Ronnie Lessa, assassino confesso da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, quebrou o silêncio e concedeu uma entrevista inédita de dentro do Complexo Penitenciário da Papuda. A conversa foi exibida no programa Doc Investigação, da TV Record, pelo portal R7.
Os principais pontos e detalhes revelados pelo executor durante a entrevista incluem:
Motivação e ganância
Overdose de ambição: Lessa afirmou que ficou "cego" e "entorpecido" pela promessa financeira do crime.
Valores milionários: O ex-policial declarou que sua parte no esquema seria de R$ 25 milhões, valor a ser dividido entre quatro pessoas.
Loteamento de milícia: Segundo ele, a ordem dos mandantes (os irmãos Brazão) ocorreu porque Marielle estava atrapalhando a implantação de um condomínio ligado a interesses de milícias na Zona Oeste do Rio.
Frieza e o alvo
Falta de empatia: Questionado pela repórter se enxergava Marielle Franco como uma pessoa na época do planejamento, o assassino respondeu diretamente que "não".
Histórico no crime: Lessa admitiu sua trajetória no submundo carioca, detalhando sua ligação com o grupo de extermínio Scuderie Le Cocq, bicheiros e milicianos. Ele chegou a alegar ter matado cerca de mil pessoas ao longo de sua carreira policial e criminosa.
O ex-PM foi condenado pelo Tribunal do Júri do Rio de Janeiro a 81 anos de prisão pelo duplo homicídio triplamente qualificado e pela tentativa de homicídio contra a assessora Fernanda Chaves.
Os principais pontos e detalhes revelados pelo executor durante a entrevista incluem:
Motivação e ganância
Overdose de ambição: Lessa afirmou que ficou "cego" e "entorpecido" pela promessa financeira do crime.
Valores milionários: O ex-policial declarou que sua parte no esquema seria de R$ 25 milhões, valor a ser dividido entre quatro pessoas.
Loteamento de milícia: Segundo ele, a ordem dos mandantes (os irmãos Brazão) ocorreu porque Marielle estava atrapalhando a implantação de um condomínio ligado a interesses de milícias na Zona Oeste do Rio.
Frieza e o alvo
Falta de empatia: Questionado pela repórter se enxergava Marielle Franco como uma pessoa na época do planejamento, o assassino respondeu diretamente que "não".
Histórico no crime: Lessa admitiu sua trajetória no submundo carioca, detalhando sua ligação com o grupo de extermínio Scuderie Le Cocq, bicheiros e milicianos. Ele chegou a alegar ter matado cerca de mil pessoas ao longo de sua carreira policial e criminosa.
O ex-PM foi condenado pelo Tribunal do Júri do Rio de Janeiro a 81 anos de prisão pelo duplo homicídio triplamente qualificado e pela tentativa de homicídio contra a assessora Fernanda Chaves.

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