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sexta-feira, 19 de dezembro de 2025

Governo de Minas entrega obras do Hospital Regional de Teófilo Otoni, maior complexo de saúde do interior do estado

 Com mais de 22 mil metros quadrados de área construída, hospital abrigará 427 leitos, incluindo internações adulto, pediátrica e maternidade

Publicado em: 15/12/2025 



O governador de Minas Gerais, Romeu Zema, e o vice-governador, Mateus Simões, participaram, nesta segunda-feira (15/12), da entrega das obras do Hospital Regional de Teófilo Otoni, no Vale do Mucuri. A cerimônia marca a conclusão do maior complexo hospitalar do interior do estado. As chaves da unidade foram entregues ao Instituto Mário Penna (IMP), responsável pela gestão da unidade.

O hospital é o primeiro de cinco complexos regionais cuja conclusão foi retomada pela atual gestão, dentro da estratégia de ampliar e descentralizar o acesso à saúde, como política do Governo de Minas, por meio da Secretaria de Estado de Saúde (SES-MG).

A expectativa é que a nova unidade de saúde beneficie mais de 800 mil pessoas de mais de 50 municípios do Vale do Mucuri.

O governador Romeu Zema comemorou a entrega do maior hospital 100% SUS do interior de Minas e lembrou o impacto que ele vai trazer para a população do nordeste do Estado.

“Hoje é um dia muito especial para Minas Gerais, ainda mais para o Vale do Mucuri, com a entrega das obras concluídas do Hospital Regional de Teófilo Otoni para o Instituto Mário Pena, que, agora, vai equipá-lo e colocá-lo em funcionamento o quanto antes, trazendo uma saúde como nunca se pensou para esta região”, destacou Romeu Zema.

“Um impacto gigantesco para os Vales do Mucuri e Jequitinhonha, que sempre sofreram com um vazio assistencial. Quem antes precisava se deslocar para Governador Valadares, Ipatinga, Belo Horizonte, terá, aqui, esta grande estrutura que passará a oferecer atendimento medico de médio e alta complexidade”, acrescentou o chefe do Executivo mineiro.

As obras começaram em 2014, mas foram interrompidas dois anos depois, com cerca de metade dos serviços executados, e retomadas em outubro de 2022. Desde então, foram investidos R$ 130 milhões para finalizar a estrutura, trabalho executado pela Secretaria de Estado de Infraestrutura, Mobilidade e Parcerias de Minas Gerais (Seinfra). O investimento total no hospital foi de R$ 275 milhões.

Os recursos para a conclusão das obras do Hospital Regional de Teófilo Otoni foram provenientes do Acordo Judicial de Brumadinho, assinado pelos compromitentes: Governo de Minas, Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), Ministério Público Federal (MPF), Defensoria Pública de Minas Gerais (DPMG) e a Vale.

O Acordo Judicial visa reparar os danos coletivos e difusos decorrentes do rompimento das barragens da Vale S.A. em Brumadinho, que tirou a vida de 272 pessoas e gerou uma série de impactos sociais, ambientais e econômicos na bacia do Rio Paraopeba e em todo o estado de Minas Gerais.

Ao enaltecer a importância do Hospital Regional de Teófilo Otoni e os benefícios que proporcionará para a região, o vice-governador Mateus Simões recordou do rompimento da barragem de Brumadinho e homenageou as pessoas que perderam a vida na tragédia.

“Quero, mais uma vez, lembrar da importância de nós sempre prestarmos o nosso respeito às nossas 272 joias, afinal de contas esta é uma obra do acordo do desastre de Brumadinho”, disse.

Durante a solenidade, o vice-governador também anunciou que o Governo de Minas vai continuar investindo na saúde da região, com o repasse anual de recurso para a manutenção do hospital.

“Além da entrega da conclusão das obras do hospital regional, estamos anunciando a liberação de R$ 100 milhões para o custeio anual desta estrutura. Era uma preocupação dos hospitais da região que faltassem recursos para a manutenção deste hospital que se soma à rede hospitalar do Nordeste de Minas”, disse Mateus Simões.

