sábado, 1 de junho de 2013

TRE-MG Cassa mais três prefeitos

Justiça Eleitoral »E aprova novas eleições.....

Publicação: 08/05/2013 14:08 Atualização:

Os eleitores de mais três municípios mineiros podem voltar às urnas ainda neste ano para eleger prefeitos e vice-prefeitos. A confirmação depende agora de recursos que estão sendo julgados no Tribunal Regional Eleitoral (TRE-MG), que cassou os mandatos dos eleitos em 7 de outubro do ano passado em Rio Vermelho, na Zona da Mata, em Espinosa e em Rio Pardo de Minas, ambas localizadas no Norte de Minas.

Em Ibiá, no Alto Paranaíba, os eleitos para o Executivo municipal também tiveram seus mandatos cassados pelo TRE-MG, mas a decisão foi revertida pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Na última quinta-feira (2), o ministro do TSE, Dias Toffoli, concedeu liminar para suspender a decisão do TRE-MG, que condenou o prefeito eleito Hélio Paiva Silveira (PP) por compra de votos, que assumiu o cargo e aguarda agora decisão da corte do TSE, em caráter definitivo.

Caso semelhante ao de Ibiá também ocorreu em Rochedo de Minas, na Zona da Mata. No último dia 19 de março deste ano, a ministra do TSE Luciana Lóscio deferiu liminar, em ação cautelar, para suspender decisão do TRE-MG que confirmou a cassação do prefeito e do vice eleitos, Sérgio Colleta da Silva (PSDB) e Carlos César Araújo (DEM), também por compra de votos.

Com a liminar da ministra, também estão suspensas as novas eleições naquela cidade (que já haviam sido determinadas pelo TRE-MG) até o julgamento do recurso especial no TSE. Como Sérgio e Carlos já tinham sido afastados da prefeitura, eles retornaram aos cargos (conforme determinação da ministra do TSE).
Cassados em quatros municípios

Em outros quatro municípios, prefeitos e seus respectivos vices já foram sentenciados com a perda do mandato, sem direito a recorrer da decisão.. No último dia 7 de abril, correu nova eleição em Diamantina e Biquinhas, ambas na região Central, em Cachoeira Dourada, no Triângulo Mineiro, e em São João do Paraíso, no Norte de Minas

Os prefeitos eleitos em de 7 de outubro do ano passado nesses municípios tiveram seus mandatos cassados pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE-MG) por cometerem irregularidades previstas na legislação eleitoral, que configuram abuso do poder econômico e político para se elegerem ou , então, em caso de disputa à reeleição, infrações realizadas durante o primeiro mandato, como, por exemplo, rejeição de contas pelo Tribunal de Contas do Estado.

Pendências

No TRE-MG, ações pedindo a cassação dos mandatos de prefeitos de 18 municípios mineiros estão aguardando para serem julgados pelos juízes daquela corte. As cidades que correm o risco de realizarem eleições extemporâneas são Divinolândia de Minas, Santana de Cataguases, Olaria, Novo Oriente de Minas, Romaria, Verdelândia, Água Boa, Orizânia, Santa Helena de Minas, Montezuma, Pirapora Conceição de Ipanema, Resplendor, Itueta, Malacacheta, Pedrinópolis, Serra dos Aimorés e Lavras.

No TSE, outros seis municípios aguardam recursos serem julgados após o TER-MG ter acssados os mandatos dos prefeitos e os vices de Arcos, Senhora do Porto, Paraisópolis, São Francisco, Corinto e Senhora do Porto.

De acordo com informações do TRE-MG, não há como rastrear quantos processos estão sem julgamento nas comarcas do interior do estado. Essa informação só é conhecida quando há recursos junto àquela corte, contestando sentenças proferidas pelos juízes de primeira instância.


