segunda-feira, 10 de novembro de 2025

Zema rifou a Serra do Curral e agora tá se fazendo de desentendido? Não vai colar!





Zema rifou a Serra do Curral e agora tá se fazendo de desentendido? Não vai colar! 😠
A PF prendeu o presidente da FEAM (Fundação Estadual de Meio Ambiente) do governo dele, que disse: “Cumpri ordens”. A pergunta é: ordens de QUEM?
Vários integrantes do alto escalão presos e outros afastados e exonerados.
O governo Zema apoiou a mineradora criminosa mesmo com dezenas de crimes ambientais. A licença foi aprovada com votos de conselheiros do estado.
Queremos respostas:
Ordens de quem? Como os danos serão reparados? Quando essa promiscuidade com mineradoras vai acabar? Depois de Mariana e Brumadinho MG seguirá permitindo que a mineração aja de maneira criminosa?
É Pela Serra do Curral!


                                                                         


Por g1 BA

Oito pessoas são presas em operação contra comércio ilegal de armas

Oito pessoas são presas em operação contra comércio ilegal de armas


Sete pessoas foram presas na Bahia e uma em Goiás durante uma operação nesta quarta-feira (10), contra um grupo suspeito de participar de um esquema de comércio ilegal e distribuição clandestina de armas e munições.

Segundo a Polícia Civil, as prisões aconteceram nas cidades de Vitória da Conquista (4), Guanambi (1), Itapetinga (1), Jequié (1), além de Goiânia (1). Também foram cumpridos 19 mandados de busca e apreensão em Palmas de Monte Alto, Brumado e Teixeira de Freitas, na Bahia, e em Montes Claros e Itaipé, em Minas Gerais.

Durante a operação foram apreendidas armas de diversos calibres, incluindo fuzil, pistola, revólver, rifles, além de carros e grande quantidade de munições. Também foram encontrados R$ 200 mil em espécie.


Armas, dinheiro e munições foram apreendidos — Foto: Marcela Correia e Bruno Ricardo / Polícia Civil

Armas, dinheiro e munições foram apreendidos — Foto: Marcela Correia e Bruno Ricardo / Polícia Civil

A polícia informou que a ação é resultado de um ano de investigações que identificaram a atuação do grupo. O trabalho investigativo envolveu cruzamento de dados, ferramentas de inteligência e recursos tecnológicos que permitiram a localização dos alvos e o detalhamento do esquema.

Três estabelecimentos suspeitos da venda ilegal de armas e munições foram fechados durante a operação: um na cidade de Vitória da Conquista, outro em Guanambi, e uma loja de caça e pesca no estado de Goiás.

Todo o material apreendido passará por perícia e deve ajudar a elucidar de onde vem o armamento ilegal, bem como apontar para novas fases das investigações.

Sete pessoas são presas na BA e 1 em GO suspeitas de comércio de armas | G1

Zema esvazia a Codemge antes de aderir ao Propag

 Entrega das empresas para o governo federal tem o objetivo, avalizado pela ALMG, de abater no valor principal da dívida de cerca de R$ 180 bilhões

Zema ofereceu até R$ 96,5 bilhões de ativos, quase o triplo do que é necessário para o abatimento

crédito: Platobr Politica


Uma semana antes de formalizar a adesão ao Propag, programa de renegociação da dívida, Zema mudou o capital das estatais Codemge e Codemig, para esvaziá-las antes da federalização. A entrega das empresas para o governo federal tem o objetivo, avalizado pela Assembleia Legislativa, de abater no valor principal da dívida de cerca de R$ 180 bilhões

A mudança societária envolve duas estatais irmãs: a Companhia de Desenvolvimento de Minas Gerais (Codemge) e a Companhia de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais (Codemig). Com a manobra, a primeira passa a ter só 5% dos ativos de nióbio e do lucro de 25% da conta de participação. Já a Codemig passa a ter 95% dos ativos de nióbio e dos 25% de lucro da conta de participação com a parceira privada Companhia Brasileira de Metalurgia e Mineração. Antes, a Codemge era dona de 51% da Codemig; agora, detém só 5%, e os outros 95% vão para o Estado e não entraram no Propag, assim como a Codemig.

A Codemge deixa de ter também poder de mando, sem meios de usufruir do nióbio ou das terras raras (minerais essenciais para tecnologias modernas). O que o governo Zema quer é manter o controle da estatal e só passar até 20% (R$ 40 bilhões) para fazer o abatimento mínimo necessário. A manobra poderá causar o desinteresse do governo federal. Se fosse federalizada a Codemge “cheia”, ou seja, com controle total sobre os ativos, dispensaria a necessidade de federalizar a Cemig e, muito menos, de privatizar a Copasa.