Estrutura e equipamentos de ponta

Com mais de 22 mil metros quadrados de área construída, equivalente a cerca de três campos de futebol, o hospital abrigará 427 leitos, incluindo internações adulto, pediátrica e maternidade. Trinta leitos compõem a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e 25 são leitos de UTI neonatal. O centro obstétrico terá quatro salas de parto e três alas de PPP, modelo que integra pré-parto, parto e pós-parto, em ambiente humanizado.

A estrutura inclui ainda oito salas de cirurgia, pronto-atendimento com 20 leitos de observação e três de emergência, além de equipamentos de apoio ao diagnóstico, como ressonância magnética, tomografia, ultrassom, ecocardiograma, mamografia, raio-X e endoscopia. A unidade ofertará serviços de alta complexidade, como neurocirurgia, cuidados da obesidade, atendimento a queimados, trauma, hematologia, traumatologia, ortopedia, maternidade de alto risco e urgência e emergência.

“Este hospital vai transformar completamente a realidade aqui. Ele será capaz de ter uma resolubilidade de mais de 90%, o que significa que os pacientes, os mineiros que moram aqui na região, conseguirão resolver os seus problemas de saúde perto de casa”, detalhou o secretário de Estado de Saúde, Fabio Baccheretti.

“Teremos aqui uma unidade hospitalar que vai atender trauma, AVC, vai atender queimados, vai fazer cirurgias eletivas. Então, é uma nova página que se inicia a partir de agora com a entrega deste hospital”, completou Baccheretti.

Para equipar o hospital, o Estado prevê investimentos de aproximadamente R$ 145 milhões. Os repasses começam com a abertura inicial de 20% dos leitos, prevista para o primeiro semestre de 2026.

“Esta obra é um marco, porque é a primeira entrega e inauguração de um dos cinco hospitais regionais que o Governo de Minas retomou a construção. Estou falando de obras que começaram há 15 anos, depreciadas, vandalizadas e que foram retomadas na atual gestão, cumprindo o compromisso de transformar a saúde não só do Vale do Mucuri, mas de toda a região”, reforçou o secretário de Estado de Infraestrutura, Mobilidade e Parcerias, Pedro Bruno.

Concessão

O Instituto Mário Penna venceu a licitação, realizada em 2021, e firmou contrato com o Governo de Minas em fevereiro deste ano. A concessão, de até 35 anos, prevê o uso do imóvel pelo instituto, responsável pela prestação dos serviços e pela gestão da unidade. O custeio será garantido pelas políticas hospitalares da SES-MG como os programas Opera Mais e Valora Minas.

Governo De Minas Entrega Obras Do Hospital Regional De Teófilo Otoni, Maior Complexo De Saúde Do Interior Do Estado | Secretaria De Estado De Saúde De Minas Gerais


Não podemos nos esquecer que o romeu zema fez parte de um governo que queria privatizar o sus.

                                       


                                

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Adolescente é morto a tiros enquanto caminhava em rua de Novo Cruzeiro

Vítima tinha 17 anos e foi surpreendida pelo atirador. Polícia investiga relação com tráfico de drogas.




Por Caroline Del Piero, g1 Vales de MG

 

  • Um adolescente de 17 anos foi morto a tiros na noite desta terça-feira (16) em Novo Cruzeiro, no Vale do Jequitinhonha.

  • O crime aconteceu no bairro Filadélfia.

  • O autor se aproximou e efetuou vários disparos contra o jovem, que caiu no chão e morreu no local. O outro adolescente não foi atingido.

  • Militares isolaram a área e acionaram a perícia técnica.

Adolescente é morto a tiros enquanto caminhava em rua de Novo Cruzeiro — Foto: Reprodução

Adolescente é morto a tiros enquanto caminhava em rua de Novo Cruzeiro — Foto: Reprodução

Um adolescente de 17 anos foi morto a tiros na noite desta terça-feira (16) em Novo Cruzeiro, no Vale do Jequitinhonha. O crime aconteceu no bairro Filadélfia. Segundo a Polícia Militar, a vítima caminhava pela via acompanhada de outro adolescente, de 15 anos, quando os dois foram surpreendidos por um homem.

