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quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Escutas revelam manipulação de resultados

Do jogo do bicho no Rio; ouça os grampos

No dia de São Jorge, por exemplo, contraventores proibiam apostas na milhar 23
Maria Mazzei, da Rede Record, no Rio | 27/12/2011 às 05h35
26jogo
R7 teve acesso exclusivo aos relatórios da Polícia Civil
Era no subsolo de um grande prédio da avenida Rio Branco, no centro do Rio de Janeiro, onde aconteciam os sorteios do jogo do bicho e a manipulação dos resultados por parte dos contraventores. De lá, o resultado - com ou sem alteração - era repassado para as bancas de todo o Estado. Segundo investigação da Polícia Civil, quando os bicheiros sabiam que muitos apostadores haviam jogado em um único número, eles alteravam o resultado ou mesmo impediam que o número fosse sorteado para não causar prejuízo à banca.
De acordo com o delegado Glaudiston Galeano Lessa, da Coinpol (Corregedoria Interna da Polícia Civil), responsável pela investigação, a troca de um único número já era suficiente para beneficiar os banqueiros.
- A investigação revelou que os números eram manipulados, mas não para favorecer o apostador e sim o próprio jogo do bicho. Quanto menor fosse o número de prêmios e o valor, maior seria o lucro da banca.
Escutas telefônicas autorizadas pela Justiça flagraram quando um contraventor manda um suposto funcionário do jogo do bicho substituir o número 4, que havia acabado de ser sorteado pelos computadores, pelo número 9.
Na conversa, entre dois contraventores, no dia 12 de março de 2011, o número 4394 é manipulado para virar 4399. Assim menos apostadores seriam beneficiados.
Contraventor 1 - Unidade 4! Olha ai, olha aí, espera aí... vai mudar.
Contraventor 2 - O terceiro prêmio tá sambado, tá sambado, tão falando que não tá legal, sujou nosso resultado todo. Mas vamos ficar com ele mesmo 4399.
Número 23 proibido no dia de São Jorge
Um relatório da Polícia Civil sobre a manipulação das apostas a que o R7 teve acesso com exclusividade revela ainda que números que representavam datas comemorativas, com dia de São Jorge, por exemplo, eram excluídas da jogatina na data respectiva.
Isso acontecia devido à grande quantidade de apostas. Caso esse número fosse sorteado, poderia causar enorme prejuízo para o bicheiro e até quebrar a banca.
Ainda de acordo com o documento, os jogos mais apostados eram divididos entre diferentes banqueiros, para que, se algumas dessas apostas fossem sorteadas, o pagamento do prêmio ficasse dividido entre os banqueiros.
A operação Dedo de Deus foi deflagrada há duas semanas no Rio, Bahia, Maranhão e Pernambuco e já resultou na prisão de 45 pessoas. Entre os presos, estão o ex-prefeito da cidade de Teresópolis, Mário Trincano, apontado como chefe do jogo ilegal na região serrana do Rio, policiais militares e pessoas ligadas à estrutura do jogo do bicho em todo o Estado.
Barracões de escolas de samba e casas de bicheiros foram alvos de buscas. A polícia já apreendeu mais de R$ 4 milhões, além de joias e carros de luxo.


 

Como surgiu o jogo do bicho 

Tudo começou no bairro de Vila Isabel, na zona norte do Rio, quando João Batista Viana Drummond, o Barão de Drummond, visando aumentar os lucros de seu zoológico, criou em 1892 um jogo no qual o visitante comprava uma entrada e poderia escolher um dos 25 bichos de seu parque.
Ao final do dia, os responsáveis pelo jogo revelavam o bicho sorteado e colavam o resultado em um poste, prática que até os dias de hoje continua sendo feita. O valor do prêmio era de 20 mil réis.
Cada um dos 25 bichos era representado por quatro números consecutivos, compreendidos entre 00 e 99. Havia 25 grupos numerados, por ordem alfabética, de 1 a 25. Os números de 00 a 99 correspondiam aos 25 bichos conforme uma progressão aritmética, calculando o próximo múltiplo de quatro.
O camelo (grupo 8), correspondia aos números 29. 30, 31 e 32. Já a vaca, último animal (grupo 25), era representada por 97, 98, 99 e 00.
Atualmente, o bicho corresponde a um número entre 0000 e 9999 e os grupos são indicados pelos dois dígitos finais.
O jogo logo caiu nas graças do povo se espalhou rapidamente por todo Brasil