Caso o governo federal perca o interesse, Zema avalia aumentar o capital da Codemge até alcançar os 20% de abatimento. Antes disso, Zema vai pressionar a Assembleia para que aprove a privatização da Copasa, em votação prevista para esta semana, e ainda autorize outras operações envolvendo a Cemig.

Oposição cobra transparência


A oposição denuncia a mudança de capital e questiona o governo sobre a destinação dos 95% que ficarão sob seu controle. “Vai vender ao mercado e usar o dinheiro para financiar a campanha dele (Zema) a presidente? Essa manobra de mudança no capital societário é criminosa e deveria ser contestada de imediato”, reagiu o deputado estadual Professor Cleiton (PV), que estudou os termos da adesão do governo ao Propag. “Agora, entendo o motivo de tanta vontade de privatizar a Copasa. Com apenas 5% dos ativos de nióbio e da conta de participação com a CBMM, o valor da Codemge no Propag vai ser praticamente zero”, acusou ele, afirmando que o interesse de Zema não é resolver a dívida, mas só privatizar.

“Moedas podres”

Nos termos de adesão pela renegociação da dívida, que apresentou ao governo federal na sexta (7), Zema ofereceu até R$ 96,5 bilhões de ativos, quase o triplo do que é necessário para o abatimento. Na lista, estão cerca de 75% de recebíveis, ou seja, recursos que o Estado tem a receber do próprio governo federal e de inadimplentes. Entre eles, estão R$ 2,9 bilhões em créditos da Lei Kandir; R$ 6,5 bilhões de compensação previdenciária entre o Estado e a União. E mais, R$ 10,8 bilhões em juros de precatórios do antigo Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério (Fundef). Entraram até os créditos da dívida ativa estadual no valor de R$ 2,6 bilhões, ou seja, débitos tributários que deixaram de ser pagos por empresas e pessoas físicas e que são considerados de difícil recuperação.


Propaganda enganosa

Durante a maior parte dos dois mandatos, a gestão Zema (Novo) viralizou o marketing “governo diferente e estado eficiente”. Agora, mudou para ‘o trem prospera’. Ambas as narrativas não combinam com a realidade financeira calamitosa de Minas. Como pode ser eficiente, um governo que praticamente dobrou a dívida de R$ 100 bilhões para R$ 180 bilhões? É verdade que não fez empréstimos, mas nada pagou. E, agora, vai vender patrimônio histórico como a Copasa (62 anos) e federalizar outros (Cemig e Codemig). A justificativa é sanear as contas, mas não há prosperidade para quem tem dívida bilionária. Mesmo com o Propag, o estado continuará quebrado e terá que pagar R$ 7 bilhões/ano com a renegociação.

Hora de ficar calado

Ao ajustar o discurso e classificar de “matança” a operação policial no Rio, que matou 121 pessoas em duas favelas, Lula caiu na armadilha dos adversários da direita. Primeiro, porque cerca de 70% das pessoas, segundo pesquisas, aprovaram a operação. Segundo, a direita diz que enfrenta o crime e mata bandidos e que a esquerda (Lula) passaria a mão na cabeça deles. Não tem como brigar com isso. O melhor é deixar a poeira e a vontade passar.


Do gabinete ao WhatsApp

Nesta terça (11), em BH, a Associação Mineira de Municípios reúne a “maior Câmara de Vereadores do mundo”. São esperados no Expominas mais de 2 mil vereadores, assessores e técnicos de câmaras de todas as regiões de Minas. Após três anos de pausa, o retorno do congresso terá programação robusta e diversificada. Em uma das mais aguardadas, a palestra “Do gabinete ao WhatsApp” vai explorar o impacto da inteligência artificial na rotina dos vereadores.

Evasão na Fazenda de MG

A Secretaria da Fazenda de Minas está há três dias sem perder auditor fiscal. O recorde foi de 61 dias. Desde janeiro/2024, a evasão chegou a 96 (50 exonerações e 46 desistências) e 72 se aposentaram. As razões são as mesmas: precárias condições de trabalho e de salário. Todos os 96 que saíram já estão empregados em outros estados.As opiniões expressas neste texto são de responsabilidade exclusiva do(a) autor(a) e não refletem, necessariamente, o posicionamento e a visão do Estado de Minas sobre o tema.

Zema esvazia a Codemge antes de aderir ao Propag

Zema e mais um negacionista da ditadura.                                    


O governador Romeu Zema (Novo) afirmou que a ditadura militar, regime que comandou o país entre 1964 e 1985, é uma “questão de ...


... zema-diz-que-existencia-da-ditadura-militar-e-questao-de-interpretacao Para mais conteúdos da Itatiaia, acesse: Site oficial: https://www ...

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