POLÊMICA 🏥| Durante entrevista nesta quarta-feira (08/10) concedida na inauguração da reforma do prédio do Hospital Bom Samaritano, em Teófilo Otoni, e no lançamento do programa “Agora Tem Especialistas”, do Ministério da Saúde, o assessor do ministério, Daniel Sucupira, fez uma grave denúncia envolvendo a gestão municipal.
Segundo Sucupira, a Prefeitura Municipal de Teófilo Otoni acumula uma dívida de aproximadamente R$ 15 milhões com o Hospital Bom Samaritano. Os valores seriam provenientes de recursos públicos que deveriam ter sido repassados regularmente à unidade hospitalar, mas que estão retidos pela administração municipal.
O assessor informou ainda que o Ministério Público já determinou que o Executivo municipal realize os repasses devidos ao hospital. Além disso, o Poder Judiciário estabeleceu multa ao atual gestor municipal como forma de forçar o cumprimento da decisão judicial e garantir a transferência dos recursos retidos.
Sucupira alertou que o não repasse dessas verbas pode comprometer seriamente o funcionamento do hospital, que atende uma grande demanda diária de pacientes. Apesar da situação crítica, ele ressaltou que, até o momento, nenhuma demanda deixou de ser atendida, graças ao esforço da direção do hospital para manter os serviços em funcionamento.
A exposição do caso ocorreu em meio às celebrações pela reforma da unidade hospitalar e o lançamento de um novo programa do Ministério da Saúde, o que reforçou a importância da transparência na gestão de recursos públicos destinados à saúde.
Segundo Sucupira, a Prefeitura Municipal de Teófilo Otoni acumula uma dívida de aproximadamente R$ 15 milhões com o Hospital Bom Samaritano. Os valores seriam provenientes de recursos públicos que deveriam ter sido repassados regularmente à unidade hospitalar, mas que estão retidos pela administração municipal.
O assessor informou ainda que o Ministério Público já determinou que o Executivo municipal realize os repasses devidos ao hospital. Além disso, o Poder Judiciário estabeleceu multa ao atual gestor municipal como forma de forçar o cumprimento da decisão judicial e garantir a transferência dos recursos retidos.
Sucupira alertou que o não repasse dessas verbas pode comprometer seriamente o funcionamento do hospital, que atende uma grande demanda diária de pacientes. Apesar da situação crítica, ele ressaltou que, até o momento, nenhuma demanda deixou de ser atendida, graças ao esforço da direção do hospital para manter os serviços em funcionamento.
A exposição do caso ocorreu em meio às celebrações pela reforma da unidade hospitalar e o lançamento de um novo programa do Ministério da Saúde, o que reforçou a importância da transparência na gestão de recursos públicos destinados à saúde.
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