"rastejar" se o marido mandar.
O discurso, que utiliza a religião para validar a submissão absoluta, acendeu o alerta sobre a radicalização de setores neopentecostais.
Para especialistas, falas como esta não são apenas "interpretações bíblicas", mas uma ferramenta política de controle social. Ao pregar a anulação da mulher, o discurso reforça o ciclo da violência doméstica e atende a interesses de uma estrutura que lucra com a desigualdade de gênero e o trabalho não remunerado.
Em um país onde o feminicídio atinge números alarmantes, o púlpito não pode ser salvo-conduto para a barbárie. Mulher que luta não rasteja.
⚠️ O que você pensa sobre o uso da religião para pregar a submissão feminina? Comente abaixo.
Nenhum comentário:
Postar um comentário