 Ouça a gravação:

quinta-feira, 15 de março de 2012

Corre! Polícia! Corre! Bandido! Afinal, Quem é

 Polícia E Quem é Bandido?



A sociedade tem se perguntado quem é quem e quem faz o quê, afinal de contas. De que lado está a polícia e de onde vêm os bandidos. Quem é bom? Quem é mal?

A característica que difere ambos é o uniforme. Uniforme? Mas agora a bandidagem veste as roupas dos policias e os policiais não tiram a farda para agirem como bandidos.

Em quem confiar? Onde e a quem pedir socorro?

O cidadão é assaltado por um policial, o policial corre atrás do ladrão, o ladrão corre do policial ou corre atrás dele?

Estão agindo juntos ou separados? Quantas perguntas. Quantas dúvidas. É por que não se sabe mais pra que lado correr. Só se sabe que tem que correr. Não dá pra ficar parado. Esperando a polícia... ou será o bandido?!... Ah! Agora ficou complicado. Os cidadãos estão confusos, desprotegidos.

Quem assume seu papel? A polícia o papel do bandido e vice-versa. Ora, essa confusão assola o Brasil, uma vez que agora a violência chega às cidades pequenas, nos interiores do país de forma drástica, e pior, planejada, equipada com os mesmos artefatos de segurança das forças armadas brasileiras.

A guerra é um flagelo para aqueles que não têm armas, não têm segurança, não têm defesa nem esperança.

O alvo é quem estiver na frente. Seja na linha vermelha, seja na faixa de pedestres, seja parando no sinal. Aliás, não dá para parar mais em sinal. É sinal de que  será assaltado, assassinado, perseguido, roubado, enfim, alguma coisa vai acontecer. A probabilidade de não acontecer, é mínima.

Corre! De quem? Da polícia ou do criminoso?  Alguém chame a Força Nacional, o exército, a aeronáutica, os fuzileiros navais, porque alguma coisa precisa ser feita.

A nação está indignada, está de mãos atadas, sem saber o que fazer e como viver até que alguma providência sólida, alguma atitude radical seja tomada por parte dos governantes.

O país tem uma lei pobre, cheia de falhas e o código penal já virou leitura predileta dos bandidos, que sabem melhor de que os próprios cidadãos, as falhas à mostra que ele contém. Eles se munem disso, se preparam para entrar no crime ou, se já estão inseridos nele, aprimoram-se como se estivessem exercendo uma profissão, pois já têm o conhecimento do que pode lhe acontecer. A lei acaba sendo mais para a sociedade do que para esses insociáveis.

Já que tem morrido tanta gente inocente, talvez o resultado do Referendo de 2005 sobre as Armas de Fogo, devesse ser revisto, apresentado outro parâmetro: o de defesa pessoal para 2007. Ninguém imaginava que a violência chegaria a tal ponto, arrasando famílias inteiras, abalando a sociedade com crimes bárbaros, impiedosos e impunes. Talvez o bandido seja mais ousado porque sabe o cidadão de bem não tem como se defender. E que quem pode defendê-lo, está ocupado no distrito tentando se esconder e/ou levantar dados de algum atentado que acabaram de sofrer, ou dando cobertura e segurança aos corpos carbonizados de um ônibus que atearam fogo do outro lado da cidade.

A segurança está ocupada. Está impotente. Então corre! Pra onde? Bem, se souber e tiver para onde correr, tomara que tenha sorte de chegar lá sem ter sido atingido por uma bala perdida.

