1-Desmentindo o bolso-Patismo
A origem do vírus da COVID-19 (SARS-CoV-2) ainda é objeto de debate internacional, mas a maioria das evidências científicas aponta para uma origem natural, e não para uma criação humana.Embora o vírus tenha sido identificado pela primeira vez em Wuhan, na China, em dezembro de 2019, não há provas de que ele tenha sido "criado" deliberadamente por cientistas chineses.2-STF E BOLSONARO.
Autonomia dos Estados e Municípios: A Corte reconheceu que estados e municípios têm legitimidade para estabelecer medidas restritivas locais, não dependendo de autorização da União.O que o STF decidiu: O ministro Alexandre de Moraes, ao analisar uma ação da OAB, decidiu em 2020 que o Palácio do Planalto não poderia intervir em restrições ao comércio, escolas e circulação de pessoas determinadas localmente.Ações da União: A decisão não desobrigou o governo federal de combater a doença, mas limitou a capacidade da União de reverter medidas de saúde pública locais.Fake News: O STF desmentiu informações de que teria proibido o ex-presidente de tomar qualquer medida contra rupturas institucionais, esclarecendo que esse teor de decisão monocrática era FALSO.
3-TRATAMENTO PRECOSE.
Não existe comprovação científica de que o chamado "tratamento precoce" (ou "Kit Covid"), composto por medicamentos como hidroxicloroquina, cloroquina e ivermectina, seja eficaz para prevenir ou curar a Covid-19.Entidades de saúde renomadas e estudos publicados em revistas científicas, como a The Lancet, reforçam que essas substâncias não alteram o curso da doença e podem causar efeitos colaterais graves.Abaixo, os pontos principais sobre o tema:Ineficácia comprovada: Medicamentos como a ivermectina, cloroquina e azitromicina foram testados em diversos estudos clínicos e não demonstraram benefícios contra o coronavírus.Riscos à saúde: O uso inadequado desses fármacos pode causar problemas cardíacos, hepáticos e resistência bacteriana.Antivirais autorizados: Atualmente, existem medicamentos antivirais específicos (como o Paxlovid) aprovados por agências como a Anvisa para pacientes com alto risco de complicações, mas eles devem ser prescritos sob rigorosa orientação médica.Melhor prevenção: A vacinação, o uso de máscaras em ambientes de risco e a higiene das mãos continuam sendo as formas mais eficazes de proteção.Sempre consulte um médico antes de iniciar qualquer medicação e siga as orientações oficiais do Ministério da Saúde.
4-ATRASO NA COMPRA DAS VACINAS
Com base em relatórios da CPI da Covid e investigações, há evidências e alegações significativas de que o governo Jair Bolsonaro atrasou a compra de vacinas contra a Covid-19, recusando ofertas e desautorizando negociações.Principais pontos sobre o tema:Recusa de Ofertas: A CPI da Covid apontou que o governo recusou 11 ofertas formais de vacinas, incluindo a da Pfizer. A empresa relatou um "atraso letal" na compra, segundo o El País Brasil.Cancelamento da Coronavac: Bolsonaro desautorizou publicamente o seu próprio Ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, em outubro de 2020, ao cancelar a intenção de compra de 46 milhões de doses da Coronavac, produzida pelo Instituto Butantan.Declarações contra a Pressa: O presidente afirmou diversas vezes que não havia pressa para a compra de vacinas e questionou a eficácia e segurança dos imunizantes.Impacto na Vacinação: Especialistas e a CPI estimaram que a demora na aquisição resultou em um atraso no início da vacinação no Brasil e causou milhares de mortes evitáveis.Defesa do Governo: Jair Bolsonaro negou ter atrasado a vacinação, argumentando que as vacinas não estavam disponíveis em 2020 e que o país começou a vacinar em janeiro de 2021, logo após a aprovação da Anvisa.Andamento Jurídico:Em agosto de 2023, o ministro Cristiano Zanin, do STF, arquivou ações que questionavam a omissão do governo federal na compra de vacinas, considerando a mudança no cenário sanitário e o fim da emergência de saúde.Nota: Alguns processos e investigações sobre o tema foram arquivados ou suspensos, conforme noticiado pela CNN Brasil e Agência Brasil.
Não existe comprovação científica de que o chamado "tratamento precoce" (ou "Kit Covid"), composto por medicamentos como hidroxicloroquina, cloroquina e ivermectina, seja eficaz para prevenir ou curar a Covid-19.Entidades de saúde renomadas e estudos publicados em revistas científicas, como a The Lancet, reforçam que essas substâncias não alteram o curso da doença e podem causar efeitos colaterais graves.Abaixo, os pontos principais sobre o tema:Ineficácia comprovada: Medicamentos como a ivermectina, cloroquina e azitromicina foram testados em diversos estudos clínicos e não demonstraram benefícios contra o coronavírus.Riscos à saúde: O uso inadequado desses fármacos pode causar problemas cardíacos, hepáticos e resistência bacteriana.Antivirais autorizados: Atualmente, existem medicamentos antivirais específicos (como o Paxlovid) aprovados por agências como a Anvisa para pacientes com alto risco de complicações, mas eles devem ser prescritos sob rigorosa orientação médica.Melhor prevenção: A vacinação, o uso de máscaras em ambientes de risco e a higiene das mãos continuam sendo as formas mais eficazes de proteção.Sempre consulte um médico antes de iniciar qualquer medicação e siga as orientações oficiais do Ministério da Saúde.
4-ATRASO NA COMPRA DAS VACINAS
Com base em relatórios da CPI da Covid e investigações, há evidências e alegações significativas de que o governo Jair Bolsonaro atrasou a compra de vacinas contra a Covid-19, recusando ofertas e desautorizando negociações.Principais pontos sobre o tema:Recusa de Ofertas: A CPI da Covid apontou que o governo recusou 11 ofertas formais de vacinas, incluindo a da Pfizer. A empresa relatou um "atraso letal" na compra, segundo o El País Brasil.Cancelamento da Coronavac: Bolsonaro desautorizou publicamente o seu próprio Ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, em outubro de 2020, ao cancelar a intenção de compra de 46 milhões de doses da Coronavac, produzida pelo Instituto Butantan.Declarações contra a Pressa: O presidente afirmou diversas vezes que não havia pressa para a compra de vacinas e questionou a eficácia e segurança dos imunizantes.Impacto na Vacinação: Especialistas e a CPI estimaram que a demora na aquisição resultou em um atraso no início da vacinação no Brasil e causou milhares de mortes evitáveis.Defesa do Governo: Jair Bolsonaro negou ter atrasado a vacinação, argumentando que as vacinas não estavam disponíveis em 2020 e que o país começou a vacinar em janeiro de 2021, logo após a aprovação da Anvisa.Andamento Jurídico:Em agosto de 2023, o ministro Cristiano Zanin, do STF, arquivou ações que questionavam a omissão do governo federal na compra de vacinas, considerando a mudança no cenário sanitário e o fim da emergência de saúde.Nota: Alguns processos e investigações sobre o tema foram arquivados ou suspensos, conforme noticiado pela CNN Brasil e Agência Brasil.

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