Durante o programa da radio Teófilo Otoni um senhor reclama de problema nos terminais eletrônicos do banco do Brasil.
e fala da corrução no Brasil e cita banco máster..
mas o radialista ficou com o bico fechado pois tanto o bolsonaro quanto o Tarcísio receberam grana do dono do banco que esta preso...
Governadores conservadores que colocaram dinheiro no banco.
isso não pode falar na radio NAO.
- Cláudio Castro (PL-RJ): O Rioprevidência investiu cerca de R$ 970 milhões em títulos do Banco Master, com compras realizadas entre 2023 e 2024, sofrendo fiscalização da PF.
- Ibaneis Rocha (MDB-DF): O Banco de Brasília (BRB), ligado ao DF, é mencionado por ter comprado carteiras do banco, com movimentações na casa dos bilhões.
- Clécio Luís (SD-AP): O AmapáPrevi investiu R$ 400 milhões.
- Wilson Lima (UB-AM): O AmazonasPrev aplicou R$ 50 milhões.
Mas porque o radialista não falou. Amigo o presidiário (atual ante na papuda) recebeu grana do dono do banco. E o que você acha ..ate deputado da caminhada andou no jato do cara...
E NO FINAL TOCA UMA MUSICA DO
ZEZE DE CAMARGO..MAS QUE EXEMPLO...KK
- Gusttavo Lima: Lidera com cerca de R$ 52 milhões.
- Bruno e Marrone: Aprox. R$ 45 milhões.
- Leonardo: Aprox. R$ 42 milhões.
- Chitãozinho & Xororó: Aprox. R$ 38 milhões.
- César Menotti & Fabiano: Aprox. R$ 35 milhões.
- Zezé Di Camargo & Luciano: Aprox. R$ 32 milhões.
- Eduardo Costa: Aprox. R$ 28 milhões.
- Amado Batista: Aprox. R$ 23 milhões.
- Henrique e Juliano: Aprox. R$ 20 milhões.
- Fernando e Sorocaba: Aprox. R$ 19 milhões.
- Outros destaques (por shows específicos): Ivete Sangalo (R1 milhão), DJ Alok (R800 mil), Wesley Safadão, Ana Castela e João Gomes.
- Prefeituras: A maioria dos recursos provém de prefeituras, especialmente para festas juninas e de Réveillon, gerando debates sobre a necessidade de tais gastos em municípios com dificuldades orçamentárias.
- Legislação: Os valores englobam tanto contratos diretos com o poder público quanto incentivos via Lei Rouanet.
- Recomendações: Órgãos como o Ministério Público da Bahia e Tribunais de Contas têm recomendado limites de cachê (por exemplo, R$ 700 mil) para contratações públicas.



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