Autor: Valquíria Soares Cunha


Fonte:

 

Policial do BOPE é acusado de estupro

PB Agora - Policial - Estupradores de Queimadas devem ir para as ...

Editorial - A segurança de Rodas: estudante da USP é estuprada ...

 

terça-feira, 10 de maio de 2011

Ocorrências e fatos policiais....

Bombeiros resgatam corpo das meninas mortas por afogamento

03 de Mai de 2011 - 11h42min



O Corpo de Bombeiros de Teófilo Otoni localizou na madrugada desta terça-feira os corpos das duas meninas mortas junto com o pai no Rio Araçuaí no último domingo, no povoado Funil, zona rural de Virgem da Lapa, no Vale do Jequitinhonha.
Os cadáveres de Maria Janaína Teixeira Borges, 14 anos, e Vanessa Teixeira Borges, 12 anos, foram localizados por volta das 3h da manhã. O do pai delas, José Antônio Silva Borges, 40 anos,foi resgatado no mesmo dia da tragédia.
Segundo Roseli Neres Teixeira, mãe das meninas, os três nadavam no rio quando,em um determinado momento, as menores teriam montado em um pedaço de bambu, que desceu pela correnteza.
Quando José Antônio viu as filhas em perigo, tentou salvá-las. Ele, porém, acabou se afogando também.
Aos gritos de socorro da mãe várias pessoas se deslocaram até a margem do rio, mas nada puderam fazer.
O corpo de José foi resgatado duas horas depois com a ajuda de mergulhadores amadores do povoado.



Pai e duas filhas morrem afogadas no Rio Araçuaí

02 de Mai de 2011 - 11h33min

Um homem e suas duas filhas morreram afogados neste domingo (1) no Rio Araçuaí, no povoado de Funil, em Virgem da Lapa, no Vale do Jequitinhonha.
A tragédia aconteceu por volta da 14:30h quando José Antônio Silvas Borges, 40 anos, Maria Janaína Teixeira Borges, 14 anos e Vanessa Teixeira Borges de 12 anos nadavam no rio.
Segundo Roseli Neres Teixeira, mãe das meninas, em um determinado momento as menores teriam  montado em um pedaço de bambu, que desceu pela correnteza.
Quando José Antônio viu as filhas em perigo, tentou salvá-las. Ele, porém, acabou se afogando também.
Aos gritos de socorro da mãe várias pessoas se deslocaram até a margem do rio, mas nada puderam fazer.
O corpo de José foi resgatado duas horas depois com a ajuda de mergulhadores amadores do povoado.
O Corpo de Bombeiros de Teófilo Otoni foi acionado para tentar localizar as meninas, mas até a tarde desta segunda-feira elas não haviam sido encontradas.


Operação da Polícia Civil prende 18 no Vale do Jequitinhonha

01 de Mai de 2011 - 11h31min
Dezoito pessoas foram presas nesta sexta-feira (29) durante uma operação contra o tráfico de drogas, comandada pela Polícia Civil em Itaobim, Medina e Pedra Azul, no Vale do Jequitinhonha de Minas Gerais; Espírito Santo do Pinhal, no interior de São Paulo e Natal, no Rio Grande do Norte.

De acordo com o delegado Regional de Pedra Azul, Egmar Geraldo da Silva, seis prisões foram em flagrantes e as outras 12 em cumprimento de mandado por tráfico de drogas. Das prisões, duas aconteceram em Pedra Azul, uma em Medina e 15 em Itaobim. Ainda segundo o delegado, dois suspeitos não foram encontrados em Espírito Santo do Pinhal e Natal. Eles teriam cometido roubos e tentativa de homicídios em Minas Gerais.

Ao todo foram cumpridos 25 mandados de busca e apreensão. Os policiais apreenderam três quilos de maconha, dois quilos de crack, cem gramas de cocaína, um veículo, uma moto e aproximadamente R$ 2 mil em dinheiro.

A operação organizada pela Delegacia Regional de Pedra Azul, contou com a participação de 120 policiais e foram usadas 40 viaturas, dois cães farejadores e um helicópterto.


