O caso ao qual você se refere aconteceu em outubro de 2022, em Teófilo Otoni (MG), envolvendo uma funcionária da rede de farmácias Indiana que gravou um vídeo com comentários discriminatórios contra indígenas do povo Maxakali. [1]
O episódio gerou grande repercussão e revolta na época:
Nota: Se você estiver procurando por um caso jurídico recente envolvendo discriminação em farmácias, a Justiça do Trabalho condenou em 2025 a rede Raia Drogasil a indenizar uma ex-atendente que sofreu racismo recreativo de colegas em São Paulo, mas o caso específico de Teófilo Otoni contra indígenas envolveu a rede Indiana em 2022
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