De acordo com informações divulgadas pela Polícia Militar, o autor se aproximou e efetuou vários disparos contra o jovem, que caiu no chão e morreu no local. O outro adolescente não foi atingido. Militares isolaram a área e acionaram a perícia técnica.

Informações repassadas à polícia por meio de denúncia anônima indicam que o homicídio pode estar relacionado à disputa pelo tráfico de drogas no município.

A PM informou que a vítima tinha registros anteriores por envolvimento em dois homicídios: um quando tinha 13 anos e outro neste ano, aos 17. A investigação vai apurar se esses antecedentes têm relação com o crime registrado nesta terça-feira.

Após o crime, equipes da Polícia Militar realizaram buscas na região, mas até o momento ninguém foi preso. A Polícia Civil segue com as investigações para identificar o autor dos disparos e apurar se há outros envolvidos.


quarta-feira, 26 de outubro de 2022

Um dia após anunciar obra em hospital, Zema leva Bolsonaro a Teófilo Otoni... -

Bolsonaro durante encontro com prefeitos de cidades de Minas Gerais. Na foto, ele aparece entre Braga Netto (PL), à esquerda, seu candidato a vice, e Romeu Zema (Novo), governador mineiroImagem: 14.out.2022 - Gilson Junio/Estadão Conteúdo

Do UOL, em São Paulo

26/10/2022 04h00

O governador mineiro Romeu Zema (Novo) tenta criar uma agenda positiva para a última passagem de Jair Bolsonaro (PL) pelo estado. Ontem à tarde, ele assinou a ordem de serviço para a reforma do Hospital Regional de Teófilo Otoni (MG). Na manhã de hoje, Zema recebe o presidente em comício na cidade.

O palanque de Bolsonaro também contará com o governador à tarde, quando a dupla participará de um comício em Uberlândia (MG). Crescer em Minas Gerais e reverter a derrota de 563 mil votos em relação ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no primeiro turno é considerado crucial para o presidente ter chance de vitória na votação de domingo.

Por que Bolsonaro está em Teófilo Otoni? O discurso de Zema para tentar fazer eleitores de Lula virarem votos e escolherem Bolsonaro no segundo turno é de que o candidato petista é do mesmo partido do ex-governador Fernando Pimentel (PT), que governou Minas Gerais de 2015 a 2019. Pimentel enfrentou uma crise financeira que levou a atrasos de salários de servidores e greves.

Teófilo Otoni tem um prefeito petista, Daniel Sucupira, que encarou uma paralisação de servidores que durou 89 dias. A ideia é associação entre as duas situações. As obras do hospital, que teve a ordem de serviço assinada ontem, estavam paradas desde 2016, quando Minas Gerais era administrada por Pimentel.

Além de todos estes fatores que combinam com o discurso das dupla Zema e Bolsonaro, a escolha de Teófilo Otoni ocorreu por causa da margem reduzida de diferença de votos na cidade entre os dois candidatos no primeiro turno —Lula 48,74% e Bolsonaro 45,34%.

Por fim, Teófilo Otoni fica no Vale do Mucuri, e as cidades da região têm prefeitos alinhados com o presidente. A agenda de Bolsonaro no município começa com um encontro com eles e outras lideranças às 8h50 e termina com o comício na Praça Tiradentes.

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Obra no Hospital Regional de Teófilo Otoni foi autorizada um dia antes de visita de Bolsonaro
Imagem: Gil Leonardi/Imprensa MG

Zema aposta em região natal. Em Uberlândia, no Triângulo Mineiro, a situação é diferente. O presidente venceu o primeiro turno —fez 46,37% dos votos contra 44,69% de Lula— e visita a cidade para ampliar a vantagem. Trata-se da segunda maior cidade de Minas Gerais e o discurso será o mesmo: vincular o adversário ao ex-governador petista que administrou o estado durante a crise financeira.