Da nossa região participaram da operação Delegados de Jequitinhonha e Almenara, com equipes de investigadores das cidades de Almenara, Jacinto e Jequitinhonha. Os presos foram encaminhados para a delegacia de Itaobim onde serão interrogados.

Fonte:Diáro do Jequi/Polícia Civil



CASO MARCELA: EXAME DE EXUMAçãO COMPROVA IDENTIDADE DE OSSADA

2011-04-07
TEÓFILO OTONI - A Polícia Civil divulgou ontem (06), durante uma coletiva à imprensa, o resultado da exumação dos restos mortais do empresário Antônio Evaldo Rodrigues Freire, 35. Segundo o laudo pericial, o cadáver encontrado no matagal próximo ao posto Teófilo Otoni em 25 de janeiro é mesmo do empresário. As circunstâncias de sua morte ainda estão sob investigação, mas até o momento, segundo a Polícia Civil, o que se pode divulgar sobre o assunto é que a identidade dos restos mortais é de Antônio Evaldo.
O empresário foi encontrado em avançado estado de decomposição. Ele estava desaparecido desde o dia 04 de janeiro, segundo um boletim de ocorrência registrado pela esposa, a também empresária Marcela Pimenta, 29, que se encontra encarcerada no presídio da cidade por envolvimento em uma quadrilha de assaltos.

Exumação
A exumação foi realizada através de um pedido da Polícia Civil junto à Justiça para analisar o cadáver do empresário e determinar a sua identidade.  De acordo com o delegado Alberto Tadeu Cardoso de Oliveira, o resultado do exame foi feito através de amostras da arcada dentária.  Ele destaca que o procedimento era importante para o inquérito.  “Era importante para a conclusão do inquérito policial a identificação real dos restos mortais. Fizemos a exumação do corpo junto ao cemitério Vale das Flores e concluiu-se o laudo com a ajuda dos dentistas Almir e Vitório. Estes entenderam que os restos mortais são mesmo de Antônio Evaldo Rodrigues Freire, ou seja, o marido da empresária Marcela Pimenta, que se encontra presa no presídio”, completa.
O funcionário do Instituto Médico Legal (IML), Francisco Couy Rodrigues, informou que a confirmação se deu através de uma análise feita entre uma documentação odontológica de em 2008 e as amostras da arcada dentária extraídas na semana passada. Em ambos os casos, foram analisados o material de raio X. “Conseguimos a documentação odontológica de um tratamento de dente que Antônio fez com um dentista em Teófilo Otoni. Baseado nessa documentação, fizemos a exumação e retiramos a arcada dentária, no caso a mandíbula. Foi nomeado o odonto Vitório, que fez a radiografia da atual arcada dentária. Comparando as radiografias da pasta com as outras foram descobertas semelhanças e atestamos que aqueles restos mortais são do Antônio Evaldo”, esclarece ele.
O delegado disse que a comparação das radiografias é confiável e não há possibilidade de erro. Segundo ele, essa não e a primeira vez que o procedimento é realizado na cidade. “Esse exame é igual ao teste de DNA. A arcada dentária de uma pessoa funciona como a digital de um polegar. Houve vários casos, inclusive um de grande repercussão, o do pecuarista Olímpio, morto em Jampruca tendo o corpo carbonizado. Nós conseguimos com a arcada dentária chegar à conclusão de que aquele corpo era o do ruralista”.

Indícios
De acordo com o delegado, o surgimento da apólice de seguro de vida com valor superior a R$ 700 mil feito por Antônio Evaldo beneficiando a esposa, Marcela Pimenta, além do envolvimento desta com uma quadrilha de assaltantes e depoimentos de familiares do empresário a acusando de participação na morte, causaram uma reviravolta na apuração. Ele informou que todas as hipóteses possíveis que envolvem o caso estão sendo investigadas. “Pode ser que houve homicídio e assim o prêmio poderia ser pago independente do autor. Não podemos colocar os dados como certos, pois a investigação é muito minuciosa”, conclui o delegado.



