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Cantor exibiu camiseta que faz referência ao projeto de anistia em Santa Catarina, estado comandado por Jorginho Mello e reduto bolsonarista.
Zezé Di Camargo exibe camiseta em apoio a anistia durante showcrédito: Reprodução/Redes Sociais
O cantor Zezé Di Camargo viralizou nas redes sociais ao exibir, durante apresentação no 10º Festival do Camarão, em Porto Belo (SC), uma camiseta com a mensagem “Anistia já, presos 8 de janeiro”. A peça foi entregue por um fã na noite de segunda-feira (13/10) e faz referência ao projeto de anistia aos apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro que invadiram e depredaram as sedes dos Três Poderes em Brasília, em 8 de janeiro de 2023.
Em vez de devolver a camiseta, o cantor ergueu o item diante do público, provocando aplausos e gritos de parte da plateia. O momento foi registrado em vídeo e viralizou nas redes sociais. A apresentação aconteceu em Santa Catarina, estado comandado por Jorginho Mello (PL) e reduto bolsonarista.
O episódio ocorre em meio à tramitação no Congresso Nacional do Projeto de Lei da Anistia, que propõe reduzir penas de condenados por atos relacionados à invasão dos Três Poderes. Inicialmente, o texto previa anistia ampla, beneficiando tanto o ex-presidente Jair Bolsonaro, condenado a 27 anos e 3 meses de prisão no julgamento da trama golpista, quanto os demais envolvidos nos ataques de 8 de janeiro de 2023.
Diante de divisões entre parlamentares, o relator da proposta, deputado federal Paulinho da Força (Solidariedade-SP), apresentou um texto alternativo, conhecido como “PL da Dosimetria”, que pretende ser uma saída intermediária entre a anistia ampla defendida pelo PL, partido de Bolsonaro, e a manutenção integral das penas aplicadas pela Justiça.
O PL da Dosimetria busca reduzir penas dos condenados pela tentativa de golpe de Estado, mas ainda enfrenta resistência. O Centrão apoia a medida, mas integrantes da bancada bolsonarista defendem anistia total para o ex-presidente, que busca recuperar a liberdade e o direito de concorrer à Presidência em 2026.
Elize Matsunaga, que teve a prisão convertida em condicional
nesta segunda-feira (30/5), acredita que o marido, Marcos Matsunaga, já deve
tê-la perdoado.
Ela foi condenada pelo assassinato seguido de esquartejamento do cônjuge, em 2012. Depois de ter cumprido dez anos da pena, foi liberada da penitenciária Santa Maria Eufrásia Pelletier, em Tremembé (SP), às 17h35, cumprindo o alvará de soltura.
Em vídeo divulgado pelo advogado de defesa Luciano de Freitas Santoro, Elize agradece pelo apoio e às pessoas que a compreenderam, além da família, amigos e advogados.
“Infelizmente não posso consertar o que se passou, o erro que cometi. Estou tendo uma segunda chance. Infelizmente, o Marcos, não. Mas acredito, na espiritualidade, que ele já tenha me perdoado, e peço isso todas as vezes em minhas orações”, diz.
Em 2019, a pena dela acabou reduzida pelo Superior Tribunal
de Justiça (STJ) para 16 anos e três meses. Em Tremembé, a condenada trabalhou
em regime semiaberto para diminuir a pena.
Agora, Elize pretende fazer nova faculdade e escrever um
livro para narrar tudo o que gostaria de dizer para a filha, a qual não
encontra desde que foi condenada – a garota vive com a família do marido.
Veja o vídeo com o primeiro depoimento de Elize depois da liberação:
Confira o que realmente aconteceu no caso que envolveu Elize Matsunaga e seu marido, o empresário multimilionário Marcos Matsunaga.