Zema também escolheu o município apostando em suas raízes. Ele nasceu em Araxá, que fica no Triângulo Mineiro, e acredita que a identificação local ajuda a angariar votos. A previsão do governador é voltar à região na sexta-feira para fechar a campanha pelo presidente.

O prefeito de Uberlândia é aliado de Bolsonaro e muitas cidades da região também. O presidente se encontra com eles e vai pedir para trabalharem para as pessoas irem votar no próximo domingo. Em um local em que tem maioria, o comparecimento substancial às urnas ajuda no esforço eleitoral

A equipe do governador acrescenta que não há garantias de uma virada, mas, no pior cenário projetado, haveria pelo menos uma redução da desvantagem em relação a Lula em Minas Gerais. Essa diferença estaria no intervalo daquilo que se chama de empate técnico.

Mostrando que o esforço em Minas Gerais é máximo, na última hora Bolsonaro incluiu Governador Valadares no giro pelo estado. A visita foi anunciada na noite do dia anterior.

Uberlândia experimenta a polarização. Uberlândia também é exemplo do quanto uma corrida presidencial tão acirrada e agressiva contamina diferentes setores da sociedade. O prefeito Odelmo Leão (PP) determinou a suspensão do empréstimo de equipamentos esportivos que haviam sido cedidos para a Olimpíada Universitária UFU (Universidade Federal de Uberlândia).

A medida ocorreu depois que surgiram vídeos nas redes sociais mostrando que os estudantes fizeram a letra "L" de Lula durante a execução do Hino Nacional na cerimônia de abertura das competições, ocorrida em 14 de outubro. A administração municipal alegou que foram desrespeitadas normas que proíbem fogos de artifício, confetes, pirotecnia, fitas e outros objetos que sujem os espaços cedidos. Não foi explicado qual material sujou as quadras.

A universidade informou que foi surpreendida com uma ligação avisando sobre a suspensão do empréstimo dos equipamentos esportivos. O telefonema ocorreu na manhã seguinte à cerimônia de abertura.

https://noticias.uol.com.br/eleicoes/2022/10/26/um-dia-apos-anunciar-obra-em-hospital-zema-leva-bolsonaro-a-teofilo-otoni.htm

                                                                                 


Bolsonaro-Guedes quer acabar com descontos no Imposto de Renda e taxar o PIX







Como desgraça pouca é bobagem, o ministro da Economia Paulo Guedes, que deve continuar na pasta caso Jair Bolsonaro (PP) seja reeleito, quer acabar com os descontos de gastos com saúde e educação no Imposto de Renda. 

A tática atinge em cheio a classe média brasileira, um dos setores que mais tem sentido o impacto da perda de poder de compra nos últimos anos.

O plano de Guedes foi revelado pelo jornal O Estado de S. Paulo. O documento de dez páginas foi elaborado pela equipe do ministro logo após o primeiro turno e é parte da estratégia de taxar a classe média para garantir minimamente benefícios prometidos por Bolsonaro durante a campanha.

Sem as deduções, conforme aponta o relatório, o governo arrecadaria um montante de aproximadamente R$ 30 bilhões, sendo R$ 24,5 bilhões das despesas médicas e R$ 5 bilhões dos custos com educação, dinheiro que seria usado para pagar as promessas do governo para reeleição.

Bolsonaro tem prometido manter o Auxílio Brasil em R$ 600, pagar um 13º salário para as mulheres que recebem o benefício e ajustar a faixa de correção da tabela do IR. Tudo isso sairia pelo custo de R$ 86 bilhões, dinheiro indisponível na União se levadas em conta as regras do teto de gastos.

Questionado, Guedes negou conhecer o documento revelado pelo Estadão e classificou a medida como “descabida de fundamento”. Depois, ele disse que o documento vazou por ação de “petistas dentro do Ministério”.

Ideia antiga

Como as maldades são reveladas apenas após a eleição, em 2019, em evento do banco BTG Pactual, Guedes já dizia o seguinte:

“Fica todo mundo juntando em casa papelzinho de dentista, papelz    inho de médico. (…) Isso é ineficiente. Melhor tirar todas as deduções, abaixa um pouquinho a alíquota, é muito mais simples, não é?”, afirmou na época.

