sábado, 10 de outubro de 2026

Patrão já esta preparado para o CLT do bolsonarismo

 
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Guia Igaratá

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Guia Igaratá · Áudio original
O PATRÃO VOTA EM LULA. O FUNCIONÁRIO, EM FLÁVIO. E a conversa no mercadinho vira uma provocação sobre quem teria mais força numa negociação trabalhista. 
🤡 O dono diz ao empregado que, se Flávio ganhar, ele poderá deixar de ser CLT e terá de negociar diretamente com o patrão — inclusive uma jornada até a exaustão.
A provocação expõe uma pergunta concreta: quando um precisa do salário para pagar aluguel, comida e contas, e o outro pode contratar alguém para substituí-lo, os dois negociam em igualdade de condições? “Combinar com o patrão” parece simples até chegar a hora de recusar uma exigência e correr o risco de perder o emprego. 
A ironia está na inversão: o empregador alerta para a importância das garantias trabalhistas, enquanto o funcionário apoia o candidato que, na discussão, é associado à flexibilização dessas regras. O voto é livre. Questionar o que uma proposta pode significar na própria rotina também faz parte dessa liberdade. Se o patrão propuser trabalhar mais pelo mesmo salário, quanto espaço você teria para dizer não? 


                                                                               



O salário mínimo no Brasil é de R$ 1.621,00 por mês, em vigor desde 1º de janeiro de 2026 (Decreto nº 12.797/2025).
Valores por período
  • Mensal: R$ 1.621,00
  • Diário: R$ 54,03
  • Por hora: R$ 7,37


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