Atualizado em 11 de abril de 2026

Na operação de fuga, o casal embarcou para os EUA com uma passagem comprada apenas quatro horas antes da viagem. Esdras alegou que sua participação nos atos era apenas para “orar” pelas pessoas envolvidas e que sua presença no local foi apenas para “conhecer” o QG do Exército em Brasília. “Eu jamais imaginaria que pessoas iam para Brasília para entrar dentro do Palácio [do Planalto]”, disse ele em sua defesa.
O empresário é investigado também por outras acusações no Brasil, como roubo, lesão corporal e dano patrimonial, todos em 2022. Ele nega os crimes e afirma que foi alvo de perseguição política. A Polícia Federal segue investigando sua rede de apoio e os outros possíveis envolvidos no financiamento dos atos golpistas.
Ele ficou conhecido na época dos protestos por ter feito um vídeo chorando ao pedir ajuda a Eduardo Bolsonaro. Além disso, notabilizou-se por ser proprietário de uma Porsche.
Em sua última publicação nas redes sociais, Esdras demonstrou apoio ao ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro, que também se encontra nos Estados Unidos.
Segundo informações, ele tentou vender seu Porsche para se manter foragido, mas as autoridades brasileiras já haviam apreendido o veículo. A PF também está investigando a venda de outros bens do empresário como parte da estratégia para evitar sua prisão.
Nenhum comentário:
Postar um comentário