Posteriormente, acrescentou que o sistema atinge quem tem menos renda, já que "o pobre vai na assistência social [e] depois não recebe refunding (reembolso) nenhum".

A deputada Jandira Feghali (PCdoB-RJ) reforça a posição do empresário Eduardo Moreira, qualificando o projeto como uma maldade que "atinge com força a classe média", um artifício do governo já que "não sabem mais de onde tirar dinheiro para repor a farra da reeleição".


Promessas vazias

Em 2018, Bolsonaro se elegeu prometendo Imposto de Renda zero para quem recebe até 5 salários mínimos, o que até agora não cumpriu. Atualmente, quem ganha menos de 2 salários mínimos (R$ 1903) já paga imposto devido desatualização da tabela do IR, que não é corrigida desde 2015, no governo  Dilma.

De acordo com levantamento da jornalista especialista em finanças Nathalia Arcuri, do canal Me Poupe, às custas da classe média, o governo arrecadou R$149 bilhões a mais. Isso porque a gestão Bolso-Guedes não corrigiu a tabela do Imposto de Renda, o que também não está previsto para 2023.

Guedes e Bolsonaro já adiantam que um possível próximo tiraria dinheiro de trabalhadores, aposentados e classe média, enquanto manteria as contas bancárias dos mais ricos intactas.


PIX e nova CPMF

Recentemente também veio à tona a intenção do ministro de taxar o PIX, sistema de pagamentos popular justamente por não cobrar transações financeiras.

Em 2020, o ministro disse que ia deixar o tema de lado para não afetar as eleições, como informou a CNN.

Plano Bolsonaro-Guedes para reduzir salários e aposentadorias vem da ditadura; entenda

“Não estamos falando porque as eleições estão chegando. As pessoas têm preocupação de o tema ser explorado nas eleições, de falarem ah, o ministro Paulo Guedes quer um imposto sobre transações financeiras [o que inclui o PIX], quer a CPMF…”, afirmou o ministro numa apresentação em fórum do Bradesco BBI. “Então, não vamos falar sobre isso. Após as eleições, falamos novamente”, complementou.

De acordo com a reportagem, de Eduardo Laguna e Idiana Tomazelli, “Guedes disse que não vai desistir da ideia porque, num país com 40 milhões de pessoas sem emprego, a proposta permitirá desonerar a folha salarial das empresas”.

Proposta de Lula

O modelo de proposta de corrigir a tabela de isenção do Imposto de Renda foi proposto por Lula já em 2018. 

Em 2022, o petista retorna com a questão em seu programa econômico, se comprometendo a liberar do imposto quem ganha até R$ 5 mil, além de dar descontos para a classe média. 

Para compensar a perda de arrecadação, o governo aplicaria tributações sobre lucros e dividendos, ou seja, aos mais ricos, além de apostar em estratégias de combate à sonegação.

De acordo com o jornal Folha de S. Paulo, Bolsonaro agora terá como foco reduzir os danos feitos pelas propostas impopulares de sua equipe econômica. Para começar, está disparando uma mentira dizendo que Lula vai acabar com o PIX.

A campanha de Lula assegura que ele vai manter o sistema de pagamentos PIX. Já em agosto Lula desmentiu a informação em seu Twitter:

“Bolsonaro tenta se aproveitar do PIX, mas na realidade ele nem sabia como o sistema funcionava na semana do seu lançamento. E agora até funcionários do Banco Central afirmam que ele mais atrapalhou do que ajudou. Compartilhe!”, escreveu o ex-presidente. 

Vanessa Martina Silva | Jornalista, analista política e editora da Revista Diálogos do Sul.
Com a colaboração de Guilherme Ribeiro.

https://dialogosdosul.operamundi.uol.com.br/economia/77333/bolsonaro-guedes-quer-acabar-com-descontos-no-imposto-de-renda-e-taxar-o-pix