O funcionário do IML Francisco Couy informou que a confirmação se deu pela análise de uma documentação odontológica e as amostras da arcada dentária do empresário



Radiografia dentária feita em 2008 durante tratamento dentário de Evaldo, a partir das análises da época com a arcada dentária atual do cadáver encontrado é que a PC concluiu a identidade do empresário



Antônio Evaldo Rodrigues foi encontrado morto, em estado de decomposição, num matagal próximo ao posto TO em 25 de janeiro



Depois de uma carreta tombar sobre um carro na BR-116, em Teófilo Otoni, região leste de Minas, na tarde desta sexta-feira (13), o motorista do carro sobreviveu de forma incrível. Segundo a Polícia Rodoviária Federal, a carreta saia da MG-217 para entrar em uma avenida – perímetro urbano da BR-116 – quando tombou em cima de um carro que passava no local.

Fugas e rebeliões constantes levam medo a vizinhos


Neste ano houve cinco quebradeiras em Centro Socioeducativo de Teófilo Otoni



 Os moradores do Bairro São Jacinto, em Teófilo Otoni, no Vale do Mucuri, distante 450 quilômetros de Belo Horizonte, estão assustados com as constantes rebeliões e tentativas de fuga de menores do Centro Socioeducativo São Cosme, que quase sempre terminam em quebradeira.
  


Somente na semana passada foram duas rebeliões. Em uma delas, seis pessoas foram mantidas reféns dos menores. No mês passado, três adolescentes fugiram da instituição depois da visita dos jogadores do América – time local que disputava a primeira divisão do Campeonato Mineiro. A suspeita é de que o pai de um dos envolvidos teria ajudado na fuga. Desde janeiro, os moradores contabilizam cinco rebeliões.


“Não temos paz. É sempre uma quebradeira e ficamos preocupados com nossas famílias. O que fazer se um menor fugir e se esconder dentro de nossas casas?”, argumenta o comerciante Ananias Salomão, de 49 anos. Segundo ele, no último motim pediu que a filha não fosse para casa depois de sair da escola. “Não sabíamos o que poderia acontecer, então, com a minha filha longe dessa confusão, era um problema a menos na minha cabeça”, desabafa.


Na terça-feira da semana passada os internos começaram uma rebelião após o fracasso de uma tentativa de fuga. Seis funcionários da instituição, cinco professoras e um agente foram feitos reféns. Sob ameaça de morte, os internos obrigaram os funcionários do Centro a deixarem o local. Parte dos adolescentes foi para o telhado do prédio. Um juiz e uma promotora da Vara da Infância e Juventude foram chamados para negociar com os internos.


O motim foi contido após ação rápida do Grupo de Ações Táticas Especiais (Gate), que invadiu o prédio. Os reféns foram liberados sem nenhum ferimento.


Cerca de 12 mil pessoas moram no Bairro São Jacinto. Outro comerciante, que reside a menos de 200 metros da instituição e preferiu não se identificar por medo de represálias, disse que há seis anos, quando o centro de internação foi inaugurado, os moradores do entorno chegaram a promover um abaixo-assinado, pedindo a transferência da unidade para uma área menos habitada do município, já prevendo a tensão provocada por possíveis fugas e rebeliões.


O vereador Gilson Dentista (PR) promete apresentar, ainda nesta semana, no plenário da Câmara Municipal, requerimento convocando a diretora da unidade, Maricélia Martins, para prestar esclarecimentos sobre o sistema de segurança no centro de internação.


Em reunião, Maricélia Martins não falou sobre o assunto. A Secretaria de Estado de Defesa Social informou que não há projeto de mudança do Centro Socioeducativo e afirmou que o número de agentes é suficiente e atende a quantidade prevista nos normativos socioeducativos. Porém, o órgão não informou o número de pessoas que trabalham na segurança.


