresso que comprovasse tal alegação.
O diretor da escola, Jefferson Vieira Lima, informou que o
vereador foi convidado a entrar e se dirigir até à sala da direção.
O professor foi chamado e os três conversaram. Foi explicado
que a escola segue o plano curricular e que o conteúdo sobre sexualidade faz
parte da disciplina de ciências do 9º ano.
Jefferson ressaltou que não existe ideologia de gênero
dentro de sala de aula, e sim o ensino sobre a reprodução humana. "Nossa
escola é plural, seguimos o plano do estado" afirmou.
O diretor ainda disse que o vereador acusou o professor de
direcionar os alunos para determinada orientação sexual, tendo ele se
defendido.
Por fim, Jefferson afirmou que a entrada em sala de aula não
foi autorizada, já que não houve pedido prévio. Também informou que nenhum pai
ou responsável reclamou do conteúdo junto à direção.
"Estamos abertos para mostrar e discutir o plano de
ensino. E o vereador é bem-vindo, inclusive para verificar outras demandas
importantes para a educação", finalizou.
Em nota, a Secretaria Municipal de Educação mencionou que o
vereador José Luiz Borges Júnior estava com os ânimos alterados.
“Mediante discurso alterado do vereador e do seu assessor, o
diretor esclareceu que não autorizaria a entrada do vereador em sala de aula
para discursar contra ou a favor de nenhum tema”.
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aula confusão escola vereador
sexta-feira, 4 de outubro de 2019
Acidente deixa mortos e feridos na BR-365

terça-feira, 14 de agosto de 2018
Passageiro de carro é preso por homicídio na BR-116, em Teófilo Otoni
PRF identificou suspeito com mandado de prisão em aberto durante fiscalização; homem de 58 anos disse não saber que possuía pendências com a justiça.
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Duas pessoas morrem em acidente na BR-116, em Teófilo Otoni

Em entrevista ao jornal A Tribuna, ele disse que gritos de
crianças eram “fruto” da cabeça dele, ao contrário do que afirmou à polícia
logo após as mortes.
Preso desde o dia 28 de abril acusado de estuprar, agredir e queimar, ainda vivos, o enteado Kauã Sales Butkosvsky, de 6 anos e o filho Joaquim Alves Sales, de 3, Georgeval Alves Gonçalves, o pastor George mudou a versão dada por ele à polícia e durante entrevista, dois dias após as mortes. O pastor afirmou, na época, que foi acordado pelos gritos de socorro das crianças, durante o incêndio na casa da família, no centro da cidade.
Em entrevista ao jornal A Tribuna, Georgeval afirma que
pensou ter ouvido as crianças gritarem, devido ao seu estado emocional, no
momento. Disse ainda ser inocente no caso das mortes das crianças e do estupro
de uma ex-funcionária. As perguntas foram enviadas pelo jornal ao pastor
através de seu advogado Helbert Gonçalves, que esteve no presídio no final de
semana.
Naquele dia, durante o incêndio, o que as crianças gritaram?
Naquele dia, eu estava muito cansado e, após colocar meus
filhos para dormir, adormeci também, com um sono muito pesado. Quando senti o
cheiro da fumaça pela casa, entrei em desespero. Corri para o quarto e, quando
abri a porta, tudo estava em chamas. Entrei em choro naquele momento.
E o que eles gritaram?
Angústia e a sensação de impotência tomaram conta de mim,
naquele momento. Por isso, eu pensei ter ouvido meus filhos me gritando. Eu
comecei a chamá-los. Acredito que era fruto da minha cabeça, tamanha era minha
aflição naquela hora.
O que tem a dizer sobre as acusações contra você?
Eu não sou essa pessoa que, hoje, a sociedade hostiliza.
Muito menos, essa figura criminosa que a polícia apresentou.
Então você é inocente?
Eu nunca, jamais violentaria ou abusaria de uma criança.
Eles eram meus filhos! Pelos amor de Deus, eu sou inocente! Estou sendo acusado
injustamente.
As pessoas questionam muito a sua atitude no momento que
perdeu seus filhos. Como você explica sua conduta em determinadas situações
após as mortes das crianças?
Não foi frieza. Pucos conhecem a minha história e sabem
dizer como a minha vida foi dura e sofrida. Desde o meu nascimento, tudo o que
eu fiz foi lutar pela minha sobrevivência. O que a população sabe sobre mim
foram coisas que outros contaram e não eu. Eu tenho uma história.
E qual é a sua história?
Já passei fome, morei em orfanatos, morei nas ruas, apanhei
de pessoas covardes e não tinha ninguém para me defender. Tudo isso aconteceu
quando eu ainda era apenas uma criança.
Por que deu entrevista logo após a morte das crianças?
Na verdade, eu não queria dar entrevista nenhuma. Não estava
preparado psicologicamente para isso. Não estava sabendo lidar com a perda dos
meus filhos. Tudo isso ainda está sendo muito difícil para mim e para minha família. Naquele momento,
estávamos acompanhados de um pastor da igreja. Quando saímos do IML (DML), ele
nos direcionou para falar com a imprensa, para dar uma satisfação a população,
enquanto pastores.
E sobre ter ido para uma lanchonete e a foto tirada no
hotel, após as mortes?
Não tínhamos ânimo e nem forças para nada, naquele momento.
Não queríamos sair do hotel para nada. Estávamos esperando em Deus que aquele
momento terrível passasse. Mas o pastor que estava conosco, nos auxiliando
naquele momento, nos aconselhou que saíssemos para comer fora. Que isso nos
ajudaria a não ficar lembrando da perda dos nossos filhos.
E a selfie no elevador?
A selfie foi tirada para lembrar a mim e a minha esposa que,
mesmo diante daquele momento difícil de perda, ainda éramos uma família.
Iríamos restaurar nossa casa.
Você está sendo acusado de abuso sexual por uma
ex-funcionária do seu salão. O que tem a dizer sobre isso?
Eu sequer tive uma funcionária com o nome que me disseram.
Essa pessoa a quem estão acusando não sou eu! Eu nunca abusaria de uma criança,
menos ainda de uma mulher.
O que pensa sobre a prisão de Juliana?
Outra injustiça. Assim como eu, minha esposa também perdeu
os filhos e está sendo acusada de um crime que também não cometeu.
Se pudesse olhar nos olhos dela, o que você falaria?
(Choro)Que ela acreditasse na minha inocência e pediria
perdão por toda essa exposição a que estamos passando e que a amo, mais do que
tudo. Pediria que ela se lembrasse do homem que eu sou e não desse que dizem
que sou.
O que espera do futuro?
Que a verdade seja revelada e que minha inocência seja
comprovada e mais uma vez repito: sou ser humano, como qualquer outro, sujeito
a falhas... Mão não cometi qualquer crime contra meus filhos ou qualquer outra
pessoa.
Fonte: Jornal A Tribuna.
Família racista em Minas Gerais 10 de ago. de 2021 Numa festa em local próximo a Patos de Minas, um empresário mostra seu racismo depreciando negros, e todos riem, ao fim um homem diz que "branco sem noção é preto". Esse é o racismo que impera em muitos ambientes.
domingo, 3 de novembro de 2013
Miss Teófilo Otoni vai disputar concurso de beleza em Patos
Vanessa Carvalho tem 24 anos e concorrerá contra outras 35 candidatas.
Ela fez uma preparação especial para disputar o Miss Mundo Minas Gerais.
e vai disputar o Miss Mundo Minas Gerais em Patos.
(Foto: Diego Souza/G1)



