Tia Milena tem razão! Onde já se viu querer entregar parte do nosso país assim de mão beijada? E a Ana Paula já deu o toque: abre o olho porque já tentaram fazer isso, hein!
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Tia Milena tem razão! Onde já se viu querer entregar parte do nosso país assim de mão beijada? E a Ana Paula já deu o toque: abre o olho porque já tentaram fazer isso, hein!
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Imagem: Reprodução / Facebook José Renato da Silva, ex-presidente da Câmara de Suzano e ex-vice presidente do Partido Liberal (PL), atual partido de Bolsonaro, é acusado pela filha de abuso sexual quando ela ainda era criança e também das suas filhas. Cintia Renata Lira da Silva, filha de José Renato da Silva, conta em declaração pública que sofreu o abuso quando ainda era criança, aos 6 anos e que, depois disso, só se lembra dos seus 13 anos e não tem lembranças desse intervalo de tempo. Ela resolveu trazer a público depois de descobrir que as filhas também tinham sofrido abuso do pai: "eu, uma criança com 6 anos apenas, e minhas filhas tinham 6 e 7 aninhos quando começaram os abusos feitos pela mesma pessoa, o avô. Elas continuaram sendo abusadas pelos 9 anos seguintes". Uma das vítimas foi ouvida e o inquérito foi instaurado no dia 8 de abril, mas Denis Souza do Nascimento, advogado do ex-presidente da Câmara, afirma que o inquérito está sob segredo da justiça e que ainda "não há culpa formada". |
O interesse pode estar atrelado a uma aproximação societária e buscaria dar fôlego ao DMA diante de um cenário desafiador para o varejo

O avanço do Supermercados BH sobre o mercado mineiro pode ganhar um novo capítulo. A rede negocia a compra de 53 lojas da bandeira Epa, em um movimento que reflete o processo de reorganização do setor e a busca por escala em um ambiente de juros elevados e margens pressionadas.
O movimento ocorre após o grupo, comandado por Pedro Lourenço, assumir operações do Epa e Mineirão Atacarejo no Espírito Santo. O interesse pode estar atrelado a uma aproximação societária e buscaria fortalecer a operação do DMA em um cenário desafiador para o varejo.
As informações foram reveladas com exclusividade ao Diário do Comércio por fontes ligadas ao mercado, que pediram para não serem identificadas. Até o momento, não haveria definição sobre manutenção ou troca de bandeira, que, se ocorrer, seria restrita a pontos estratégicos para evitar impedimentos do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).
Segundo uma das fontes, ambos os grupos possuem um sócio em comum, o que viabilizaria com maior facilidade esse tipo de negociação. “O mercado sempre comenta essa possibilidade. O que a gente sabe é que a situação financeira do Epa não é boa, especialmente em um mercado com juros altos há dois anos”, argumenta.
A estratégia do grupo, de crescer alavancado, sustentando a abertura de novas unidades teria ficado pressionada pelo atual cenário econômico. “O varejo cresceu muito alavancado: abre-se uma loja, ela começa a faturar, gera resultado e sustenta a abertura de novas unidades. Em muitos casos, a operação passou a cobrir apenas as despesas do dia a dia, sem gerar caixa suficiente para honrar a alavancagem financeira”, acrescenta.
O grande entrave, no entanto, está na escolha de pontos estratégicos em uma eventual troca de bandeira. Algumas lojas poderiam avançar sem problemas no Cade, porém outras seriam mais difíceis, especialmente em praças e bairros com alta concentração de Supermercados BH.
O Diário do Comércio entrou em contato com o Grupo DMA, mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem.
A divulgação de uma festa pública para acompanhar a final do BBB 26 em Itambacuri, anunciada pelo prefeito Jovani em suas redes sociais, tem gerado mais do que expectativa entre moradores: tem levantado questionamentos sobre prioridades da gestão municipal.
Os R$ 210 mil anunciados para a saúde de Teófilo Otoni, associados ao ex-deputado Eduardo Cunha (Republicanos) por um vereador, não são uma emenda parlamentar dele, mas um repasse administrativo direto do Governo Federal. Cunha, que não possui cargo público desde 2016 e não pode destinar emendas, alegou ser uma articulação partidária.
O ex-presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, esteve em Teófilo Otoni, no Vale do Mucuri, no último sábado (18). O motivo oficial da visita foi a inauguração de uma emissora de rádio voltada ao público evangélico, um movimento que, segundo analistas políticos, marca uma tentativa clara de reinvenção da sua imagem pública. No entanto, a passagem do ex-parlamentar pelo município não convenceu parte dos moradores, que recebem a presença da figura central da política nacional com desconfiança.
Cunha, que construiu sua carreira política como deputado federal pelo Rio de Janeiro, viveu o ápice e a queda de sua influência parlamentar na última década. Em 12 de setembro de 2016, sua trajetória em Brasília foi interrompida drasticamente quando a Câmara dos Deputados votou pela cassação de seu mandato, por 450 votos a 10.
A cassação foi motivada por quebra de decoro parlamentar. O então deputado foi acusado de mentir à CPI da Petrobras em 2015, ao negar a titularidade de contas bancárias secretas na Suíça. Posteriormente, as autoridades suíças confirmaram a existência e a titularidade das referidas contas, selando o destino político de um dos principais articuladores do processo de impeachment da época.
A escolha de Teófilo Otoni e o foco voltado ao público evangélico indicam uma estratégia de reposicionamento. Longe dos holofotes da capital federal, Cunha parece buscar um eleitorado em Minas Gerais que, na visão de sua estratégia política, estaria menos familiarizado com os detalhes de seu histórico de desonra parlamentar.
A aposta no segmento religioso não é aleatória; trata-se de um nicho onde a pauta de costumes e o discurso conservador costumam encontrar eco. Ao inaugurar um veículo de comunicação, o ex-deputado tenta criar um canal direto com esse público, pavimentando, assim, um possível caminho de retorno ao cenário eleitoral.
Apesar do esforço, o clima em Teófilo Otoni durante a visita não indicou uma adesão em massa. Em conversas com moradores, o sentimento predominante é de cautela e ceticismo. Muitos habitantes da cidade apontaram que, independentemente da nova roupagem ou do setor de atuação — no caso, a radiodifusão —, o histórico de Eduardo Cunha é um obstáculo difícil de contornar.
Para o eleitorado local, o passado político do ex-deputado parece pesar mais do que as recentes investidas comunicacionais. O episódio levanta dúvidas sobre a eficácia de buscar “territórios virgens” como estratégia para reabilitar carreiras políticas marcadas por graves denúncias de corrupção e quebra de decoro.

Por Marcos Silva
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