sábado, 31 de outubro de 2026

Funcionária da rede de farmácias Indiana que gravou um vídeo com comentários discriminatórios contra indígenas do povo Maxakali.

 O caso ao qual você se refere aconteceu em outubro de 2022, em Teófilo Otoni (MG), envolvendo uma funcionária da rede de farmácias Indiana que gravou um vídeo com comentários discriminatórios contra indígenas do povo Maxakali. [1]

O episódio gerou grande repercussão e revolta na época:
  • O ocorrido: Durante um ato político na cidade, que contava com a presença de integrantes do povo Maxakali, a funcionária gravou um vídeo insinuando que o "índice de roubo" na cidade teria aumentado devido à presença dos indígenas. [1, 2]
  • Repercussão: O vídeo viralizou nas redes sociais e foi duramente criticado por lideranças indígenas, ativistas e defensores dos direitos humanos, que denunciaram o caso como racismo e preconceito escancarado contra os povos originários. [1, 2]
Nota: Se você estiver procurando por um caso jurídico recente envolvendo discriminação em farmácias, a Justiça do Trabalho condenou em 2025 a rede Raia Drogasil a indenizar uma ex-atendente que sofreu racismo recreativo de colegas em São Paulo, mas o caso específico de Teófilo Otoni contra indígenas envolveu a rede Indiana em 2022

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