Sobe para seis número de prefeitos cassados em Minas

TRE marca nova eleição....
Outros 11 municípios aguardam decisão do TRE-MG para definir se haverá novo pleito


Publicação: 22/02/2013 11:42 Atualização: 22/02/2013 12:56

Sobe para seis o número de cidades mineiras que vão participar de nova eleição neste ano. O pleito será para substituir prefeitos eleitos, em 2012, que tiveram os registros de candidaturas cassados por causa de irregularidades previstas na legislação eleitoral, entre elas a compra de votos. O Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais (TRE-MG) cassou nessa semana o registro de candidatura de dois prefeitos eleitos no estado, em Ibiá, no Triângulo, e em Santana de Cataguases, na Zona da Mata.

As datas do novo pleito ainda não foram marcadas porque da decisão do TRE ainda cabe recurso no próprio tribunal. Em outras quatro cidades mineiras, no entanto, já no próximo dia 7 de abril haverá eleições em São João do Paraíso e Biquinhas, ambas no Norte do estado, e, ainda, em Diamantina, no Vale do Jequitinhonha, e Cachoeira Dourada, no Triâgulo.

 (Arte/Soraia Piva)


Mais 11 municípios

Outros 11 municípios aguardam decisão do TRE-MG para saber se haverá nova eleição. São acusados de irregularidades e, por isso, podem perder o mandato os prefeitos eleitos, em 2012, de Espinosa, Divinolândia de Minas, Olaria, Rochedo de Minas, Novo Oriente de Minas, Capela Nova, Romaria, Verdelândia, Mirabela, Água Boa e Orizânia. 

Ibiá

A mais recente decisão do TER, resultando em nova eleição, aconteceu na noite dessa quinta-feira, que decidiu, por três votos a dois, confirmar a cassação, em primeira instância, do segundo colocado na disputa pela prefeitura de Ibiá., Hélio Paiva (PP).

Com a decisão, ficou definido ainda a realização de nova eleição no município, já que o primeiro colocado, Paulo José da Silva (PMDB), teve o registro cassado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A chapa vitoriosa havia tido 44,3% dos votos e a segundo colocada, 33,3%. Atualmente, o município, situado no Alto Paranaíba, é administrado pelo presidente da Câmara Municipal.

Segundo a juíza do TRE-MG Alice Birchal, ficou comprovada a compra de votos com dinheiro em espécie por parte dos acusados, na ação proposta pelo Ministério Público. Também foi cassado o vereador eleito Adailson Gabriel Gonçalves, que, assim como Hélio Paiva, deverá pagar uma multa de 50.000 UFIRs.
Paulo José da Silva (conhecido como “Paulo Jibóia”), primeiro colocado na disputa, teve a candidatura indeferida pelo TSE por rejeição de contas públicas, referentes a mandato exercido anteriormente como prefeito no município, que conta com 17.700 eleitores.

Com informações do TRE-MG


JUSTIÇA CASSA PREFEITO ELEITO EM MINAS

NOVA ELEIÇÃO SERÁ MARCADA


Confirmada a cassação do primeiro prefeito eleito nas eleições deste ano em Minas Gerais. Em Biquinhas, na região Central do estado, o Tribunal Regional Eleitoral (TRE-MG) informou nesta segunda-feira que será marcada ainda este mês nova data para eleições suplementares no município, que deverão ocorrer no ano que vem. 
Arisleu Ferreira Pires (PSDB) foi reeleito em Biquinhas com 53,69% dos votos, vencendo seu único adversário, Carlos Alberto Rodrigues Pereira, que disputou a prefeitura por uma coligação que reuniu PT, PMDB, PR e DEM. Arisleu, no entanto, teve o registro da candidatura cassado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) por manter união estável com Valquíria de Oliveira Dias, que governou o município entre 2005 e 2008.
 
Para evitar nepotismo, a Constituição Federal proíbe que cônjuges ou parentes consanguíneos ou afins, até o segundo grau ou por adoção, de chefes do Executivo, disputem eleições majoritárias (prefeito, governador e presidente) e proporcionais (Legislativo) no pleito subsequente ao mandato do governante. Arisleu, na verdade, não poderia ter disputado a eleição em 2008. Os magistrados entenderam que a eleição deste ano acabou sendo “contaminada” pela disputa anterior.
Apesar da decisão em última instância na Justiça Eleitoral, os advogados do prefeito cassado entraram com recurso para apelar para revisão da sentença no Supremo Tribunal Federal (STF). O pedido, no entanto, foi negado pela presidente do TSE, ministra Cármem Lúcia. Apesar disso, a defesa de Arisleu recorreu diretamente ao STF. Contudo, conforme informou a assessoria de comunicação do TSE, casos semelhantes apontam que o Supremo sempre confirmou sentenças do TSE.

