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domingo, 27 de julho de 2014

O dia em que Danilo Gentili insinuou que Aécio Neves é cheirador de cocaína

aécio cheirado
VÍDEO E TRANSCRIÇÃO
“Ah ! Eu sou contra a violência ! O problema da violência é o morro, é o tráfico de drogas…” mas só que esses caras sustentam o tráfico de drogas…
Porque tem um monte de político que cheira cocaína pra caralho…
Ue ? Não sou eu que estou falando, está registrado no jornal.
Em um jogo de Brasil e Argentina, no Mineirão, a torcida gritou assim:
“O Maradona, vai se fuder, porque o Aécio cheira mais do que você…”
Não sou eu que estou falando… está registrado… saiu no jornal.
Eu fiquei sabendo que “Neves” não é o sobrenome dele, é o apelido…
Sempre é Natal no nariz dele.
Tem ranho que sai pra esquiar… heeeeee !
Falaram que ele se envolveu com política só porque escutou falar que na política “é tudo farinha do mesmo saco”: “Tô Nessa !”.
Quando cremaram o avô dele, o Tancredo, ele disse: “Vou levar pra sempre meu avô aqui (apontando para o coração)… estica ele ai…
Essa é a nossa “esperança”, hein ?
Imagina uma festa do Collor com o Aécio…
O Collor fala: “Aécio, muito obrigado por ter vindo… agora, tira o nariz do meu cú !

O povo grita em coro: "ÔÔ Aécio cheiradorrrrr!" Isso aconteceu em Belo Horizonte na Praça sete, capital de Minas Gerais, Nem todos do país sabem... mas aqui sabemos... Ooooooo Aécio Cheirador e cantado várias vezes em manifestações populares. Pó pará, Aécio!





segunda-feira, 16 de junho de 2014

‘Pó pará, governador’: o papel de Serra na fama de Aécio

Ambição assassina
Ambição assassina
As pessoas devem os problemas de drogas a elas mesmas, ainda que frequentemente procurem atribuir o vício ao mundo cruel.
Mas muitas vezes elas são vítimas mesmo numa coisa: nas calúnias que outros espalham.
Se Aécio consome ou não cocaína, é uma questão de foro íntimo – e não existe, até aqui, nenhuma comprovação de que o faça, a despeito da fama.
Quer dizer: foro íntimo até certo ponto, uma vez que, caso se trate de candidato à presidência, entra em cena o interesse público.
Defendi, na eleição de 2010, que Dilma deixasse claro, claríssimo seu estado de saúde, para que os eleitores tivessem certeza de ques estariam votando nela e não em seu vice. Não fui ouvido, registre-se.
A maneira mais eficiente de Aécio se livrar dos boatos é com um choque de transparência. Pegue uma junta medida confiável – não vale juntar amigos como fez Barbosa para prender Genoino – e se submeta a uma apreciação.
Todo mundo sabia, desde sempre, que a fama iria atrapalhar Aécio em algum momento. Surpresa foi o PSDB não ter levado isso em consideração ao escolhê-lo. (Outra hipótese é a completa falta de alternativas.)
Mas eu disse, acima, na questão das calúnias.
Aécio sabe a quem responsabilizar por ter colado a cocaína à sua imagem: foi Serra, um selvagem fabricante de dossiês para prejudicar adversários.
Nas eleições de 2010, num momento em que Aécio disputava com Serra a indicação tucana, um colunista do Estadão  publicou um artigo com o seguinte título: “Pó pará, governador”.
O jornalista, Mauro Chaves, já morto, era intimamente ligado a Serra.
O artigo defendia que Serra era a opção certa do PSDB, e não Aécio. O título associaria, para sempre, a imagem de Aécio ao pó.
Serra é assim: um político sem escrúpulos, um – usemos a palavra certa – canalha para o qual a ética é uma abstração. Um Frank Urderwood, de House of Cards, sem a taxa de sucesso dele.
Aécio, neste caso, foi vítima da ambição assassina de Serra.
Os exegetas da política sustentam que a resposta de Aécio – denúncias nas privatizações com vantagens para gente ligada a Serra, a começar pela filha Verônica – daria, por vias tortas, no livro “A Privataria Tucana”.
Mas é outra história.
Na intimidade, Aécio pode dizer umas verdades a Serra. E deve.
Publicamente, sua melhor saída – controlar a internet é patético – é mostrar claramente aos brasileiros que não é o que Serra, pelas mãos de Mauro Chaves, disse que era.

