Fique por Dentro dos acontecimentos na capital Mundial das pedras preciosas e em Outras cidade da Região, Alem das Noticias de Minas gerais, Você Fica por dentro do que acontece no Brasil e polemicas pelo Mundo...Aconteceu esta no Teófilo Otoni Noticias.....
Na madrugada de hoje (21/12), durante patrulhamento pelo bairro Taquaral, em Ouro Preto, um cidadão interpelou policiais militares e relatou que na rua Águas Férreas há um imóvel abandonado usado para tráfico de drogas e apontou dois autores contumazes da prática criminosa.
Foi realizada diligência e durante as buscas no imóvel foi localizada nos fundos deste uma sacola plástica contendo 161 pinos de substância similar a cocaína, e embaixo de uma pia, outra sacola foi encontrada e nela haviam 88 pedras de crack embaladas prontas para a venda. Todo o material foi apreendido e levado a Delegacia da Polícia Civil de Plantão para as devidas providências.
Os autores apontados na denúncia não se encontravam no local e diligências foram realizadas no bairro e adjacências para tentar localizá-los, atividades que continuam.
Autor: Assessoria De Comunicação Organizacional 3ª RPM
Rua do Bairro Alto da Cruz vira cenário de história da tradição popular
(foto: foto: Divulgação/google street view)
Um vídeo de uma lixeira percorrendo sozinha o Bairro Alto da Cruz, em Ouro Preto, Região Central de Minas Gerais, deu o que falar nas redes sociais. Filmado na madrugada do dia 18, o “causo da lixeira" já teve milhares de visualizações e centenas de comentários no perfil do Instagram e na página do Facebook de um perfil que reúne informações sobre a cidade.
Confira os vídeos:
Os comentários dos céticos nas redes sociais do "Enquanto isso em Ouro Preto" responsabilizam o chão molhado, o vento, a inclinação da rua e a gravidade. Já os que gostam de uma boa polêmica apostam que em 2020 tudo pode acontecer e que não pretendem passar pelas ruas do bairro tão cedo.
Em um comentário, uma amiga sugere à outra a passar suas férias na cidade – além das montanhas, Ouro Preto também tem assombração.
O criador do perfil, Leandro Borba, recebe diariamente fotos, vídeos e memes e acredita que se trate de um fantasma exibicionista ou distraído por não acompanhar os avanços da tecnologia. “Ele não contou com as câmeras, nem fantasma escapa mais de um flagrante”, brinca.
A tradição oral de contar histórias de assombração é típica em Ouro Preto. Verdade ou mentira, a arte de contar histórias que povoam o imaginário popular e animam as rodas de conversa ganhou as redes sociais para ajudar a notícia se espalhar.
De acordo contador de causos Marcelino Xibil, uma das principais características dos 'causos' é costurar o enredo com o cotidiano. “A contação de histórias tem várias raízes e o recente fato da lixeira vai se transformar em vários causos, cada um vai contar à sua maneira, aumentando um ponto. Daqui a pouco vão dizer que viram um cachorro saindo da lixeira ou um fantasma aempurrando."
Pensando nessa tradição, Marcelino Xibil, criou o projeto Caminhada Assombrada, que usa como pano de fundo a exploração do ouro, escravidão, histórias de amor e de ódio para os registros de fantasmas e de assombração que ecoam pelas ruas. “Percorro as ruas de Ouro Preto e vou contando os causos, alguns conhecidos da cultura tradicional ouro-pretana e outros que são frutos de trabalho de pesquisa e coleta de contos tradicionais.”
Caminhada Assombrada e Causos de Brasero são projetos que usam como pano de fundo os registros de fantasmas assombrações mineiras(foto: Foto: Divulgação/Marcelino Xibil)
Segundo Xibil, o causo é um patrimônio imaterial mineiro dentro daquilo que se convencionou como mineiridade. Ele aparece como uma salvaguarda da nossa cultura tradicional, principalmente nos rincões de Minas Gerais. “Ouro Preto tem como guardiões dessa cultura a escritora Ângela Xavier, que, em um trabalho de coleta, mapeou os principais locais da antiga Vila Rica e fez o livro Tesouros fantasmas e lendas de Ouro Preto e também o escritor Vandico, com o livroJacubas e Mocotós que conta muitos causos dessa tradição popular ouro-pretana”, explica.