 A iniciativa dos advogados do prefeito cassado pode ser considerada mais um recurso jurídico sem chances de sucesso. Em alguns casos, o recurso costuma ficar parado no STF até que haja prescrição do processo.
Até a eleição do novo prefeito de Biquinhas, tomará posse o futuro presidente da Câmara dos Vereadores do município, que deverá ser escolhido logo após a posse dos parlamentares, em 1 º de janeiro do ano que vem. A eleição suplementar em Biquinhas acontece também em virtude de o prefeito reeleito ter vencido com mais de 50% dos votos válidos. Do contrário, com votação inferior a esse percentual, assumiria o segundo colocado na eleição.
São João do Paraíso
Mais um município pode também está perto de realizar novas eleições. Em São João do Paraíso, no Norte de Minas, a prefeita eleita do município, Mônica Cristine de Sousa (PMN), teve o registro da candidatura cassado, por maioria do votos do plenário do TSE. O Tribunal considerou que Mônica Cristine é inelegível para o cargo, mesmo após ter se divorciado em 2010 do prefeito do município, reeleito em 2008. A candidata foi a mais votada nas Eleições 2012 para prefeita, recebendo 6.332 votos.
O TSE considerou que Mônica Cristine estava inelegível para concorrer às eleições de 2012 em razão da mesma proibição que cassou o mandato do prefeito eleito de Biquinhas. O TSE ainda não confirmou o indeferimento ao juiz eleitoral responsável pelo pleito eleitoral em São João do Paraíso, a exemplo do que ocorreu em Biquinhas, onde o juiz da Comarca do Município, Breno Aquino Ribeiro, foi comunicado oficialmente da decisão, que, por sua vez, solicitou ao TRE-MG um novo calendário eleitoral para marcar eleições suplementares. O TSE ainda não fez o comunicado, em São João do Paraíso, já que a defesa da prefeita cassada ainda está entrando com recursos de apelação naquele tribunal.
Quatro prefeitos aguardam decisão do TSE
Mais quatro prefeitos eleitos neste ano em cidades mineiras aguardam julgamento do TSE de recursos pedindo a cassação dos registros de suas respectivas candidaturas. Pesam contra eles acusações de irregularidades previstas com perda de mandato pela legislação eleitoral, entre elas abuso do poder econômico e compra de votos. Encontram-se nessa situação Lélis Jorge Silva (PTB), de Bambuí; Reginaldo Moura Batista (PPS), de São Pedro dos Ferros; Geraldo Ribeiro de Morais (DEM), de Paulista; e Evanilso Aparecido (PSDB), de São Franciso.
Mais 13 no TRE
No TRE, também em função de ilícitos previstos na legislação eleitoral, outros 13 prefeitos eleitos em Minas estão com recursos em tramitação naquela Corte Eleitoral, com pedido de cassação de registro de candidatura. Aguardam decisão do tribunal mineiro, Edmar Moreira Dias (PMDB), de Camanducaia,; Heliomar Valle da Silveira (PSB), de Pirapora; Glacialdo de Souza Ferreira (PT), de Esmeraldas; Antônio Pinheiro Neto (PP), de Ibirité; Geraldo de Fátima Oliveira (PV), de Gouveia; Antônio Vaz de Melom (DEM), de Guiricema; Walter Pereira Silva (PSDB), de Cachoeira Dourada; Claudenir José de Melo (PR), de Arcos; Sérgio Colleta da Silva (PSDB), de Rochedo de Minas; Niltinho Ferreira (PSDB), de Corinto;Ronaldo de Paula Alves (PMDB), de Olaria; Luiz Gonzaga da Silva (PT), de Capela Nova ; e Adelson Gonçalves de Souza (PV), de Novo Oriente





Jornal de Minas diz que mulher que sobreviveu “está viva”

Jornal de Minas diz que mulher que sobreviveu “está viva”

OUTUBRO 15, 2012, 15:24

Mais uma pérola da imprensa.
Obrigado juíza Carla Ríster, por acabar com a exigência do diploma para jornalista.

