O bispo evangélico acusado de abusar sexualmente de pelo menos quatro vítimas se aproveitava da fragilidade dos jovens que eram escolhidos. Os crimes ocorreram na Igreja Batista Missionária (IBM), na Cidade Ocidental, que fica no Entorno do Distrito Federal. Segundo a Polícia Civil de Goiás (PCGO), todas as vítimas disseram ter conhecido o bispo dentro da igreja e se aproximaram por causa da função de liderança exercida por ele.
De acordo com os relatos, algumas vítimas sofriam pela ausência do pai e o bispo dizia que ele seria um “pai espiritual”. Os jovens afirmaram que grande parte dos abusos ocorreram no carro ou na casa do acusado. Uma das vítimas disse que chegou a ser tocada dentro da sala do presidente da igreja. As vítimas também contaram que o bispo pedia fotos nuas e mandava apagar as conversas, dizendo que “ninguém entenderia”.
Uma das vítimas frequenta a igreja desde 2014 e conheceu o bispo em 2015, quando tinha 10 anos. Segundo o depoimento, os abusos começaram naquele ano e se estenderam por uma década, progredindo para masturbação e sexo oral. Os atos só se encerraram quando outros casos se tornaram públicos dentro da igreja, momento em que o bispo foi afastado.
Toques e masturbação: o modus operandi do bispo acusado de abusar de 4 jovens

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