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Como é de conhecimento público, o vídeo que viralizou em grupos de WhatsApp e redes sociais mostrava comentários racistas feitos contra uma jovem em seu primeiro dia de trabalho em uma unidade da RaiaDrogasil, em São Paulo. O que até então não era amplamente divulgado é que as falas de cunho discriminatório partiram, infelizmente, de uma farmacêutica, com a participação da gerente da loja, durante a apresentação da nova funcionária, contratada para atuar como assistente/caixa.
No registro, surgiram frases como “a loja está escurecendo” e “acabou a cota de negros”. A Justiça do Trabalho rejeitou a tese de que se tratava apenas de uma “brincadeira” e enquadrou o episódio como racismo recreativo, uma prática que utiliza o humor para reforçar estereótipos e perpetuar a exclusão social, ferindo diretamente a dignidade da trabalhadora.
Com a decisão, ficou mantida a indenização de pouco mais de R$ 37 mil arbitrada pelo juízo de 1º grau. Segundo relatos, a vítima utilizou o valor para dar entrada na compra de um apartamento, transformando a reparação judicial em uma conquista pessoal diante da violência sofrida.
O caso evidencia como o racismo recreativo continua presente nos ambientes de trabalho e reforça a necessidade de responsabilização ética e institucional. Além de corrigir a narrativa de que a vítima seria farmacêutica, quando na verdade era assistente/caixa, o episódio acende um alerta à categoria. É inadmissível que profissionais da saúde tenham esse tipo de comportamento. O Provalfar, em nome da categoria farmacêutica, reforça a solidariedade a Noemi @noemisferrari , ressaltando que o crime de racismo é imprescritível e que cabe ao Conselho Regional de Farmácia de São Paulo (CRF-SP) apurar o caso e adotar medidas efetivas para coibir situações semelhantes que comprometem a imagem da profissão.
Fonte: https://ww2.trt2.jus.br/noticias/noticias/noticia/rede-de-drogarias-e-condenada-pela-pratica-de-racismo-recreativo-contra-atendente-de-loja
No registro, surgiram frases como “a loja está escurecendo” e “acabou a cota de negros”. A Justiça do Trabalho rejeitou a tese de que se tratava apenas de uma “brincadeira” e enquadrou o episódio como racismo recreativo, uma prática que utiliza o humor para reforçar estereótipos e perpetuar a exclusão social, ferindo diretamente a dignidade da trabalhadora.
Com a decisão, ficou mantida a indenização de pouco mais de R$ 37 mil arbitrada pelo juízo de 1º grau. Segundo relatos, a vítima utilizou o valor para dar entrada na compra de um apartamento, transformando a reparação judicial em uma conquista pessoal diante da violência sofrida.
O caso evidencia como o racismo recreativo continua presente nos ambientes de trabalho e reforça a necessidade de responsabilização ética e institucional. Além de corrigir a narrativa de que a vítima seria farmacêutica, quando na verdade era assistente/caixa, o episódio acende um alerta à categoria. É inadmissível que profissionais da saúde tenham esse tipo de comportamento. O Provalfar, em nome da categoria farmacêutica, reforça a solidariedade a Noemi @noemisferrari , ressaltando que o crime de racismo é imprescritível e que cabe ao Conselho Regional de Farmácia de São Paulo (CRF-SP) apurar o caso e adotar medidas efetivas para coibir situações semelhantes que comprometem a imagem da profissão.
Fonte: https://ww2.trt2.jus.br/noticias/noticias/noticia/rede-de-drogarias-e-condenada-pela-pratica-de-racismo-recreativo-contra-atendente-de-loja

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