Diário de Teófilo Otoni, quinta, 11 de outubro de 2012
Hoje, a notícia continua na versão on-line do Diário de Teófilo Otoni:http://www.diariodeteofilootoni.com.br/index.php/policia/106-gravida.


*Entrar pra dentro
*Subir pra cima
*Descer pra baixo
*Sair pra fora
*Eu auto me molhei a mim mesmo
*Professora, poderia repetir de novo, novamente, outra vez, uma vez mais por favor
*Darei uma ré para trás
*Mas que aglomerado de gente junta
*Ambos os dois estudaram
*Cocada de coco.
*Escutar com o ouvido
*E todo dia do meu cotidiano diário eu estudava alguma matéria nos 7 dias semanais
*Novo lançamento
*Menina mulher
*Monopólio exclusivo
*Uma dupla de dois
*Cheeseburguer com quejo
*Circulo redondo
*Respostas pessoais nossas
*Roeu com os dentes
*Conhecer pela primeira vez
*Plebiscito popular
*Suicidar a si mesmo
*A refinaria que refina o petróleo
*Recomeçar de novo
*Água molhada
*Falar com a boca
*A ele resta-lhe
*Eu me amo a mim mesmo
*Acabou de acabar


Ai que burro..

FHC deu vexame internacional e levou sermão de Bill Clinton

Enviado em 04/02/2011

 Em 1999, o então presidente do Brasil Fernando Henrique Cardoso foi à Florença (Itália) em encontro de governantes dos países ricos da chamada terceira via. O Brasil estava quebrado, pendurado no FMI. FHC fez o discurso da choradeira dos quebrados, pedindo aos líderes dos EUA e Europa, que criassem uma espécie de CPMF mundial para salvar o Brasil da fuga de capitais especulativos. Bill Clinton e Tony Blair, e Schroeder receberam mal a proposta. Clinton passou um verdadeiro sermão em FHC, sugerindo que faltava CONFIANÇA, HONESTIDADE, eficiência e boa governança sob FHC. Enquanto que outros países resolveram estes problemas, citando Chile e Uganda, como exemplos para FHC seguir. Clinton e os demais líderes agiram na defesa dos interesses de seus países, que eram os vencedores naquela ordem mundial. FHC agiu mal, com incompetência política, ao não articular previamente ao encontro, para não passar esse vexame. E agiu pior, de forma humilhante e envergonhando o Brasil, ao não defender o país diante do sermão de Clinton (se é que tinha jeito, naquele governo submisso e dependente, sob intervenção do FMI).

Paulo Henrique Amorim entrevista Amaury Ribeiro Jr.

Paulo Henrique Amorim entrevista Amaury Ribeiro Jr. autor do livro "A Privataria Tucana"..

  
 Enviado em 14/12/2011 
Entrevista genial com Amaury Ribeiro Jr. que fala sobre as denúncias do livro que caiu como uma bomba no PSDB. José Serra é personagem principal da obra que revela corrupção nas privatizações de estatais durante o governo FHC. A Privataria Tucana:

 Veja como $erra paga o Silêncio da Globo...

 Publicado em 18/03/2012
Tudo tem um preço. A Privataria Tucana: Veja como $erra paga o Silêncio da Globo.
Conheça também:
- A Privataria Tucana & O Silêncio dos INdecenteshttp://youtu.be/pUsVY3_PiDM
- Assim Nasceu a Privataria Tucana http://youtu.be/0-vol4wIzdA
- Privatas, Privataria e Risos http://youtu.be/iYGrV5WH3SY


Minas Na contramão do país, conta de luz aumenta 10% em Minas


 Publicado em 06/03/2013
 A medida de baixar a tarifa de energia elétrica pela presidenta Dilma tanto fomenta a industrialização, como também diminui o processo inflacionário, além de ajudar o povo mais pobre a pagar menos. Na contramão, está Minas Gerais: a Cemig vai aumentar a conta de luz em 10%.