YouTube · Operação Policial · 9 de jul. de 2021
https://www.youtube.com/watch?v=jYSB0lpMJzo
Gusttavo Lima, Lei Rouanet, entrevista com líder do União
Brasil e mais notícias | UOL News
ao vivo em 31 de mai. de 2022
Gusttavo Lima chora e fala de shows, Bolsonaro volta a falar
de arma e comunismo e mais notícias do dia ao vivo: Acompanhe a segunda edição
do UOL News desta terça-feira (31) com apresentação de Fabíola Cidral e
comentários de Leonardo Sakamoto e Joel Pinheiro, além de entrevista com o
líder do União Brasil na Câmara, Elmar Nascimento (BA)
O deputado estadual do Ceará, André Fernandes (PSL), foi criticado nesse sábado (30), por uma série de fotos publicadas no seu Instagram. Em uma delas, o parlamentar aparece com um bigode característico de Adolf Hitler e com o braço erguido, imitando uma saudação nazista.
Apologia ao nazismo é crime no Brasil. O artigo 20 da
Constituição de 1988 veda a divulgação de símbolos ou referências nazistas. “§
1º Fabricar, comercializar, distribuir ou veicular símbolos, emblemas,
ornamentos, distintivos ou propaganda que utilizem a cruz suástica ou gamada,
para fins de divulgação do nazismo. Pena: reclusão de dois a cinco anos e
multa.”
André Fernandes se tornou conhecido depois que começou publicar nas redes sociais vídeos em apoio ao então candidato à presidência da república Jair Bolsonaro (PSL). A projeção foi tanta, que ele conseguiu se eleger para uma cadeira na Assembleia Legislativa do Ceará.
A explicação de André Fernandes
Fernandes se manifestou pelo Twitter, alegando que a foto é antiga e foi tirada de contexto.
“Dia 1º de maio, de 2019, quando fui tirar minha barba, fiz esses stories e uma grande parte de vocês deve lembrar! Acreditem, pegaram a minha foto chamando um genocida, de FDP e estão dizendo que ando fazendo saudação nazista. Tiram do contexto pra atacar!”, tuitou o parlamentar.
“Ainda assim tem gente dizendo que fiz uma piada com saudação. Porra, FDP não significa Flor De Pessoa, FDP significa FILHO DA P***. No meu tempo isso era um xingamento, não uma saudação amorosa! Chamar alguém de genocida, filho da p*** nunca foi saudação amorosa, e sim um xingamento! Quem ignora isso, não faz por falta de interpretação de texto, faz por mau-caratismo mesmo! Defendo a liberdade de expressão e não vou apagar nenhum comentário me criticando por isso”, continuou.
Além disso, o deputado também ameaçou processar pessoas e veículos que publicassem a imagem o criticando. “Mas já deixo claro que famosinho ou jornaleco que publicar minha foto tirando do contexto pra me atacar, VAI TOMAR PROCESSO! Vai ser lindo explicar na JUSTIÇA que chamar alguém de FILHO DA P*** não é piada, e sim uma crítica!”, tuitou André.
No entanto, uma pessoa no Twitter apontou que Fernandes adulterou a imagem e que a legenda da foto era “DITADOR”, e não “GENOCIDA FDP”, como o parlamentar usou como justificativa.
Representação no Conselho de Ética da ALCE
O presidente da ALCE (Assembleia Legislativa do Ceará), José Sarto, se manifestou pelo Twitter. “Denúncias de quebra de decoro parlamentar são tratadas no âmbito do Conselho de Ética da @Assembleia_CE a partir de representações”, escreveu. Segundo Sarto, já existem pelo menos três representações contra o deputado André Fernandes no Conselho de Ética da ALCE, registradas pelo PSOL, PDT e PSDB.
Quem também se manifestou contra o ato de André foi o secretário de segurança do Ceará, André Costa.
“Não existem contextos ou justificativas para a utilização indiscriminada de qualquer saudação ou simbologia nazista. Um regime que dizimou milhões de pessoas deve ser absolutamente desprezado”, tuitou o secretário.
<blockquote class="twitter-tweet"><p lang="pt" dir="ltr">Ao que parece, o deputado bolsonarista a favor da censura que acusa os outros de apologia a pedofilia é mais parecido com o vilão do meu filme do que eu pensava: posa de super moralista e corretão mas olha o tipo de pensamento que ele não se aguenta e expressa logo cedo: <a href="https://t.co/ehiMXn281h">pic.twitter.com/ehiMXn281h</a></p>— Danilo Gentili (@DaniloGentili) <a href="https://twitter.com/DaniloGentili/status/1504442135759798279?ref_src=twsrc%5Etfw">March 17, 2022</a></blockquote> <script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script>