A Subsecretaria de Atendimento às Medidas Socioeducativas designou uma equipe de agentes de segurança e um diretor de segurança de outra unidade socioeducativa para auxiliar a equipe diretiva do Centro de Teófilo Otoni na avaliação da situação, apuração de eventuais falhas e proposição de ações corretivas imediatas.





terça-feira, 29 de março de 2011

Já Se encontra em Teófilo Otoni casal preso nos estados unidos.

Ainda estâo na cadeia de Teófilo Otoni casal preso nos EUA

Já se encontra preso na Cadeia Pública de Teófilo Otoni o casal Celso Vieira dos Santos, conhecido como “Jota”, 45, e sua ex-esposa, Elizete Maria Weberling Vieira, a “Zetinha”, 39. Eles são acusados de ter matado a tiros , em janeiro de 2003 na comunidade da Lajinha, zona rural de Teófilo Otoni, Ronie Rodrigues Fagundes, na época amante de Elizete . A vítima teria sido enterrada no pé de uma bananeira do sítio do casal e o corpo encontrado dois dias depois. Após o crime os dois fugiram para os Estados Unidos.


O casal foi entregue à Polícia Civil de Teófilo Otoni.
O casal estava em situação ilegal no país e era procurado pela Polícia Internacional (Interpol), desde 18 de agosto de 2008 através de um mandado de prisão expedido pela Primeira Vara Criminal de Teófilo Otoni. Eles foram presos no último dia 12 de março na cidade de Newark, em Nova Jersey . De acordo com o delegado regional, Alberto Tadeu Cardoso de Oliveira, os acusados foram localizados através de um site de relacionamentos, o Orkut.
Celso e Elizete desembarcaram no Brasil quinta-feira passada (15) escoltados por policiais americanos e na manhã do dia seguinte entregues a polícia de Teófilo Otoni.
O caso
Elizete mantinha um caso extraconjugal com Ronie. Ela teria feito uma proposta ao amante para matar o então marido Celso Vieira. Mas, mulher e amante acabaram se desentendendo, e a vítima volta atrás e diz que não iria matar Celso, a ameaçando de contar o fato para ele.
Houve uma discussão entres os três, e um mês antes do crime, Ronie pediu à Elizete a quantia de R$ 5 mil para não contar tudo ao marido dela. Agora, tanto Celso quanto Elizete estavam interessados na morte de Ronie e, para se livrarem do problema, decidiram contratar um pistoleiro para matá-lo, mas a tentativa foi frustrada graças a vizinhos.
Eles então atraíram a vítima para o sítio e dispararam seis tiros à queima-roupa. Segundo a perícia, o crime teve requintes de crueldade. A vítima, ainda de acordo com a perícia, não teve chance de defesa. Os disparos começaram na região lombar e na cabeça foi disparado o tiro de misericórdia.
O casal matou Ronie no dia 6 de janeiro de 2003. Dois dias depois ele foi encontrado enterrado no sítio “Floricultura Raquel”, de propriedade dos acusados. As informações apontam que o corpo foi localizado primeiro pelo cachorro do casal, em seguida por um dos funcionários da propriedade, que encontrou o imóvel abandonado.
Os suspeitos foram encaminhados ao presídio local onde aguardam decisão da justiça.
Fonte: Site Rádio Teófilo Otoni


Veja o video...





OBS:ESTA CERTO ESSA E UMA NOTICIA ANTIGA...MAS OBSERVE UMA COISA..ELA NÂO E DAS FEIAS NAO..E EU OBSERVO TAMBÉM QUE A CARA DELES E IGUAL A CARA DE UM CACHORRO QUE CAIU NA CARROÇA.... E DIZEM QUE O SUGEITO AI ERA O CORNO DA ESTÓRIA E ESSA LOIRA COSTURAVA PARA FORA...OU FORNECIA MARMITA..HêHÊHÊHê

Polícia investiga ligação de mulher com a morte de marido

Mistério de R$ 700 mil » 
Polícia investiga ligação de mulher com a morte de marido em Teófilo Otoni Esposa teria armado a trama para receber dinheiro de seguro. Ela está presa, acusada de ligação com assalto
 