Governador desvia terras da Reforma Agrária


 Publicado em 15/03/2013
 O deputado estadual Rogério Correia fez um pronunciamento em Plenário, no dia 13 de março, sobre a PEC 43, do governador tucano Antônio Anastasia, que desvia terras da Reforma Agrária para agronegócio e mineração. Mais um, entre tantos absurdos do tal "Choque de Gestão"!

Governo de Minas esconde epidemia e dengue avança!


 Publicado em 19/03/2013
 Em reunião com o deputado Rogério Correia, e demais deputados da bancada do PT, o secretário de Atenção à Saúde, Helvécio Magalhães, relatou a sua preocupação diante do estado de calamidade em que se encontra o Estado de Minas Gerais que já acumula 100 mil casos de dengue esse ano, representando 1/3 dos casos registrados em todo o Brasil. Para Rogério Correia, o governo de Minas está escondendo essa realidade da população, camuflando-a em meio às elaboradas peças publicitárias de uma Minas Fantasia que na verdade valoriza e defende apenas os interesses e projetos eleitorais do senador Aécio Neves em detrimento de todos os mineiros.



Foto de acidentes em bebida é esperança para frear mortes

Projeto que tramita na Câmara Federal é visto como positivo por médicos e parentes de vítimas

Universitário de 22 anos morreu depois que seu carro foi atingido, em 2012, por um motorista bêbado,
Universitário de 22 anos morreu depois que seu carro foi atingido, em 2012, por um motorista bêbado, em uma Land Rover
PUBLICADO EM 01/06/13 - 03h00

Nove em cada dez brasileiros fumantes se arrependeram de acender um cigarro depois de terem visto as imagens fortes de pessoas doentes nos maços do produto. Um projeto de lei que tramita na Câmara Federal quer alcançar resultados semelhantes em outro problema de saúde, a mistura de álcool e direção, obrigando todas as embalagens de bebidas alcoólicas vendidas no país a trazerem fotos de acidentes. As propagandas veiculadas em televisão também terão que exibir as cenas. A ideia, que ainda começará a tramitar, é vista com entusiasmo por médicos e familiares de vítimas, que enxergam na iniciativa uma possibilidade de diminuir o número de acidentes. Motoristas que ainda não criaram o hábito de beber e dirigir são o principal alvo.

Pesquisa do Ministério da Saúde, divulgada neste ano, aponta que uma em cada cinco batidas no Brasil tem relação com bebida. Quem já viveu na pele as consequências da irresponsabilidade de motoristas embriagados aprova a proposta. Manoel Silvino, um dos criadores da ONG Não foi Acidente, perdeu a cunhada e a sobrinha depois que um condutor alcoolizado atropelou as duas. “Quem sabe se o homem que matou minha família tivesse visto uma foto assim, ele não teria pensado duas vezes antes de dirigir bêbado?”.

Para o médico Valdir Campos, da Associação Médica de Minas Gerais (AMMG), esse tipo de legislação surte, sim, efeito, principalmente a longo prazo. “Ela desencoraja os novos condutores, que ainda não têm esse hábito. As pessoas sabem dos riscos, mas, entre saber e agir, há um longo caminho”, avaliou.

A presidente da Comissão de Controle do Tabagismo, Alcoolismo e Uso de outras Drogas, da AMMG, Maria das Graças de Oliveira, avalia que o Projeto de Lei n° 5.050/2013 traz avanços, principalmente por incluir as campanhas televisivas, ampliando o número de pessoas conscientizadas.
“As propagandas associam a bebida, principalmente a cerveja, ao prazer, à sensualidade e ao futebol. Assim como era feito com o cigarro, que mostrava um homem cercado de mulheres lindas, quando, na verdade, o cigarro causa impotência”. Ontem, foi celebrado o Dia Mundial Sem Tabaco.
Tramitação. O texto tramita em caráter de prioridade e será avaliado por uma comissão especial antes de ir a plenário. “As empresas do ramo de bebidas têm responsabilidades sociais e devem contribuir para a mitigação dos efeitos que os seus produtos ocasionam, como os acidentes”, defende o deputado federal Reinaldo Azambuja (PSDB-MS), autor do projeto. 








































































































w.otempo.com.br/

















Tarifa de energia elétrica afasta

Indústria em Minas.. Concessionária já foi procurada por diversas empresas que se sentiram lesadas ao receber as contas mais altas no começo de abril, jogando por terra a redução dos gastos verificada em fevereiro

