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sábado, 25 de maio de 2019

OPERAÇÃO DO MINISTÉRIO PÚBLICO E PM PRENDE SARGENTO DA POLICIA MILITAR EM T.OTONI



OPERAÇÃO DO MINISTÉRIO PÚBLICO E PM PRENDE SARGENTO DA POLICIA MILITAR EM T.OTONI
O ministério público informou que a operação foi realizada nessa terça feira(21) em várias partes do Brasil e do exterior. Os principais alvos estavam em Governador Valadares.
Em Teófilo Otoni, uma equipe da corregedoria da policia militar do estado de Minas Gerais, prendeu um 2° Sargento lotado no 19° Batalhão. O militar de 34 anos que não teve seu nome revelado, foi alvo de um mandado de busca, apreensão e prisão .
O mandado foi expedido pelo Juiz da Vara cível da comarca de Conselheiro Pena MG. O policial é natural de Governador Valadares e trabalha em Teófilo Otoni há pouco tempo.
O 2° Sargento foi localizado na sede do Batalhão em Teófilo Otoni e logo em seguida foi realizada uma busca em sua residência. A promotoria do GAECO orientou que os objetos apreendidos fossem encaminhados para Governador Valadares.
Ao todo 21 pessoas foram presas através dessa operação desencadeada no Leste de Minas, entre elas, 01 agente penitenciário, 2 policiais civis e 7 policiais militares.
O ministério publico informou que em Teófilo Otoni, somente esse militar foi preso, mas não revelou o teor das investigações.
www.nuzape.com
Via:Elvis Passos
Fonte: PMMG

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Justiça não concede habeas corpus a militar

Justiça não concede habeas corpus a militar

14/08/2013 19h01 - Atualizado em 14/08/2013 19h01


Suspeito de homicídios em MG...


Pedido pode ser analisado novamente na quarta-feira (21). 
Policial foi preso pela força tarefa do Departamento de Homicídios de BH.

Patrícia BeloDo G1 dos Vales de Minas Gerais

O Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) pediu, nesta quarta-feira (14), vista (período maior para análise) para a concessão do habeas corpus feito pela defesa do militar Victor Emmanuel Miranda de Andrade. Ele está preso desde abril por suspeita de envolvimento em homicídios praticados entre os anos de 2005 e 2008 em Ipatinga
O PM está sendo investigados pelo DHIPP, por crimes ocorridos no Vale do Aço. (Foto: Divulgação / Assessoria da PC)O PM está sendo investigados pelo DHIPP,
por crimes ocorridos no Vale do Aço.
(Foto: Divulgação / Assessoria da PC)
O pedido seria analisado pelos desembargadores Jayme Silvestre Corrêa Camargo, Edison Feital Leite e Eduardo Brum, da 4ª Câmara Criminal do TJMG, mas o colegiado  entendeu que é necessário um prazo maior para análise do processo. O advogado de defesa do soldado fez uma sustentação oral, durante a sessão no TJ, antes do pedido ser vistado, mas os relatores optaram pela verificação.
O colegiado do TJMG se reúne semanalmente e pode analisar o habeas corpus na quarta-feira (21), mas não existe um prazo oficial para a verificação da matéria.
Entenda o Caso....
Victor está preso preventivamente, em um quartel da capital mineira, por envolvimento no assassinato de Cleidson Mendes Nascimento, ocorrido em 2011, no bairro Canaãzinho. A vítima era testemunha de acusação do processo que apurava a execução do comerciante Ricardo Souza Garito em 2007, cujo principal suspeito era também o militar.
As investigações da Polícia Civil de Belo Horizonte realizadas em Ipatinga nos últimos meses também indiciaram o cabo pela morte de Eduardo Luiz da Costa, assassinado a tiros no bairro Jardim Panorama, em 2007. Por este crime, o Ministério Público encaminhou ao Judiciário um novo pedido de prisão preventiva para o militar, mas ainda não houve resposta.
Fonte:

terça-feira, 29 de março de 2011

MILITAR PRESO É SUSPEITO DE FINANCIAR A QUADRILHA....