Aécio Neves: Usei maconha aos 18 anos e não recomendo a ninguém


SÓ FALTOU O "FUMEI, MAS NÃO TRAGUEI". MAS SE FOSSE DO PT....
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AÉCIO DIZ TER FUMADO MACONHA AOS 18, MAS NÃO RECOMENDA


"Quando tinha 18 anos, experimentei maconha e ficou por aí. E não recomendo que ninguém faça", disse o senador mineiro e presidenciável tucano, Aécio Neves que se posicionou contra a decisão do Uruguai de legalizar o consumo da droga: "Não gostaria de ver o Brasil como cobaia de uma experiência que não se sabe o resultado. Não acho que essa seja uma agenda para o Brasil"; declaração vai de encontro com a opinião do tucano FHC sobre o assunto 

22 DE MAIO DE 2014 ÀS 05:24


247 – O senador mineiro e presidenciável tucano, Aécio Neves, se posicionou contra a legalização da maconha.
Ele reconheceu já ter fumado uma vez quando tinha 18 anos, mas diz ser contra a experiência do Uruguai, que legalizou o consumo da droga: "Não gostaria de ver o Brasil como cobaia de uma experiência que não se sabe o resultado. Não acho que essa seja uma agenda para o Brasil. Não sou a favor da descriminalização".

A declaração do candidato, feita em entrevista à Folha de S. Paulo, vai de encontro com o posicionamento do ex-presidente tucano Fernando Henrique Cardoso, que defende leis menos restritivas ao assunto no país.

Aécio também se posicionou a favor da redução da maioridade penal para adolescentes de 16 a 18 anos que cometem crimes graves ou são reincidentes. "Não podemos fazer como o governo do PT: virar as costas".

Ele voltou a criticar a gestão Dilma e disse que “o governo federal é criminosamente omisso no que diz respeito à segurança pública”. Segundo o tucano, nos oito anos em que governou Minas Gerais (2003-2010) ficou esperando recursos para construir penitenciárias. "Sabe quando vieram? Nunca".

Ele também negou que irá acabar com o Bolsa Família (leia mais).
Língua de Trapo: SÓ FALTOU O "FUMEI, MAS NÃO TRAGUEI". MAS SE FOSSE DO PT....



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domingo, 31 de março de 2013

Morador de rua é executado com seis





Tiros em Coronel Fabriciano...

Ele foi atingido no braço direito, costas,ombro esquerdo,virilha e nádegas.
Vítima devia cerca de R$ 9 mil à traficantes da cidade.

Do G1 Vales de Minas Gerais

Foi morto no fim da tarde dessa sexta-feira (29), com seis tiros, em uma avenida no bairro Mangueiras, em Coronel Fabriciano, no Leste de Minas Gerais, Maiderson Beijamim Silva de 28 anos.
De acordo com informações da Polícia Militar, familiares da vítima relataram que ele era usuário de drogas e que possuía uma dívida de  R$ 9 mil com traficantes. Ainda segundo os parentes, atualmente Maiderson estava morando na rua.
Ainda segundo a PM, a vítima foi atingida no braço direito, nas costas, no ombro esquerdo, virilha e nas nádegas. Ele morreu na avenida onde foi executado.  No local do crime a pericia encontrou dois projéteis de revólver calibre 38 e um calibre 32.
Os militares seguem no rastreamento dos autores do crime, até o momento ninguém foi preso.
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