Publicação: 28/05/2013 06:00 Atualização: 28/05/2013 09:42

Indústrias do setor têxtil suspendem investimentos em Minas Gerais, pressionadas pelo aumento das tarifas de energia elétrica, aplicado desde abril, que anulou o benefício da redução do custo do insumo determinado em janeiro pelo governo federal. A fabricante italiana de fios de poliéster Sinterama, com atuação em oito países, desistiu de ampliar a fábrica de Alfenas, no Sul de Minas, depois de computar elevação de até 60% da energia fora do horário de ponta do consumo, informou o diretor geral da Sinterama do Brasil, Marco Mascetti. No município de Paraguaçu, também no Sul do estado, a Linhanyl, maior produtora de linhas de costura de náilon e poliéster para calçados e artigos de couro da América do Sul, revê o projeto de uma segunda fábrica mineira, pelo mesmo motivo, de acordo com o diretor da companhia sediada em Sorocaba (SP), Eduardo Gabriel.

O presidente da Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig), Djalma Morais, admitiu, ontem, que a concessionária já foi procurada por diversas empresas que se sentiram lesadas ao receber as contas mais altas no começo de abril, jogando por terra a redução dos gastos verificada em fevereiro. Ontem mesmo, a concessionária aproveitou o encontro anual Cemig-Apimec, que reúne analistas do mercado de capitais e investidores, em Uberlândia, no Triângulo, para dar explicações sobre o reajuste das tarifas. A Cemig foi autorizada pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) a reajustar os preços em 2,9%, em média, como resultado de processo de revisão tarifária, a partir de 8 de abril. O aumento para alguns segmentos da indústria chegou a 20%.

“As empresas precisam entender que o reajuste não parte da Cemig. Repassamos o que foi definido pela Aneel”, afirmou o presidente da Cemig. O presidente da Sinterama do Brasil, Marco Mascetti, considera a correção abusiva, ao refletir em alta de custos da fábrica mineira de 33%, percentual que não será possível repassar aos clientes. A empresa pretendia investir quase R$ 4 milhões em novos equipamentos que necessitam de energia, para ampliar a produção de fios de poliéster, que abriria postos de trabalho. 

“O custo da energia elétrica em Minas, agora, supera o da Itália, onde 80% da eletricidade depende das centrais térmicas, fonte mais cara que as hidrelétricas no Brasil. Complicado explicar este fato aos investidores, que já desconfiam da política brasileira, que num dia anuncia uma coisa e no dia seguinte faz outra”, reclama Mascetti. O diretor da Linhanyl Paraguaçu, Eduardo Gabriel, conta que o projeto da empresa era transferir parte da fábrica de Sorocaba para uma segunda planta industrial em Minas, que permitira a criação de 150 empregos.