Thobias Almeida - Estado de Minas
Publicação: 29/03/2011 07:08 Atualização: 29/03/2011 07:35

Uma nuvem de mistério paira sobre a morte de um homem em Teófilo Otoni, no Vale do Mucuri. Antônio Evaldo Rodrigues Freire, de 35 anos, desapareceu em 4 de janeiro e seu corpo foi encontrado 21 dias depois em um matagal da cidade, num suposto suicídio. O surgimento de indícios como uma apólice de seguro em nome da esposa, Marcela Souza Pimenta, de 29 anos, e o envolvimento dela com uma quadrilha de assaltantes causaram reviravolta na apuração. Marcela passou a ser considerada suspeita de ter encomendado a execução do companheiro. A mulher, proprietária de três lojas de roupas em Teófilo Otoni, está presa desde 17 de março, acusada de tramar assalto à casa de um vizinho. Ela nega envolvimento com a morte e os assaltos.


A delegada da Divisão de Crimes Contra a Vida, Iara de Fátima Gomes, confirma que em 27 de dezembro de 2010 Rodrigues contratou uma apólice de seguro de vida, cujo valor ultrapassa R$ 700 mil, colocando como beneficiária a esposa. “Eles já não viviam juntos, mas ainda assim continuavam se encontrando”, explica. A indenização não chegou a ser paga.


EXUMAÇÃO


Como foi a própria Marcela quem fez o reconhecimento do corpo, Iara Gomes requisitou a exumação do cadáver. O procedimento, que analisará a arcada dentária do morto, ocorreu no sábado, mas a delegada ainda não recebeu o resultado.


A empresária registrou Boletim de Ocorrência sobre o suposto desaparecimento do marido. A ossada de Rodrigues foi encontrada em 25 de janeiro, já em avançado estado de decomposição. Junto aos restos mortais repousava um revólver calibre 38 carregado, com um cartucho deflagrado, além de documentos e o celular da vítima. A perícia constatou que ele morreu com um tiro na boca, num suposto suicídio. Familiares e a esposa informaram à polícia que ele atuava no cadastro de famílias no programa Bolsa-Família. Há informações de que também trabalhava junto a prefeituras em processos licitatórios.


As suspeitas com relação à empresária ganharam corpo quando familiares de Rodrigues foram ouvidos. A família questionou a versão do suicídio.


incriminada Um acontecimento crucial para encorpar as suspeitas sobre Marcela foi sua prisão pelo suposto planejamento do assalto à casa do empresário Antônio Juscinei Gomes, de 39 anos, vizinho e dono do prédio onde ambos viviam. Ela e Mitsunori Shinkawa de Oliveira são acusados de contratar três pessoas, entre elas um aluno da academia do 19º Batalhão da Polícia Militar, para roubar equipamentos eletrônicos armazenados na residência da vítima. Segundo o delegado João Augusto Ferraz, que preside o inquérito relativo ao assalto, cada um receberia R$ 1 mil. “Ela entrou no prédio com os homens em seu carro e subiu até o apartamento. Lá, eles esperaram a chegada do alvo”, relata. Ele acrescenta que Marcela forjou ter sido feita refém e deixou o local com os bandidos.


A polícia atribui ao grupo outras ações no município, como roubos em residências, lojas e postos de combustíveis. Em 15 de março, o aposentado Antenor Laube, de 86 anos foi surpreendido em casa, na zona rural de Teófilo Otoni, e acabou morrendo ao reagir e ser baleado, crime que os policiais acreditam estar ligado à quadrilha.


O delegado revelou ter chegado à empresária depois de prender um integrante do bando, que confessou a história. Ele diz que a mulher pode estar envolvida em outros roubos, mas isso não foi confirmado.


Em meio ao turbilhão de novos fatos, Marcela apresentou à polícia um documento, retirado da internet, que seria prova do envolvimento de Rodrigues num esquema de fraudes no Bolsa-Família. Os investigadores acreditam se tratar de uma tentativa de desviar o foco.


