O ministro Gilmar Mendes voltou a criticar o governador Romeu Zema ao comentar o embate político recente. Em entrevista nesta quarta-feira (22), ele afirmou que Zema só conseguiu governar Minas Gerais porque obteve decisões liminares no Supremo Tribunal Federal que suspenderam temporariamente o pagamento da dívida com a União por 22 meses.
A fala passou a impressão de que o ministro considera que houve uma espécie de “alívio” concedido pelo Supremo, o que, na visão dele, exigiria mais responsabilidade nas críticas feitas pelo governador.
Ao ser questionado pela jornalista sobre o tom do confronto político, Gilmar respondeu:
“Não me parece que seja assim, Renata. Eu acho que todos nós que atuamos na vida pública temos que ter responsabilidade e não podemos fazer esse tipo de brincadeira. Eu já tive oportunidade de dizer que o governador Zema só governou Minas Gerais porque obteve liminares aqui no Supremo que o deixou sem pagar a dívida para com a união por 22 meses. E agora ele tenta sapatear, talvez aproveitando do momento eleitoral. Numa linguagem muito pouco própria, ele fala uma língua próxima do português mas que é entendida como ofensiva, e isto precisa de…”
O episódio reforça o clima de tensão entre o Judiciário e o governo de Minas, especialmente em meio ao cenário político atual.
A fala passou a impressão de que o ministro considera que houve uma espécie de “alívio” concedido pelo Supremo, o que, na visão dele, exigiria mais responsabilidade nas críticas feitas pelo governador.
Ao ser questionado pela jornalista sobre o tom do confronto político, Gilmar respondeu:
“Não me parece que seja assim, Renata. Eu acho que todos nós que atuamos na vida pública temos que ter responsabilidade e não podemos fazer esse tipo de brincadeira. Eu já tive oportunidade de dizer que o governador Zema só governou Minas Gerais porque obteve liminares aqui no Supremo que o deixou sem pagar a dívida para com a união por 22 meses. E agora ele tenta sapatear, talvez aproveitando do momento eleitoral. Numa linguagem muito pouco própria, ele fala uma língua próxima do português mas que é entendida como ofensiva, e isto precisa de…”
O episódio reforça o clima de tensão entre o Judiciário e o governo de Minas, especialmente em meio ao cenário político atual.

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