CASO MARCELA: MILITAR PRESO É SUSPEITO DE FINANCIAR A QUADRILHA

TEÓFILO OTONI - O policial militar Delvano José Batista, 20, continua preso numa cela do 19° Batalhão de Polícia Militar. Ele é aluno do Curso Técnico de Segurança Pública para soldados e está sendo mantido em uma cela próximo ao pátio, nos fundos da unidade.
A prisão do militar aconteceu durante investigações da Polícia Civil que apurava uma série de roubos cometidos do início deste ano a meados de março. A PC chegou a uma quadrilha de assaltantes que tinha a participação da empresária Marcela Pimenta.
Quem revelou a participação do soldado e dos demais integrantes do grupo em alguns dos roubos da quadrilha foi Dieckson de Jesus Soares, 21. A PM o prendeu após um assalto realizado na sede de uma fazenda na região rural de Topázio (distrito de TO), que terminou com a morte do aposentado Agenor Laube, 86, assassinado por Dieckson com um tiro na barriga. O pensionista teria reagido ao roubo, que pretendia levar uma coleção de armas que possuía na propriedade.

Participação do militar

Segundo o delegado João Augusto, Delvano teria dado R$ 1 mil para ajudar a financiar o assalto no apartamento de Antônio Juscinei Gomes, 39, conhecido por ‘Nei’. O assalto aconteceu no dia 28 de fevereiro quando dois homens armados invadiram o apartamento da vítima, recém chegada dos Estados Unidos. Os assaltantes levaram objetos avaliados em R$ 15 mil em três malas. A vítima chegou a sofrer agressão dos criminosos.  Uma operação conjunta entre as Polícias Civil e Militar terminou com a apreensão de 200 gramas de maconha, armas de fogo e quase 80% dos objetos furtados na casa de Antônio Juscinei, além dos envolvidos na quadrilha. Entre eles a empresária Marcela Pimenta, moradora do prédio pertencente a Juscinei. Ela teria repassado as informações aos criminosos e dado fuga aos mesmos durante a simulação de um seqüestro em que ela teria sido obrigada pela dupla a levá-los em seu automóvel até a entrada da Nestlé, no bairro Pampulhinha, onde foi abandonada juntamente com o veículo.
O subcomandante do 19° BPM, capitão Miranda, informou à reportagem que foi aberto os procedimentos de apuração da participação do militar. Ele acrescenta que se comprovar a participação do soldado aluno, o mesmo será punido com advertência ou demissão. “O militar se encontra recolhido e preso no batalhão, mediante mandado de Justiça. Os fatos serão apurados. Se ele tiver alguma infração será penalizado. Ele poderá ser advertido ou até mesmo demitido dos quadros da corporação”, afirma o capitão.

Quadrilha

A quadrilha é composta, de acordo os estudos iniciais das polícias civil e militar, de cinco integrantes, ), Danilo Antônio Bremer (o Gordo), Mitsunoni de Oliveira (Japonês), Dieckson de Jesus Soares, a empresária Marcela Pimenta e o soldado aluno da Polícia Militar, Delvano José Batista.
A quadrilha teria realizado pelo menos três roubos desde o início do ano em T. Otoni. Eles teriam assaltado a Mercearia Santana, no bairro Ipiranga, o apartamento de Juscinei e a fazenda de Agenor Laube. Nem todos os crimes têm a participação de todos os integrantes. O esquema foi denunciado por Dieckson, preso durante perseguição policial após o assalto cometido na fazenda em Topázio. Neste crime ele estava acompanhado de outros três comparsas. O objetivo era roubar um pequeno arsenal de armas de Agenor que estavam na sede da propriedade.
A Polícia Civil promete para os próximos dias um relatório completo da participação de todos os envolvidos nos crimes estudados. Há a hipótese de outros envolvidos e a apuração de mais delitos praticados pelo bando.

Desaparecido no Rio de Janeiro?

Antonio Evaldo Rodrigues Freire, 35, ex-marido de Marcela Pimenta aparece em lista no Rio de Janeiro como desaparecido das vítimas das chuvas que caíram em Teresópolis no início do ano. A própria Marcela teria informado que seu marido estava desaparecido desde o dia 04 de janeiro. Ela chegou a registrar também um Boletim de Ocorrência na delegacia de T. Otoni sobre o sumiço do marido. Evaldo foi encontrado morto em 25 de janeiro, num matagal próximo ao posto T. Otoni, com indícios de suicídio. Um tio de Evaldo, Eduardo Costa, morador do Rio de Janeiro, denunciou ao DIÁRIO que o sobrinho havia relatado para a tia que sofria constantes ameaças de morte de Marcela. A Polícia Civil disse que apesar da tese inicial de auto-extermínio estão sendo avaliadas outras hipóteses para a morte de Evaldo.


Parte dos materiais roubados na residência de Antônio Juscinei. A polícia atribui ao soldado Delvano José Batista o repasse de R$ 1 mil à quadrilha como forma de financiar o assalto



Carro da empresária Marcela, usado para dar fuga a assaltantes durante roubo a um apartamento. Ela simulou ter sido seqüestrada para que os autores fugissem no veículo