Dívida pública de Minas Gerais é a 2ª maior

DEBATE ECONÔMICO

Dívida pública de Minas Gerais é a 2ª maior e uma das mais caras do Brasil


Certo ex-ministro da Fazenda do governo brasileiro chegou a declarar que “dívida pública não se paga. Rola, enrola e não se paga!”
Uma análise fria dos principais indicadores das contas públicas e da dívida pública de Minas Gerais pode levar à conclusão de que este deve ser o caminho a ser trilhado pelo estado nos próximos anos, se nada mais efetivo e concreto for realizado para a redução dos seus encargos e para criação de melhores resultados que gerem receitas suficientes para o abrandamento da situação atual. E, ao contrário, a tendência é que o seu nível de endividamento só aumente, a exemplo de todos os demais estados – não só devido às suas efetivas necessidades e escassez de recursos, como também por indução do próprio governo federal, que ampliou, recentemente a todos eles, os seus limites.
Apenas Minas Gerais pretende aumentar, neste ano, cerca de R$ 9 bilhões ao seu estoque de dívida, sem considerar aqueles decorrentes dos encargos atualmente existentes que crescem de forma exponencial.
De acordo com o Banco Central do Brasil, ao final de outubro de 2012, a dívida pública do Estado de Minas Gerais junto ao Tesouro Nacional, instituições financeiras públicas e privadas totalizou R$ 71,314 bilhões – sendo esta considerada a 2ª maior entre todos os estados brasileiros - correspondendo a 15,51% do total nacional analisado. À frente de Minas encontra-se apenas o estado de São Paulo, com R$ 191,610 bilhões, o que representa 41,68% do total.
5 ESTADOS DEVEM 81% DO TOTAL - Cabe observar que cinco estados – São Paulo, Minas, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Goiás detêm, juntos, 81,20% do endividamento público estadual brasileiro.
Quando analisada sob a ótica do PIB relativo, a dívida pública de Minas Gerais fica na dianteira de todos os estados, pois equivale a 1,67 vez de sua participação relativa, sendo seguida pelo Rio Grande do Sul, com 1,43 e São Paulo, com 1,26.
Já em relação à produção econômica, a dívida pública de Minas Gerais fica na vice-liderança nacional, eis que o seu saldo corresponde a 17,8% do PIB estadual, sendo superada apenas pelo estado de Alagoas, com 26,0%. 
Em relação à dívida pública líquida de Minas Gerais quando comparada às receitas líquidas totais, o estado também fica com a vice-liderança nacional, uma vez que a mesma corresponde a 179% - sendo superada apenas pelo Rio Grande do Sul, com 221%.
Vale ressaltar, ademais, que oito estados (Alagoas, Goiás, Minas Gerais, Pará, Paraná, Roraima, São Paulo, Tocantins) que têm governadores do PSDB (e, portanto, fazem oposição ao governo federal) detêm, juntos, o equivalente a 2/3 da dívida total.
MINAS PENALIZADA - Entre os estados que mais são penalizados com o maior peso no pagamento de encargos da dívida estadual junto ao Tesouro Nacional também se encontra Minas Gerais, que paga IGP-DI + 7,5% ao ano e, além dele integram o grupo Alagoas, Bahia e Pará. Todos os demais pagam IGP-DI + 6,0%. O resultado desta diferença entre 7,5% e 6,0% significa um ônus adicional aos cofres públicos mineiros de algo em torno de R$ 970 milhões anuais, o que daria para construir duas novas Cidades Administrativas a cada três anos.
PROPOSTA INADEQUADA DO GOVERNO FEDERAL - O governo federal encaminhou, recentemente, ao Congresso Nacional, o Projeto de Lei Complementar 238/13, que prevê alterações nos pagamentos da dívidas dos estados e municípios com a União. O projeto prevê que o indexador seja IPCA + juros de 4% ou a taxa básica de juros Selic + juros de 4%, sendo que o comprometimento das receitas estaduais permaneceria inalterado, nos mesmos níveis atuais, de 13%.
A proposta do governo federal não resolve nem atenua o problema e transfere às gerações futuras todo o impasse desse gigantesco problema.
Desde o início da década passada temos alertado para a urgente necessidade de se rever os termos desse acordo realizado entre os estados e municípios com o governo federal e que, a meu ver, é absolutamente inconstitucional, fere frontalmente o Pacto Federativo e promove uma brutal transferência patrimonial dos entes federados à União. Coube ao ex-governador Itamar Franco a primeira iniciativa de se rebelar contra essa usura praticada pelo governo federal contra os estados e municípios – o que, em linguagem popular, é mais comumente conhecida como agiotagem. Chega-se ao absurdo de se cobrar juros sobre juros – o que é literalmente proibido pela Constituição, cabendo ainda, enormes dúvidas sobre a legalidade da cobrança dos próprios juros.
PROPOSTA JUSTA - Cabe, finalmente salientar, que os cinco principais estados brasileiros (SP, RJ, MG, RGS e PR) – representando cerca de 2/3 da formação do PIB nacional detêm cerca de 78% de todo o endividamento público estadual brasileiro. No meu entendimento, o ideal é que o indexador fosse apenas a Selic, mais uma taxa de até 2% variável de acordo com metas.
DEBATE ECONÔMICO de desempenho fiscal a serem estabelecidas e cumpridas pelos estados e municípios, como a melhoria da eficiência fiscal, combate à sonegação e eliminação de burocracias, por exemplo. O comprometimento das receitas líquidas seria de 10% ao ano e todo o saldo atualmente existente (inclusive aqueles não-pagos) seria prorrogado até o ano de 2050 (ao invés de 2028 e 2038 – como previstos atualmente), com uma carência de dois anos para novas amortizações a partir da celebração dos novos aditivos contratuais. Isso restauraria a capacidade de investimento dos estados e municípios, principalmente em obras de infraestrutura – com reduzida necessidade de novos empréstimos e financiamentos – o que possibilitaria, de outro lado, uma enorme contribuição à expansão do PIB nacional.