Um homem apontado como amante de Marcela e os acusados de envolvimento no assalto estão no rol de possíveis coautores do crime. A empresária não foi formalmente indiciada pelo homicídio, pois a polícia ainda trabalha na reunião de mais provas sobre o caso.

domingo, 25 de outubro de 2009

Polícia faz progresso com Operação....

Postado em 25/09/2009 às 22:38 hs
Polícia faz progresso com Operação Lei e Ordem
A Polícias de Teófilo Otoni se uniram ontem (24) para aplicar mais um duro golpe nas quadrilhas que ainda resistem em sustentar o tráfico de drogas e crimes violentos na cidade. Ainda na escuridão da madrugada, 114 policiais se reuniram num ponto escondido da periferia da cidade, para iniciar a Operação “Lei e Ordem”.
Após receber as ordens dos superiores, todos embarcaram e 30 viaturas para cumprir 31 Mandados de Busca, Apreensão e Prisão no município. Tudo o que era executado em terra pelos policiais, era acompanhado no céu por um helicóptero da Polícia Civil.
Quando houve dúvida sobre locais para esconderijo de droga, foi empregado um cão farejador vindo de Belo Horizonte. Equipes de policiais das cidades de Teófilo Otoni, Poté, Malacacheta, Padre Paraíso e Itambacuri, participaram das atividades contra o crime organizado.
Ao fim da operação, 14 adultos foram presos, uma garrucha foi apreendida, junto com R$ 15 mil reais de origem duvidosa, segundo a Polícia.
O chefe de Polícia Civil em Teófilo Otoni, delegado Isaías Pontes de Melo, espera que a prisão dos bandidos possa resultar em redução dos crimes violentos na cidade. “Não podemos deixar que os bandidos se organizem, façam comunidades inteiras reféns, temos que unir forças com o Judiciário para que os criminosos tenha vida curta aqui”, garantiu Pontes.
O comando das equipes da PM na operação esteve nas mãos do capitão Fábio Marinhos dos Santos, profundo conhecedor do submundo do crime em Teófilo Otoni. Ele também espera que a prisão de 14 bandidos possa reduzir o índice de homicídios e impedir a re-organização do tráfico de drogas em Teófilo Otoni a curto prazo.
“Essa operação vai dar mais tranqüilidade a população, vai reduzir os crimes violentos e permitir que os efeitos dos trabalhos preventivos nas escolas e comunidades mais carentes cresçam”, destacou o oficial.
A Operação Lei e Ordem é uma continuidade dos trabalhos da Operação Vida Longa, realizada também pela união das polícias no mês de agosto passado. O delegado de Tóxicos e Entorpecentes Jeferson Botelho Pereira , explica que tudo foi minuciosamente planejado.
“Foram oito meses de preparação, 31 pedidos de prisão preventiva de bandidos, elaboração de 4.500 páginas de inquéritos, organização de equipes das polícias para cercar casas sem atingir as pessoas de bem e garantir a Paz Social na cidade”, ressaltou o delegado Botelho
Os presos na ação policial já foram recolhidos ao Presídio de Teófilo Otoni em disposição da Justiça. Eles serão investigados agora com maior rigor pela Polícia Civil, que tem muitas situações de crime para resolver com os suspeitos. È o caso de Lorran Ferreira da Silva, que a polícia acredita ter envolvimento em cinco homicídios.
O resultado positivo das recentes ações conjuntas das polícias é fruto também da parceria com o Judiciário da Comarca. Dois juízes foram ao cenário da operação, verificar o andamento dos trabalhos e aferir a transparência das atitudes dos policiais.
As ordens de Busca, Apreensão e Prisão dos suspeitos foram assinadas pelo juiz criminal Flávio Prado Kretli. Ele comenta que o bom ambiente de trabalho entre as forças de segurança dá segurança para que ele emita ordens legais usadas nas operações.