Mudança estrutural significativa em curso 

Somente em 2012 a queda da taxa Selic já provocou redução de R$ 39 bilhões nas despesas públicas O Governo Federal pode já ter conseguido economizar R$38,636 bilhões apenas durante o ano de 2012 em decorrência da política econômica adotada pela presidente Dilma Rousseff em trazer para níveis civilizados as taxas de juros cobradas no país e, principalmente, de diminuir o impacto negativo em relação à elevada remuneração dos títulos do Tesouro Nacional praticada até então. A presidente prometeu, durante a campanha eleitoral, que pretendia concluir o seu mandato com uma taxa de juro real de 2% ao ano (que acaba de ser atingida) e dívida líquida pública em torno de 30% do PIB. 
A redução da taxa Selic de 12,50% em vigor em 21 de julho, para 7,25% em 20 de novembro de 2012, é a principal razão para justificar esse resultado, o que poderá, em exercícios dos anos seguintes, redundar na ampliação dos programas de investimentos em geral. O pagamento dos juros sobre a dívida pública deverá representar, em 2012, de acordo com estimativas de alguns economistas, cerca de 4,85% do PIB – o menor patamar desde 1997.
A manutenção da taxa Selic de 7,25% decidida em 16 de janeiro último pelo COPOM-Comitê de Política Monetária indica, de outro lado, que a economia do Tesouro Nacional no pagamento de juros sobre a dívida pública deverá se acentuar ainda mais durante o corrente exercício.
Cabe salientar que o pagamento de juros pelo setor público é uma despesa financeira que não entra no cálculo do superávit primário. Assim, a queda da Selic não abre espaço fiscal imediato para maiores gastos de custeio ou de investimento, que são considerados despesas primárias. No entanto, a manutenção desta política pode ajudar a reduzir mais rapidamente a dívida líquida como proporção do PIB, que está atualmente em 35,1%. Em outra vertente, com a perspectiva de se atingir os 30% do PIB prometidos pela presidente, existirá a possibilidade também de se reduzir os superávits primários, definindose novos patamares suficientes apenas para se manter a dívida líquida constante em relação ao PIB. Isso permitirá canalizar recursos públicos para outros tipos de custeios e direcionamento, principalmente, para investimentos infraestruturais, ainda tão escassos.
O que na prática ora está se vivenciando na economia  brasileira pode ser considerado como um momento de uma grande mudança estrutural, tão importante quanto a estabilidade de preços e o combate à inflação, conquistados com a implantação do Plano Real.
Desde Collor o governo brasileiro adotou uma política monetária de elevados juros reais e o país foi líder mundial nessa prática durante praticamente todo esse período de tempo. Durante todos estes anos muitos economistas monetaristas de plantão alimentaram permanentes ameaças de que a sua redução provocaria um colapso na economia nacional e comprometeria seriamente a política de estabilidade, o que não ocorreu. Assim como existiam as viúvas da inflação alta, um novo contingente se incorpora agora ao mercado, os das viúvas dos juros altos e os saudosistas dos retornos financeiros fáceis.